Notas iniciais
~le escritora indo olhar as atualizações, ~le escritora vê 6 novas recomendações, ~le escritora tem um mini infarte e logo chegam os paramédicos gostosos. Ivy, Selene, Perinalandia, Gaby, Julie e Edlane. é a primeira vez que eu começo uma nota inicial dessa forma. Sabe quando a pessoa fica sem reação com tanto carinho? Sabe quando a pessoa é tao grata pelas palavras que leu? Sabe quando a pessoa, tem vontade de casar? EU TO COM ESSA VONTADE! PUTAAAAAAAAAAAAAAAA QUE PAAAAAAAAAAAAAAAAARIU VELHO! COMO VCS FAZEM ISSO COMIGO? NA BOA, VCS MINHAS LEITORAS NÃO TEM LIMITES QUANDO O ASSUNTO é ME CAUSAR INFARTES! JÁ GANHEI MUSICA, JÁ GANHEI ÁUDIO ALTAS HORAS DA MADRUGA COM NEGA CHORANDO, JÁ VIREI ATE PERSONAGEM DE FANFIC! VCS NÃO TEM DECÊNCIA NENHUMA E EU ADOROOOOOOOOOOOOOO ISSO!! ENTÃO, POR ISSO, EU, SUA MAMÃE ESCRITORA DECIDI QUE ESTAVA NA HORA DE FAZER O CAPITULO MAIS LACRANTE JA POSTADO NESSE NYAH. ESSA é MINHA FORMA DE DECLAMAR TODO O MEU AMOR E TODO O CARINHO QUE EU SINTO POR TODAS QUE COMENTAM, FAVORITARAM E ENVIARAM RECOMENDAçOES PERFEITAS, ADORO QUE VCS CURTAM MINHA FANFIC! E EU ESTOU TAO SEM PALAVRAS NESSAS NOTAS INICIAIS! TAO CHOROSA! TAO CHEIA DE AMOR COM VCS! ELA NÃO é MINHA, ELA NÃO é SÓ SUA, ESSA FANFIC é NOSSA! CONSTRUÍMOS ELA JUNTAS! Com todo o carinho e dedicação do mundo: Entregues.

Pov Pedro

Passei absolutamente todo o resto do tempo até receber a mensagem de Karina quase arrancando os cabelos de ansiedade, para ser sincero eu já estava sentado num banquinho numa rua bem próxima da dela, pronto para sair correndo assim que a mensagem chegasse dizendo que a barrava estava limpa.

Pensei que hoje seria um dia de definições, pensei que definiríamos realmente qual era o nosso lance, eu não queria a ver magoada... aquela garota... eu havia me aberto tanto pra ela, como nunca fiz por nenhuma outra, a não ser... Mas nem se compara. Eu roubei por Karina. Eu não roubava que não fosse por necessidade, mas ali estava Pedro completamente bobo e impotente enquanto ela olhava para a pulseira desejosa, foi exatamente naquele momento que minha mente começou a pifar. Não era um dia de definições, era um dia de confusões. Algo me dizia que eu já estava perdido, eu já estava, completamente, e perdidamente apaixonado. Faria qualquer coisa por ela, qualquer coisa que ela quisesse.

Mas eu sabia a única coisa que Karina queria. E infelizmente meu amor ainda não chegava a esse ponto de entrega.

Karina: Ta liberado! Corre! :3

Corri e pulei gritando por todas as ruas até sua casa, inclusive uma senhorinha saiu de algum lugar ameaçando me bater com um guarda chuva por estar atrapalhando a sua novela. Parei na porta do endereço que ela havia me dado. Não sei como consegui ainda responder a mensagem com os dedos trêmulos de excitação. Antes de Karina abrir a porta eu já estava sorrindo, ela deveria estar tão corada e linda... minhas expectativas estavam altíssimas. Mas como estava enganado... nem nas mais altas punhetas que bati pensando nela eu havia imaginado aquela cena.

