Notas iniciais
Preparem os lenços de papel! ~Enjoy~

– Bom dia a todos. — Dorian fala na sala — Hoje será o ensaio do casamento, onde contaremos com a ajuda de Gale e Dorotty. — Dorian sorri a elas.

– Isso mesmo e se preparem se derem um passo errado eu mando repetir tudo de novo. — Gale ri.

– Só colocarei essas roupas para lavar e podemos ir. — Dorothy sorri.

– Hey, Dorothy. — Alice pega uma blusa preta que caiu no chão. — Caiu e está faltando um pedaço.

– Ah sim, essa blusa, é... Eu uso na estufa. — A senhora pega a blusa e vai para a lavanderia.

– Mulher estranha. — Emma resmunga.

– Em! — Dani belisca ela.

– É impressão minha ou a blusa estava rasgada... — Christian comenta com os irmãos.

Jason beija Aimê e olha Dorian os dois se encaram friamente. A discussão de ontem ainda estava viva e merecia uma continuação.

– Ai Dany! — Emma esfrega a mão onde ele beliscou. — Estava rasgada sim.

– Vocês dois vão ficar se olhando de cara feia assim? — Aimê olha para eles.

– Pronto. Vai começar... — Gordon resmunga. — Hey, Heathy viu o Flint?

Dorian suspira e ignora a filha.

– O padre marcou de irmos as 10 horas. Caso alguns dos padrinhos não apareçam, vamos da mesma forma e alguém os substitui no ensaio. Depois passamos a eles o que foi feito.

– Não vi não Gordon. — Heather olha para ele.

– Sem todos os padrinhos nós não vamos pai. – Aimê olha para pai.

Dorian sai dali irritado, estava se esforçando para fazer o melhor para essa cerimônia, como também gostar do noivo. Mas não conseguia.

– Caramba. – Gordon sai da pousada senta na escada da entrada.

Gordon ouve uns barulhos vindos dos arbustos na lateral da pousada. Ele desce os degraus e procura pelo que possa estar fazendo o barulho. Assim que ele vai se aproximando os arbustos se mexem mais.

– Hey, quem tá aí. — ele apanha um garfo de arar a grama e vai caminhando.

– Vem. — Liv puxa Flint e sai dos meios dos arbustos.

– Ah caramba! Querem me matar. Meu Deus, vocês se superaram no sexo selvagem. — Gordon nota como estão sujos.

Flint pensa em não contar o que houve para não estragar o casamento.

– É. — Liv sorri sem graça. — O Hunter ta aí?

– Não ele, ainda não apareceu, vem, vamos pelos fundos. O pessoal não podem ver vocês assim. — Gordon diz.

– Tá certo. E o Terry? — Flint olha ele.

– Ainda não apareceu com a Karen. — Gordon comenta e deixa o garfo no chão.

– Kar? O que tem ela?

– Acho que os 2 foram curtir a ilha de uma outra forma.

Liv sente um arrepio percorrer seu corpo, ela acreditava que Karen e Terry tinham sido vitimas do assassino.

Flint olha Liv como se perguntasse "vai contar algo?". Enquanto ambos usam a entrada dos funcionários.

Gordon ia na frente. Apesar de todos estarem crentes de que havia algo de errado na ilha, Gordon gostava de pensar o contrário.

Liv balança a cabeça negativamente para Flint e continua andando com eles.

– Vão se trocar, o pessoal está na sala esperando vocês. — Gordon sorri e vai indo para a sala.

– Obrigada Gordon. — Liv sorri.

Dorian balança na cadeira e pensava sobre Aimê, ele amava a filha de uma maneira incomparável, como se vivesse para fazer a felicidade dela.

– Pai? — Aimê se aproxima dele.

– Aimê... — Dorian olha ela e sorri amorosamente.

– Chateado comigo?

– Nunca filha. Comigo mesmo. — Dorian suspira.

– Porque? — Aimê se aproxima do pai e olha para ele.

– Por que não consegui me controlar e tratei seu noivo mal, magoando você. — Dorian olha para o jardim.

– Exigir que você mude de uma hora para outra, é demais, mas você podia ao menos se acostumar com isso pai.

– Desculpe filha. Você vai casar, vai ser feliz. Vai vencer... Eu... Eu serei seu pai. O maior torcedor disso e não quem atrapalha.

– Não foi isso que eu quis dizer pai. — Aimê suspira e senta ao lado dele. — Eu quero que esteja feliz por mim, que entenda que o Jason é o meu homem, o cara que vai me fazer feliz como o senhor faz a mamãe.

