Notas iniciais
Penúltimo capítulo. Quem aí vai sentir falta de WITK? Eu já to sentindo ='/ ~Enjoy~

(Foto)

Aimê dirigia pela ilha sem se preocupar com a velocidade do carro. Ela vai até o porto e estaciona o carro de qualquer maneira.

– Daniel você precisa ter conseguido... Tom... — Ela coloca as mãos na cabeça. — Eu não posso ficar louca!

– Aimê! Hey! Algum problema? — um dos barqueiros veio correndo, parecia conhecer Aimê.

– Sr. Joel! — Aimê olha para ele. — Eu preciso de ajuda!

– Pode falar, minha querida, tem algo haver com essas mortes e explosões. — ele olha lamentavelmente para os barcos destruídos.

Os policiais logo chegariam ao local para averiguar.

– Luke! Ele fez tudo isso! Ele e Shane. — Ela olha para ele. — É uma longa historia.

– Luke, Luke Cappler, filho de Theo? Eu ouvi que Shane estava vivo, mas como? — Joel olha ela incrédulo.

– Ele é filho do Shane Joel, não do tio Theo. — Aimê suspira. — Precisa me ajudar. Alice corre perigo.

– Não acredito! Bem, eu tenho um walkie talkie, podemos contatar o xerife Hunter ou outro policial. — Joel olha ela.

– Hunter está morto, assim como todos os outros convidados do meu casamento. Luke matou todos eles.

– Eu não consigo acreditar, vem... Talvez Alexia nos ouça.

– Eu só quero acordar desse pesadelo Joel. — Aimê acompanha ele.

– Irá, vamos... — Joel indica seu carro.

Aimê entra no carro e suspira. Algumas lágrimas escorrem pelo rosto dela. "Calma Aimê, ainda não é o momento." Ela respira fundo e limpa o rosto.

– Hey. Alô! Alexia? — Joel fala no walkie talkie.

– Joel? — Alexia responde. — Tudo bem? Aconteceu algo?

– Vou passar para Aimê Delaware, ela precisava de você.

– Joel diz e entrega o walkie talkie para Aimê.

– Alexa?

– Sim Aimê?

– Você sabe onde é a casa do Luke?

– Luke o pescador?

– Sim, ele mesmo.

– Sei sim, aconteceu algo?

– Sim e preciso da sua ajuda e de uma equipe de policiais lá, Alice corre perigo.

– E o Hunter? Tudo bem com ele?

– Hunter está morto xerife.

– Ai meu Deus! Não pode ser.

– Sim xerife, ele morreu na minha frente. — Aimê suspira.

– Te encontrarei lá. — Alexa desliga o walkie talkie e vai para a casa de Luke.

– Faço questão de levar você lá. — o homem sorri e liga o carro.

– Obrigada Joel. — Aimê sorri.

Daniel continuava sua trajetória pelo mar, ele havia deixado o celular em cima do motor, estava desistindo de seu plano logo que o sinal não aparecia.

– Socorro! — ele berrava vendo apenas o mar em seu horizonte, sabia que o motor cedo ou tarde poderia parar.

– Alguém me ajuda! Não sei o que fazer! — ele berrava desesperadamente.

Ele continuou assim por longos minutos, clamando por ajuda. Depois de tanto gritar e chorar, Daniel ajoelhou-se e levantando as mãos aos céus, clamou fortemente.

– Deus, sei que está me ouvindo! Não sou perfeito, nem a melhor pessoa. Mas por favor, todos falam que é amoroso, tenha compaixão! — ele clama dolorosamente.

Parecia que neste instante só havia restado a Daniel a fé que Charlotte o ensinara. Ele fechou os olhos e manteve os braços abertos por alguns segundos, segundos silenciosos. Entretanto, algo o assustou, sons, sons de mensagem, o toque de suas mensagens tocava freneticamente.

