Notas iniciais
Sorry pela demora gente =D Sem delongas, ~Enjoy~

Ryan e Emma aproveitam a estufa para continuarem se pegando, ele estava quente desejoso de algo mais intenso com a namorada, mas sentia certo receio da parte dela. Emma beijava Ryan intensamente, sabia o que o namorado queria, mas ainda não estava pronta para se entregar a ele. Ele vasculhava o corpo dela com as mãos. Os vidros da estufa eram parcialmente transparentes não dava para vê-los tão nitidamente.

Emma morde o lábio dele e sente seu corpo se arrepiar pelas carícias que ele fazia nela.

Ryan levanta um pouco a blusinha dela e sorri entre o beijo. “Seria esse o momento certo?”

— Não... — Emma sussurra entre o beijo e se afasta de Ryan.

— Em? — Ele olha um pouco bravo. E segura em sua cintura sem colocar força — Não precisa ter medo.

— Não é medo Ryan, só não estou pronta! — Emma olha para ele.

— Ok, sempre a mesma história dentre as 30 tentativas. Não pode ser isso mesmo... — Ryan se vira de costas.

— Ta comigo só pra isso? — Emma o empurra.

— Claro que não. Não ficaria por dois anos com você apenas por isso. Me ofende pensando isso de mim. — Ele balança a cabeça e olha pelo vidro.

Havia um rosto no vidro alguém estava os observando e ele via claramente isso, apesar do vidro não ser completamente transparente.

— Tem alguém ali. — Ryan falou para ela.

Emma olha para o vidro.

— Quem... Quem ta ai? — Ela pergunta assustada.

Ryan a abraça e vê a figura passar o dedo pelo vidro embaçado e escrever algo. "DEATH!".

— Cai fora, cara! Danny! Essa brincadeira, não tem graça. — Ryan olha Emma e depois para o vulto.

— Vai embora! — Emma grita e abraça Ryan tremendo.

— É o idiota do seu irmão. — Ryan vê um rastelo e apanha ele — Agora é você que vai encarar a morte.

— Não ouse! — Emma pega o rastelo da mão de Ryan. — Vamos sair daqui. — Ela caminha para a porta.

— Eu vou pegar esse babaca! — Ele nota que a figura havia saído do vidro e vai correndo para fora da estufa.

— RYAN! — Emma grita e corre atrás do namorado.

— Volta aqui panaca! — ele corre atrás do individuo que parecia um vulto entrando na floresta.

— Ryan para! — Emma segue os dois. — Deixa ele!

Ryan corre para dentro da mata, mas não há sinal do indivíduo. Ele chuta uma árvore irritado.

— Seu irmão vai sofrer. — ele solta o ar irritado.

— Encosta um dedo no meu irmão e eu acabo com você! — Emma para e olha para ele.

— Sério isso mesmo, Em. Primeiro fala que eu só penso em sexo e agora isso. Dá licença. — ele passa por ela irritado.

— Sério Ryan! — Emma grita para ele e se encosta-se à árvore. — Droga!

A noite chega e Gale está atômica, andando de um lado para outro com os preparativos do jantar. Mas, não era só Gale que estava disparada, Guilhermo e Charlotte perguntavam para as pessoas sobre Daniel, o garoto sumira a tarde e não fora visto por ninguém, a não ser Ryan que insistia que ele estava escondido querendo se divertir assustando os outros.

Emma estava andando pelo floresta.

— Droga! Fiquei perdida aqui! — Ela ilumina o caminho com seu celular. — Ryan! Pai! Alguém?!

Emma tinha aquela leve sensação de estar sendo observada e os sons da floresta a noite estavam um tanto propícios ao terror.

— Tem alguém aí? — Ela continuava andando pela floresta. — Quem é?

Um ruído no meio do mato chama atenção de Emma.

— Que... Quem está aí? — Emma para estática.

Ao apontar o celular para o arbusto ela vê um coelho, este ao sentir a claridade corre para uma direção. Na tentativa de acompanhar o coelho com o celular ela vê que o pobre animal passa próximo a algo, uma bota. Há alguém ali e esse alguém começa a correr na direção dela. Ao ouvir os passos em sua direção, Emma corre na direção oposta.

— Socorro! — Ela grita desesperada. — Socorro!

O individuo mantém a perseguição, enquanto ouve barulho da vegetação sendo atravessada ao redor deles.

— Socorro! — Emma continua gritando. — Me deixa em paz! — Ela tropeça na raiz de uma das arvores e cai no chão ralando seu braço.