– Bem, eu prometo que vou, você merece mais esforço meu. — Dorian sorri e olha novamente o jardim — Chame seu noivo, tenho um convite aos dois.

– Convite? — Aimê olha para ele. — Ta bom. — Ela se levanta e vai até a sala.

Jason estava com Flint que acabara de descer com Liv.

– Elaia, Flint você é pior que metralhadora. Atira prá todos os lados, mas acaba acertando alguém. — Jason ri.

– Jason? — Aimê se aproxima dele e toca seu ombro.

– Oi meu amor? — ele se vira, enquanto Flint sorri sem graça.

– Meu pai quer conversar conosco antes de irmos para a igreja. — Aimê sorri.

– Seria o certo? — Jason olha ela e suspira.

Liv segura na mão de Flint e faz carinho nele. O que eles passaram juntos os deixou bem mais ligados, era mais que beijos, mas sim uma questão de sobrevivência

Heather ao ver Flint sente uma tremenda vontade de ir abraça-lo, mas ao ver Liv ela revira os olhos e vai para fora da pousada.

– Vamos dar uma chance para ele. — Aimê puxa o noivo para subir com ela. — Por mim.

– Se você confia, eu vou com todo o prazer. — Jason fala romanticamente.

– Ah, você é perfeito. — Aimê sorri para o noivo e vai até a sacada. — Pai?

– Oi. Gostaria de levá-los a um local. — Dorian sorri quando eles chegam.

– Pra onde?

– Uma surpresa. Vamos. — ele caminha até a porta e espera ser seguido.

Jason olha Aimê sem entender e levantando os ombros segue o sogro.

Aimê segue o pai confusa.

Eles passam pela sala e Dorian diz.

– Pessoal nós 3 sairemos por alguns minutos, já voltaremos e vamos a igreja.

– Voltam vivos? — Emma olha para o tio.

– Voltamos Em. — Jason estranha o que ela diz.

– Sei la né, seu sogro te odeia. — Emma da de ombros.

– Emma Cassian Fontinelle! — Charlotte repreende a filha.

Jason ri.

– Voltarei. — Ele pisca para as 2 e sai dali.

Aimê vai com Jason e seu pai. "Espero que fique tudo bem."

– Daniel! Daniel! — Maya desce a escada correndo. — Daniel!!

– Hey! — Daniel berra e sorri quando ela se aproxima.

– Vem! — Ela o puxa pelo braço e sobe com ele para seu quarto.

– Impressão minha ou ela ta bem agitada? — Emma cochicha para a mãe.

– Você está muito palpiteira hoje. — Charlotte ri e vai para a cozinha com a filha.

– O que houve? — Daniel olha ela, estranhando.

– Eu descobri umas coisas! — Maya continua subindo a escada com ele.

– Coisas... Como assim. Me conta. — Daniel sobe animado com ela,

– No quarto. — Maya estava agitada, as olheiras sob os olhos dela indicavam que ela não tinha dormido.

– Caramba... Não sabia que ia tão afundo. — Ele olha as olheiras dela.

– É. — Ela abre a porta e acende a luz. As camas estavam cheias de jornais, todos organizados pelas datas e vários papeis sobre eles.

– O que significa isso. Caramba, Sara Sidle é você? — Daniel olha ela surpreso e animado simultaneamente.

– Sara? Oi? — Maya olha para ele. — Enfim... Hunter é um assassino! — Ela olha para ele e sorri, um sorriso diferente quase insano.

– Sara Sidle do CSI... — ele começa a explicar e para ao ouví-la. — O quê?

– Isso mesmo que você ouviu. Hunter é um assassino.

– Como? O que descobriu... — Ele olha os jornais e revistas.

– Não tira da ordem! — Maya olha para ele. — Ele é estranho, frio e os assassinatos foram feitos por ele. — Maya aponta para a foto e mostra a arma que Hunter segurava.

– Me explique. Apesar de eu achar ele esquisito e de personalidade duvidosa. Cometer assassinatos. Me mostre como? — Daniel gargalha.

– Pensa comigo. — Maya aponta para o jornal. — O cara morreu e o ex namorado foi acusado de assassinato, certo, então porque o Hunter está com uma arma na mão e não tem nenhuma na cintura dele muito menos nenhuma outra arma do crime.

– Mas Hunter assassinou o suposto assassino? Ou a namorada que foi assassinada? — Daniel olha ela.

– Namorado. — Maya olha para ele. — O suposto assassino.

