Notas iniciais
Nem sei o que dizer desse capítulo, só lê!


14 de Julho, 21:48
Ethan's House (Alice)

Ethan havia chegado cedo a semana toda, até mesmo quando ia à academia. Já eram quase dez da noite e ele não havia chegado, estava começando a me preocupar. Fiquei relutante quanto a ligar para ele. Por um momento pensei em perguntar a Dona Abigail se ele havia avisado algo a ela, mas me lembrei que ele a liberou para passar o final de semana com a família. Encarei o celular na mesa de centro da sala de estar e decidi ligar.
— Hale. — Ele disse ríspido.
— Ethan? Sou eu...
— Ah... Sim... Oi, Alice. — A voz dele suavizou um pouco, mas nada que fosse perceptível para alguém que não o conhecesse.
— Está tudo bem?
— Está sim. Só estive muito ocupado hoje. Como foi o dia?
— Solitário, eu diria...
— Abigail já partiu?
— Já. Ela foi pouco depois que você saiu pra trabalhar.
— Tá. Preciso desligar.
— Ok... Até depois.
— Até.
Ethan agira muito estranho desde aquela noite em que eu disse que o amava, estava começando a me arrepender de ter dito. Ele andava sempre sério, ríspido e ás vezes grosso. Não entendi o porque ele estava agindo assim comigo, isso me machucava de certa forma, mas nunca criei caso. Preferi acreditar no que ele sempre dizia: "É só estresse com o trabalho."


14 de Julho, 21:50
Vortex Media — Garagem (Ethan)

A semana havia sido bem produtiva no trabalho, mas as coisas em casa com Alice estavam começando a ir longe demais. Mas meu plano seguia e eu não iria dar pra trás agora, iria entregar tudo.
— Terra chamando Hale... — Disse Carol quando o elevador chegou na garagem e eu permaneci lá dentro com cara de paisagem.
— O que você tem, cara? — Perguntou Pedro.
— Só tou preocupado com a Alice. Nada com o que precisem se preocupar. Quanto tempo temos?
— Exatamente... — Pedro olhou no relógio. — Dez minutos.
— Fuck! — Coloquei o celular no bolso interno do paletó e corri até o carro.
Quando dei a partida e abaixei os vidros percebi que Carol e Pedro discutiam quem iria na frente.
— Ei! Eu preciso atravessar a cidade em 10 minutos!
Pedro olhou pra Carol e disse:
— Par.
— Ímpar. — Respondeu ela.
— Eu não acredito! — Reclamei.
— Ganhei! — Comemorou Carol. — Rá! Troxa. — Disse ela enquanto colocava o cinto de segurança e em seguida ligava o som. Começou a tocar Dangerously do Charlie Puth.
— Conveniente. — Disse a ela.
Quando Pedro entrou no carro eu arranquei.
— A gente vai morrer! — Gritou Pedro no banco traseiro quando eu dei praticamente um drift para colocar o carro na pista certa e não perder a velocidade. Quando cortei os 3 carros que estavam na minha frente e estabilizei a velocidade em 100km/h, Pedro gritou novamente: — A gente vai viver! Você é retardado, Ethan!
— Ah eu sou...

Cheguei na joalheria e o estabelecimento estava fechando. Corri e passei pela porta de metal que estava sendo fechada.
— Perdão, senhor. Mas estamos fechando. — Disse um vendedor.
— Tecnicamente... — Olhei no relógio e eram 21:58 — Faltam dois minutos para o estabelecimento fechar e você não pode fechar essa porta enquanto tiver um cliente aqui dentro.
— O que está havendo aqui, Fernando? — Um homem que parecia o gerente ou proprietário apareceu atrás de mim do nada.
— Cacete! Que susto...
— Posso ajudar?
— Pode. Encomendei duas alianças de ouro branco com formato abaulado e 3 frisos, com a parte central diamantada e o modelo feminino com várias pedras de diamante nos frisos.
— Ethan Hale certo? — Disse o homem assustado com minha destreza para descrever as alianças.
— O próprio.
— Elas estão prontas... Por aqui. Por favor...
Ele me guiou até o balcão, me mostrou as alianças em perfeito estado e depois foi colocá-las numa caixinha.
— Qual será a forma de pagamento?
— Metade no dinheiro e metade no cartão. — Respondi pegando a carteira no bolso do paletó.
— Podemos fazer até 10 vezes sem juros no cartão. — Olhei pra ele e dei uma risada breve.
— Duas vezes. Por favor.
Enquanto ele passava o cartão eu peguei um envelope com dois mil e seiscentos reais e o entreguei.
— Tenha uma boa noite. — Eu disse pegando a sacola da mão dele e partindo para o carro novamente.