Emma vê em sua frente um motivo para se levantar e prosseguir, havia um asfalto próximo e podia se ver faróis se aproximando.A pessoa parecia vir andando agora, já que a viu caída e indefesa.

Emma se levanta rapidamente e volta a correr em direção ao asfalto. Assim que ela alcança a rua, ela ouve uma freada brusca e ela coloca as mãos sobre o capô e olha para o motorista.

— Socorro.

Era uma viatura local, um homem que portava um chapéu, uma barba rala bem feita e olhos verdes que quase brilhavam no escuro, sai do carro.

— Caramba! De onde você surgiu? Está tudo bem? — Havia algo de especial no jovem oficial de polícia, seu uniforme portava a típica estrelinha que simbolizava que ele era o xerife, mas também havia nele algo de familiar.

— Tem uma pessoa me seguindo, eu briguei com o babaca do meu namorado e fiquei na floresta, não percebi que anoiteceu e quando tentei voltar pra pousada eu me perdi e ai essa pessoa tava me seguindo, me tira daqui, por favor. — Emma falava desesperadamente e nem reparava muito no rapaz, seu braço sangrava e sujava ainda mais sua blusa antes branca e agora marrom com manchas vermelhas.

— Calma... — Ele retira algo de seu coldre, uma lanterna e ao ligá-la e apontar para os arbustos, vistoria o local, mas não há ninguém ali. — Que seja... — Ele resmunga e olhando ela — Entre, vou te levar a pousada. — Ele diz ainda sério.

— Que seja??? Tinha uma pessoa me perseguindo e você só diz que seja? Que porcaria de policial é você? — Emma grita histérica, ainda estava em choque pelo ocorrido.

— Entre. E olha como fala. — O olhar do xerife a moveu a ficar calada.

— E tenho escolha? — Emma resmunga e entra no carro do policial.

O xerife mais uma vez aponta a lanterna para a vegetação, mas como da outra vez, não há nada. Posteriormente ele vai até o carro e ao sentar-se pega um casaco no banco de trás e coloca sobre ela.

— Se aqueça. — ele liga o carro e liga o rádio numa música do Bon Jovi — Wanted Dead or Alive.

— Obrigada. — Emma pega o casaco e veste ele se encolhendo no banco do carro. — Que pesadelo.

Apesar de ser bastante jovem para um xerife, o rapaz transmitia de alguma forma segurança a Emma, talvez essa marra e confiança dele. Vez ou outra ele olhava ela pelo espelhinho.

— Se é que te importa, me chamo Emma. — Ela olha para ele.

— Muito prazer Emma. — ele falou com sua voz de trovão.

— Obrigada por me ajudar, seu guarda sem nome.

— Hunter. — ele sorri. Ela tinha bastante marra.

— Ah, você tem nome. Prazer Hunter. — Emma olha para ele pelo retrovisor. — Você acha que estou louca?

— Provavelmente. Mas, sua história não é das piores. — Ele mantém a marra inquebrável.

— Eu não sou louca! Qual é! Tinha um assassino nessa ilha! Acha que não deveria ficar com medo disso? — Emma se inclina ficando próxima a ele.

— Esse assassino já morreu há muito tempo! — Ele olha ela, tinha o olhar bastante firme.

— É? E se tiver outro? — Ela olha para ele.

— Eu o mato. — ele fala com bastante convicção.

— Uou! Não sou só eu a louca então! — Emma volta a se encostar no banco do carro.

Ele revira os olhos e volta a dirigir e cantava baixinho a música, batendo com a mão no volante ao ritmo da bateria.

— I'm a cowboy, on a steel horse I ride. I'm wanted, dead or alive. Wanted, dead or alive... — ele sorriu e dessa vez aumentou a voz — Oh and I ride!!

Emma olha para Hunter e começa a rir.

— I'm a cowboy, on a steel horse I ride. I'm wanted dead or alive. — Ela canta olhando para ele.

Ele faz uma cara de not bad e volta a dirigir.

— Você não é tão malvado assim. — Emma volta a se debruçar no banco ficando perto dele.

— Você continua louca, mas uma louca legal. — Sua voz grave era bastante deliciosa de se ouvir.

— Não sou tão louca, a não ser quando eu estou numa liquidação de bolsas e sapatos da Channel. Aí sim eu fico bem louca. — Emma ri. — Não pense que sou uma patricinha fútil.

