Notas iniciais
Tá acabando :'/ ~Enjoy~

(Foto)

Flint e Heather começam a subir a escada para saírem do túnel.

– Que... Quem tá aí? — Liv aponta a espingarda para a escada.

– Calma Liv... Somos nós. — Flint fala no topo da comporta.

– Flint! Heather! — Liv larga a arma e ajuda eles a saírem da comporta.

– Liv... — Flint abraça ela e dá um selinho nela. Era bom sentir algo tão caloroso depois de ver o corpo de Dorothy e Guilhermo.

Heather sorri para eles e sobe para a sala.

Liv retribui ao selinho de Flint e o abraça forte.

– Onde estão os outros?

– Havia uma bifurcação, eu e Hunter seguimos a trilha de sangue e achamos Dorothy. — Flint faz que não com a cabeça dizendo que ela morreu.

– Ai meu Deus! A Dorothy não. — Liv balança a cabeça negativamente.

– Guilhermo e Heather seguiram a outra direção e encontraram Charlotte, mas Shane desacordou Heather... E... — Flint não sabia como contar que Guilhermo havia morrido.

– E? Cadê eles Flint? — Liv olha para ele. — Não me diga que eles estão...

– Mortos? Meus pais estão mortos? — Emma olha para eles. — Diz que é mentira!

– Não! Quando chegamos lá achamos Heather desacordada e não havia sinal de Shane e Charlotte, mas... — Flint não sabia o que falar a Emma.

– Fala Flint! — Emma fala desesperada. — Meus pais estão vivos?

– Emma fica calma. — Liv olha para a garota.

– Sua mãe eu não sei... Mas, Guilhermo... Guilhermo está morto. — Flint fala e fecha os olhos, era demais para ele dar tamanha notícia.

– Não! — Emma se encosta na parede e escorrega até o chão. — Não pode ser...

– Calma. — Liv abraça Flint.

– Droga! — Flint berra e aperta Liv, de todos ali, ela tinha o abraço mais confortante.

– Emma! Emma! — Daniel veio correndo em prantos, Jason o seguia — Não Emma! — Daniel berrou incrédulo na notícia que Heather contou a todos.

– Daniel! — Emma se levanta e corre em direção ao irmão. Ao se aproximar dele, ela o abraçou forte. — Diz que é mentira.

– Vamos sair daqui. — Liv olha para eles.

– Meu pai, eu vou atrás dele! — Dani tentou correr em direção do túnel, mas Jason o agarrou por trás.

– Dani, não faça isso... — Jason falou abraçando ele por trás.

– Dani, por favor. — Emma chorava chegando a soluçar. — Fica comigo.

– Mas mana, o pai, o corpo dele... NÃO! — Daniel berrou e chorava nos braços do tio.

Emma vai até o irmão e o abraça. Liv subia com Flint para a sala.

– Tio Jason e agora? — Emma sussurrava, não tinha forças nem para falar.

– Agora vamos nos unir, nos fortalecer e ir embora. Precisamos ir embora. — Jason fala abraçado as 2.

– Eu quero ir embora logo, com a minha mãe e pronto. — Emma se afasta deles. — O corpo do meu pai. Preciso dele. — Emma vai para a fornalha e começa a descer para entrar no túnel.

– Não Emma... Não é seguro. — Jason a segura — Fique aqui comigo, Em. Por favor.

– Tio Jason meu pai. — Ela olha para ele e para Daniel. — Não posso deixa-lo lá.

– Mas vai deixar... Emma, infelizmente o corpo agora não representa mais nada, ele se foi... — Jason olha nela.

Emma se solta dele e senta no chão.

– Não... — Ela chora incansavelmente.

Dani senta ao lado da irmã e passa o braço por ela, chorando de um forma dolorosa. Jason se ajoelha atrás dos sobrinhos e abraça-os, chorava também.

– Achei vocês. — Aimê e Sheyla vinham pelo corredor.

A jovem se ajoelhou ao lado do noivo e os abraçou.

Daniel gemia de dor, não sabia como levantar dali e ir simplesmente embora, o pai não voltaria e essa realidade era dolorosa.

