Who Is The Killer?
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Ryan e Emma aproveitam a estufa para continuarem se pegando, ele estava quente desejoso de algo mais intenso com a namorada, mas sentia certo receio da parte dela. Emma beijava Ryan intensamente, sabia o que o namorado queria, mas ainda não estava pronta para se entregar a ele. Ele vasculhava o corpo dela com as mãos. Os vidros da estufa eram parcialmente transparentes não dava para vê-los tão nitidamente.
Emma morde o lábio dele e sente seu corpo se arrepiar pelas carícias que ele fazia nela.
Ryan levanta um pouco a blusinha dela e sorri entre o beijo. “Seria esse o momento certo?”
— Não... — Emma sussurra entre o beijo e se afasta de Ryan.
— Em? — Ele olha um pouco bravo. E segura em sua cintura sem colocar força — Não precisa ter medo.
— Não é medo Ryan, só não estou pronta! — Emma olha para ele.
— Ok, sempre a mesma história dentre as 30 tentativas. Não pode ser isso mesmo... — Ryan se vira de costas.
— Ta comigo só pra isso? — Emma o empurra.
— Claro que não. Não ficaria por dois anos com você apenas por isso. Me ofende pensando isso de mim. — Ele balança a cabeça e olha pelo vidro.
Havia um rosto no vidro alguém estava os observando e ele via claramente isso, apesar do vidro não ser completamente transparente.
— Tem alguém ali. — Ryan falou para ela.
Emma olha para o vidro.
— Quem... Quem ta ai? — Ela pergunta assustada.
Ryan a abraça e vê a figura passar o dedo pelo vidro embaçado e escrever algo. "DEATH!".
— Cai fora, cara! Danny! Essa brincadeira, não tem graça. — Ryan olha Emma e depois para o vulto.
— Vai embora! — Emma grita e abraça Ryan tremendo.
— É o idiota do seu irmão. — Ryan vê um rastelo e apanha ele — Agora é você que vai encarar a morte.
— Não ouse! — Emma pega o rastelo da mão de Ryan. — Vamos sair daqui. — Ela caminha para a porta.
— Eu vou pegar esse babaca! — Ele nota que a figura havia saído do vidro e vai correndo para fora da estufa.
— RYAN! — Emma grita e corre atrás do namorado.
— Volta aqui panaca! — ele corre atrás do individuo que parecia um vulto entrando na floresta.
— Ryan para! — Emma segue os dois. — Deixa ele!
Ryan corre para dentro da mata, mas não há sinal do indivíduo. Ele chuta uma árvore irritado.
— Seu irmão vai sofrer. — ele solta o ar irritado.
— Encosta um dedo no meu irmão e eu acabo com você! — Emma para e olha para ele.
— Sério isso mesmo, Em. Primeiro fala que eu só penso em sexo e agora isso. Dá licença. — ele passa por ela irritado.
— Sério Ryan! — Emma grita para ele e se encosta-se à árvore. — Droga!
A noite chega e Gale está atômica, andando de um lado para outro com os preparativos do jantar. Mas, não era só Gale que estava disparada, Guilhermo e Charlotte perguntavam para as pessoas sobre Daniel, o garoto sumira a tarde e não fora visto por ninguém, a não ser Ryan que insistia que ele estava escondido querendo se divertir assustando os outros.
Emma estava andando pelo floresta.
— Droga! Fiquei perdida aqui! — Ela ilumina o caminho com seu celular. — Ryan! Pai! Alguém?!
Emma tinha aquela leve sensação de estar sendo observada e os sons da floresta a noite estavam um tanto propícios ao terror.
— Tem alguém aí? — Ela continuava andando pela floresta. — Quem é?
Um ruído no meio do mato chama atenção de Emma.
— Que... Quem está aí? — Emma para estática.
Ao apontar o celular para o arbusto ela vê um coelho, este ao sentir a claridade corre para uma direção. Na tentativa de acompanhar o coelho com o celular ela vê que o pobre animal passa próximo a algo, uma bota. Há alguém ali e esse alguém começa a correr na direção dela. Ao ouvir os passos em sua direção, Emma corre na direção oposta.
— Socorro! — Ela grita desesperada. — Socorro!
O individuo mantém a perseguição, enquanto ouve barulho da vegetação sendo atravessada ao redor deles.
— Socorro! — Emma continua gritando. — Me deixa em paz! — Ela tropeça na raiz de uma das arvores e cai no chão ralando seu braço.