Não podia ser, não podia ser... eu estava no céu dos corpos perfeitos! Karina abriu a porta trajando apenas uma camisola transparente, para piorar toda a situação pro meu amigo ela ainda segurava na porta encostando bem o bico dos seios no tecido liso... dava para ver que usava uma calcinha preta por baixo. Hmmm... então ela queria ser anjinha por fora e diabinha lá dentro HAHAHA ERA HOJE PEDRÃO! O PAPAI IA SE DAR BEM!

– Quer entrar? – falou numa voz safada que me fez arrepiar dos pés a cabeça, AQUILO ESTAVA PARECENDO UM FILME PORNO MEU DEUS! SERA QUE ERA REAL? ELA ERA MESMO TODA MINHA?

– Isso é tudo meu? – consegui falar quase num gemido e Karina começou a sorrir sacudindo os peitos, aquela provocação estava demais, ela ia me pagar.

– Entra logo antes que meu pai volte pra sala! – fui puxado pela sua casa sem nem reparar nos detalhes direito, afinal, só tinha olhos para o contorno das suas costas sexy na minha frente. Quando cheguei no quarto que ela trancou a porta já estava com o coração a mil, ofegante. CALMA PEDRO! VOCÊ TRABALHA COM ISSO HÁ ANOS!

– E então... – Ka começou a passar as mãos pelo seu corpo e morder o cantinho da boca muito próxima a mim.

– Gostou da minha camisola? – resolvi entrar no seu joguinho.

Cheguei muito perto de Karina que me parecia querer soltar um gemido sem eu ter encostado um dedo ainda. Falei no seu ouvido devagar, queria que fixasse bem todas as letras:

– Eu adorei a sua camisola, da pra ver direitinho os seus peitos enrijecidos de excitação, a sua barriga sexy e inclusive a calcinha preta que já estou louco para arrancar com a boca. – ela não aguentou e deu um gemido gostoso, aquela mulher era tão incrível... seu gemido era tão perturbador e excitante...

– Então você vai gostar de saber que tem como comer essa calcinha, e que ela tem gostinho de amora. –

Eu não estava acreditando naquilo! EU PODIA COMER? AMORA ERA MINHA FRUTA FAVORITA! Aaaa Karina... nunca sabia o que ela iria aprontar, mas agora tinha pena do quanto sofreria em minhas mãos.

– Eu vou comer muita coisa aqui hoje. – segurei os seus cabelos com força e seus olhos azuis olhavam no fundo dos meus castanhos. Não resisti a nossa proximidade e comecei a lamber seu pescoço delicioso e cheiroso, bem devagarzinho.

– Me chupa Pedro... – respondi ao seu pedido e agora chupava toda a extensão do pescoço até os ombros na alcinha da camisola, Karina já começava a gemer deliciosa, eu precisava tapar aqueles gemidos se não nunca que iria conseguir aguentar as preliminares, e ela não aguentaria ir logo para os meus poderosos finalmentes. Para o seu bem subi minha boca de encontro a sua, num beijo quente e molhado.

Arrastava Karina para sua cama enquanto minha língua a explorava, nossas bocas se encaixavam loucamente naquele beijo de desejo e eu não tirava a mão da sua cintura, a apertando o máximo possível contra mim. Parei pra respirar com o corpo dela embaixo do meu. Suas mãos percorriam meu abdômen por debaixo da blusa enquanto tomávamos ar, ela gemeu um pouquinho quando chupei a pontinha da sua orelha.

– Tenta ficar quietinha. Não quero seu pai nos atrapalhando. – ela balançou a cabeça afirmativamente e eu puxei os seus cabelos de ouro pra cima.

– O que você ta fazendo? –

– Prendendo o cabelo – amarrei-o meio sem jeito dando uma volta enquanto ela sorria do meu cuidado.

– Agora sim. Tem certeza de que quer isso Ka? Quando eu tirar sua roupa... não respondo mais por mim. – perguntei preocupado mas a deixando bem avisada.

– Toda a certeza do mundo. – sorri com a sua resposta e dei um selinho naquela boca que também sorria, estávamos tão felizes! Era tão bom saber que ela também queria aquilo!

– Me da a camisinha logo, to louco pra pular as preli... –

– Camisinha? – Karina faltou me jogar longe da cama. Eu sabia que estava bom demais pra ser verdade, de novo aqueles surtos psicóticos.

