Who Is The Killer?
20 Capítulo 20
Notas iniciais
(Foto)
– Não. — Alice vê as chamas tomarem conta do Lenery.
– Precisamos sair daqui... — Jason observa uma trilha pela floresta — Vamos. Heather ilumina o caminho.
– Tudo bem. — Heather liga a lanterna e ilumina a trilha.
– O farol é nessa direção. Pelo que parece ele não explodiu nenhum barco de lá. — Sheyla olha para frente não vendo nenhum sinal de fogo ou fumaça.
– Você está melhor Jason? — Heather olha preocupada para o amigo.
– Acho que um pouco... Scott me chamou e pelo susto não me perfurou fundo. Obrigado Alie. — Jason sorri a ela lindamente.
– Não precisa agradecer Jason. — Alice sorri.
– Vamos mais rápido. — Sheyla caminha na frente deles.
– Calma Sheyla, o barco não vai sair correndo. — Heather brinca com ela.
– Piadista... — Alice ri.
Jason anda escorado em Alice, sentia uma dor, mas ele não estava ligando para ela, seu o maior objetivo no momento era encontra sua amada Aimê.
– Espero que Flint tenha conseguido.
– Eu também. — Heather suspira.
– O que houve lá? — Daniel aponta a direção do porto, havia muitas chamas e dava prá se ver viaturas indo até lá.
– Shane explodiu os barcos... — Flint olha para a direção e procurar não pensar em mais mortes.
– Esse cara é doente! — Emma olha para as chamas.
– Você não imagina o quanto Emma. — Liv estaciona na frente do posto médico.
– Espero que ele não exploda esse lugar com nós dentro. — Daniel comenta — E o pessoal será que estão bem?
– Espero que sim.
– Alice está cuidando bem deles. Ela é como o Hunter. — Liv sorri e ajuda Emma e Flint a descerem.
– Cuidado com ombro, cuidado com ombro. — Flint pede e sai do carro.
– Calma Flint, eu disse que cuidaria de você. — Emma sorri.
Liv se afasta deles e pega uma cadeira de rodas.
– Melhor do que você andar amor. — Ela sorri e empurra ele para dentro do centro médico.
– Vem Dani. — Emma entra com o irmão.
– Mulheres inteligentes são meu delírio. — Flint suspira com eles.
– Alguém?! — Daniel berrou ao entrarem no centro médico, já havia amanhecido e ele estava aberto deveria ter alguém ali.
– Olá. — um homem cumprimentou eles, sorrindo.
– Homens indefesos são meus preferidos. — Liv dá um selinho nele.
– Olá. — Emma sorri para o médico. — Meu amigo precisa de ajuda. Ele foi atingido por uma bala e ela se alojou no ombro dele, próximo a clavícula. Eu consegui remover o projétil, mas ele precisa de uma sutura no local pra não perder mais tanto sangue.
– Claro. Me acompanhe. Desculpe a demora, é que estou acostumado a ficar sozinho. Essa ilha não tem muitos doentes. — O médico conversa e abre a porta de sua sala.
– Quando aparece pessoas, elas são mortas... — Emma resmunga.
Liv empurra a cadeira de Flint até o consultório.
– Vem Daniel.
– Infelizmente perdemos nosso Padre A. O pessoal está acreditando que possa se tratar de um novo assassino. Eu não sei, mas agora o porto explode... — o médico comenta com eles enquanto se higieniza e coloca as luvas.
– Ainda não me conformo pela morte do meu tio. — Liv suspira.
– Meus pêsames, Liv Lenshaer. — O Dr. Sherman fala e pede para Flint deitar na maca, os aparelhos apesar de serem bem cuidados e limpos, não eram de última geração, mas davam uma sensação de segurança.
– Obrigada Dr. — Liv sorri de lado.
Emma se aproxima de Flint, depois de lavar suas mãos e calçar as luvas.
– Acho que posso ajudar. — Ela sorri para o médico.