Emma vê em sua frente um motivo para se levantar e prosseguir, havia um asfalto próximo e podia se ver faróis se aproximando.A pessoa parecia vir andando agora, já que a viu caída e indefesa.
Emma se levanta rapidamente e volta a correr em direção ao asfalto. Assim que ela alcança a rua, ela ouve uma freada brusca e ela coloca as mãos sobre o capô e olha para o motorista.
— Socorro.
Era uma viatura local, um homem que portava um chapéu, uma barba rala bem feita e olhos verdes que quase brilhavam no escuro, sai do carro.
— Caramba! De onde você surgiu? Está tudo bem? — Havia algo de especial no jovem oficial de polícia, seu uniforme portava a típica estrelinha que simbolizava que ele era o xerife, mas também havia nele algo de familiar.
— Tem uma pessoa me seguindo, eu briguei com o babaca do meu namorado e fiquei na floresta, não percebi que anoiteceu e quando tentei voltar pra pousada eu me perdi e ai essa pessoa tava me seguindo, me tira daqui, por favor. — Emma falava desesperadamente e nem reparava muito no rapaz, seu braço sangrava e sujava ainda mais sua blusa antes branca e agora marrom com manchas vermelhas.
— Calma... — Ele retira algo de seu coldre, uma lanterna e ao ligá-la e apontar para os arbustos, vistoria o local, mas não há ninguém ali. — Que seja... — Ele resmunga e olhando ela — Entre, vou te levar a pousada. — Ele diz ainda sério.
— Que seja??? Tinha uma pessoa me perseguindo e você só diz que seja? Que porcaria de policial é você? — Emma grita histérica, ainda estava em choque pelo ocorrido.
— Entre. E olha como fala. — O olhar do xerife a moveu a ficar calada.
— E tenho escolha? — Emma resmunga e entra no carro do policial.
O xerife mais uma vez aponta a lanterna para a vegetação, mas como da outra vez, não há nada. Posteriormente ele vai até o carro e ao sentar-se pega um casaco no banco de trás e coloca sobre ela.
— Se aqueça. — ele liga o carro e liga o rádio numa música do Bon Jovi — Wanted Dead or Alive.
— Obrigada. — Emma pega o casaco e veste ele se encolhendo no banco do carro. — Que pesadelo.
Apesar de ser bastante jovem para um xerife, o rapaz transmitia de alguma forma segurança a Emma, talvez essa marra e confiança dele. Vez ou outra ele olhava ela pelo espelhinho.
— Se é que te importa, me chamo Emma. — Ela olha para ele.
— Muito prazer Emma. — ele falou com sua voz de trovão.
— Obrigada por me ajudar, seu guarda sem nome.
— Hunter. — ele sorri. Ela tinha bastante marra.
— Ah, você tem nome. Prazer Hunter. — Emma olha para ele pelo retrovisor. — Você acha que estou louca?
— Provavelmente. Mas, sua história não é das piores. — Ele mantém a marra inquebrável.
— Eu não sou louca! Qual é! Tinha um assassino nessa ilha! Acha que não deveria ficar com medo disso? — Emma se inclina ficando próxima a ele.
— Esse assassino já morreu há muito tempo! — Ele olha ela, tinha o olhar bastante firme.
— É? E se tiver outro? — Ela olha para ele.
— Eu o mato. — ele fala com bastante convicção.
— Uou! Não sou só eu a louca então! — Emma volta a se encostar no banco do carro.
Ele revira os olhos e volta a dirigir e cantava baixinho a música, batendo com a mão no volante ao ritmo da bateria.
— I'm a cowboy, on a steel horse I ride. I'm wanted, dead or alive. Wanted, dead or alive... — ele sorriu e dessa vez aumentou a voz — Oh and I ride!!
Emma olha para Hunter e começa a rir.
— I'm a cowboy, on a steel horse I ride. I'm wanted dead or alive. — Ela canta olhando para ele.
Ele faz uma cara de not bad e volta a dirigir.
— Você não é tão malvado assim. — Emma volta a se debruçar no banco ficando perto dele.
— Você continua louca, mas uma louca legal. — Sua voz grave era bastante deliciosa de se ouvir.
— Não sou tão louca, a não ser quando eu estou numa liquidação de bolsas e sapatos da Channel. Aí sim eu fico bem louca. — Emma ri. — Não pense que sou uma patricinha fútil.
— Não pensei. — Ele olha ela e ri.