— Missão cumprida. — Eu disse enquanto me acomodava no banco do motorista. Pra minha sorte nenhum guarda havia me multado. Dei um "high five" em cada um e entreguei a sacola para Carol.
— Me diz que vai andar mais devagar... — Disse Pedro.
— Eu vou...
— Vem cá. — Disse Carol. — Isso aqui é diamante? — Perguntou ela olhando pra caixinha aberta.
— Uhum. — Eu respondi olhando para o retrovisor.
— O que? — Pedro tirou o cinto e se arrastou pra frente pra olhar para as alianças também. — Qual conta você vai deixar de pagar, amigo?
— Nenhuma. Tirei metade do dinheiro da poupança e o resto paguei no cartão.

Deixei aqueles dois malucos em casa e fui aflito pra casa ouvindo Numbers do The Cab. Partia meu coração, recém descoberto, fazer o que eu estava fazendo com Alice. Ser frio, ás vezes grosso, mas há muito tempo eu não fazia algo sequer parecido com o que eu estava prestes a fazer, se eu agisse normalmente com ela eu não conseguiria conter a minha ansiedade e ia fazer isso antes da hora, ou estragar a surpresa.
Assim que estava chegando guardei as alianças no porta-luvas e apertei o botão para abrir o portão.


14 de Julho, 22:27
Ethan's House (Alice)

Ouvi o portão abrir e contive a minha vontade de ir recebê-lo como eu havia feito a semana toda. Ele merece um gelo e eu preciso fazer isso... Pensei. Antes que eu pudesse pensar numa maneira de dar um gelo nele sem dar um gelo de fato ele entrou pela porta da sala. Estava lindo, mal parecia que tinha passado o dia inteiro trabalhando. Estava impecável em seu paletó grafite, e eu, com um moletom preto e um short. Que contraste.
Ele caminhou até o sofá após tirar os sapatos, me deu um beijo rápido e foi para a cozinha.
— Como foi o dia? — Perguntou ele.
— Como eu disse no telefone: Solitário.
— Hm... — Ouvi ele mexendo em algumas panelas. — Jantou?
— Não. — Respondi sendo tão ríspida quanto ele e fui até a cozinha. Faremos esse jogo ser para dois, Sr. Hale... Ele me olhou curioso.
— Aconteceu alguma coisa? — Perguntou ele observando cada movimento que eu fazia enquanto mantinha a geladeira aberta.
— Me diz você. — Me coloquei na frente dele diante da geladeira e abaixei para pegar uma travessa de frutas. Pude ouvir ele dando uma risada baixa e o vi curvando-se para me impedir de pegar a travessa.
— Prefiro comer algo diferente disso. — Lutei para não ficar corada, mas falhei. Você provocou... Arque com as consequências. Minha consciência deu sinal de vida sem ser convidada.
— O que tem em mente, Sr. Hale? — Eu disse me levantando e encostando no balcão ao lado da geladeira.
Pude vê-lo respirar fundo enquanto tirava o paletó, colocava ele em cima do balcão, erguia as mangas da blusa branca que ele estava vestindo por baixo e caminhava para perto de mim.
— Sei o que está tentando fazer... Cuidarei de você depois do jantar. — Ele sussurrou e puxou-me pela cintura para mais perto de si. Senti um gemido se formando em minha garganta, mas fui capaz de conter quando ele se afastou. Minha respiração estava forte e ele sorriu ao perceber isso. — Sobre o que eu tenho em mente... Escondidinho de batata com carne moída e queijo.
Olhei pra ele curiosa, a semana toda ele comeu frango, batata doce e arroz integral.
— E sua dieta? — Perguntei.
— Sexta, sábado e domingo eu não conheço essa palavra. — Ele estava mais calmo e divertido de novo, agora mesmo é que eu não tinha coragem de ser grossa com ele.
Fui colocar o paletó dele no quarto e quanto voltei ele estava refogando alho e havia colocado música, tentei identificar qual era, mas falhei. Me sentei num dos bancos e fiquei observando.
— O que foi? — Perguntou ele.
— Nada... Só não esperava ver... Isso. — Apontei pra ele e para a panela.
— Cursei gastronomia um tempo, mas abandonei para focar na empresa. Gosto de cozinhar. — Ele disse isso com um sorriso de orgulho.
— Jamais seria capaz de imaginar.
— Ninguém é.