– Crianças. — Sheyla ajoelha na frente deles e segura na mão de Emma e Daniel.

Daniel mal conseguia olhar Sheyla sabia que todo esse alvoroço passaria, mas por enquanto a dor estava latente.

– Sei que é difícil pedir isso, mas mantenham a calma. Acharemos a Charlotte e iremos embora. Vocês tem a mim, Jason e Aimê. Não estão sozinhos.

– Sheyla tenta transmitir tranquilidade a eles.

– Sim, ouçam a Sheyla ela passou por uma situação parecida e está conseguindo superar.

– Meu pai... — Emma chora abraçada com Daniel.

Aimê abraça eles, sabia o que Emma sentia. Ja passou por isso.

– Caramba isso é terrível... Guilhermo... — Phill disse olhando para Heather.

– É, ele ajudou a soltar a Charlotte e depois eu não vi mais nada. — Heather olha para Phill e pega o saquinho de gelo e coloca na nuca. — Obrigada Ive.

– De nada Heather. — Ive sorri.

– Espero que Hunter consiga salvar a mãe daqueles garotos. — Luke diz olhando pela porta da pousada.

– É tudo que eu espero Luke. — Alice senta na escada.

– Sorte do Gordon que deve estar entrando no barco agora. — Phill comenta.

– Deveríamos ter ido com ele. — Maya comenta.

– Ou não... Não temos certeza se ele conseguiu. — Flint fala e suspira. Não gostaria de pensar assim, mas atualmente era o que poderia ter acontecido.

– Para Flint! Vira essa boca pra lá! — Maya olha para ele.

– Desculpe... — Flint suspira e pega na mão de Liv.

Liv faz carinho na mão de Flint e dá um selinho nele.

– Hey! Pessoal! Tem alguém vindo ali. — Luke disse vendo uma penumbra pelo vidro da porta.

Liv pega a espingarda e aponta para a porta. Phill se levanta e olha pela porta junto com Luke.

– Heather acenda as luzes da varanda. — Phill pede vendo a pessoa subir as escadarias.

Heather faz o que Phill pede e sobe a escada com Maya e Ive.

– Hunter! — Luke fala o reconhecendo.

Mas, Luke muda seu semblante ao ver que Luke trazia um corpo nos braços.

– NÃO! — Flint fala ao ver Charlotte, havia criado um carinho pela mulher.

– Hunter? — Emma se aproxima deles e abre a porta. — MÃE! — Ela berra ao ver o corpo da mãe.

Alice, Ive, Heather e Maya descem a escada e Liv solta a espingarda.

– Meu Deus! — Aimê coloca a mão na boca.

Sheyla segura o braço da filha e abraça ela.

– MÃE! Mãe, não... Você não... — Daniel senta no chão e fica por lá mesmo. Perdeu todas as forças.

Jason que havia com os sobrinhos fica estático e se lembra de uma conversa que teve com Charlotte depois da morte de Dorian.

“ Jason sentou na escadaria da pousada, acabaram de chegar da igreja e ele mal sabia como consolar a esposa. Dorian tinha dado um ponto final trágico ao casamento.

– Hey. Como está? — Charlotte se aproxima de Jason e senta ao lado dele.

Jason não falou nada, apenas colocou a cabeça no colo dela e deixou algumas lágrimas rolarem, desde quando era criança deitava no colo de Charlotte para desabafar com ela.

Charlotte olha para Jason e suspira. Ela faz carinho na cabeça dele e espera que ele fale. Era como um ritual dos dois.

– Acabou Char... Meu casamento acabou... — Jason olha ela, o resto dela sempre brilhava, era linda e lembrava tanto a mãe deles.

– Não acabou Jason, apenas será adiado por um tempo. Isso foi uma tragédia, mas enfrentaremos isso juntos. — Charlotte passa a mão no rosto dele fazendo carinho nele.

– Mas, Aimê, mal olha na minha cara... Ela pode estar traumatizada. — Jason suspira longamente.

