Who Says
6 Naturally & Can't Live Without You
Notas iniciais
Peço desculpa por ter demorado tanto tempo, mas tive aquele problema com o computador :c
Espero que gostem deste capítulo. Foi escrito com muito amor e carinho.
Adoro-vos
(vemo-nos lá em baixo *-* )
O Justin levou-me para uma praia que estava deserta. Era muito bonita à luz da Lua. A Lua proporcionava ao mar um tom extraordinário.
Estavamos a andar pela praia de mãos dadas e eu olhei para ele. Ele era tão... perfeito. Como é que ele conseguia ser assim?
- Jus...
- Sim. – ele olhou para mim.
- Podemos ficar aqui, por um bocadinho?
- Claro. – disse ele.
Sentámo-nos na areia e ficámos a observar o mar.
- Sel... Nós estamos bem? – perguntou ele.
- Sim, Justin, acho que estamos. – olhei para ele e dei-lhe um beijinho na face.
- Dás-me um beijinho, então? – perguntou, fazendo uma cara muito fofa.
- Hum... Só se me apanhares. – quando acabei de falar, desatei a correr pela praia, a fugir do Justin, que vinha a correr atrás de mim. Riamos feitos malucos.
Começava a ficar cansada e ele conseguiu apanhar-me, derrubando-me na areia.
Parámos de rir e encarámo-nos. Ele afagou a minha face com a sua mão.
- És tão bonita. – senti que estava a corar e virei a cara para um lado. – O meu beijinho?
- Fugiu. – disse, sorrindo.
- Não é justo. – disse ele, levantando-se e indo sentar-se, um pouco afastado de mim.
- Jus... – cheguei perto dele e, apanhando-o de surpresa, beijei-o. – Eu estava a brincar.
Ajeitei-me e sentei-me, encostada a ele.
- Desculpa. – disse eu.
Ele pegou na minha mãe e entrelaçou os nossos dedos. Eu adorava aquilo. Fazia-me sentir mais perto dele, mais segura.
Ele olhou para o relógio que tinha no pulso esquerdo e disse:
- Anda, tenho uma surpresa. – ele estava contente.
- Está bem.
Ele levou-nos até uma tenda, que se encontrava numa encosta escondida da praia. De certeza que ninguém nos ia incomodar ali. Entrámos.
- Uau. – a tenda era linda por dentro. Estava cheia de pequenas velas acesas, dentro de copos de vidro (devia ser para que não provocassem um incêndio).
O Justin olhou para mim e viu que eu estava maravilhada, porque se começou a rir e me deu um beijinho.
- Anda.
Ela era grande, e sentámo-nos no meio dela, em cima de um saco de cama confortável e quentinho.
- Sel... – disse ele, sério. – Eu sei que nós temos algumas divergências entre nós, sei que eu só faço porcaria e tu perdoas-me sempre... – sorri. Ele tinha razão. – Mas também sei que estou bem contigo. Muito bem, até. Fazes-me sentir algo que nunca senti por ninguém, que nunca ninguém me fez sentir.
- Porque ainda não encontraste a pessoa certa, Jus... Um dia vais encontrá-la. – disse, sendo o mais honesta possível.
- Eu já a encontrei. E ela está mesmo à minha frente. – disse ele. Os seus olhos estavam tão brilhantes e expressavam tanto sentimento, que era impossível não me perder neles.
- Jus...
- Selena, eu não tenho dúvidas de que fomos feitos um para o outro. Nem sempre gostamos das mesmas coisas, é um facto. Somos diferentes, sim. Mas não é preciso sermos iguais para estarmos juntos, antes pelo contrário. Tu completas-me. Fazes-me feliz cada vez que ris, cada vez que olhas para mim e dizes que gostas de mim.
- Eu amo-te, Jus.
- Também te amo, Sel. E estava à espera do momento certo. – dizendo isto, tirou do bolso do seu casaco uma caixinha preta. – Sel, queres estar comigo para sempre?
- Isso é o que estou a pensar? – perguntei, sem saber o que dizer. Estava estupfacta. Era impressão minha ou o Justin estava a perguntar-me se eu queria casar com ele?
- Sim, é isso. Sel, queres casar comigo? – perguntou, olhando-me nos olhos.
- Amoree... Eu... Claro que sim. – disse, mais feliz do que nunca. Abracei-o com tudo o que sentia. Por um lado, o medo e a insegurança instalavam-se dentro mim, mas a felicidade, o amor e a proteção que emanava do Justin, ajudava-me a mandar o medo e a insegurança embora.
Ele beijou-me e eu relembrei toda a nossa história: a maneira como nos conhecemos, a forma como nos encarámos nesse mesmo momento e começámos a sentir algo um pelo outro. Os sorrisos que se formaram nos nossos lábios quando nos apresentaram. Os sentimentos que os seus olhos transmitiam quando me pediu em namoro...