Enquanto Ethan colocava a mesa eu fui atender a ligação do meu pai na sala, desde que ele descobriu a magia da chamada de vídeo não liga mais pra mim de outra maneira.
— Oi, filha.
— Oi, pai. — Eu disse sorrindo. Ele aparentava estar de plantão.
— Como estão as coisas aí no Rio? — Meu pai era muito tranquilo quanto ao fato de eu estar na casa do Ethan. Logo quando ele soube que nós estávamos juntos, me ligou, mas fez vista grossa só na frente da mamãe. Depois ele me disse que não tinha nada contra o Ethan e que até gostava das produções dele.
— Ótimas.
— Como está o Ethan? — A pergunta dele me surpreendeu.
— Está... Bem... Está na cozinha.
— Olha, liguei para fazer um convite... — De repente Ethan estava atrás de mim e disse que o jantar estava pronto. — Olha ele aí! Ethan... Estava começando a falar de você mesmo.
— Oh... Olá, Sr. Evans. — Ethan acenou um pouco constrangido.
— Por favor, me chame de Robert.
— Robert. — Se corrigiu Ethan
— Adoraria conhecê-lo pessoalmente, o que acha de vir pra cá junto com Alice quando ela voltar? — Ruborizei de pânico com a proposta. Ethan? Conhecer meus pais? Conhecer minha mãe?!
— Eu adoraria. — Ethan abriu um sorriso largo.
— Pai...
— Sei o que vai dizer... Pode deixar que eu conheço a sua mãe a muito mais tempo que você, minha filha... Dela eu cuido. — Disse ele confiante.
— Tudo bem, pai. O Ethan fez o jantar, preciso ir.
— Também preciso, meu amor. Te ligo assim que eu puder. Te amo.
— Também te amo, pai. — Ele desligou e eu fui para a sala de jantar.

— Olha... Parece que seu pai gosta de mim. — Disse Ethan enquanto puxava a cadeira para que eu me sentasse.
— Pois é... — Ele já havia colocado os pratos então esperei que ele se sentasse.
— O convite dele me fez lembrar de uma coisa... — Olhei curiosa pra ele. — Meus... Pais e os pais da Carol virão aqui amanhã. — O que?!
— O que? Digo... Por que não me avisou antes? — Como assim eu vou conhecer os pais dele e ele me avisa horas antes?
— Não achei que fosse algo tão importante.
— Ethan...
— O que foi? São só meus pais e Kátia praticamente já te adora.
— O que eu vou fazer? Vestir? Ai meu Deus... — Minha cabeça latejava de nervoso.
— Alice... Calma. Vai ser um churrasco, vamos passar uma tarde na piscina. Seja você... Isso é mais do que perfeito. Agora coma.