– Enfermeira? — Sherman questionou.
– Quase formada. — Emma sorri.
– Notei pela bela descrição do estado do paciente. — o médico sorri a ela.
– Obrigada. — Emma sorri.
O médico prepara uma injeção de anestesia e aplica no braço de Flint.
– Você vai sentir um formigamento. — Ele explica a Flint. — Emma por favor, prepare os instrumentos.
– Tudo bem. — Emma arruma os materiais para o médico e sorri, estava fazendo o que gostava.
– Acho melhor ficarmos lá fora Dani. — Liv olha para ele um pouco pálida. Não gostava de ver sangue.
– Certo. — Daniel sai dali com Liv.
Flint sente seu braço dormir e suspira, tinha pavor de agulhas e nem sabe como conseguiu aceitar a anestesia.
– Ta com medo? — Emma olha para Flint.
– Agulhas... — Flint faz uma careta ao ver elas na mesinha do lado.
– Não olha. — Emma sorri.
O médico pega a agulha e começa a fazer a sutura. Os pontos saem perfeitos e Flint já não sangra tanto quanto antes.
– Difícil. — a careta só aumenta.
Emma ri e ajuda o doutor.
– É um rapaz bastante forte, irá se recuperar muito bem. — Sherman fala e prossegue o procedimento.
– Você não pode levantar o braço Flint, se não seus pontos podem abrir ou até mesmo pode ficar uma cicatriz. — O Dr. Sherman explica para Flint.
– Vou puxar sua orelha se fizer isso Flint. — Emma ri e prepara os curativos para que o médico finalize o procedimento em Flint.
– Tem sorte por ter uma enfermeira particular. — Sherman sorri a Emma.
– Nem me fale. E gostosa por sinal. — ele brinca.
– Ela é linda mesmo. — Sherman sorri. Era um médico jovem, o que era estranho para a ilha, mas ele parecia gostar de viver ali.
– Engraçadinhos. — Emma ri sem graça. — Bom, acabamos.
– Com medo? — Dani pergunta a Liv do lado de fora do hospital.
– Preocupada. Não queria que vocês passassem por isso. — Liv suspira.
– Na verdade isso no pegou de surpresa, quando fomos ver. Dorian estava morto na igreja. — Daniel solta o ar e olha para as chamas ao longe.
– E meu tio estava morto antes disso tudo. — Liv suspira. — Não era pra acontecer de novo.
– Mas aconteceu. O que nos resta é sobreviver. — Daniel olha ela.
– Tem razão. É o que nos resta.
– Sabe eu gostaria de poder entrar na cabeça do Shane e decifrar o motivo de tudo isso.
– Tem algum motivo muito forte pra ele fazer isso. Não faz sentido, isso é loucura.
– Eu estive pensando e analise comigo... — Daniel olha ela.
– Pode falar. — Liv olha para ele.
– Quando saímos para procurar minha mãe. Nos dividimos em 2 grupos, Maya e Christian foram investigar a casa de Hunter. Certo? — Dani olha Liv.
– Certo. — Liv tenta acompanhar o raciocínio dele.
– Como Shane matou Gale, Christian e deixou a mensagem com o corpo de Adriel. Ele tem os túneis a seu favor, mas... Como? Não há uma explicação, a não ser... — Daniel olha ela esperando que ela entendesse.
– Não consigo entender. Você acha que ele tem uma equipe.
– Sim, isso seria o mais provável. Fisicamente falando uma pessoa não se desloca assim tão rápido.
– E quem você acha que pode ser?
– Eu não sei... Mas, a morte de Dorothy, não acha que foi a mais escancarada. Na nossa frente. — Daniel suspira fortemente.
– Com as luzes apagadas... — Liv suspira. — Jason?
– Meu tio? O quê!? O que acha que está dizendo... — Dani fica espantado.
– Não sei. Estou falando sobre quem estava na sala. Podia ser qualquer um que ainda está vivo. — Liv arqueia uma sobrancelha.
