Whisper
1 Happy Birthday
Notas iniciais
O capitulo esta meio pequeno
“Tem certeza que isso não é furada Quinn?”. Perguntou Santana.
Ela sorriu e abraçou a sua noiva.
“Tenho Sant, não precisa se preocupar. Muito dinheiro esta envolvido nisso, o suficiente para abrir o meu novo restaurante e pagar a uma clínica de fertilização”.
Santana sorriu carinhosamente para Quinn, as duas já há algum tempo estavam querendo ter um bebe. O sonho se Santana era construir uma família com sua amada. E o sonho de Quinn era abrir um restaurante e começar uma vida nova ao lado dela.
Quando Puck, o seu amigo recebeu a ligação de Willian avisando sobre o novo trabalho que um tal de Jones conseguiu para eles, Quinn ficou com um pé atrás, mas foi convencida e agora se dirigia a uma festa de aniversário determinada a fazer o que fosse preciso pelo seu sonho.
Ela estava disfarçada como homem, com um modificador de voz e vestida de príncipe. O tal Jones arranjou, não se sabe como, o posto de príncipe encantado da festa de quinze anos da filha de Shelby Berry, Rachel.
Ela foi em uma van até o local.
Parou no quintal e pôs a injeção com tranquilizante que usaria na garota em seu bolso.
Entrou na mansão, passou pelos convidados e estendeu a mão para a pequena garota em um vestido de princesa com uma máscara de fada, já que o tema era festa a fantasia.
Nem parecia que já tinha quinze anos.
Era bem pequena, magra, mas com algumas curvas, de cabelos longos e escuros, em contraste com a altura e o cabelo loiro de Quinn, que estava com uma máscara prateada para que a criança não visse o seu rosto.
Começaram a dançar no meio do salão.
A música ficou mais lenta.
“Obrigada por vir a minha festa senhor”. Rachel lhe direcionou um sorriso encantador.
“Uma festa adorável senhorita Berry”.
“Eu sei. Mamãe é muito boa nisso, ela adora decoração”. Seu sorriso agora era orgulhoso.
As duas pararam de dançar e Rachel levou a loira para fora de casa, em uma área um pouco afastada da mansão, mas bem perto da garagem.
“E então? Vamos conversar?”. Rachel perguntou com um tom animado.
“Claro”.
“Acho Quinn um nome muito bonito. Nome da nobreza”. A elogiou e o queixo da loira caiu.
“Como sabe que me chamo Quinn?”. Seus olhos estavam arregalados de surpresa.
“Você me disse”. Rachel falou, como se fosse óbvio
“Não... eu não disse”.
“Disse sim”. Rachel insistiu. “Se não, como eu iria saber o seu nome? Ou está sugerindo que eu sou telepata?”. Perguntou em um tom de divertimento.
A lógica do argumento da criança a confundiu, mas Quinn se recobrou e pegou a seringa do bolso. A menina parecia distraída com alguma coisa e não olhava diretamente para ela, o que só facilitou o seu trabalho.
Quinn injetou o sonífero em seu pescoço, a fazendo apagar no próximo segundo, ela pegou Rachel no colo e pôs na van, acelerou e saiu dali o mais rápido possível. Depois de alguns minutos dirigindo, parou a van no meio da estrada e esperou pela chegada de Santana, Puck e Willian que era o chefe deles
“A menina?”. Willian perguntou, assim que entrou no carro.
“No porta-malas”.
Tudo tinha dado certo.
Mas porque os quatro se sentiam tão desconfortáveis com a situação?
Chegaram ao acampamento, e de repente, um sussurro, quase inaudível, foi ouvido pelos quatro.
Eu vou matar vocês!
Fale com o autor