Who Owns My Heart?
13 Capítulo 13
Notas iniciais
HAHAHAHAHAHA, OLÁ LEITORES LINDOS! Então, aqui está o penúltimo capítulo da primeira temporada. Pois é, está chegando ao fim. Talvez algumas surpresas venham acontecer nesses dois últimos episódios ASKOLAHJIOS
Quando eu for postar o 15°(o que pretendo fazer até o fim dessa semana) irei explicar como vai funcionar direitinho até que a segunda temporada comece.
Espero que tenham uma boa leitura, e que gostem!
Beijoooooos
Quando eu for postar o 15°(o que pretendo fazer até o fim dessa semana) irei explicar como vai funcionar direitinho até que a segunda temporada comece.
Espero que tenham uma boa leitura, e que gostem!
Beijoooooos
Extasiada. Era assim que eu estava, e era assim que eu devia me definir.
Não apenas pelo meu mais recém adquirido relacionamento com o Thiago (que também contava muitos pontos), mas também pelo fato de que eu estava em uma faculdade, e eu consegui arranjar o meu emprego. Simples, mas um emprego. Me estabilizei finalmente com conforto na casa de Cindy, resolvi meus problemas com o Allan, quase todo dia falo com a minha mãe. Acho que não teria como ficar melhor, se não fosse esse problema que eu venho lidando há um certo tempo com o meu pai. Desde a noite que eu saí de casa, há quase um mês, eu não falo mais com ele. E isso já era de se esperar, já que apenas ao proferirmos uma palavra ao outro, um xingamento surgia. Eu não entendo bem o porquê disso tudo em relação à ele (e hipocritamente falando, à Flora também), mas as minhas poucas explicações e provas eu prefiro guardar pra mim mesma. Pelo menos por enquanto. Hoje fazem quatro dias que o Natal já passou, e daqui a dois dias será véspera de ano novo. Decidimos de última hora passarmos a virada de ano na casa de campo dos pais da Cindy. Eles não estariam lá, então ficaremos apenas eu, minha melhor amiga, Thiago e Allan. E caso a minha mãe resolva ir junto, ela também. Eu estava sentada na mesa da cozinha, fazendo a lista do supermercado, quando Thi entra com uma caixa de feira: – Olá Melina — ele colocou a caixa em cima da mesa – Nossa — olhei para ele — Quanta formalidade, meu senhor. – Obviamente, senhora, obviamente. Belíssimas damas como você devem ser tratadas com o devido respeito — ele me acompanhou na brincadeira – Aaah, larga de bichisse — dei risada, e me levantei para abraçá-lo — Você que vai comigo fazer as compras? — encostei meu queixo em seu peito, e olhei para o seu rosto que estava virado para mim – Sim, você não quer? — ele segurou na minha cintura – Quero — continuei a olhá-lo – O que foi? — ele soltou uma risada gostosa – Eu quero te beijar — falei, ainda encostada nele Ele deu risada novamente, e quando ia se aproximar para me beijar, Cindy também apareceu: – Aaaaaah! Eu não sou obrigada a ver isso, sabia? — ela colocou a mão nos olhos, fingindo uma rejeição maior – Nhá — mostrei a língua para ela, e me separei do meu anjo — Você é chata. Também fica de 'trolo ló" com o Allan o tempo todo. – Foda-se, eu posso — ela piscou – Você pode, e eu não? — me fiz de ofendida –É, isso aí — ela riu — Então, vamos para o super market? – Vamoooooooos! — saltitei de alegria — Eu amo ir no mercado com vocês. – Por quê? — Thiago ficou me olhando, como se me achasse uma perfeita idiota – Sei lá — peguei a lista de cima da mesa — Vamos logo! _______________________________ – CINDY! — gritei olhando entre a sessão de produtos de limpeza — CADÊ VOCÊ? Vei, ela tava aqui até agora — passei a mão na minha cabeça – Calma, calma — ela apareceu segurando um big pacote de Sucrilhos, onde mal conseguia ver o rosto dela — Eu tô aqui — ela colocou a caixa dentro do carrinho – Então... — olhei para a caixa, e em seguida para ela — Pra que isso? – Não briga comigo! Foi o seu namorado que pediu pra eu pegar. – NHAAAAAAA — pulei nela – O que foi?! O QUE FOI? – Você chamou o Thiago de "meu namorado" AAAAAAAAH, EU TE AMO — continuei agarrada nela – Mel — ela falou baixo — Mel, para. É sério. Tá todo mundo olhando. – Ah — me afastei — Desculpa. – Tá bom — ela riu — Por quê tava me chamando? – Sei lá. É que eu acho que já pegamos tudo. Dá uma conferida na lista — passei o papel para ela — Onde o Thi foi? – Já tá vindo, foi buscar algumas bebidas — ela falou enquanto conferia tudo o que já havia no carrinho _______________________________ – Então? — eu disse enquanto colocava minha última mala no porta malas do carro de Thiago — Essa foi a última, né? — me virei para ele – Sim, acho que sim — ele beijou a minha testa — Só falta distribuir as sacolas do supermercado entre o meu carro e o carro do Allan. – Tá bom, vou ver se a Cindy precisa de alguma ajuda. Thi apenas concordou com a cabeça, e eu entrei em casa. Subi as escadas, e fui direto para o nosso quarto: – Cindocaaaaa — cantarolei — Cadê você hein? Olhei para todos os lados, porém minha amiga não estava lá. Só notei sua presença no banheiro, porque vi a fresta de luz saindo por debaixo da porta. Bati com cuidado, e ela logo falou: – Pode entrar. – Ah bom, senhorita. Pensei que você estivesse morrendo e... — ao adentrar o cômodo, me deparo com Cindy sentada na banheira vazia, com lágrimas infinitas escorrendo por seu rosto — MEU DEUS, CINDY? O QUE FOI? – Shhh... — ela fez sinal com a mão para que eu falasse mais baixo, e nesse movimento fechou os olhos — Não quero que ninguém nos escute aqui. – Por quê? Me conta, o que foi? — me ajoelhei ao seu lado – Mel, minha menstruação não desceu pra mim. Nem mês passado, e nem esse mês. – Ué, isso é normal de você — segurei em sua mão — Você nunca teve seu período relugado.
– Eu sei, eu sei. E isso era comum para mim. – Então o que houve? – Mel — ela olhou para cima, talvez numa tentativa de cessar suas lágrimas — Mel, eu tô grávida. – O quê? — comecei a dar risada, fiquei nervosa, novamente — Você só pode estar de brincadeira né? – Não, eu não seria capaz! Eu havia notado que dessa vez atrasou mais do que o normal, e resolvi comprar o teste. Tá ali na pia, se você quiser ver. Eu estava pasma. Como assim, Cindy grávida? Me levantei, e sim. O teste dava positivo. De longe pude ver. – É do Allan, não? — me virei para ela – Duvido muito. – Como assim, caralho? Vocês estão juntos há quase um mês — passei a mão com força no meu cabelo – Com ele eu sempre me prezervei, Mel. Eu nunca deixei que ele não usasse camisinha. A última vez que eu me lembro de ter transado com alguém sem ter sido o Allan, e que condiz com o tempo que eu devo estar esperando essa criança, foi com aquele homem na festa que nós fomos em Alphaville. – Não — balancei a cabeça negativamente em um ritmo agitado — Isso não é possível, porra! — meu tom começava a ficar mais alto a cada palavra dita — Ele não quis usar a merda da camisinha? POR QUÊ? – CALMA, CALMA! NÃO GRITA! Esqueceu que eu não estava sã, cacete? Eu tava muito bêbada, muito mamada. Acha que eu ia mandar ele colocar alguma coisa? — ele bateu na borda da banheira – Isso não é... — me apoiei na pia — Isso não é possível! Que coisa grotesca! — meus olhos também ficaram marejados Entendam que, o problema não é o fato de obter uma criança dentro do corpo de Cindy. E sim o fato de obter uma criança dentro do corpo de uma garota de 19 anos. Em plena juventude. – Você pretende fazer o quê? — continuei – Não sei, Melina. Eu não consigo raciocinar direito. Eu não penso em abortar, mas se eu tiver esse filho agora, o que vai ser da minha vida daqui pra frente, cara? – Sei lá, vei — comecei a chorar — Isso não podia ter acontecido. Ainda mais agora, onde tava tudo tão bem para nós duas. – É, eu sei — ela parecia estar com desespero, mas uma desesperada mantendo a classe — Tenho medo do que pode acontecer... Me abaixei novamente ao lado dela e falei: – Eu tô aqui com você, ok? Nunca se esqueça disso, Cindy. Somos irmãs, irmãs de outra mãe. Mas ainda assim, irmãs. Eu te amo muito, e você sabe disso. Pode contar comigo para o que você quiser — fiz cafuné na cabeça dela, que soltou ainda mais lágrimas — É só me chamar, que eu apareço. Vou correr por você até o fim, manola. E eu sei que a gente vai tomar a melhor decisão. Ela me olhou com uma cara de dúvida e eu continuei: – Sim, A GENTE, vai tomar a melhor decisão. A gente é tipo Bis. Fica sem graça só a waffer, mas quando combina com o chocolate, não se separa mais — pisquei pra ela, me libertando para chorar também – Obrigada, Mel — ela me abraçou — Eu também te amo. Também conta comigo sempre que precisar. Ficamos daquele jeito durante algum tempo. Acho que pude ouvir Allan chamando pelos nossos nomes, e pensei que fosse melhor descermos: – Tem certeza que quer ir? Não acha melhor ficar em