– Isso Karina, camisinha, sabe aquele negocio que você põe pra proteger e não ter filho? Pois é! –

– EU SEI O QUE é UMA CAMISINHA! –

– Seu pai vai adorar escutar isso la da sala! – disse sarcástico.

– Mas a Fabi falou que era desnecessário camisinha... ela disse que gogoboys não gozavam... – ela falava numa expressão muito frustrada e sem acreditar, eu tinha que perdoar aquela burrice.

– Karina PELO AMOR DE DEUS, você quase me fez gozar naquele banheiro hoje só passando sua mão, achou mesmo que eu ia aguentar segurar transando com você? E nem venha me dizer que eu posso tirar na hora, porque eu não me responsabilizo pelos meus atos!

Fiquei sem reação quando ela pegou o travesseiro e passou pelo rosto, a louca estava chorando, o que foi que eu tinha feito agora?

– Amor... não chora... – soltei isso baixo e ela nem deve ter escutado. Estava soluçando alto e só o travesseiro tampava os soluços, eu já estava prestes a chorar com ela, simplesmente não suportava a ver daquele jeito, porque ela não parava com aquilo?

– Eu queria tanto dormir com você! Por que? – falou rapidamente e voltou a chorar pondo o travesseiro.

Tirei do rosto dela já chateado e joguei no chão.

– Vamos comprar camisinhas agora! – Karina me olhou abismada, seu nariz estava vermelho e o contorno dos seus olhos também. Conseguia ser linda até triste, era quase uma boneca de plástico.

– Sério? – deu o primeiro sorrisinho que eu amava depois de chorar.

– Sim, eu vou lá! – puxava agora uma moça risonha pela porta. Quando escutamos o barulho de uma luta na tv e ela me escoltou novamente para o quarto trancando-nos la dentro.

– Droga Pedro! Meu pai está na sala, e agora? Eu vou morrer virgem mesmo!! – seus lábios começaram a tremer, ela ia voltar a chorar.

VAMOS LA PEDRO! PENSA! TANTOS ANOS NISSO, EU NÃO PODIA SER BURRO AGORA E DEIXAR MINHA GAROTA FRUSTRADA DESSE JEITO! E MEU BILAU ENTAO? IA SAIR DAQUI ACABADO!

– Não chora por favor, eu tive uma ideia. – a levei para a cama novamente e a sentei no meu colo.

Karina respirava pesado quando depositei um beijo na sua nuca e comecei a falar o meu grande plano no seu ouvido.

– Existem varias formas de uma moça perder a virgindade... – falei baixo e rouco e ela fechou os olhos só ouvindo.

– Se você quiser, eu posso te ensinar algumas delas. –

Karina se ajeitou bem no meu colo, senti ela se esfregando e agora quem fechava os olhos era eu, só sentindo sua acomodação.

– Não quero perder com seus dedos Pedro. Eu quero ele.- Deu uma estocada para baixo, e senti toda a sua bunda bem aberta em volta do meu membro coberto pela bermuda. Malditas roupas.

– E quem disse que vai ser com os dedos... –

– Como? – ela pergunta ainda se esfregando devagar e mordendo a boca.

– Você é virgem de tanta coisa... vamos aproveitar essa noite para tirar essas virgindades. – Karina arfou assim que eu disse o que pretendia fazer, não era boba, tinha entendido.

A nossa noite só estava começando.

Pov Karina

Meu Deus, eu não estava acreditando no que ele pretendia fazer, não estava acreditando no que ia acontecer! Mas sim, eu estava adorando tudo aquilo, meu corpo se encontrava febril, eu estava necessitada. Ele não demorou a entender que meu silencio era um consentimento.

Pedro me fez sair do seu colo e deitou-se na minha cama. Tirou a sua blusa e eu admirei todo os contornos dos seus músculos enquanto ele se movimentava ágil para tirar a bermuda. Assim que se livrou, voltou-se para a cueca e meu coração já estava a mil com toda a perfeição do seu corpo esculpido. Abaixou o tecido e o jogou no chão assim como as outras peças. E eu... eu só conseguia olhar. Estava tão convencida que ia mandar a ver hoje depois de assistir tanta coisa e saber exatamente o que eu devia fazer... mas e agora? O que a senhora Karina estava fazendo? Mostrando o que aprendeu? Não. Olhando perdida para o homem mais gostoso do mundo nu na sua cama sem nem tirar uma lasquinha!