Atenção: Aviso os leitores e as leitoras de que a parte do capítulo que se segue contém uma cena de sexo. É amor, mas não deixa de ser algo que muitas pessoas não gostem de ler ou prefiram não ler... Para as pessoas que não quiserem ler esta parte, saltem à frente, porque vão perder a noite do Jus e da Sel. Mas não se preocupem, é apenas isso. Eu depois volto a avisar quando a cena acabar.
:)
O beijo intensificou-se. As minhas mãos já se encontravam na sua nuca e as dele já escorregavam pelas minhas costas, apertando-me suavemente.
Ele parou o beijo aos poucos, mas não me largou. Ajudou-me a deitar e ficou em cima de mim.
Distribuia beijos pelo meu pescoço, dando pequenos chupões.
As suas mãos pararam no fecho do meu vestido e foram-no desapertando. Com cuidado, foi tirando o vestido do meu corpo, nunca deixando de me olhar nos olhos. Quando conseguiu, sorriu para mim.
Ele encarava o meu corpo, que apenas tinha como peças de roupa o sutiã e a calcinha, e eu corei. É claro que o Jus já me tinha visto assim, quando iamos à piscina e eu tinha o biquini vestido, mas não era a mesma coisa. Estavamos num momento íntimo.
Virei a cara para o lado. Estava com vergonha.
O Jus virou a minha face para ele, carinhosamente.
- Tu és linda. Não tenhas vergonha. – sorriu.
Bejou-me. Era intenso e eu retribuía.
Fui desapertando os botões da camisa dele, rapidamente. Ele continuou a dar-me beijinhos no pescoço e foi descendo até ao meu peito.
Tirei-lhe a camisa e joguei-a para um canto da tenda. Fiz o mesmo com as calças dele, deixando-o apenas de boxers.
Já se notava a excitação do Justin...
- Sel... Se não pararmos agora, não vou conseguir resistir-te. – disse, entre suspiros.
- Eu não quero que pares, Jus. Eu quero-te comigo.
- Era tudo o que eu precisava de ouvir. – disse, voltando ao que estava a fazer.
Tirou o meu soutiã, beijou os meus seios e chupou-os devagar. Eu apreciava as sensações que aquele gesto provocava em mim. Meu deus, nunca pensei sentir-me assim. O Justin era tudo para mim...
- Jus... – sussurrei.
Ele foi descendo os seus lábios e a língua até chegar ao meu umbigo. Desceu mais um pouco até chegar à minha calcinha e foi puxando-a com os dentes, até ela ficar no chão.
Ele sorriu e beijou-me fortemente.
- Jus, eu não aguento mais... Por favor... – disse-lhe eu.
- Sel, tens medo? – perguntou.
Acenei com a cabeça.
- Vai tudo correr bem... – disse ele, levantando-se e indo buscar qualquer coisa ao bolso das calças. Um preservativo (muito bem, Jus!). Colocou o preservativo no seu pénis e voltou para perto de mim. Abraçou-me.
- Sel. Olha para mim quando estivermos mesmo juntos... Porque tem significado. – disse ele, com a voz rouca. – Eu amo-te.
Penetrou-me lentamente. A dor chegou e uma lágrima caiu pela minha face, como se fosse uma nascente a desenhar o caminho da descida da água, por entre os montes ou os vales... O Justin limpou a minha lágrima com um dedo e parou.
- Queres que pare? – perguntou preocupado.
Movimentei-me para cima e para baixo e ele percebeu. Eu não queria que ele parasse. Eu queria estar ali com ele. Queria que aquele momento durasse para sempre.
Ele foi-se movimentando também, cada vez com mais força e mais rápido.
- Sel... – dizia ele, entre gemidos.
Eu também dizia o nome dele. Entregámo-nos às sensações que avassalavam os nossos corpos, como se fossem um só e atingimos o pico juntos. O Justin abraçou-me.
(Para quem saltou a parte anterior) Já podem ler a partir daqui. :)
- Sel, o meu coração é teu... Para todo o sempre. – disse ele, beijando-me com carinho e amor.
- Amo-te Justin. Fizeste de mim a mulher mais feliz do mundo. – disse-lhe, aninhando-me no seu peito.
- I just set here, waiting for you to call. And then I wonder, If you even calling at all. So many times in my mind, wishing you keep here all the time… Because I’m lost without you, and I can’t just doubt you, because everything’s about you, I just can’t live without you… — cantou o Justin. Sorri.
Tapámo-nos com cobertor e com o saco cama e dormimos abraçados.
Notas finais
Eu adorei escrevê-lo com a ajuda de uma grande amiga minha, que também é minha prima, a Liliana. Obrigada prima :P
Reviews? Please :bb
Beijinhos, adoro-vos...
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