Ele abriu os olhos e olhou para o aparelho que vibrava enquanto repetia o toque. Certamente uma quantidade excessiva de mensagens estavam chegando.

– Obrigado. — ele suspirou e olhou para os céus.

Daniel correu até o celular e sorriu animado, até deu um grito de vitória e mal ligou para as mensagens. Foi direto nos contatos e encontrou o número de seu tio Raphael, irmão de Guilhermo. Raphael era delegado e saberia o que fazer.

– Atende tio... Atende... — ele disse colocando o aparelho no ouvido.

– Alô, Dan... O que houve? E por que cancelaram o casamento? — Raphael questiona já que iria a Folk na balsa dos outros convidados. Esta havia sido cancelada.

– Tio esqueça o casamento, esqueça tudo. Só mande a policia, o FBI... Para a ilha de Folk. Tem um serial killer matando todos lá. E estou em alto mar, mande a Guarda Costeira me apanhar.

– Mas, meu sobrinho... Me explique melhor.

– Tio não temos tempo faça o que lhe disse, por favor. É sério! — ele berra desesperado.

Raphael confia.

– Tudo bem... E Dani você está sendo um herói. — Raphael se orgulha.

– Obrigado tio, mas seja rápido.

– Certo. Vou agora mesmo salvá-los. O tio te ama. — Raphael fala ao desligar.

– Eu também.

Alexa ia para a casa de Luke junto com os outros policiais.

– Vocês vão para os fundos, vocês me sigam e se separem lá dentro. — Alexia orienta a equipe e eles entram na casa.

Alice estava ajoelhada entre os corpos, o canivete estava em sua mão e o sangue em seu rosto já estava seco. Ela olhava para um ponto fixo na parede, parecia estar fora de órbita.

Um dos policiais abre a porta dos fundos e vai entrando na casa.

Ele nota que a casa parecia-se com uma prisão, janelas com proteções metálicas e grades.

Alexa segue pelo corredor e ao ver uma porta aberta ela entra no quarto.

– Meu Deus! — Ela grita ao ver a cena. — Alice?

A loira continua da mesma forma, intacta.

– Achou ela Alexia? — um dos policiais dizem vindo logo atrás. — e se espanta com a cena.

– Sim. — Alexa olha para o policial. — Alice?

– Eles chegaram! — Aimê desce do carro assim que Joel estaciona e corre para a casa. — Me deixem entrar! — Ela empurra os policiais e entra na casa. -Alexa?

– No quarto Aimê!

Aimê corre para o quarto e para na porta ao ver a amiga.

– Alie? — Ela se aproxima.

Alice vira o rosto e encara Aimê.

– Ele morreu...

– Sim, ele morreu Alie.

– Eu fiz isso... — Alice sorri de lado. — Eu...

– Alice você está em choque. Vamos embora daqui.

– Ele disse que semlre vai te amar, assim como vai amar a Liv e a mim...

– Alice ele era doente.

– Vocês sempre estiveram no meu caminho. Liv com aquele jeito de moleca dela, você sempre tendo tudo o que quis e eu? A única coisa que eu pensei que era só minha, o amor dele que era pra ser só meu, vocês duas tiveram também! — Alice se levanta com o canivete em mãos.

Alexa olha para Alice e se prepara para impedir ela caso ela atacasse Aimê.

– Alice pelo amor de Deus! Acha que eu queria o amor do Luke?

– Não sei... Você sempre teve o amor do meu irmão, depois veio o George e logo depois o Jason... Você sempre teve tudo Aimê! Tudo! — Alice passa a mão pelo rosto.

– Vou ligar para o legista. — o policial sai do quarto e apanha seu walkie talkie.

Joel entra na casa e se surpreende com a prisão que ela transparecia, ele vê a cadeira e as cordas e coloca a mão na boca.

– Hey, acalmem-se. — Joel diz se aproximando delas.

– Joel é melhor ficar lá fora. — um policial fala.

