Notas iniciais
Preparem o coração! ~Enjoy~

(Foto)

– Não. — Alice vê as chamas tomarem conta do Lenery.

– Precisamos sair daqui... — Jason observa uma trilha pela floresta — Vamos. Heather ilumina o caminho.

– Tudo bem. — Heather liga a lanterna e ilumina a trilha.

– O farol é nessa direção. Pelo que parece ele não explodiu nenhum barco de lá. — Sheyla olha para frente não vendo nenhum sinal de fogo ou fumaça.

– Você está melhor Jason? — Heather olha preocupada para o amigo.

– Acho que um pouco... Scott me chamou e pelo susto não me perfurou fundo. Obrigado Alie. — Jason sorri a ela lindamente.

– Não precisa agradecer Jason. — Alice sorri.

– Vamos mais rápido. — Sheyla caminha na frente deles.

– Calma Sheyla, o barco não vai sair correndo. — Heather brinca com ela.

– Piadista... — Alice ri.

Jason anda escorado em Alice, sentia uma dor, mas ele não estava ligando para ela, seu o maior objetivo no momento era encontra sua amada Aimê.

– Espero que Flint tenha conseguido.

– Eu também. — Heather suspira.

– O que houve lá? — Daniel aponta a direção do porto, havia muitas chamas e dava prá se ver viaturas indo até lá.

– Shane explodiu os barcos... — Flint olha para a direção e procurar não pensar em mais mortes.

– Esse cara é doente! — Emma olha para as chamas.

– Você não imagina o quanto Emma. — Liv estaciona na frente do posto médico.

– Espero que ele não exploda esse lugar com nós dentro. — Daniel comenta — E o pessoal será que estão bem?

– Espero que sim.

– Alice está cuidando bem deles. Ela é como o Hunter. — Liv sorri e ajuda Emma e Flint a descerem.

– Cuidado com ombro, cuidado com ombro. — Flint pede e sai do carro.

– Calma Flint, eu disse que cuidaria de você. — Emma sorri.

Liv se afasta deles e pega uma cadeira de rodas.

– Melhor do que você andar amor. — Ela sorri e empurra ele para dentro do centro médico.

– Vem Dani. — Emma entra com o irmão.

– Mulheres inteligentes são meu delírio. — Flint suspira com eles.

– Alguém?! — Daniel berrou ao entrarem no centro médico, já havia amanhecido e ele estava aberto deveria ter alguém ali.

– Olá. — um homem cumprimentou eles, sorrindo.

– Homens indefesos são meus preferidos. — Liv dá um selinho nele.

– Olá. — Emma sorri para o médico. — Meu amigo precisa de ajuda. Ele foi atingido por uma bala e ela se alojou no ombro dele, próximo a clavícula. Eu consegui remover o projétil, mas ele precisa de uma sutura no local pra não perder mais tanto sangue.

– Claro. Me acompanhe. Desculpe a demora, é que estou acostumado a ficar sozinho. Essa ilha não tem muitos doentes. — O médico conversa e abre a porta de sua sala.

– Quando aparece pessoas, elas são mortas... — Emma resmunga.

Liv empurra a cadeira de Flint até o consultório.

– Vem Daniel.

– Infelizmente perdemos nosso Padre A. O pessoal está acreditando que possa se tratar de um novo assassino. Eu não sei, mas agora o porto explode... — o médico comenta com eles enquanto se higieniza e coloca as luvas.

– Ainda não me conformo pela morte do meu tio. — Liv suspira.

– Meus pêsames, Liv Lenshaer. — O Dr. Sherman fala e pede para Flint deitar na maca, os aparelhos apesar de serem bem cuidados e limpos, não eram de última geração, mas davam uma sensação de segurança.

– Obrigada Dr. — Liv sorri de lado.

Emma se aproxima de Flint, depois de lavar suas mãos e calçar as luvas.

– Acho que posso ajudar. — Ela sorri para o médico.