— Não pensei. — Ele olha ela e ri.

— Todos pensam, não acharia estranho se você pensasse. Mora aqui há muito tempo?

— Há 24 anos. — Hunter responde e vira à direita, pode-se ver a entrada da pousada.

— Ta, então você mora aqui desde que nasceu?

— Sim, veio pelo casamento de... — ele tenta lembrar o nome — Aimê?

— Sim. Ela vai se casar com meu tio Jason.

— Então deve conhecer minha irmã. Ela é melhor amiga da Aime, desde quando as 2 moravam na ilha. — Hunter estaciona e abre a porta do carro.

— Alice? Ah rá! Você é o irmão da Alie! Ela tava magoada com você. — Emma desce do carro e vê sua mãe vindo até eles.

— Emma!

— Mãe! — A menina corre até a mãe e abraça ela.

Hunter não diz nada e sai do carro.

— Filha! — Guilhermo fala vindo correndo após Charlotte e sendo seguido por Ryan e Jason.

— O que aconteceu filha?

— Eu fiquei na floresta e não percebi que tinha anoitecido. Ai quando tentei voltar um louco me perseguiu, foi horrível mãe.

— Calma, está tudo bem agora filha. — Charlotte abraça a filha confortando ela.

— Que bom que está bem, meu anjo. — Guilhermo abraça as 2.

— Obrigado, xerife. — Jason estende a mão para Hunter.

— Tudo bem. — Ele aperta a mão de Jason e olha o abraço em família.

— Fiquei com tanto medo papai. — Emma se aconchega no abraço.

— Calma agora está conosco, sua família. — Ele olha para dentro do carro — E seu irmão? Não veio junto?

— O Dani? Não. Não veio, pensei que ele estivesse com vocês aqui. — Emma olha para os pais.

— Como eu disse Sr. Fontinelle, o Danny está escondido por aí, assustando alguém. — Ryan comenta.

— Meu filho, não é assim.

— Cala a boca Ryan! — Emma olha séria para o namorado.

— Hey, acalmem-se! Vem Emma, vamos tomar um banho e fazer um curativo no seu braço. — Charlotte leva a filha para dentro da pousada.

— Obrigada Hunter. — Emma sorri e acena para o xerife.

— HUNTER! — Alice corre até o irmão e pula no colo dele. — Que saudade de você!

Hunter acena a Emma e agarra a irmã.

— Alie, tampinha... — ele beija cada milímetro do rosto dela.

Ryan, Jason e Guilhermo seguem Emma e Charlotte.

— Meu Deus! Que saudade! Como você está? — Ela sorri sentindo os beijos. — Ta mais gostoso, parecendo homem.

— Estou bem. Também senti sua falta... Ainda continua tampinha, mas está linda, uma mulher. — ele sorri animadamente.

— Bobo. — Ela continua abraçada com ele enquanto sorri.

— Hunter! — Aimê se aproxima dos irmãos.

— Aquela é a Aimê... Céus! Como ficou... — Hunter analisa a garota — Linda. — Ele se lembra que sempre a chamou de ratinha quando crianças, mas ela não era mais uma ratinha.

— Oi caçador. — Aimê sorri para Hunter o chamando pelo seu apelido que fazia comparação ao seu nome.

Hunter mantém o olhar em Aimê por alguns segundos e sorrindo.

— Acho que você não tem mais nada a ver com seu apelido. — Ele brinca.

— Nunca tive. — Aimê ri. — Posso dar um abraço nele Alie?

— Não. — Alice faz careta. — Tá, pode vai. — Alice se afasta de Hunter ao ver a cara de cachorro pidão de Aimê.

— Caçador. — Aimê sorri e abraça ele.

Hunter abraça ela e sente que ela está um pouco fria, então ele a afaga, já que estava quente.

Aimê sorri e gosta do afago. Ela abraça ele mais forte e o olha.

— Como foi viver sem mim?

— Pacato. Vocês agitavam esse lugar. — Ele ri, tentando disfarçar, mas Aimê era uma fonte forte de sua alegria, já que foi sua paixonite de criança.

— Podemos agitar agora. Vai ficar pra festa não?

— Provavelmente não. — Hunter olha ao redor.

Jason se aproxima deles e abraça Aimê por trás.

— Emma vai ficar bem. — Ele comenta e olha Hunter.

— Ah não caçador, você tem que ficar. — Aimê sorri ao sentir o abraço do noivo. — Que bom, ela estava bem nervosa.