– Como vou me acalmar se eu não tenho mais ninguém? — Alice olha para eles.

– Você tem a mim Alie. — Aimê olha para ela.

– Não tenho ninguém...

– Você tem a Aimê, são amigas desde bebês. — o policial diz a elas.

– Não... Eu não tenho mais ninguém... — Alice olha para o canivete e depois para eles. — Vão embora.

– Alice me dá isso... — o policial se aproxima dela.

– Não chega perto de mim! — Ela grita e se afasta.

– Alice por favor! — Alexa olha séria para ela. — Pensa no Hunter!

– Cala a boca! Não fala do meu irmão!

Aimê corre para fora do quarto.

– Joel, o centro médico. É longe daqui?

– Não, Aimê. — Joel diz.

– Alice, me entrega esse canivete, agora. — o policial se aproxima mais.

– Me leve até lá o mais rápido possível. — Aimê sai pra fora da casa.

– Fica longe! — Alice corta a mão dele.

– Já chega! — o policial se irrita e imobiliza Alice.

– Me solta! — Alice grita. — Alexa!

– Desculpa Alice, mas ele está certo. — Alexa se aproxima e algema Alice. — Hunter faria o mesmo...

– Não fala do meu irmão! — Alice grita e se debate para se soltar.

– Cala a boca! Seu irmão se assustaria com isso. — o policial fala vendo o sangue em sua mão.

Alice olha para ele.

– Quem você acha que é pra falar do meu irmão? Ele fez muito por essa ilha, diferente de vocês! — Alice já não falava coisa com coisa.

– Chega Alice! — Alexa grita. — Você está fora de si!

– Acho melhor levá-la daqui. — o policial sugere a Alexia.

– Não! Eu não vou sair daqui! — Alice pisa no pé dele e corre dali.

– Alice! — Alexa corre atrás dela.

– Alie! — Aimê segura a amiga e aplica uma dose de tranquilizante no braço dela, fazendo a amiga desmaiar. — Ainda bem que o Dr. Sherman tinha essa dose no centro médico.

– Pobre Alie... Eu não sei o que faria se estivesse na pele dela. — Joel olha ela.

– Ela surtou. O que vou fazer agora? — Aimê suspira.

– Vamos embora daqui. — Alexa olha para ele e indica o corpo de Alice para que um dos guardas peguem ele.

Um dos policiais apanham o corpo de Alice enquanto o legista sai de seu carro e indo até a cena do crime.

– Larry venha comigo. — Alexa acompanha o Legista. — James, leve eles para a delegacia. Encontraremos vocês lá.

– Certo! — James segue com o carro para a delegacia.

A lancha continuava cruzando o oceano, Daniel estava ficando com fome e sede, havia bebido água pela última vez no centro médico e isso já fazia pelo menos umas 2 horas.

– Por favor! Alguém?! — Daniel gritava sem sucesso.

De repente um pequeno salto da lancha, fez Daniel vir ao chão, parecia que o motor estava falhando. Acontecem mais 3 saltitos e posteriormente a lancha para de funcionar.

– Não! Isso não pode ser verdade. — ele fica desesperado e se levanta.

Ele olha para o horizonte e enxerga simplesmente a imensidão azul do mar.

– Socorro! Socorro! — ele berra.

O motor faz um barulho estranho, isto chama a atenção de Daniel que vai se aproximando lentamente. Daniel para fronte a caixa do motor e respirando fortemente a levanta, ele consegue ouvir um barulho metálico como se a tampa da caixa estivesse ligada a algo.

Um tiro faz o garoto voar e cair na lancha. A tampa estava ligada ao gatilho de uma espingarda. Daniel morreu instantaneamente.

Notas finais
RIP Daniel ='''''''''/ Alice surtada! Quem imaginava que a doce Alie ficaria assim? Convivência com o Luke #SóAcho >.< Até o próximo =D