– Sim, Ive, Phill, Heather, Flint, você... — Daniel olha ela com uma cara de pavor.
– Eu não sou, acha que eu mataria meu tio? Ele que me criou!
– Não! Desculpe... Mas não temos certeza. São só teorias, mas... — Daniel se aproxima — Desculpe.
– Isso é um pesadelo Daniel, tudo de novo. Eu não aguento mais.
– E sairemos daqui, vamos pegar aquele barco e sairmos daqui. Aí poderei pegar meu celular e mandar um mensagem para a costa, por que meu celular pega no mar. — Daniel fala a ela e lembra que ainda trocava mensagens no barco.
– Mas tem bateria?
– Poderíamos carregá-lo, no carro... — Daniel começa a pensar.
– Faremos isso então.
– Ele ficou na pousada... Me leva lá? — Daniel olha para Liv.
– Ta louco? Temos que ir para o farol.
– Mas, se pegarmos meu celular teremos uma chance no barco. — Daniel olha ela.
– Ou vamos morrer durante o trajeto.
– Não custa tentar. Mas, tudo bem... — Daniel suspira.
– Que droga. — Liv levanta. — Vamos. — Ela caminha até o carro.
– Obrigado! Eu sei que vai dar certo. — Daniel entra no carro empolgado.
– Você é confiante demais. — Liv sai dali, indo para a pousada.
– Preciso ser. Meu pai sempre me ensinou a ser, devo isso a ele.
– Seus pais eram incríveis. Invejei você e Emma por ter eles. — Liv fala sem graça.
– Sério. E como eram os seus, se lembra deles, antes de Shane matar sua mãe e seu pai... Desculpe. — Daniel fecha a porta.
– Eram como os seus pais. Meu pai amava minha mãe incondicionalmente. Era lindo de se ver. — Liv liga o carro e vai para a pousada com ele.
– Eu pelo menos tive a oportunidade de viver 17 anos com eles. — Daniel sorri e olha para fora.
Liv sorri e presta atenção na estrada.
– Vamos conseguir sair daqui né?!
– Eu prefiro acreditar que sim, que o Hunter matará o Shane e voltaremos a ser felizes. — Dani fala.
– É o que merecemos certo?
– Com certeza. Torço para que no final todos nós estejamos bebendo e rindo disso tudo. — Daniel suspira.
– Com toda certeza. — Liv sorri.
– O que aconteceu aqui?! — Hunter fala vendo o porto e o Lennery de longe.
Alexia e os outros policiais estavam ali. Tentando conter as chamas.
– Explodiram os barcos e o bar xerife. — Alexia olha para ele enquanto vai jogando água no bar.
Hunter vê que alguns curiosos tinham vindo até o local e pensando nas possibilidades.
– Precisamos de todo o apoio possível. Tragam baldes, panelas, tudo que possa comportar água do mar, até o Lennery! — Hunter berra ao pessoal.
Todos fazem o que Hunter pede e o fogo logo começa a ser apagado.
– Quem acha que pode ser xerife? — Alexia olha para ele.
– Jason! — Aimê vem correndo. — Meu Jason! Minha mãe! Ai meu Deus! — Ela se desespera.
– Calma Aimê! — Luke pede e pegando um balde, ajuda os demais.
– Shane Kingston. — Hunter fala como um sussurro e pegando uma mangueira joga a água no Lennery.
– O que?! — Alexia olha para Hunter.
– Sim, ele sobreviveu ao incêndio.
– Eu gostaria muito de brigar com você nesse momento xerife, mas tenho que cuidar dessas pessoas, ao contrário de você. — Alexia olha séria para ele e se afasta de Hunter.
– Lexis, não... — Hunter suspira e se entristece, mas posteriormente foca em apagar o fogo.
Aimê pega um balde e vai correndo de uma lado para o outro, jogando água no bar.
– Vamos pessoal, o fogo está sendo apagado! — Luke incentiva.