Quando terminamos o jantar eu ajudei Ethan a tirar a mesa, arrumamos a cozinha juntos e ele me olhava bravo todas as vezes que eu o provocava quando encostava nele sem permissão ou abaixava pra guardar algo. Ao terminar tudo ouvi um som de notificação no meu celular. Antes que eu pudesse deixar a cozinha Ethan me puxou de volta pela cintura.
— Ainda não terminei tudo o que eu queria. — Ele sussurrou no meu ouvido e eu senti um arrepio percorrer meu corpo todo. — Hora de arcar com as consequências dos seus atos. — Ele me viu para si e me pegou no colo. Automaticamente minhas pernas se enrolaram em torno de sua cintura e ele caminhou até o banheiro sem desgrudar os lábios dos meus. Seu beijo é suave, acalentado e gera reações imediatas no sul do meu corpo.
Ele entra no box e liga o chuveiro, a temperatura é morna e a última coisa com a qual eu me importo é estar totalmente vestida e completamente molhada. Ele me coloca no chão e minhas mãos se movem para sua camisa encharcada, arranco a beira da camisa para fora da calça, ouço-o gemer contra minha boca, mas seus lábios não deixam os meus. Luto para desabotoar sua camisa de forma civilizada, mas desisto quando ele morde e em seguida beija meu pescoço. Brigo com sua camisa, abrindo-a, os botões ricocheteam no vidro do box e nos azulejos. Me surpreendo por ele já está sem o binder e eu sequer havia reparado.
Enquanto eu deslizo a camisa sob seus ombros e depois para baixo pelos braços retirando-a, pressiono-o contra a parede e alcanço o botão de sua calça que logo se junta a camisa dele no chão. Quando tento tirar sua cueca ele muda rapidamente nossa posições.
— Minha vez... — Ele diz sério e em seguida tira meu moletom. Ele volta a beijar o meu pescoço enquanto tira meu sutiã e a medida que abaixa para tirar meu short e minha calcinha ele traça uma trilha de beijos e mordidas fazendo-me gemer a cada vez. De repente ele para e eu o encaro. Ele me olha curioso, divertido e sexy ao mesmo tempo.
— O que foi? — Perguntei sem fôlego.
— Acho que estou em dívida com você por essa semana. Me diga o que quer.
— Beije-me. — Quando ele foi se levantar eu o empurrei para baixo, fazendo-o cair de joelhos na minha frente. Ele entende o que eu quis dizer, mas finge que não.
— Onde? — Ele pergunta.
— Você sabe onde.
— Onde?
— Aqui. — Eu disse apontando para o ápice das minhas coxas e sentindo meu rosto queimar.
— Com prazer... — Ele disse sorrindo maliciosamente, fecho os olhos envergonhada e excitada por isso.
Sua língua começou a circular o meu clitóris, eu gemi alto em resposta e coloquei minhas mãos em seu cabelo molhado e liso que caía majestosamente pela sua testa. Ele não parava sequer um segundo, a frequência estava me deixando louca... Não sabia quanto sempo se passara, mas tinha certeza de que não era muito e eu já estava próxima de um orgasmo.
— Ethan... Por favor... — Eu implorei e ele parou.
— Por favor o que, Alice?
— Quero que faça amor comigo...
— Eu estou.
— Não... Eu quero você... — Ele se levantou e aguardava minha resposta. — Dentro de mim.
— Tem certeza?
— Por favor... — Ele beijou meu pescoço e quando fechei os olhos pude sentir sua mão esbarrar em mim enquanto ia para sua cueca.
Quando abri os olhos novamente não pude conter minha curiosidade em olhar para baixo. Sua cueca estava no chão e seu membro ereto. Não tinha ideia de como aquilo funcionava, mas eu gostava e muito. Ele me arrancou do meu momento de contemplá-lo ali, completamente meu, e delicadamente levantou meu rosto.
— Olhos nos meus... — Ele disse me encarando e me pegou no colo.
Novamente minhas pernas estavam novamente enroladas em torno dele e minhas costas estavam contra a parede.
— Você é minha. — Ele sussurrou enfatizando cada palavra enquanto entrava em mim lentamente, como se me reivindicasse como dele. Empurrei-me um pouco para baixo contra ele, fazendo-o gemer relativamente alto.
— Sempre... — Respondi em meio a um gemido. Ele sorri vitoriosamente e se move me fazendo suspirar.
Ele me beija e começa a se mover lenta e deliciosamente. Fecho meus olhos, inclino a cabeça para trás e arqueio meu corpo querendo mais daquilo, mais dele e de sua doce tortura lenta.
Sua boca encontra meu pescoço quando ele pega o ritmo, me empurrando para frente e para cima, cada vez mais forte. Me deleito com a sensação de estar ali, sentindo-o reivindicar sua posse sobre meu corpo, sobre mim... Por completa. Apenas eu e meu misterioso e machucado homem. Percebo que não posso perdê-lo, eu o amo, e qualquer sombra de qualquer arrependimento por tê-lo dito isso desaparece. Eu explodo em torno dele e qualquer resquício daquela semana fria e estranha desaparece enquanto grito seu nome em meio a um orgasmo catártico.
Ele atinge seu clímax com o rosto enterrado em meu pescoço abafando seu gemido. Ficamos ali por um tempo... Ele sustentando meu peso com uma certa facilidade e em seguida me põe no chão para que, de fato, tomássemos banho.