– Enfermeira? — Sherman questionou.

– Quase formada. — Emma sorri.

– Notei pela bela descrição do estado do paciente. — o médico sorri a ela.

– Obrigada. — Emma sorri.

O médico prepara uma injeção de anestesia e aplica no braço de Flint.

– Você vai sentir um formigamento. — Ele explica a Flint. — Emma por favor, prepare os instrumentos.

– Tudo bem. — Emma arruma os materiais para o médico e sorri, estava fazendo o que gostava.

– Acho melhor ficarmos lá fora Dani. — Liv olha para ele um pouco pálida. Não gostava de ver sangue.

– Certo. — Daniel sai dali com Liv.

Flint sente seu braço dormir e suspira, tinha pavor de agulhas e nem sabe como conseguiu aceitar a anestesia.

– Ta com medo? — Emma olha para Flint.

– Agulhas... — Flint faz uma careta ao ver elas na mesinha do lado.

– Não olha. — Emma sorri.

O médico pega a agulha e começa a fazer a sutura. Os pontos saem perfeitos e Flint já não sangra tanto quanto antes.

– Difícil. — a careta só aumenta.

Emma ri e ajuda o doutor.

– É um rapaz bastante forte, irá se recuperar muito bem. — Sherman fala e prossegue o procedimento.

– Você não pode levantar o braço Flint, se não seus pontos podem abrir ou até mesmo pode ficar uma cicatriz. — O Dr. Sherman explica para Flint.

– Vou puxar sua orelha se fizer isso Flint. — Emma ri e prepara os curativos para que o médico finalize o procedimento em Flint.

– Tem sorte por ter uma enfermeira particular. — Sherman sorri a Emma.

– Nem me fale. E gostosa por sinal. — ele brinca.

– Ela é linda mesmo. — Sherman sorri. Era um médico jovem, o que era estranho para a ilha, mas ele parecia gostar de viver ali.

– Engraçadinhos. — Emma ri sem graça. — Bom, acabamos.

– Com medo? — Dani pergunta a Liv do lado de fora do hospital.

– Preocupada. Não queria que vocês passassem por isso. — Liv suspira.

– Na verdade isso no pegou de surpresa, quando fomos ver. Dorian estava morto na igreja. — Daniel solta o ar e olha para as chamas ao longe.

– E meu tio estava morto antes disso tudo. — Liv suspira. — Não era pra acontecer de novo.

– Mas aconteceu. O que nos resta é sobreviver. — Daniel olha ela.

– Tem razão. É o que nos resta.

– Sabe eu gostaria de poder entrar na cabeça do Shane e decifrar o motivo de tudo isso.

– Tem algum motivo muito forte pra ele fazer isso. Não faz sentido, isso é loucura.

– Eu estive pensando e analise comigo... — Daniel olha ela.

– Pode falar. — Liv olha para ele.

– Quando saímos para procurar minha mãe. Nos dividimos em 2 grupos, Maya e Christian foram investigar a casa de Hunter. Certo? — Dani olha Liv.

– Certo. — Liv tenta acompanhar o raciocínio dele.

– Como Shane matou Gale, Christian e deixou a mensagem com o corpo de Adriel. Ele tem os túneis a seu favor, mas... Como? Não há uma explicação, a não ser... — Daniel olha ela esperando que ela entendesse.

– Não consigo entender. Você acha que ele tem uma equipe.

– Sim, isso seria o mais provável. Fisicamente falando uma pessoa não se desloca assim tão rápido.

– E quem você acha que pode ser?

– Eu não sei... Mas, a morte de Dorothy, não acha que foi a mais escancarada. Na nossa frente. — Daniel suspira fortemente.

– Com as luzes apagadas... — Liv suspira. — Jason?

– Meu tio? O quê!? O que acha que está dizendo... — Dani fica espantado.

– Não sei. Estou falando sobre quem estava na sala. Podia ser qualquer um que ainda está vivo. — Liv arqueia uma sobrancelha.