casa? — falei, enquanto dava apoio para que ela se levantasse – Nunca! — ela limpou seu rosto depois de parar ao meu lado — Vai ser bom para eu relaxar, e decidir o que vou fazer. – Ok, se você acha melhor assim... — sorri para ela, que ainda chorosa, retribui Que merda, não? _______________________________ – VOCÊ É MUITO CHATOOOOOOO! — gritei, enquanto batia no ombro de Thiago, que se divertia com a situação – Não sou! Fica quieta, princesa! — ele deu risada – Ah! Então você acha que é só me chamar de "princesa" que tudo vai ficar bem? Não, não vai! – Me deixa ser feliz! Eu gosto muito dessa música — ele falou, enquanto trocava a marcha do carro – Thiago — coloquei minha mão direita sobre meus olhos — Eu acho que é a MILÉSIMA vez que eu escuto "We Are Young" com você. Sem brincadeira! – Você. Ainda. Me. Ama. – E daí? Isso não muda nada! — fechei a cara, e coloquei um pé em cima do banco — Falta muito pra gente chegar? — falei, olhando para o lado de fora da janela – A gente saiu de casa não faz nem vinte minutos! – Ah tá, desculpa — eu na verdade só queria chegar logo, para ter mais tempo de conversar sobre a gravidez com Cindy. Não iríamos contar nada para Thi e nem para Allan enquanto ela não julgasse necessário, e eu iria respeitar isso – Ei, o que foi? — Thiago passou a mão no meu queixo — Tá com o pensamento longe. Aconteceu alguma coisa? – Sim. WE ARE YOUNG ACONTECEU. – MELINA — ele começou a se afogar em risadas — Você é uma graça, sabia? Não sei o que seria de mim sem você. – Ah, sabe sim. Talvez você fosse se casar com o cara que canta isso aí — apontei para o rádio e cruzei os braços – Epa, epa, epa. Não é bem assim também. Eu curto pepeca. – Não. – Sim. – Não. – Sim. – Não. – Sim. – AAAAAH, FICA QUIETO. SE CURTE, SÓ PODE CURTIR A MINHA. E PONTO. – Sim, mileide — ele riu-se — Sua mãe não vai mesmo, então? – Não muda de assunto. E não, ela quer passar pelo menos o ano novo ao lado do meu pai. Tudo bem, eu entendo ela. – Entende? – Sim, né. Querendo ou não, ele é o marido dela. E a Flora, infelizmente querendo ou não, é filha dela. – Certo, certo. Continuamos o trajeto com muita risada, carinhos, beijos, e assuntos insanos. Thiago me fazia bem, simplesmente isso. Era ele quem eu precisava. Era ele quem eu queria. Só, e somente só. Estava tudo indo muito bem, até quando uma tempestade começou. Cindy e Allan que estavam bem na frente resolveram seguir caminho, e Thiago livou para eles avisando que iríamos esperar a chuva parar no acostamento. Acho que já eram quase três da manhã quando acordei no colo do meu príncipe, e ele me observava. – Hã? — cocei os olhos — Tá fazendo o quê, bebê? Não quis dormir? – Não — ele afagou os meus cabelos — Prefiro ver minha princesa dormindo. Sorri, e acariciei sua mão que ainda tocava minha cabeça, e me direcionei à ele. Encostei minha boca na sua, e começamos um beijo lento e romântico. Passei minhas mãos em sua nuca, e ele me segurou pela cintura. Vez ou outra eu acariciava sua face, já que a textura de sua barba mal feita realmente me excitava, e às vezes ele também acariciava minhas costas, desde o topo, até minha cintura. O ritmo foi ficando mais acelerado, eu já mordia seu lábio, e dava chupões em seu pescoço. Ele passava a mão em minha bunda, mesmo que timidamente. Agora já nos beijávamos com uma força imensa, com paixão e desejo. Thiago estava sem camisa, e eu estava sem calça. Suas mãos fortes me seguravam pelas coxas, fazendo alguns carinhos, e eu já tentava me livrar o mais rápido possível do meu top. O calor do momento não permitia que falássemos algo. Apenas o nosso amor misturado com paixão e vontade, se expressava por nós. Foi quando me inclinei um pouco para trás e abri os olhos, encontrando-o beijando minha barriga, que notei que estava quase transando com Thiago. Em um carro. Opa, peraí. __________________________________________________________________________________
Notas finais
Deixem reviewsssssss, é super importante saber a opinião de vocês sobre a história!
Lembrem-se que eu amo vocês, sério '-'
E ah, me sigam lá no meu novo tumblr de textos: (with-love-bia.tumblr.com) eu sigo todos de volta!
BEIJOOOOONES ♥
Lembrem-se que eu amo vocês, sério '-'
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BEIJOOOOONES ♥
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