Wherever I Go

18 Cap. 14 - Primeiro dia de aula


Notas iniciais
heeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeey
mais uma cap aqui
esse cap narrará o primeiro dia de aula da Sarah!
espero que gostem!

Cap. 14 — Primeiro dia de aula

\"\"

Ela o procurou no meio dos alunos e achou. Caminhou em passos rápidos até onde ele estava. Cutucou-o nas costas e ele se virou.

–Oi Draco. — Ela disse sorrindo.

–Oi Sah! — Ele disse, logo a apertando num abraço forte.

Ela retribuiu, e quando os dois se soltaram, ele a olhou com uma expressão de dúvida.

–Você não ta com raiva de mim? — Ele disse.

–Por que eu estaria com raiva de você? — Ela disse, levantando uma sobrancelha.

–Porque, tipo assim, eu não te contei que eu era bruxo. — Ele disse coçando a nuca. — Mas foi seu pai que mandou!

Sarah revirou os olhos.

–Não precisa se preocupar, você sempre será meu melhor amigo favorito. — Ela disse sorrindo.

Eles sorriram um para o outro, e Sarah disse:

–Quer me levar até o dormitório?

–Dormitório? Mas você nem pegou o horário! Ou já pegou? — Ele disse, fazendo Sarah soltar uma risada.

–Sabia que você é bem idiotinha? — Ela disse.

–Ei! — Ele reclamou, fazendo Sarah soltar mais uma risada.

–Não, eu não peguei o horário. Onde pego? — Ela perguntou.

–Eu acho melhor você e os outros irem até o Dumbledore para pegarem os horários e para saberem em que dormitório ficarão. — Ele disse.

–Ok, eu to indo. — Ela disse e deu um aceno rápido enquanto se afastava.

Ela avistou Logan, Alice, Jasper, Bella e Edward conversando no meio de alguns alunos e se dirigiu para lá.

–Vocês querem ir ali no Dumbledore comigo? — Ela disse.

–Oi Sarah. — Logan disse. — Quem é Dumbledore?

–O diretor. — Sarah respondeu.

–Tá bom, nós vamos. — Bella disse e os amigos se encaminharam até onde Dumbledore estava, em frente á mesa onde ele jantava, pois Dumbledore e os outros professores não haviam saido do lugar.

–Senhor Dumbledore, poderia nos dar nossos horários e nos informar quais são nossos dormitórios? — Sarah pediu.

–Ah, claro, os horários. — Dumbledore disse, tirando alguns papéis de um bolso interno nas vestes e entregandpo um papel para cada um. — E os dormitórios, vocês terão cada um um dormitório para uso pessoal, ou seja, apenas para você, em sua respectiva sala comunal, ou no caso da srta. Thompson, em todas as salas comunais. Aqui estão as chaves. — Ele tirou chaves de mais um bolso interno nas vestes e entregou-as. Cada chave tinha um chaveiro com o brasão da sala comunal onde ficava e com a incial do nome da pessoa. — Eu aconselho vocês á trancarem as portas, pois em algumas das casas há alunos indisciplinados que gostam de aprontar com colegas. Agora vão, antes que Filch os pegue. Ah, pedra filosofal.

Os amigos ficaram confusoso com a última frase do diretor, mas se viraram assim mesmo. Se assustaram ao se virar e notar que o Salão Principal estava vazio, mesmo assim eles andaram até passarem pelas enormes portas duplas e saírem em um corredor. Andaram alguns passos, até que Alice disse:

–Problemas.

–O que foi? — Jasper perguntou.

–Não sabemos onde ficam as salas comunais. — Alice disse.

–Eu levo vocês. — Eles se viraram e viram Draco encostado numa parede próxima as portas duplas.

–Draco? — Logan perguntou confuso.

–E aí, Logan? — Draco disse, andando até Logan e fazendo um toquinho de mãos com o mesmo. Bella bufou.

–Dá pra levar a gente logo? Se alguém nos pegar levamos detenção! — Ela exclamou.