– Então não legítima defesa. Ele matou o rapaz. — Daniel compreendeu o que ela estava querendo dizer.

– Isso!

– Caramba, eu sabia, eu sabia! Tinha algo de errado com ele. — Daniel olha para a reportagem — Então o suposto assassino não tinha uma arma, só havia a arma do Hunter?

Maya sai de dentro do banheiro secando o rosto.

– Só a dele. A não ser que o legista, se é que tem um nesse fim de mundo, ja teria levado antes da foto, mas se levou porque e qual explicação para o Hunter estar segurando a arma?

– Bem, precisamos investigar. Eu queria ir na casa do Hunter. Vem comigo? — Dani olha ela.

– Claro! — Maya sorri.

– Só precisamos saber onde é. — Daniel olha ela.

– Fácil. — Maya abre a porta e sorri ao ver uma camareira. — Hey, você sabe onde o xerife mora? Ele pediu para encontrarmos ele lá mas esqueci de perguntar onde era.

– Sei sim. Você segue reto a rua da pousada e vira a esquerda na ultima rua, a casa do fim dessa rua é a dele.

– Muito obrigada Ruth. — Maya sorri e olha para Daniel. — Vamos?

– Ok, vamos... Eu dirijo. — Daniel pisca a ela e vai saindo dali rapidamente.

– Tudo bem, vamos sair pelos fundos. — Maya sorri.

– Ok. — Daniel sai com ela.

– E foi aqui em que eu e sua mãe demos o primeiro beijo. — Dorian aponta para um campo aberto, parecido como um pasto, mas não era muito extenso. Havia uma árvore no meio do pasto.

Jason gostou de saber um pouco mais sobre Sheyla e Dorian, o sogro havia contado sobre a relação dos 2 a caminhada inteira até o pasto. Jason queria entender aonde ele iria chegar.

– Nossa pai. É lindo aqui! — Aimê sorri olhando em volta.

– Sim... Eu e sua mãe gostávamos de deitar no gramado e ficar bem abraçados, admirando as nuvens o céu. — Dorian suspira.

– Que fofo vocês. — Aimê sorri. — Mas pai, porque nos trouxe aqui?

– Vamos até a árvore e direi.

Jason olha Aimê interrogativo e segue Dorian que se dirige a árvore no centro do gramado.

Aimê levanta os ombros olhando para Jason e segue o pai confusa.

Ao se aproximarem da árvore podem enxergar algo escrito envolta de um coração.

"Sheyla e Dorian".

– Bem eu e sua mãe fizemos isso. Para que nosso amor permanece intacto. Já se fazem 22 anos. — Dorian fala e seus olhos brilham.

Aimê contorna o coração e os nomes com os dedos e sorri emocionada.

– Trouxe sorte a vocês.

– E como bem... Eu vim contando a história de sua mãe e eu, por que é uma grande história de amor. E agora está na hora de você juntamente com Jason viverem a de vocês... — Dorian começa.

Jason sorri e ouve atentamente as palavras do sogro.

Aimê sorri olhando para o pai e limpa o rosto.

– Ah pai...

– Bem, vocês precisam de uma chance para a vida a 2. Que apesar dos conflitos e divergências é maravilhosa. Então prá mostrar que apoio isso trouxe vocês aqui para fortalecer seu vínculo e enraizá-lo nessa árvore. Como Sheyla e eu fizemos. — Dorian tira de seu bolso um canivete e entrega a Jason sorrindo.

– Nossa Sr. Delaware, eu nem sei o que falar, isso é lindo.

– Apenas faça. — ele assente a árvore.

Feliz, Jason escreve seu nome, a sua caligrafia fica bastante bonita na árvore. Jason deixa o coração para Aimê, não sairia bom.

Aimê pega o canivete e desenha o coração, assim que termina ela fecha ele, coloca em seu bolso e abraça seu pai.

– Eu te amo pai, obrigada por isso.

– Eu também amo você minha filha. — Dorian olha o nome dos 2 abaixo do seu e de Sheyla.

Aimê vai até Jason e beija o noivo. Jason retribui ao beijo e Dorian olha eles sorrindo. Ele aprenderia a gostar de Jason, na verdade estava enciumado de estar perdendo a filha para outro homem, porém era hora de deixá-la simplesmente ir.

Aimê se afasta de Jason e sorri.

– Vamos?

– Sim... — Jason sorri a ela.

– Antes... — Dorian abraça Jason — Me perdoe, filho.