– Será que tem como parar de encarar? Assim eu até fico constrangido. – ele gargalhava da minha cara.

– Você constrangido? –

– Vem aqui Karina. – Pedro me puxou para cima dele e eu me arrepiei dos pés a cabeça ao sentir seu membro encostado na minha barriga.

– Muito injusto só você ficar encarando não acha? – ele não conseguia dizer uma frase sem olhar para a minha boca.

Seus beijos começaram a percorrer os meus ombros e seus dedos brincavam com as alcinhas da minha camisola. Pedro então puxou as alças para baixo e deslizou a seda pelo meu corpo, a camisola já tinha ido pro chão 3 segundos depois.

Imagine a sensação de ficar quase nua em cima de um homem daqueles, de um corpo daquele. Meus seios colavam nele agora e Pedro estava a ponto de gemer, não tinha uma pedaço dos nossos corpos que não estivessem juntos.

– Vai me obedecer? – não consegui nem responder essa pergunta, só balancei a cabeça afirmando.

Pedro então me puxou e me colocou sentada nos seus ombros. Minha intimidade coberta estava a poucos centímetros da sua boca vermelha, eu sentia as chamas subirem quando ele começou a mordiscar a calcinha do lado. Arrancou com os dentes gulosos um bom pedaço da calcinha, e depois voltou-se para o outro lado e abocanhou outra parte. Gemi quando a calcinha caiu depois de ele ter mordido os pontos certos. Pedro sorria mastigando tudo com a boca aberta. Não tinha decência.

– Não vai comer o resto? – perguntei sexy e quase tive um infarto com a sua resposta.

– Tenho que guardar pra depois, afinal, quando acabar com você vou estar faminto. – Pedro respondeu sem tremer e eu escorreguei de volta para cima do seu corpo, me deitando sobre ele.

Fechei os olhos e senti o seu calor. Era tão delicioso...

– Essa vai ser a primeira vez do toque. –

Comecei a suspirar quando ele moveu as mãos pelas minhas costas, fazendo carinho. Agora estava indo mais além pela minha cintura com os seus movimentos de vai e vem. Enlouqueci quando suas mãos grandes e macias desciam mais, parando em cima do meu bumbum. Nessa hora ele gemeu rouco o que me deixou mais excitada ainda e passou a movimenta-las mais forte, rodando as mãos em toda a extensão da bunda. Pedro então continuou tocando até onde conseguia alcançar nas coxas, passando as mãos por dentro, muito próximo a virilha. Eu estava me sentindo completamente entregue as suas mãos, nem tínhamos transado mas poderia dizer com todas as letras que ele já tinha me possuído só com aqueles toques nos lugares certos.

– Primeiro oral. – disse vitorioso e nessa hora eu quase sai correndo, não era meu primeiro oral. O meu primeiro foi perturbador com o Cobra, bem aqui em cima dessa cama, mas nunca contaria isso pra ele! Pra ele, esse seria o meu primeiro.

Pedro trocou de posição comigo e agora eu podia ver como seu rosto estava corado de tesão, ele me desejava. Segurou nas minhas pernas sem parar de olhar para o meio delas e eu esquentei.

– Tao rosinha... – suspirou e me ajeitou mais, colocando minhas pernas bem abertas sobre o seu ombro.

Apertei os dentes contra a boca para não gritar quando Pedro encostou sua língua na minha intimidade. Era tão gelado... ele sentiu eu me retesar para trás e voltou a me puxar de volta pra sua língua. Gemi quando Pê deu um chupão forte por cima dos lábios vaginais, pensei que meu sexo ia ser arrancado de mim. Ele continuou chupando mais devagar e eu não conseguia parar de me remexer querendo que se aprofundasse mais. Puxei o travesseiro pro rosto e o mordi para não gritar quando ele começou a tocar meu clitóris por ciminha, me estimulando. Eu estava completamente louca, eu não sabia o que estava acontecendo comigo, com o meu corpo, nunca tinha sentido nada parecido. Estava tremendo.