– Da pra entrar não? — Aimê se aproxima da porta.
– Deixa que eu entro Aimê. — Hunter entrega a mangueira a ela — Me Molhe e depois mire nas chamas ali. — Hunter indica.
– Não, ainda está em chamas. — Aimê segura a mangueira.
– Aimê... Preciso conferir se minha irmã, está lá. — Hunter suspira e abre os braços para que ela o molhe.
– Tudo bem. — Aimê molha ele. — Toma cuidado.
– Tomarei. — ele diz e tira o casaco. Posteriormente corre até o Lennery.
– Hunter! — Alexia grita vendo ele entrar. — Vamos apagar esse fogo logo! — Ela mobiliza o pessoal e todos vão jogando água no bar.
Hunter adentra o Lennery e consegue visualizar dos corpos sendo carbonizados ao fundo, eles estão praticamente irreconhecíveis, mas, um deles é Scott, o outro é feminino, mas ele não consegue identificar. Poderia ser Heather, Ive... Um pedaço de madeira se soltou do teto e ele rolou no chão esquivando, acabou cortando o braço, parecia haver vidro pelo chão. Sem alternativas correu para fora.
Aimê vê Hunter saindo e corre até ele.
– Tudo bem? Você está bem?
Hunter tosse um pouco e se abaixa.
– Estou.
Luke se aproxima e coloca a mão nas costas dele.
– Você é realmente insano.
– Mesmo? — Aimê se abaixa na frente dele e vê o sangue no braço de Hunter. — Você se machucou!
– Havia cacos pelo chão, mas está tudo bem. — Hunter sorri e remove a camiseta, ela estava encharcada.
– Maluco! Nunca mais faça isso! — Aimê se levanta irritada.
– Calma... Eu encontrei dos corpos, um tenho certeza que era Scott. O outro era feminino, mas não era Sheyla. Então, Jason e Sheyla estão vivos. — Hunter explica a eles.
– Scott! Não... — Luke senta no chão e chora.
– Meu Deus! — Aimê senta ao lado de Luke e o abraça.
– Ele só queria velejar pelo mar um dia... Com Didi. Shane roubou isso dele. — Luke comenta e olha para o Lennery.
O pessoal mantinha o fogo sobre controle.
– Shane roubou muitas coisas de todos nós. — Aimê suspira.
– Precisamos achar os outros... — Hunter olha para eles.
– Acho que tenho uma ideia para acharem a gente. — Luke se levanta.
– O que pensou?
– Venham comigo. — Luke corre até o carro e espera ser seguido.
Aimê se levanta e corre até o carro.
– Vai xerife e faça um curativo nesse braço. — Alexia assume novamente o controle da situação.
– Me desculpe por tudo Lexis. Mas, a melhor coisa que posso fazer agora é. — Hunter retira a estrelinha do bolso de sua camisa e entrega a Alexia — Seja a xerife que Folk merece.
– O que? — Ela olha para ele. — Ta maluco? Ninguém merece isso mais do que você Hunter!
– Eu acho que encontrei alguém que merece, por favor, aceite. — Hunter sorri a ela, acredita que é o melhor a ser feito.
– Obrigada Hunter. — Alexia pega a estrela e prende em seu uniforme.
– Faça a justiça. — Hunter pisca a velha amiga e corre dali.
– Farei. — Alexia sorri.
– O que ta pensando Luke? — Aimê entra no carro.
– Os sinos da igreja. — Luke olha eles.
– Claro, eles vão ouvir de longe, isso. — Hunter sorri animado.
– Shane também. — Aimê olha para eles.
– É um risco que temos que correr. — Hunter suspira e Luke liga o carro.
– Então vamos.
– Certo! — Luke volta a dirigir o carro velozmente.
– Chegamos. — Liv estaciona na frente da pousada.
– Todos os lugares dessa ilha são marcados por tragédias, credo. — Daniel olha para a pousada e pega a lanterna.