— Todos pensam, não acharia estranho se você pensasse. Mora aqui há muito tempo?
— Há 24 anos. — Hunter responde e vira à direita, pode-se ver a entrada da pousada.
— Ta, então você mora aqui desde que nasceu?
— Sim, veio pelo casamento de... — ele tenta lembrar o nome — Aimê?
— Sim. Ela vai se casar com meu tio Jason.
— Então deve conhecer minha irmã. Ela é melhor amiga da Aime, desde quando as 2 moravam na ilha. — Hunter estaciona e abre a porta do carro.
— Alice? Ah rá! Você é o irmão da Alie! Ela tava magoada com você. — Emma desce do carro e vê sua mãe vindo até eles.
— Emma!
— Mãe! — A menina corre até a mãe e abraça ela.
Hunter não diz nada e sai do carro.
— Filha! — Guilhermo fala vindo correndo após Charlotte e sendo seguido por Ryan e Jason.
— O que aconteceu filha?
— Eu fiquei na floresta e não percebi que tinha anoitecido. Ai quando tentei voltar um louco me perseguiu, foi horrível mãe.
— Calma, está tudo bem agora filha. — Charlotte abraça a filha confortando ela.
— Que bom que está bem, meu anjo. — Guilhermo abraça as 2.
— Obrigado, xerife. — Jason estende a mão para Hunter.
— Tudo bem. — Ele aperta a mão de Jason e olha o abraço em família.
— Fiquei com tanto medo papai. — Emma se aconchega no abraço.
— Calma agora está conosco, sua família. — Ele olha para dentro do carro — E seu irmão? Não veio junto?
— O Dani? Não. Não veio, pensei que ele estivesse com vocês aqui. — Emma olha para os pais.
— Como eu disse Sr. Fontinelle, o Danny está escondido por aí, assustando alguém. — Ryan comenta.
— Meu filho, não é assim.
— Cala a boca Ryan! — Emma olha séria para o namorado.
— Hey, acalmem-se! Vem Emma, vamos tomar um banho e fazer um curativo no seu braço. — Charlotte leva a filha para dentro da pousada.
— Obrigada Hunter. — Emma sorri e acena para o xerife.
— HUNTER! — Alice corre até o irmão e pula no colo dele. — Que saudade de você!
Hunter acena a Emma e agarra a irmã.
— Alie, tampinha... — ele beija cada milímetro do rosto dela.
Ryan, Jason e Guilhermo seguem Emma e Charlotte.
— Meu Deus! Que saudade! Como você está? — Ela sorri sentindo os beijos. — Ta mais gostoso, parecendo homem.
— Estou bem. Também senti sua falta... Ainda continua tampinha, mas está linda, uma mulher. — ele sorri animadamente.
— Bobo. — Ela continua abraçada com ele enquanto sorri.
— Hunter! — Aimê se aproxima dos irmãos.
— Aquela é a Aimê... Céus! Como ficou... — Hunter analisa a garota — Linda. — Ele se lembra que sempre a chamou de ratinha quando crianças, mas ela não era mais uma ratinha.
— Oi caçador. — Aimê sorri para Hunter o chamando pelo seu apelido que fazia comparação ao seu nome.
Hunter mantém o olhar em Aimê por alguns segundos e sorrindo.
— Acho que você não tem mais nada a ver com seu apelido. — Ele brinca.
— Nunca tive. — Aimê ri. — Posso dar um abraço nele Alie?
— Não. — Alice faz careta. — Tá, pode vai. — Alice se afasta de Hunter ao ver a cara de cachorro pidão de Aimê.
— Caçador. — Aimê sorri e abraça ele.
Hunter abraça ela e sente que ela está um pouco fria, então ele a afaga, já que estava quente.
Aimê sorri e gosta do afago. Ela abraça ele mais forte e o olha.
— Como foi viver sem mim?
— Pacato. Vocês agitavam esse lugar. — Ele ri, tentando disfarçar, mas Aimê era uma fonte forte de sua alegria, já que foi sua paixonite de criança.
— Podemos agitar agora. Vai ficar pra festa não?
— Provavelmente não. — Hunter olha ao redor.
Jason se aproxima deles e abraça Aimê por trás.
— Emma vai ficar bem. — Ele comenta e olha Hunter.
— Ah não caçador, você tem que ficar. — Aimê sorri ao sentir o abraço do noivo. — Que bom, ela estava bem nervosa.