Puxei-o pelo cabelo enfiando mais ainda a sua cara e língua que se movimentava loucamente. Passei a me remexer mais e rebolar contra a sua boca que hora o outra gemia colada a mim, e de repente aconteceu. Mordi o travesseiro forte quando cheguei ao clímax, fechando minhas pernas em volta do rosto de Pedro e rebolando até que saísse tudo e eu sentisse todo o meu corpo mole.

Ele não parou de me lamber nesse momento, chupou e lambeu tudo o que gozei enquanto eu ficava parada sentindo ser limpa. Quando terminou subiu em mim e eu pude ver os seus lindos olhos castanhos brilhando de alegria, estavam fixados nos meus.

– Você é tão perfeita Karina.. – disse em idolatria

– Eu nunca tinha... nunca tinha gozado antes. – confesso ainda arfante e o sorriso de Pedro se alarga, acho que se ele pudesse sairia gritando e pulando.

– Vira, que agora tá na hora da sua bundinha.- me da um tapa e eu dou um gritinho em surpresa.

O obedeço me virando e ficando de quatro. Agora estava na hora de por em pratica o que eu havia aprendido, eu sabia que meu bumbum era sua perdição.

Segurei as duas metades da bunda e abri bem, gemendo baixinho “ me fode Pedro”, ele ficou tão em choque que a única coisa que conseguiu dizer antes de me atacar foi:

– Ai papai. –

Pedro agora abria ele mesmo com a mão, gemia coisas sem sentido como: “ por que tão pequeno?” mas minha total atenção estava no seu grande membro que já roçava por lá. Segurei forte na cama quando a ponta grossa me adentrou, eu já sabia que ia sentir dor, mas não tanta! Ele me rasgava, enfiando devagar.

– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! – gritei. A dor era muita.

Senti Pedro tapar a minha boca e continuar entrando. Seu pênis nunca tinha fim?

– CARALHOOOOOOO!! – mordi sua mão e gritei alto.

– KARINA???? – droga, era o meu pai!! E o desgraçado do Pedro não parava de enfiar.

– OOOOOOOOOOOI PAAAAAAAAAAAAAAI! – aproveitei pra gritar tudo o que eu sentia.

Pedro massageava os meus peitos, e gemia rouco e gostoso entrando e saindo muito muito devagar, me abrindo inteira. Ele estava alheio a tudo o que acontecia, parecia estar num mundinho só dele, eu apostava que se meu pai abrisse aquela porta Pedro não sairia de dentro de mim nem amarrado.

– MINHA FILHA O QUE TA ACONTECENDO? –

Nesse momento Pedro deu uma forte estocada e começou a meter rápido. Meus cabelos começavam a cair da poupa que ele tinha feito de tão sacudida que eu estava sendo.

– AAAAAAAAAAAAAAAA PAAAAAAAAAAAAAI, UMA BARATAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! JÁ RESOLVI. – segurei forte na cama, estava começando a ficar gostoso, começando.

Consegui dar uma rebolada e Pedro chupou meu pescoço me incentivando.

– Ok! Se foi só isso tente parar de gritar! – finalmente meu pai saiu.

Doía mas era suportável. Somente ouvir os gemidos embolados de Pedro já me levavam a loucura. Ele me fodeu sem parar por alguns minutos até nossos corpos pingarem de suor e cansaço. Quando eu estava prestes a desabar, aconteceu. Senti um jato de esperma lá dentro, e quase desmaiei de tesão... foi delicioso...

Pedro caiu do outro lado da cama respirando muito rápido e olhando para o teto sorrindo bobo, eu fiquei fazendo o mesmo sem dizer nenhuma palavra. Estava realizada e ele também.

Mas... o que seria da gente agora?

Ele me puxou para um abraço, e eu me aconcheguei no seu peito. Queria dizer tantas coisas, queria dizer que queria aquilo mil vezes! Queria lhe contar do meu protótipo de avião e de como aquilo podia ajuda-lo, queria pedir pra ele largar aquele emprego idiota, queria que ele fosse só meu. Mas eu estava tão cansada... estava tão gostoso deitada ali com ele, sentindo seu cheiro, que apenas deu pra perguntar aquilo que importava.