— Porque não vai ficar Hunter? — Alice se aproxima do irmão.

— Bem, eu fico então, mas estou de farda... — ele comenta e olha todos lindamente bem vestidos.

— Relaxa, cara. Fique a vontade, não há nada de mais. — Jason sorri amistoso.

— Até nú você teria que ficar. — Aimê sorri.

— Hey, essa fala é minha! — Alice protesta.

— Telepatia Alie. — Aimê ri.

— Palhaçada. — Alice abraça o irmão novamente. — Como senti falta disso.

— Eu também senti sua falta. Todos os dias em que tive que morar sozinho, não houve só dia em que eu não lembrasse de você e seu sorriso. — ele acaricia os ombros dela em meio ao abraço.

— Fico feliz por vocês. — o noivo disse.

— Obrigado, Jason.

— Então somos iguais. Não teve um momento que não pensei em você Hunt. Te amo meu irmão.

Aimê sorri olhando emocionada para os dois.

— Te amo também, tampinha. — ele olha ela e sorri de uma forma parecida que Aimê.

Jason beija a noiva sentindo a emoção do momento. Aimê retribui ao beijo do noivo e Alice abraça o irmão mais forte.

— Vamos entrar? — Gale sorri olhando para eles. — Hunter!

— Gale. — Hunter sorri a ela. — Vamos entrar então.

— É não podemos perder mais a festona que a Gale fez.

— Por favor! Vamos entrar. — Gale volta para dentro da pousada esperando ser seguida.

Jason leva a namorada e segue Gale, Hunter vai logo a atrás. Alice segue o irmão e os amigos.

Karen, Maya, Heather dançavam em um canto do salão. Ive estava sentada com Phill e conversava com os rapazes.

— Vira! Vira! Vira! — os rapazes berravam para motivar Flint que segurava uma garrafa enorme de cerveja.

Flint demorou, mas acabou conseguindo, virou a garrafa e limpando a boca, sorriu aos amigos.

— Quem é o cara? — ele questionou.

— Você! — Christian pulou e grudou no pescoço do amigo, ambos riram e quase caíram.

— Tentem ser menos gays. — Terry ridicularizou.

— Cala a boca ciumento. — Christian retrucou.

— Hunter essas são as meninas da festa. — Jason apresentou aos amigos.

— A abelha rainha chegou galera. — Flint fala sobre Jason.

Hunter cumprimenta os caras sorridentes.

— Meu Deus! — Aimê ri enquanto pega uma garrafa de cerveja para Hunter. — Aqui caçador. — Ela sorri ao entregar a garrafa para ele.

— Obrigado. — Hunter sorri a ela e olha ao redor. O pessoal estava bastante contente, ele parecia não sentir o mesmo.

— De nada. — Ela se afasta e vai até suas amigas.

— E essa cara de enterro? — Gale se aproxima de Hunter.

— Não sei, acho que meus sentimentos por alguém renasceram. — ele fita Aimê que conversava com as amigas e vês ou outra beijava sorridente o noivo.

— Sempre torci por vocês, mas você nunca se declarou Hunter. — Gale bebe um pouco do seu vinho.

— Era uma garoto de 12 anos e ela tinha 8. — ele suspirou e bebeu a cerveja.

— Ainda sim. Sei que ela vai casar, mas porque você não é sincero com ela?

— Ah sei lá. Acho que o tempo já mostrou como deve acontecer as coisas, Gale. — Hunter balança a cabeça gostando da música.

— Tudo bem, então bora aproveitar a festa. — Gale sorri para Hunter.

Charlotte descia para o salão com o marido, mesmo contra sua vontade, ela queria mesmo saber onde seu filho estava.

Emma estava em seu quarto se arrumando, não queria descer, mas seria desfeita para seu tio e a família dela.

— Pode descer Ryan, não precisa ficar de guarda costas aqui.

— Quero ficar aqui. Para de me afastar de você. — Ryan comentou.

— Você que se afastou me deixando sozinha no meio do mato. — Ela olha para ele. — Desculpa te decepcionar.

— Claro! Olha as coisas que me disse. — Ele abaixa a cabeça — Pensei em ir embora daqui.

— Você queria bater no meu irmão e queria que eu ficasse quieta? – Ela para de secar os cabelos e olha para Ryan. — O quê? Ir embora?

— Sim, você não está me tratando bem. — Ryan olha pela janela — E seu irmão estava pedindo por uns cascudos.

— Desculpa. — Emma vai até ele e senta em seu colo.