— Porque não vai ficar Hunter? — Alice se aproxima do irmão.
— Bem, eu fico então, mas estou de farda... — ele comenta e olha todos lindamente bem vestidos.
— Relaxa, cara. Fique a vontade, não há nada de mais. — Jason sorri amistoso.
— Até nú você teria que ficar. — Aimê sorri.
— Hey, essa fala é minha! — Alice protesta.
— Telepatia Alie. — Aimê ri.
— Palhaçada. — Alice abraça o irmão novamente. — Como senti falta disso.
— Eu também senti sua falta. Todos os dias em que tive que morar sozinho, não houve só dia em que eu não lembrasse de você e seu sorriso. — ele acaricia os ombros dela em meio ao abraço.
— Fico feliz por vocês. — o noivo disse.
— Obrigado, Jason.
— Então somos iguais. Não teve um momento que não pensei em você Hunt. Te amo meu irmão.
Aimê sorri olhando emocionada para os dois.
— Te amo também, tampinha. — ele olha ela e sorri de uma forma parecida que Aimê.
Jason beija a noiva sentindo a emoção do momento. Aimê retribui ao beijo do noivo e Alice abraça o irmão mais forte.
— Vamos entrar? — Gale sorri olhando para eles. — Hunter!
— Gale. — Hunter sorri a ela. — Vamos entrar então.
— É não podemos perder mais a festona que a Gale fez.
— Por favor! Vamos entrar. — Gale volta para dentro da pousada esperando ser seguida.
Jason leva a namorada e segue Gale, Hunter vai logo a atrás. Alice segue o irmão e os amigos.
Karen, Maya, Heather dançavam em um canto do salão. Ive estava sentada com Phill e conversava com os rapazes.
— Vira! Vira! Vira! — os rapazes berravam para motivar Flint que segurava uma garrafa enorme de cerveja.
Flint demorou, mas acabou conseguindo, virou a garrafa e limpando a boca, sorriu aos amigos.
— Quem é o cara? — ele questionou.
— Você! — Christian pulou e grudou no pescoço do amigo, ambos riram e quase caíram.
— Tentem ser menos gays. — Terry ridicularizou.
— Cala a boca ciumento. — Christian retrucou.
— Hunter essas são as meninas da festa. — Jason apresentou aos amigos.
— A abelha rainha chegou galera. — Flint fala sobre Jason.
Hunter cumprimenta os caras sorridentes.
— Meu Deus! — Aimê ri enquanto pega uma garrafa de cerveja para Hunter. — Aqui caçador. — Ela sorri ao entregar a garrafa para ele.
— Obrigado. — Hunter sorri a ela e olha ao redor. O pessoal estava bastante contente, ele parecia não sentir o mesmo.
— De nada. — Ela se afasta e vai até suas amigas.
— E essa cara de enterro? — Gale se aproxima de Hunter.
— Não sei, acho que meus sentimentos por alguém renasceram. — ele fita Aimê que conversava com as amigas e vês ou outra beijava sorridente o noivo.
— Sempre torci por vocês, mas você nunca se declarou Hunter. — Gale bebe um pouco do seu vinho.
— Era uma garoto de 12 anos e ela tinha 8. — ele suspirou e bebeu a cerveja.
— Ainda sim. Sei que ela vai casar, mas porque você não é sincero com ela?
— Ah sei lá. Acho que o tempo já mostrou como deve acontecer as coisas, Gale. — Hunter balança a cabeça gostando da música.
— Tudo bem, então bora aproveitar a festa. — Gale sorri para Hunter.
Charlotte descia para o salão com o marido, mesmo contra sua vontade, ela queria mesmo saber onde seu filho estava.
Emma estava em seu quarto se arrumando, não queria descer, mas seria desfeita para seu tio e a família dela.
— Pode descer Ryan, não precisa ficar de guarda costas aqui.
— Quero ficar aqui. Para de me afastar de você. — Ryan comentou.
— Você que se afastou me deixando sozinha no meio do mato. — Ela olha para ele. — Desculpa te decepcionar.
— Claro! Olha as coisas que me disse. — Ele abaixa a cabeça — Pensei em ir embora daqui.
— Você queria bater no meu irmão e queria que eu ficasse quieta? – Ela para de secar os cabelos e olha para Ryan. — O quê? Ir embora?
— Sim, você não está me tratando bem. — Ryan olha pela janela — E seu irmão estava pedindo por uns cascudos.
— Desculpa. — Emma vai até ele e senta em seu colo.