– Pe-pedro? Namora comigo? –

E dormi.

Pov Pedro

Eu estava completamente alucinado. Milhares de coisas passavam pela minha cabeça quando a Karina disse aquilo e logo depois adormeceu. Estava tendo surtos psicóticos seguidos de mini-ataques cardiovasculares. ELA TINHA DITO AQUILO! TINHA ME PEDIDO EM NAMORO! E O PIOR! EU TINHA GOSTADO!

Levantei a ajeitando de lado e corri para vestir minhas roupas. Eu passava dias transando a fio mas nunca, de nenhuma forma, nada tinha sido tão intenso como foi hoje com aquela mulher... não dava pra pensar naquele quarto. Não dava pra pensar com ela dormindo igual um anjo, babando no colchão e roncando um pouquinho. Karina era o sinônimo de perfeição para mim... mas eu tinha obrigações, o que fazer?

Sair daquele lugar primeiramente, eu não conseguiria tomar nenhuma atitude correta com aquela garota por perto.

Me aproximei da dorminhoca e lhe dei um beijo na testa, puxei o lençol e cobri o corpo nu que eu mais amava. Nesse momento ela deu um sorrisinho, sonhando, e eu acabei sorrindo também. Precisava sair dali o mais rápido que desse.

Andei devagar até perto da sala. O homem que deveria ser o pai da Karina estava assistindo as lutas vibrando, ele parecia assustador, cheguei tremer. Peguei uma pedrinha do vaso que tinha perto e joguei do outro lado da sala, vi o homem ter toda a sua atenção voltada pra la. AGORA ERA A HORA! Fui agaixado por detrás do sofá ,abri a porta devagar, e sai correndo pela rua como se não houvesse amanha!

Sorria alegre tomando o vento na cara. O que eu não faria por essa garota? Sim Pedro, o que você não faria? Largaria seu emprego? As pessoas que te ajudaram? E como eu iria sustentar ela?

Flashback on

– EU NÃO QUERO CARA! –

Estava sendo arrastado para a entrada da clinica de reabilitação pelo Allan. Tudo bem que me levar para comer um pouco, me deixar tomar banho na sua grande mansão, me emprestar suas roupas e jogar poker comigo enquanto escutava a minha triste historia foi demais! Quase um sonho! Mas dai a já se achar meu melhor amigo e me arrastar para aquilo... ERA DEMAIS! Será que ele não percebia que meu maior desejo era a COCAÍNA, e não me livrar dela!

– Você vai sim Pedro, eles vão cuidar de você. –

– POR FAVOR ALAN! PENSEI QUE ESTÁVAMOS VIRANDO AMIGOS! – eu chorava igual uma criança, não estava nem ai para o que os outros no corredor achavam da cena, estava desesperado!

– Justamente por isso! Somos amigos. E quando você sair daqui já vai ter emprego certo cara, isso eu te garanto. Nunca te deixaria na mão depois de saber o que você passou, isso é para o seu bem. –

– NÃO CARA NÃO DEIXA! NÃO DEIXA ELES ME LEVAREM! PELO AMOR DE DEUS! E ELA? EU SEI QUE FUMAVA MAS IA TODO DIA A VER! — um outro rapaz já me puxava para aplicar uma injeção enquanto eu me debatia, e escutava a ultima frase daquele que me salvou do vicio:

– Não se preocupe Pedro, eu vou cuidar da sua garota pra você.

Flashback Off

Passava as mãos no cabelo, totalmente confuso olhando para a lua. Era incrível como até as lembranças do passado ficavam turvas agora que meus pensamentos se focavam totalmente em uma pessoa, Karina. Estava na hora de ser egoísta. Estava na hora de não pensar nos outros como tive de pensar minha vida inteira, estava na hora de arriscar.