– Ela está, acabou de perder o pai, mas ela tem você que vai ajudá-la a enfrentar isso. E você tem a mim todo momento que você quiser. — Charlotte sorri.

– Mas, Char ela está bloqueando... Eu não sei.

– Dê tempo a ela Jason, Aimê está agindo como eu agi com Guilhermo quando nossos pais se foram. Não deixe o amor que você sente por ela ser esquecido por causa dessa tragédia.

– Tem certeza Char, sabe que sempre confio no que diz. — Jason abre um sorriso e olha a irmã.

– Eu te amo Jason. — Charlotte abraça ele.

– Eu te amo, minha irmã. — Jason abraça ela, saindo de seu colo.”

– Mãe! — Emma abraça o corpo de Charlotte. — Não...

Hunter segurava o corpo e olhava para ela muito gélido, seu coração estava bagunçado e sua mente remoia a cena da morte de Charlotte.

– Hunt? — Alice segura no braço dele assim que Jason tira Charlotte do colo dele.

– Alie, precisamos conversar... Preciso te contar tudo... — Hunter falou com dificuldade.

– Não agora. — Alice abraça ele.

– Sim... — Hunter suspira — Alie promete que vai tentar ao máximo me entender?

– Prometo Hunt. — Alice caminha pra dentro da pousada com ele.

– Charlotte... — Jason chorava ter o corpo inativo da irmã nos braços, era algo terrível de mais e ver a sobrinha tentando abraçar o corpo ou até mesmo o sobrinho jogado no chão molhado de lágrimas, Jason estava quebrado.

Aimê estava ao lado de Jason, e assim que ele se ajoelhou no chão, ela se abaixou com ele.

– Jason... — Ela abraça ele por trás.

Sheyla estava com Daniel, não tinha palavras para conforta-lo, apenas o abraçou e deixou que ele chorasse.

Jason segurou na mão de Emma e chorava com a sobrinha com a cabeça sobre o corpo da irmã.

Phill abraçou Ive, Flint abraçou Liv. Luke se aproximou de Heather e suspirou.

– O que quer falar Hunt? — Alice fecha a porta da biblioteca.

– Sobre tudo... — Hunter senta numa cadeira.

Alice vai até Hunter e senta de frente para ele, olhando para ele esperando que ele comece a falar.

– Há 3 anos me tornei o xerife de Folk. No início tudo foi fácil, pacífico, apenas algumas brigas no Lennery, nas quais geralmente Liv e sua espingarda davam um jeito. — Hunter começa.

Alice olha nos olhos de Hunter, não queria analisá-lo, mas não conseguia evitar.

– Mas, ai Larry, o legista me chamou para uma conversa séria. Ele me provou que Shane havia sobrevivido ao incêndio... As provas Maya acabou encontrando em minha casa. — Hunter continua.

– Porque... Desculpe, continue.

– Eu fiquei extremamente furioso com ele por ter escondido de todos, mas... Aceitei a causa. — Hunter suspira.

– Mas você escondeu de todos também Hunter. Porque?

– Sabe Alie, antes de decidir isso, eu precisei de um tempo, dei uma volta pela ilha... Sabe o que vi? — Hunter olha ela.

– O que? — Ela olha para ele curiosa.

– Sabe vi cada família que havia sofrido no primeiro massacre de Shane, retomando sua vida, reinventando, sabe... Voltando a sorrir... Liv, Luke estavam sorridentes em mais uma missa com o Padre Adriel. Eu não deixaria Shane mais uma vez roubar essa alegria, eles mereciam serem felizes. Todos viveriam em paz e Shane seria somente uma marca do passado, ninguém se tornaria o que eu tornei... Eu abracei todo esse tormento somente para mim e não importava ver Liv, Luke ou qualquer que seja sorrindo por aí, fazia tudo valer a pena. — Hunter começou a chorar e não cessou.

Alice olha para Hunter e o abraça.

– Eu te entendo Hunt. Você guardou pra si.mesmo para não fazer os outros sofrer, mas quem acabou sofrendo foi você. Deveria pelo menos ter me contado, eu te ajudaria de algum jeito.