— Eu te amo, Em. — Ele abraça ela — Não é só sexo.
— Eu também te amo Ryan. — Emma retribui ao abraço dele e deita no ombro do namorado. — Desculpa por achar isso.
— Tudo bem, acho que forcei a barra também. — Ele beija o ombro e depois o pescoço dela.
Emma sorri sentindo os beijos dele. Ela se afasta e o beija intensamente. Ryan retribui de maneira apaixonada, realmente amava Emma e gostaria de um dia poder estar fazendo o mesmo, se casando com ela.
Emma deita sobre Ryan e coloca suas pernas na lateral do corpo dele.
— Espera. — Ela levanta correndo, tranca a porta e tira seu hobby de seda revelando sua lingerie azul. — Pronto.
— Ah sério? — Ele olha, animadamente. “Bem, uma noite com Emma, sempre quis isso.”
— Acho que é a hora certa. — Emma sorri e caminha até o namorado.
Ryan senta na cama e tira sua camisa, mal acreditava no que estava acontecendo e certamente no que aconteceria.
— Tenho muita sorte. — Emma sento colo do namorado com as pernas na laterais do corpo dele. Ela olha nos olhos dele e o beija.
Ryan beija ela de maneira quente e com leves mordiscadas, aos poucos ele vai abaixando suas calças.
Emma tira sua lingerie e deita na cama olhando para o namorado, sua respiração estava ofegante e seu coração batia em um ritmo acelerado.
Ryan passa a mão nos seios dela vagarosamente, ela seria sua esta noite, como sempre quis. Ele beijou o pescoço dela e mordia gradualmente.
Emma morde seus lábios e arranha os ombros do namorado. Ela sentia que era a hora certa e estava pronta para aquilo.
Bem após muitas carícias Ryan ficou nu e olhando sua ereção.
— Está pronta? — encaixou a camisinha.
— Sim. — Ela olha para ele e sorri.
Ryan deita sobre ela e inicia uma penetração vagarosa e cautelosa, tinha que respeitar os limites da namorada, ele faz alguns movimentos giratórios para ajudar na penetração.
Emma se entrega ao namorado. Ela segura no lençol da cama e geme sentindo o membro dele penetrá-la.
Ryan beija as costas dela, enquanto segue ritmadamente os movimentos, ele gemia como um louco, o som lá fora abafaria tudo.
Emma arranha as costas do namorado e o beija novamente. Ela gemia entre o beijo, estava gostando do que estava acontecendo.
Ryan rola na cama e coloca ela por cima dele, continua se movimento, nada exagerado, já que a namorada estava adquirindo a experiência.
Emma se movimenta junto com o namorado. Ela se inclina sobre ele e beija o pescoço dele intercalando os beijos com mordidas. Ela dá um chupão no pescoço dele deixando uma marca avermelhada.
— Você é só meu. — Ela sussurra olhando nos olhos dele e o beija.
Ryan apalpa a bunda dela e ajuda ela a se movimentar, agora ficando parado. Ele beija ela com bastante furor, já estava suando e ofegante.
— Você é minha e sou seu. — Ele sorri lindamente.
— Eu te amo Ryan. — Emma sorri olhando para ele.
— Eu também e te agradeço por essa noite. — Ryan continua fazendo os movimentos e olha profundamente.
— Não...agradeça... — Ela diz com a voz ofegante. — Eu vou.... Ah! — Ela morde seus lábios ao chegar no seu ápice.
Ele sorri entusiasmado, estava se aproximando do seu também... Beijava o busto e pescoço da namorada, vendo seus espasmos.
Emma sorri e continua se movimentando com o namorado, ela passa as mãos pelo abdome dele e geme ao pé do ouvido dele.
— Caramba! — Ele fala e vê seu ápice. Como uma explosão de prazer, ele berra e sua respiração fica mais intensa.
— Sinceramente, demorei demais, se eu soubesse que era tão bom... — Emma ri e deita ao lado de Ryan.
— Boba. — Ele ri e tenta relaxar, estava esgotado, havia sido algo bastante intenso.
— Também te amo. — Emma ri e abraça o namorado. — Vamos ficar aqui né.
— Estou cansado demais para descer. — Ele olha ela e sorri, estava exausto.
— Eu também. — Ela pega uma coberta e cobre a si mesma e o namorado.
Ele agarra ela e fica de conchinha com ela. Não demora muito e eles acabam dormindo ali apaixonados.
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