Peguei meu celular e dei uma longa inspirada de ar. Tomei coragem e passei uma mensagem que mudaria toda essa historia para sempre:

Pedro: Karina, me desculpa ter saído sem nem me despedir, não deu pra acordar você... estava num sono tão gostoso! E eu tive que pensar, pensar no seu pedido, na nossa noite, em tudo o que estamos vivendo tão rápido e intensamente. Se me perguntassem a uma semana atrás se havia alguma possibilidade de largar tudo o que eu tenho, tudo o que conheço ,todas as minhas obrigações e todas as minhas dividas eternas por alguém, eu diria: IMPOSSÍVEL ESSA PESSOA EXISTIR! Mas agora, uma semana depois , aqui estou eu escrevendo essa mensagem chorando em um banco de uma rua deserta e com toda a certeza de que essa pessoa existe, e de que ela é você, a criatura mais esquentada, mandona, louca, psicótica e perfeitinha que existe.

Eu quero sair dessa vida, quero ser só seu, amanha mesmo vou até a Wild Passion e pedirei JÁ minhas contas! E eu preciso Karina, preciso, que você seja só minha também. Agora sou eu quem faço o pedido ( finja que estou de joelhos com um lindo anel de Morgana que você tanto gosta). Aceita ser minha namorada? Minha pra sempre? Porque eu acabo de abrir mãos de coisas valiosas para ganhar a mais preciosa de todas.

Ps: adoraria ver sua carinha lendo isso.

Pov Karina

Acordei assustada com o sol que batia na minha cara... DROGA! Meu corpo estava todo dolorido e eu não estava nenhum pouco afim de levantar. Já me virava sorrindo até perceber que o Pedro não dormia lá... OH NÃO!

KARINA SUA BURRA, SUA TONTA, IDIOTA! Comecei a me estapear. CLARO QUE ELE NÃO ESTARIA! NÃO TA LEMBRANDO QUE VOCÊ PEDIU UM GOGOBOY EM NAMORO ONTEM?? Droga, droga, droga. Isso era algo pra se dizer depois de uma transa? Ai meu Deus, ele sumiu, ele sumiu e nunca mais vamos nos encontrar.

As lagrimas correram sem nem notar. Deviam ter se passado horas e eu continuava chorando, talvez se não fosse tão direta, se fosse com jeitinho ele não me abandonasse tão depressa. Eu esperneava desesperada, precisava de Pedro precisava... Chorei até minha cara ficar inchada que nem conseguia sentir mais. Fui olhar o horário no celular e tomei o maior choque de toda a minha vida, e olha que Fabi já me deu muitos.

Antes chorava por uma tristeza absurda, mas agora, agora eu nem sei de onde eu achava mais água no corpo pra chorar de alegria extrema.

Pulei por todo o quarto enrolada no lençol gritando e agradecendo a Deus, eu ainda não estava acreditando! NÃO PODIA SER! NÃO PODIA!! Eu gritava muito e minhas lagrimas de felicidade caiam sem parar. Me controlei apenas para responder a mensagem.

Karina: EU ACEITO!

Ps: Não é Morgana! É Mogno!

– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA OBRIGADAAAAAAAAAAAAAA SENHOOOOOOOOOOOOOOR!!! OBRIGADAAAAAAAAAAAAAAA! –

Escutei a porta ser aberta e parei com o ataque na hora, segurando o lençol melhor no meu corpo.

– O que você veio fazer aqui? –

– Meu Deus Karina... – Cobra disse olhando para o meu corpo, sem disfarçar.

– Sai daqui Cobra! Quem te deixou entrar? – coloquei meu celular na mesinha de estudos e corri para pegar outro lençol da cama e me cobrir mais, sem querer a calcinha comestível rolou para o chão. Cobra desviou seu olhar de mim para o que havia caído, pegou a calcinha furioso segurando bem perto da minha cara.

– O QUE DIABOS é ISSO KARINA? – gritava

Olhou direito para o meu pescoço e seu queixo caiu, entendendo tudo.

– EU NÃO ESTOU ACREDITANDO NISSO! ISSO SÃO CHUPÕES? QUEM ESTAVA AQUI? – ele andava furioso pelo quarto jogando minhas coisas no chão.