– Eu queria gritar prá todos Alie! Mas só eu que deveria ficar noites sem dormir, acreditando ter o visto na varanda ou na janela, só eu deveria criar a paranoia, viver preocupado e caçando qualquer vestígio. Não Alie, mas cada noite mau dormida valeu a pena... Crianças nasceram e cresceram e continuam vivas sem medo, correndo por aí Alie, como nós corríamos. Eu, você, Aimê, Luke e a Liv.

– Não Hunt. — Alice se afasta dele. — Não valeu a pena pra você! Olha em que ponto você chegou! Ele brincou de gato e sapato contigo! Você merecia uma vida normal, não uma vida atormentada por esse cara!

– Mas Alice... — Hunter gemia de dor, talvez ele merecesse.

– Ele conseguiu o que queria Hunter! — Alice coloca a mão no rosto. — Estamos brigando por causa dele!

– Eu mereço esse sofrimento... — Hunter concluiu e ficou paralisado.

– Não merece não Hunt!

– Eu matei aquele suposto assassino! Eu sou um assassino. — Hunter suspira — Foi legítima defesa, mas gostei de matá-lo... Até perceber que por ser muito novo não era Shane.

Alice se levanta e se afasta de Hunter.

– Gostou?

– Sim... Como se tivesse vingado nossos pais, Theo pai do Luke ou a mãe da Liv... E todas as outras percas... Não sou uma boa pessoa, talvez merecesse toda a dor e sofrimento que suportei por esses anos.

– Mas depois que viu que não era o Shane você sofreu.

– Sim... Mas esse sofrimento ainda é pouco pro que fiz... Eu matei Charlotte, Alice... Fui eu! — as lágrimas escorriam incanssalvemente e pingavam na calça.

– Você o que?! — Alice olha para ele sem acreditar.

– Quando vi Shane, converti todo o meu ódio dele num simples tiro, mas esse tiro acertou Charlotte. Eu sou um assassino. — Hunter escondeu seu rosto, não queria que Alice olhasse para ele sentisse vergonha, nojo, raiva...

Alice se ajoelha na frente de Hunter e faz com que ele olhe para ela.

– Você não é um assassino. A culpa é dele.

– Eu sou... — Hunter caiu de joelhos ao chão e gemia de dor e agonia. Shane havia destruído sua vida.

– Não, você não é! — Alice olha para ele e se levanta. — Eu ja volto. — Ela sai da biblioteca e pega uma das espingardas. Ela sai pelos fundos e correndo até a casa de Shane.

– Hunter? — Emma entra na biblioteca e ao vê-lo daquela maneira ela corre até ele. — Hunter...

Hunter não conseguiu ir atrás de Alice. Ele estava um caco, seu sofrimento se comprimia e saia em seus olhos.

– Em... Eu não mereço sua preocupação. — Hunter disse quando Emma entrou pela porta.

– Não fala isso. — Ela olha para ele. — Porque está assim?

– Eu não sou uma boa pessoa. Tento ser, mas não sou... — Hunter limpou as lágrimas.

– Claro que é Hunter. — Emma segura nas mãos dele.

– Se soubesse o que fiz, não acharia... — Jason suspira de novo.

– Se soubesse o que fiz, não acharia... — Hunter suspira de novo.

– Duvido. Vamos embora dessa ilha conosco.

– Não posso, alguém tem que proteger os civis e acaba com Shane de uma vez. — Hunter se levanta.

– Vamos todos embora, deixar essa ilha vazia.

– Não Em... Você, o pessoal, Sheyla... Vocês vão e quero que leve minha irmã e Liv. Eu ficarei. — Hunter olha ela firme.

– Não vou sem você. — Emma olha nos olhos dele.

– Vai sim... Daniel precisa mais de você do que imagina... — Hunter sorri a ela.

– E eu de você.

Hunter mantém os olhos nela.

– Por que? — ele fica sem entender a princípio.

– Não sei Hunter, mas sinto que não posso mais ficar longe de você, mesmo sabendo que você ama a Aimê, eu não consigo evitar o que eu sinto.