Jason fica sem palavras e retribui ao abraço, surpreso.

Aimê olha para eles e coloca a mão na boca surpresa e emocionada, ela nunca pensou que o pai pediria perdão ao genro.

– Está tudo bem, Sr. Delaware. — Jason estava embasbacado e manteve o abraço apertando o sogro.

Dorian estava fazendo o melhor para a alegria da filha.

– Os homens da minha vida se dando bem, não preciso de mais nada. — Aimê sorri.

– Só dizer "sim", lançar o buquê e... Deixar eu cortar a gravata! — Jason sorri bobo e encerra o abraço.

Dorian sorri também.

– Ta, eu deixo você cortar. — Aimê ri. — Você iria cortar mesmo se eu não deixasse

– Culpe o Gordon. Ele disse que isso é clássico. — Jason sorri.

– Bem, vamos para a pousada, onde Aimê poderá fazer isso. — Dorian puxa a fila para a pousada.

– Vamos. — Aimê sorri e caminha com os dois em direção a pousada.

Hunter e Alexia andavam pelos corredores da delegacia, haviam sido informados de que o legista tinha algo surpreendente para mostrar.

– O que você acha que pode ser xerife?

– Eu não sei, isso não pode estar acontecendo Lexis. — Hunter parecia desesperado, porém de uma maneira absurda.

– Calma Hunter, vamos dar um jeito nisso como da ultima vez. — Alexia coloca a mão no ombro dele e dá uns tapinhas. — Fica calmo e se controle, Alice está de volta e não deve se envolver nisso.

– Alice... Eu preciso proteger a Alie disso! — Hunter brada e abre a porta — O que encontrou?

– Calma! — Alexia entra logo atrás dele e fecha a porta. — Então?

O cadáver de Didi estava estirado sobre uma mesa, ao lado havia um outra mesa com pinças, lâminas e utensílios do legista. Havia marcas de costuras na garota o que mostra que ela já foi analisada.

– Eu estava analisando as perfurações e ao remover as roupas da Sra. Millbrook eu visualizei isso.

– Isso? — Alexia olha para o corpo de Didi e sente seu estomago embrulhar.

Ele a vira de costas e visualiza algo escrito nas costas delas, certamente foi feito por um canivete. As letras eram pequenas, porém legíveis. "Jogue o jogo do seu pai".

Hunter ainda não tinha se aproximado por isso Alexia leu primeiro. Ela lê a frase e coloca a mão na boca.

– Hunt é melhor não... — Ela sussurra ao ver ele se aproximar.

Hunter lê e fica paralisado, em choque, era um recado para ele. Não podia ser.

O xerife verdadeiramente fica sem ação, uma lágrima insistente escorre por seus olhos.

Alexia assente para o legista e empurra Hunter para fora, levando ele para a sala dele.

– Vem Hunter!

– Lexi. Você viu aquilo... Ele está me intimidando... Ele quer jogar comigo. — Hunter falava um pouco confuso pelo que acabou de ver.

– E você precisa se controlar pra não cair na dele. — Alexia fecha a porta da sala de Hunter e pega um copo de água para ele.

– É impossível não cair quando eu lembro que há um casamento que vai ser destruído e minha irmã está de volta na ilha. — Ele começa a derrubar as coisas de sua mesa — Maldito! Desgraçado! — Ele joga a luminária contra a parede e começa a chorar.

Alexia olha para ele e sem saber o que fazer, ela se aproxima dele e o abraça.

– Não posso perder a Alie... Alice... — Ele repetiu o nome da irmã algumas vezes e abraçou Alexia.

– Acalme-se Hunter, prometo que ninguém vai machucar ela, não vou deixar.

– Obrigado Lexis. Esse abraço me acalmou... — ele coloca a cabeça no ombro dela e pensa em Aimê, ela também está no meio dessa bagunça. "Não posso perder você também, A".

– Pelo menos fiz algo certo. — Alexia sorri.

Hunter mantém o abraço nela e não tira Aimê e Alie de sua cabeça.

– Liv? Você está bem? É a quinta vez que você tropeça na escada. — Dorothy olha para ela.

– Estou sim, desculpe. — Liv repete novamente a subida no altar e para do lado de Aimê.

– Tá tudo bem? -Christian questiona. Ele estava no lugar de Hunter, já que o xerife não havia chegado.

– Está sim, obrigada. — Liv sorri de lado e suspira.

Guilhermo e Charlotte eram os próximos. Ele entrou com ela e repetiu o que Liv e Christian fizeram ficando do lado de Jason.