– EU QUERO TERMINAR COM VOCÊ! – gritei também

– DEPOIS DE TANTOS MESES DE APOIO, TE AJUDANDO COM O INICIO DA FACULDADE, TE APOIANDO EM TUDO, TE AMANDO DE TODO O MEU CORAçAO, VOCÊ VEM TERMINAR COMIGO? ME TRAINDO NO SEU PRÓPRIO QUARTO? – achei que ele fosse me dar um tapa nessa hora

– EU AMO ELE! – soltei

– ENTÃO ERA COM ESTE VAGABUNDO QUE VOCÊ E ESTAVA NO SHOPPING? EU ESTAVA PASSANDO NA FRENTE QUANDO VI SUA BICICLETA, ENTREI, E NÃO TE ENCONTREI EM LUGAR NENHUM LA DENTRO! Eu não estou acreditando nisso... Karina... como isso aconteceu com a gente... – os olhos de Cobra começaram a encher de água mas eu não me sentia nenhum pouquinho culpada, nenhum pouquinho vadia.

– Sai. Do. Meu. Quarto. –

– Isso não vai ficar assim, isso não acabou. -

Então ele saiu, acabado.

E eu? Corri para a cama sorrindo, nada abalaria a noticia mais linda do mundo. PEDRO ME AMAVA! Só perceberia que meu celular havia sumido da mesinha algumas horas depois...

Pov Pedro

Estava jogado no sofá sonhando com Karina desde a hora que eu cheguei. Era de manha quando apitou sinal de mensagem e li a resposta que tão esperava. ESTAVA NA HORA! ESTAVA NA HORA DE MUDAR MINHA VIDA!

Chamei a baba que me ajudava há 2 anos, ela tinha 15 de idade mas já sabia muito da vida, afinal, era nascida na favela também. Tínhamos um grande sentimento um pelo o outro, ela cuidava do meu bem e amava muito ela. E eu retribuía dando um bom salario e a ajudando com alguns deveres de casa ( mesmo que não soubesse muita coisa). A Ester sabia tudo da minha vida, éramos amigos e era quem precisava saber da mudança radical.

– ESTER VENHA AQUI! – Ela veio correndo do quarto até o sofá sorridente e se sentou do meu lado.

– Pedrinho! Há quanto tempo você não me chama pra conversar! — me deu uma bronca.

– Eu sei.. desculpa, ando muito ocupado. Me diz como minha vida ficou essa semana. –

– MUITO BEM! Até andamos pelo parque, ela ficou maravilhada com as borboletas! – suspiro de alivio com as boas noticias.

– Então Ester... O que eu tenho pra conversar com você é sério. Não vai abalar em nada seu salario porque eu tenho uma certa reserva, e tenho certeza que vou arranjar um bom emprego! –

– Calma ai... você vai sair da Wild? – era esperta, eu nem tinha terminado e já tinha entendido.

– Sim, eu acho que estou apaixonado... –

– OH MEU DEUS! E ELA? VOCE SABE QUEM é SUA PRIORIDADE! MESMO QUE, MESMO QUE ELA ESTEJA NESSA SITUAçAO!! – Ester endoidava em um ataque de moral.

– Ester, eu não posso mandar em meu coração. E acho que você ta exagerando até, vai dar tudo certo ok? Não vou abandonar minha vida por isso. E SIM, EU ESTOU AMANDO! – sorrio bobo e ela acaba sorrindo também, me abraçando logo em seguida.

– Espera, recebi uma mensagem.- me desvencilho do seu abraço

EBA! OUTRA MENSAGEM DA KARINA!!!

Karina: Oi amor! Preciso te encontrar urgente no mesmo shopping hoje!! É um assunto muito sério! Te adoro!

– Ester eu tenho que ir... o dever me chama. – digo sorrindo e ela devolve sorrindo maliciosa

– Sei... dever... –

– Até vou passar na Wild antes do shopping! É verdade!!! –

– Ok chefeeee!! –

– Cuide da Jade pra mim. – disse sério e sai pela porta.

Notas finais
Beijinho no ombro pro recalque passar longe.... beijinho no ombro pro capitulo que lacrou de montao... LOUCAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA PARA LER OS COMENTÁRIOS BAFOS COM AS TEORIAS LOUCAS DE CONSPIRAçAO DE VCS! CAPRICHEEEEEEEEEEEEEEEEEE BRASIL!