– Como... — Hunter olha ela e vê seus olhos brilharem de sinceridade — Por favor Emma, não torne tudo mais difícil... — Hunter havia matado sua mãe e se sentia mais culpado agora por isso.

– Desculpa Hunter.

– Tudo bem... Obrigado por ter enxergado algo bom em mim. — ele sorriu, apesar de culpado.

– Impossível não enxergar. Eu vou embora, mas antes... — Emma se aproxima dele e o beija.

Hunter não sabe o que fazer, mas talvez o beijo desse um sentimento novo a ela, que poderia talvez camuflar a dor da perda dos pais.

Emma se afasta de Hunter e olha nos olhos dele.

– Seja feliz Hunter.

– Obri... Obrigado, Em... — Hunter gostou do beijo há muito tempo não sentia algo tão bom e se Emma havia achado algo de bom nele, talvez não fosse um assassino.

– Não precisa agradecer. — Ela sorri.

– Vem, vamos fazer um funeral a sua mãe. — Hunter se levanta motivado a fazer que os ajude a aliviar a dor das perdas.

– Vamos enterrá-la na cidade, junto com meu pai. — Emma olha para ele.

– Então, chame a todos e fale para eles irem à sala de estar... — Hunter corre dali.

– Tudo bem. — Emma vê ele sair e vai até a sala.

– SHANE! — Alice berra na frente da casa. — Saia daí!

– Alice Grayson. — Shane disse ao sair da cabana e olhá-la.

– Shane Kingston. — Alice trinca os dentes ao olhar para ele.

– A que devo a honra da visita? — ele já vê a espingarda na mão dela e sorri.

– Hora de acertarmos nossas contas.

– Sabe Alice... De todos você sempre me surpreendendo. — Shane andava pela frente da cabana.

– E você nunca mudou Shane!

– Vindo me desafiar pessoalmente, bem o contrário dos outros. Uma atitude digna. — Shane fica atento as movimentos de mãos dela, não seria bom levar um tiro, teve sorte de ter usado Charlotte a seu favor.

– Porque não foi embora? Porque fez tudo isso conosco de novo?

– É divertido. Seu irmão sabe o quão pode ser bom matar alguém. — ele gargalha psicótico.

– Então acho que vou descobrir isso também! — Alice puxa o gatilho da espingarda e erra o tiro. — Você acabou com a minha vida, com a vida daquelas pessoas, a morte é muito pouco pra você!

– Seu descontrole emocional atrapalha sua pontaria. Morgan não lhe ensinou a atirar, não? — Shane disse frio, mas se aliviou por ela ter errado.

– Cala a boca! Não fala do meu pai!

Shane usava o descontrole dela a seu favor.

– E a doce Diana... Pobre Diana, ainda mantenho os gritos dela em minha mente. Sabe o que ela priorizava em dizer, para eu poupar sua vida e de Hunter.

– CALA A BOCA! — Lágrimas de raiva escorriam pelo rosto dela.

Shane se aproximou e segurou na arma.

– Mas vou atender o pedido de Diana. Vá! E seja forte para se salvar e seus amigos. — Shane fala a ela.

– Vai embora, já fez demais Shane. Provou que é melhor que todos.

– Precisa saber que o que estou fazendo agora vai além de mim... E se veio aqui para pelejar por sua vida ou a de seus amigos, sinto muito. Mas você perdeu o seu tempo. — Shane apanhou a arma da mão dela e apontou para Alice — Agora vá! Corra!

Alice olha uma ultima vez para Shane e corre de volta para a pensão.

Shane observa ela ir, não sabia o porque tinha poupado, mas gostou dela ser como a mãe, atrevida e repleta de coragem.

Alice corre o mais rápido que consegue e assim que chega na entrada da pousada, ela se ajoelha e pega fôlego. Doía ouvir Shane falar de seus pais, doía ainda mais pensar que a qualquer momento, mais alguém poderia morrer.

Notas finais
Qual é a do Shane hein? Até eu tenho minhas dúvidas... Até o próximo =D