— Eu te amo, Em. — Ele abraça ela — Não é só sexo.

— Eu também te amo Ryan. — Emma retribui ao abraço dele e deita no ombro do namorado. — Desculpa por achar isso.

— Tudo bem, acho que forcei a barra também. — Ele beija o ombro e depois o pescoço dela.

Emma sorri sentindo os beijos dele. Ela se afasta e o beija intensamente. Ryan retribui de maneira apaixonada, realmente amava Emma e gostaria de um dia poder estar fazendo o mesmo, se casando com ela.

Emma deita sobre Ryan e coloca suas pernas na lateral do corpo dele.

— Espera. — Ela levanta correndo, tranca a porta e tira seu hobby de seda revelando sua lingerie azul. — Pronto.

— Ah sério? — Ele olha, animadamente. “Bem, uma noite com Emma, sempre quis isso.”

— Acho que é a hora certa. — Emma sorri e caminha até o namorado.

Ryan senta na cama e tira sua camisa, mal acreditava no que estava acontecendo e certamente no que aconteceria.

— Tenho muita sorte. — Emma sento colo do namorado com as pernas na laterais do corpo dele. Ela olha nos olhos dele e o beija.

Ryan beija ela de maneira quente e com leves mordiscadas, aos poucos ele vai abaixando suas calças.

Emma tira sua lingerie e deita na cama olhando para o namorado, sua respiração estava ofegante e seu coração batia em um ritmo acelerado.

Ryan passa a mão nos seios dela vagarosamente, ela seria sua esta noite, como sempre quis. Ele beijou o pescoço dela e mordia gradualmente.

Emma morde seus lábios e arranha os ombros do namorado. Ela sentia que era a hora certa e estava pronta para aquilo.

Bem após muitas carícias Ryan ficou nu e olhando sua ereção.

— Está pronta? — encaixou a camisinha.

— Sim. — Ela olha para ele e sorri.

Ryan deita sobre ela e inicia uma penetração vagarosa e cautelosa, tinha que respeitar os limites da namorada, ele faz alguns movimentos giratórios para ajudar na penetração.

Emma se entrega ao namorado. Ela segura no lençol da cama e geme sentindo o membro dele penetrá-la.

Ryan beija as costas dela, enquanto segue ritmadamente os movimentos, ele gemia como um louco, o som lá fora abafaria tudo.

Emma arranha as costas do namorado e o beija novamente. Ela gemia entre o beijo, estava gostando do que estava acontecendo.

Ryan rola na cama e coloca ela por cima dele, continua se movimento, nada exagerado, já que a namorada estava adquirindo a experiência.

Emma se movimenta junto com o namorado. Ela se inclina sobre ele e beija o pescoço dele intercalando os beijos com mordidas. Ela dá um chupão no pescoço dele deixando uma marca avermelhada.

— Você é só meu. — Ela sussurra olhando nos olhos dele e o beija.

Ryan apalpa a bunda dela e ajuda ela a se movimentar, agora ficando parado. Ele beija ela com bastante furor, já estava suando e ofegante.

— Você é minha e sou seu. — Ele sorri lindamente.

— Eu te amo Ryan. — Emma sorri olhando para ele.

— Eu também e te agradeço por essa noite. — Ryan continua fazendo os movimentos e olha profundamente.

— Não...agradeça... — Ela diz com a voz ofegante. — Eu vou.... Ah! — Ela morde seus lábios ao chegar no seu ápice.

Ele sorri entusiasmado, estava se aproximando do seu também... Beijava o busto e pescoço da namorada, vendo seus espasmos.

Emma sorri e continua se movimentando com o namorado, ela passa as mãos pelo abdome dele e geme ao pé do ouvido dele.

— Caramba! — Ele fala e vê seu ápice. Como uma explosão de prazer, ele berra e sua respiração fica mais intensa.

— Sinceramente, demorei demais, se eu soubesse que era tão bom... — Emma ri e deita ao lado de Ryan.

— Boba. — Ele ri e tenta relaxar, estava esgotado, havia sido algo bastante intenso.

— Também te amo. — Emma ri e abraça o namorado. — Vamos ficar aqui né.

— Estou cansado demais para descer. — Ele olha ela e sorri, estava exausto.

— Eu também. — Ela pega uma coberta e cobre a si mesma e o namorado.

Ele agarra ela e fica de conchinha com ela. Não demora muito e eles acabam dormindo ali apaixonados.

Notas finais
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