– Nem me fale. — Liv desce do carro e caminha até a pousada.
– O sol nasceu e já faz algumas horas, mas parece que segundos atrás Hunter estava entrando aqui com a minha mãe nos braços.
– Por mais difícil que pareça, você vai superar. — Liv olha para ele.
– Fico preocupado com Em... Quando ela se formar... Não terá os pais para... — Dani faz um careta para segurar o choro.
– Ela vai ter você, Jason e a Aimê. — Liv abraça ele.
Dani inspira o ar para se acalmar e posteriormente o solta devagar.
– Vamos entrar?
– Vamos! — Dani sobe as escadarias e olha para trás.
Liv sobe rapidamente atrás dele.
– Quanto mais rápido melhor.
– Sim! Ainda temos que ir ao farol. — Dani abre a porta de entrada.
– O farol é próximo daqui. — Liv entra na pousada. — Onde está seu celular?
– No quarto da minha irmã. — Daniel se lembra que sua irmã havia o guardado.
– Será que não está com ela? — Liv sobe a escada da pousada com ele.
– Acho que não... Ela não colocou na mala, eu acho. — Daniel fala a ela.
– Então mãos a obra. — Liv continua subindo com ele.
Daniel sobe as escadas e acende o interruptor do corredor. Ele corre até onde era o quarto de Emma.
Liv abre a porta e acende a luz. Ela vai até as cômodas ao lado das camas e abre as gavetas.
– Nada.
– Caramba tem que estar aqui. — Daniel vai até a mesinha ao lado da cama e abre a gaveta — Aqui! — ele pega o celular.
– Ótimo, agora vamos embora. — Liv sorri aliviada ao ver o aparelho.
– Ok. — Daniel apanha o carregador e vai saindo do quarto.
No entanto quando ia olhou para o corredor viu Shane com um arco em mãos.
– Que foi? Liv sai do quarto e vê Shane. — Corre Daniel! — Ela entrega a chave do carro para ele e o empurra. Ele seria mais rápido que ela.
– Mas Liv... — Daniel olha ela.
Shane atira uma flecha e Daniel se abaixa.
– CORRE! — Ela se abaixa e grita para ele.
Daniel se sente culpado por ter trazido ela aqui, mas agora ele faria o possível para que seu plano desse certo. Então, correu velozmente.
– Nos encontramos Shane... — Liv se levanta e olha para ele.
– Liv Lenshaer. Espero que me dê mais trabalho que sua mãe. — Shane olha para ela.
– Não ouse falar da minha mãe!
– Ela também era ousada. Me lembro até hoje do último suspiro de Dora.
– Não Shane! Se vai me matar, mate logo. Não me torture com lembranças da minha mãe.
– É seria estranho se você se suicidasse como seu pai fez. — Shane aponta o arco para ela.
– Isso tudo aconteceu por culpa sua!
Shane se irrita e atira contra ela. Liv se abaixa e ao ver a flecha passar por cima dela, ela sai correndo. Ele vê ela correndo e dispara mais uma flecha mirando nas pernas da garota. Precisava detê-la. A garota continua correndo, mas para ao sentir a flecha acertar sua perna.
– Maldito! — Ela grita.
Ele atira na outra perna impedindo que ela corresse. E se aproxima.
– Sabe Liv, quando você toma um delicioso sorvete num dia de verão?
– É o que sente matando as pessoas? — Liv olha nos olhos dele.
– Sim... Eu sei que sou doente. Mas... — Ele se abaixa e fica do lado de Liv.
– Mas? — Ela olha para ele com dor e tenta tirar as flechas da sua perna.
– Mas isso já se tornou compulsório. — ele apanha uma faca em seu bolso e a levanta — Sinto muito, Liv Lenshaer. Descanse com seus pais. — ele finca nas costas dela.
Liv sente a faca sendo enfiada em suas costas, ela cospe um pouco de sangue e cai morta no chão.
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