15 de Julho, 12:27
Ethan's House (Ethan)

Pude ouvir os carros entrando na garagem enquanto eu acendia a churrasqueira. O meu estava próximo a piscina tocando Never be Like You, uma parceria entre Flume e Kai. Alice estava ao meu lado observando tudo o que eu fazia.
— Deixa comigo! — Disse Pedro enquanto ía para a churrasqueira com sacolas de carne. — E aí, Alice.
— Oi. — Disse ela com seu sorriso tímido. Segurei sua mão e caminhei em direção a Kátia e Ezekiel.
— Oh meu Deus... Você é real. — Disse Kátia enquanto puxava Alice para um breve abraço.
— Não é a primeira pessoa que me diz isso... — Disse Alice enquanto seus olhos se direcionavam para Carol que vinha ao fundo com sua família.
— Alice esta é Kátia Vianna, Kátia... — Ela levantou a mão para me interromper e eu rapidamente me corrigi. — Mãe... Está é Alice Evans.
— Não tem ideia do prazer que é conhecê-la.
— Digo o mesmo.
Kátia se encarregou de apresentar seu marido Ezekiel e minha irmã mais nova, Beatriz.
Carol também apresentou sua família. Luana, sua mãe. Marcelo, seu pai e Isabella, sua irmã.
— O que você está fazendo de roupa, garota! Olha essa lua! — Exclamou Carol. — Tira esse short, essa blusa... Eu hein.
Decidi aproveitar que ainda estavam todos secos e falei com Pedro para posicionar as câmeras para filmar e ele fez isso rapidamente. Ele era realmente talentoso quanto a filmagem, bem mais do que eu. Nítidamente.
Fui no carro, troquei a música para American Girl do Ta-Ku em parceria com a Wafia, peguei as alianças e coloquei-as no bolso da minha bermuda.
— Peço a atenção de vocês. — Todos se viraram pra mim surpresos por eu pedir atenção, pois eu sempre tentava não tê-la em mim com a minha família. — Hoje é um dia especial, vocês estão conhecendo uma pessoa especial... A pessoa que... Mudou a minha vida. — Caminhei até Alice e segurei sua mão. — Essa semana não pareceu, eu não fiz parecer, mas eu sou grato a cada momento da minha existência por você ter entrado por aquele portão. Você fez comigo algo que ninguém jamais havia conseguido fazer... Você me fez feliz, me fez querer viver, não pelos outros, pelo trabalho, mas por mim... E por você. Pode parecer cedo, eu posso parecer louco, mas eu quero mais do que tudo que você seja minha de fato.
— Ethan... Eu já sou sua. — Eu ajoelhei, tirei a caixinha do bolso e abri.
— Então aceita namorar comigo? — Ela me olhou pasma, corada e com os olhos marejados.
— Não acredito que você está fazendo isso... — Disse ela sorrindo.
— Eu não acredito que eu estou fazendo isso...
— É claro que eu aceito!
Ouvi gritos de comemoração das famílias enquanto eu colocava a aliança no dedo dela e lhe entregava a minha para colocar no meu.
— Eu te amo. — Ela disse e pulou em mim fazendo nós dois cairmos na piscina.
— Eu também te amo, meu amor. Mais do que tudo na minha vida.

Notas finais
E aí? Gostou? Então me conta nos comentários sua parte favorita.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.