– Sim, Ive, Phill, Heather, Flint, você... — Daniel olha ela com uma cara de pavor.

– Eu não sou, acha que eu mataria meu tio? Ele que me criou!

– Não! Desculpe... Mas não temos certeza. São só teorias, mas... — Daniel se aproxima — Desculpe.

– Isso é um pesadelo Daniel, tudo de novo. Eu não aguento mais.

– E sairemos daqui, vamos pegar aquele barco e sairmos daqui. Aí poderei pegar meu celular e mandar um mensagem para a costa, por que meu celular pega no mar. — Daniel fala a ela e lembra que ainda trocava mensagens no barco.

– Mas tem bateria?

– Poderíamos carregá-lo, no carro... — Daniel começa a pensar.

– Faremos isso então.

– Ele ficou na pousada... Me leva lá? — Daniel olha para Liv.

– Ta louco? Temos que ir para o farol.

– Mas, se pegarmos meu celular teremos uma chance no barco. — Daniel olha ela.

– Ou vamos morrer durante o trajeto.

– Não custa tentar. Mas, tudo bem... — Daniel suspira.

– Que droga. — Liv levanta. — Vamos. — Ela caminha até o carro.

– Obrigado! Eu sei que vai dar certo. — Daniel entra no carro empolgado.

– Você é confiante demais. — Liv sai dali, indo para a pousada.

– Preciso ser. Meu pai sempre me ensinou a ser, devo isso a ele.

– Seus pais eram incríveis. Invejei você e Emma por ter eles. — Liv fala sem graça.

– Sério. E como eram os seus, se lembra deles, antes de Shane matar sua mãe e seu pai... Desculpe. — Daniel fecha a porta.

– Eram como os seus pais. Meu pai amava minha mãe incondicionalmente. Era lindo de se ver. — Liv liga o carro e vai para a pousada com ele.

– Eu pelo menos tive a oportunidade de viver 17 anos com eles. — Daniel sorri e olha para fora.

Liv sorri e presta atenção na estrada.

– Vamos conseguir sair daqui né?!

– Eu prefiro acreditar que sim, que o Hunter matará o Shane e voltaremos a ser felizes. — Dani fala.

– É o que merecemos certo?

– Com certeza. Torço para que no final todos nós estejamos bebendo e rindo disso tudo. — Daniel suspira.

– Com toda certeza. — Liv sorri.

– O que aconteceu aqui?! — Hunter fala vendo o porto e o Lennery de longe.

Alexia e os outros policiais estavam ali. Tentando conter as chamas.

– Explodiram os barcos e o bar xerife. — Alexia olha para ele enquanto vai jogando água no bar.

Hunter vê que alguns curiosos tinham vindo até o local e pensando nas possibilidades.

– Precisamos de todo o apoio possível. Tragam baldes, panelas, tudo que possa comportar água do mar, até o Lennery! — Hunter berra ao pessoal.

Todos fazem o que Hunter pede e o fogo logo começa a ser apagado.

– Quem acha que pode ser xerife? — Alexia olha para ele.

– Jason! — Aimê vem correndo. — Meu Jason! Minha mãe! Ai meu Deus! — Ela se desespera.

– Calma Aimê! — Luke pede e pegando um balde, ajuda os demais.

– Shane Kingston. — Hunter fala como um sussurro e pegando uma mangueira joga a água no Lennery.

– O que?! — Alexia olha para Hunter.

– Sim, ele sobreviveu ao incêndio.

– Eu gostaria muito de brigar com você nesse momento xerife, mas tenho que cuidar dessas pessoas, ao contrário de você. — Alexia olha séria para ele e se afasta de Hunter.

– Lexis, não... — Hunter suspira e se entristece, mas posteriormente foca em apagar o fogo.

Aimê pega um balde e vai correndo de uma lado para o outro, jogando água no bar.

– Vamos pessoal, o fogo está sendo apagado! — Luke incentiva.