– Alice e Flint? — Dorothy olha para eles. — Phill e Ive assim que eles se aproximarem do altar vocês podem entrar.

– Ok. — Ive sorri.

Alice caminha pelo corredor com Flint.

Flint não conseguia sorrir, ele tinha o casamento em suas mãos. Se contasse sobre o ocorrido, estragaria tudo, mas era difícil para ele ser falso.

– O que aconteceu com você e com a Liv? Ela não é destrambelhada desse jeito e nem você consegue fingir que está tudo bem. — Alice cochicha para Flint.

– Shiiiu. — Dorothy repreende Alice.

– Alie seu falar alguma coisa, o casamento para. — ele cochicha e é repreendido por mais um "shiu".

– Então fala pro Hunter, que acabou de chegar. — Alice olha para o irmão ao parar ao lado de Liv e Christian.

– Vou fazer isso Alie, no momento certo.

– Só não demore. — Alice sobe no altar com ele.

Hunter entra a igreja e acena ao pessoal que estava sentado, Emma, Gordon, Heather. Ele sorri a Gale que estava ajudando Dorothy.

– Aonde eu fico?

– Ao lado da Liv, xerife. — Dorothy indica.

– Vem amor, se não a Hitler vai mandar a gente pra câmara de gás. — Ive ri para Phill e caminha com ele pelo corredor.

– Meu Deus! — Phill sorri a Ive e vai entrando.

Hunter vai até Liv e fica ao lado dela.

– Obrigado por me substituir Christian.

– Tá tudo bem... — Christian sorri e vai se sentar ao lado de Emma.

Flint olha para Liv e suspira ao ver Hunter ao seu lado.

– Você melhorou? — Emma cochicha para Christian.

– Melhorei. — Christian cochicha de volta, enquanto Ive e Phill se posicionam.

– Agora é a entrada da noiva? — Gordon olha Gale.

– Aham. — Gale sorri e dá um selinho em Gordon.

– Sr. Delaware e Srta. Aimê, podem entrar. — Dorothy sorri a eles.

Dorian vai entrando na igreja lentamente com a filha. O coração dele estava acelerado em seu peito, ia entregar sua filha a Jason, sua única filha. Não importava se era um ensaio somente, ele estava contentíssimo por estar conseguindo realizar a felicidade da filha.

Aimê segura a mão do pai e caminha pelo corredor da igreja. Os olhos da garota estavam marejados, ver Jason ali esperando por ela, era um sonho se tornando realidade.

Dorian viu aquele momento como no casamento ao olhar para o lado ele viu as cadeiras lotadas com o restante dos convidados que viriam de barco no dia do casamento. Os enfeites da igreja no corredor. Ao olhar Sheyla ao lado do noivo ela estava com um vestido maravilhoso e sorridente. Jason super bem vestido com um terno, algumas lágrimas teimosas saiam de seu rosto. Os casais de padrinhos celebrando e admirando a beleza de sua filha. Ele olhou para ela... Seus olhos escorriam lágrimas também, Aimê era de longe a mais linda, tinha o brilho de conquista em seu rosto. Tudo estava perfeito em sua imaginação.

Aimê não podia evitar, mesmo sabendo que era apenas um ensaio, não era uma coisa qualquer. Era um ensaio do dia que mudaria sua vida para sempre. Ela olhava fixamente para Jason e umas lágrimas teimosas escorriam pelo seu rosto.

– CHEGA! — Liv grita e desce do altar.

– Vixi, deu a louca! — Emma levanta.

– Liv? Que foi? — Aimê para de andar e olha para ela.

– Não posso deixar que isso aconteça! — A loira olha para a amiga, Aimê não merecia isso.

Todos mantém seus olhos em Liv. Flint coloca a mão na cabeça supondo que daria merda.

– Liv, minha querida, o que houve? — Dorian olha para ela, ao voltar a tona de seus devaneios.

– Vocês estão chorando, vamos fazer uma pausa né?! — Liv olha para Dorian. — Desculpe, mas eu preciso ir. – Ela caminha para fora da igreja pelo corredor.

Ao abrir a porta, Liv ouve um barulho de tiro. A bala passa pela loira e por fim acerta a cabeça de Dorian Delaware. Sangue espirra em Aimê e Gale que estava próxima. Dorian cai morto ao chão.

Notas finais
R.I.P Dorian! Eu, Vanessa, ainda estou em choque! :'/ Reviews? Favoritos? Recomendação? #FaçamOsAutoresFelizes