– Da pra entrar não? — Aimê se aproxima da porta.

– Deixa que eu entro Aimê. — Hunter entrega a mangueira a ela — Me Molhe e depois mire nas chamas ali. — Hunter indica.

– Não, ainda está em chamas. — Aimê segura a mangueira.

– Aimê... Preciso conferir se minha irmã, está lá. — Hunter suspira e abre os braços para que ela o molhe.

– Tudo bem. — Aimê molha ele. — Toma cuidado.

– Tomarei. — ele diz e tira o casaco. Posteriormente corre até o Lennery.

– Hunter! — Alexia grita vendo ele entrar. — Vamos apagar esse fogo logo! — Ela mobiliza o pessoal e todos vão jogando água no bar.

Hunter adentra o Lennery e consegue visualizar dos corpos sendo carbonizados ao fundo, eles estão praticamente irreconhecíveis, mas, um deles é Scott, o outro é feminino, mas ele não consegue identificar. Poderia ser Heather, Ive... Um pedaço de madeira se soltou do teto e ele rolou no chão esquivando, acabou cortando o braço, parecia haver vidro pelo chão. Sem alternativas correu para fora.

Aimê vê Hunter saindo e corre até ele.

– Tudo bem? Você está bem?

Hunter tosse um pouco e se abaixa.

– Estou.

Luke se aproxima e coloca a mão nas costas dele.

– Você é realmente insano.

– Mesmo? — Aimê se abaixa na frente dele e vê o sangue no braço de Hunter. — Você se machucou!

– Havia cacos pelo chão, mas está tudo bem. — Hunter sorri e remove a camiseta, ela estava encharcada.

– Maluco! Nunca mais faça isso! — Aimê se levanta irritada.

– Calma... Eu encontrei dos corpos, um tenho certeza que era Scott. O outro era feminino, mas não era Sheyla. Então, Jason e Sheyla estão vivos. — Hunter explica a eles.

– Scott! Não... — Luke senta no chão e chora.

– Meu Deus! — Aimê senta ao lado de Luke e o abraça.

– Ele só queria velejar pelo mar um dia... Com Didi. Shane roubou isso dele. — Luke comenta e olha para o Lennery.

O pessoal mantinha o fogo sobre controle.

– Shane roubou muitas coisas de todos nós. — Aimê suspira.

– Precisamos achar os outros... — Hunter olha para eles.

– Acho que tenho uma ideia para acharem a gente. — Luke se levanta.

– O que pensou?

– Venham comigo. — Luke corre até o carro e espera ser seguido.

Aimê se levanta e corre até o carro.

– Vai xerife e faça um curativo nesse braço. — Alexia assume novamente o controle da situação.

– Me desculpe por tudo Lexis. Mas, a melhor coisa que posso fazer agora é. — Hunter retira a estrelinha do bolso de sua camisa e entrega a Alexia — Seja a xerife que Folk merece.

– O que? — Ela olha para ele. — Ta maluco? Ninguém merece isso mais do que você Hunter!

– Eu acho que encontrei alguém que merece, por favor, aceite. — Hunter sorri a ela, acredita que é o melhor a ser feito.

– Obrigada Hunter. — Alexia pega a estrela e prende em seu uniforme.

– Faça a justiça. — Hunter pisca a velha amiga e corre dali.

– Farei. — Alexia sorri.

– O que ta pensando Luke? — Aimê entra no carro.

– Os sinos da igreja. — Luke olha eles.

– Claro, eles vão ouvir de longe, isso. — Hunter sorri animado.

– Shane também. — Aimê olha para eles.

– É um risco que temos que correr. — Hunter suspira e Luke liga o carro.

– Então vamos.

– Certo! — Luke volta a dirigir o carro velozmente.

– Chegamos. — Liv estaciona na frente da pousada.

– Todos os lugares dessa ilha são marcados por tragédias, credo. — Daniel olha para a pousada e pega a lanterna.

– Nem me fale. — Liv desce do carro e caminha até a pousada.

– O sol nasceu e já faz algumas horas, mas parece que segundos atrás Hunter estava entrando aqui com a minha mãe nos braços.

– Por mais difícil que pareça, você vai superar. — Liv olha para ele.

– Fico preocupado com Em... Quando ela se formar... Não terá os pais para... — Dani faz um careta para segurar o choro.

– Ela vai ter você, Jason e a Aimê. — Liv abraça ele.

Dani inspira o ar para se acalmar e posteriormente o solta devagar.

– Vamos entrar?

– Vamos! — Dani sobe as escadarias e olha para trás.

Liv sobe rapidamente atrás dele.

– Quanto mais rápido melhor.

– Sim! Ainda temos que ir ao farol. — Dani abre a porta de entrada.

– O farol é próximo daqui. — Liv entra na pousada. — Onde está seu celular?

– No quarto da minha irmã. — Daniel se lembra que sua irmã havia o guardado.

– Será que não está com ela? — Liv sobe a escada da pousada com ele.

– Acho que não... Ela não colocou na mala, eu acho. — Daniel fala a ela.

– Então mãos a obra. — Liv continua subindo com ele.

Daniel sobe as escadas e acende o interruptor do corredor. Ele corre até onde era o quarto de Emma.

Liv abre a porta e acende a luz. Ela vai até as cômodas ao lado das camas e abre as gavetas.

– Nada.

– Caramba tem que estar aqui. — Daniel vai até a mesinha ao lado da cama e abre a gaveta — Aqui! — ele pega o celular.

– Ótimo, agora vamos embora. — Liv sorri aliviada ao ver o aparelho.

– Ok. — Daniel apanha o carregador e vai saindo do quarto.

No entanto quando ia olhou para o corredor viu Shane com um arco em mãos.

– Que foi? Liv sai do quarto e vê Shane. — Corre Daniel! — Ela entrega a chave do carro para ele e o empurra. Ele seria mais rápido que ela.

– Mas Liv... — Daniel olha ela.

Shane atira uma flecha e Daniel se abaixa.

– CORRE! — Ela se abaixa e grita para ele.

Daniel se sente culpado por ter trazido ela aqui, mas agora ele faria o possível para que seu plano desse certo. Então, correu velozmente.

– Nos encontramos Shane... — Liv se levanta e olha para ele.

– Liv Lenshaer. Espero que me dê mais trabalho que sua mãe. — Shane olha para ela.

– Não ouse falar da minha mãe!

– Ela também era ousada. Me lembro até hoje do último suspiro de Dora.

– Não Shane! Se vai me matar, mate logo. Não me torture com lembranças da minha mãe.

– É seria estranho se você se suicidasse como seu pai fez. — Shane aponta o arco para ela.

– Isso tudo aconteceu por culpa sua!

Shane se irrita e atira contra ela. Liv se abaixa e ao ver a flecha passar por cima dela, ela sai correndo. Ele vê ela correndo e dispara mais uma flecha mirando nas pernas da garota. Precisava detê-la. A garota continua correndo, mas para ao sentir a flecha acertar sua perna.

– Maldito! — Ela grita.

Ele atira na outra perna impedindo que ela corresse. E se aproxima.

– Sabe Liv, quando você toma um delicioso sorvete num dia de verão?

– É o que sente matando as pessoas? — Liv olha nos olhos dele.

– Sim... Eu sei que sou doente. Mas... — Ele se abaixa e fica do lado de Liv.

– Mas? — Ela olha para ele com dor e tenta tirar as flechas da sua perna.

– Mas isso já se tornou compulsório. — ele apanha uma faca em seu bolso e a levanta — Sinto muito, Liv Lenshaer. Descanse com seus pais. — ele finca nas costas dela.

Liv sente a faca sendo enfiada em suas costas, ela cospe um pouco de sangue e cai morta no chão.

Notas finais
RIP Liv ='/ Até o próximo =)