–Calma, eeeita. — Draco disse, depois deu de ombros e saiu a frente, com os outros o seguindo. Sarah observava atentamente os seus amigos. Logan estava feliz, Alice estava, se fato, saltitante, Bella parecia cansada, Jasper estava quieto como sempre, e Edward estava estranho. Ele olhava para baixo e estava sério, parecia estar pensando sobre a vida. Sarah deu isso ao fato do impacto emocional de descobrir que tem um irmão. Depois de passarem por mais corredores, subirem escadas que se mexiam, Draco anunciou:

–Sala Comunal da Corvinal.

Estavam em frente a uma porta. Não tinha maçaneta nem fechadura: nada, exceto uma tábua lisa de madeira envelhecida e uma aldraba de bronze em forma de águia.

–Como se entra? — Bella perguntou.

–Tenta bater na porta. — Draco sugeriu, sorrindo marotamente.

Bella esticou a mão pálida. Ela bateu uma vez, e no silêncio, a batida pareceu a Sarah um tiro de canhão. Imediatamente, o bico da águia se abriu, mas em vez do grito do pássaro, uam voz suave e musical perguntou:

–O que veio primeiro, a fênix ou a chama?

–Hein? — Bella exclamou.

–Não tem senha. — Draco explicou. — Tem que responder a uma pergunta.

–E se você errar? — Edward perguntou pensativo.

–Bem, aí terá que esperar até alguém acertar. — Draco disse.

–Então... eu acho que a resposta é que um círculo não tem princípio. — Edward disse.

–Bem pensado. — Disse a voz e a porta se abriu.

–Bem, tchau. — Bella disse. — Até amanhã.

–Tchau. — Edward disse distante, e os dois entraram na porta, que depois se fechou.

Draco se virou e logo todos recomeçaram a longa caminhada por corredores e escadas móveis. Depois de mais algum tempo, eles entraram em um corredor. No finzinho do corredor havia um retrato de uma mulher muito gorda vestida de rosa.

–Senha? — Pediu ela.

–Ferrou tudo. — Draco disse. — Eu sou da Sonserina, como vocês vão entrar?

–Ei, nós somos alunos novos, pode deixar a gente entrar? — Logan perguntou para a mulher.

–Somente com a senha. — Ela disse.

–Espere! — Sarah disse para a mulher que ameaçara ir para outro quadro. — Pedra filosofal.

O retrato se inclinou para frente, revelando um buraco redondo na parede.

–Tchau, até amanhã, e se cuidem. — Sarah disse e eles a encararam.

–Você é da Grifinória. — Logan contestou.

–E da Sonserina. — Sarah replicou. — Papai é da Sonserina. Eu vou ficar na Sonserina.

–Pois bem, que fique! — Logan disse, virou e entrou pelo buraco redondo, furioso. Alice e Jasper se viraram para Sarah e Draco.

–Desculpe por ele. — Sarah disse. — Logan sempre foi irritadinho.

–Se cuida miga. Até amanhã. — Alice disse. Jasper acenou e os dois entraram pelo buraco, que se fechou depois.

Sarah e Draco viraram e Draco foi guiando Sarah por mais corredores e escadas móveis. Depois de algum tempo de caminhada, Draco parou junto a um trecho da parede de pedra, liso e úmido.

–Qual a senha? — Sarah perguntou.

–Perseverança. — Draco disse, e uma porta de pedra escondida na parede deslizou. Draco entrou e Sarah o seguiu.

A sala comunal da Sonserina era um aposento comprido e subterrâneo com paredes de pedra rústica, de cujo teto pendiam correntes com luzes redondas e esverdeadas. Um fogo ardia na lareira encimada por um console de madeira esculpida e ao seu redor viam-se as silhuetas de vários alunos da Sonserina em cadeiras de espaldar alto. Tinham também mesas, poltronas, abajours, e algumas estantes com livros.

Logo que Sarah e Draco pisaram na sala, os olhares dos alunos ali presentes se voltaram para eles. Logo a sala foi se enchendo de murmúrios e cochicos. Uma aluna se levantou de uma cadeira e veio saltitando até Sarah e Draco. Era Millena.

–Oie. — Ela disse.

–Oi Millena. — Sarah disse.

–Você conhece a Millena? — Draco disse.

–Nos falamos no jantar. — Sarah respondeu.

–E você, conhece o Greengrass? — Millena disse. Sarah olhou Draco pelo canto do olho e depois disse.

–É, é. — Sarah disse.

–Vai subir pro dormitório agora? — Millena perguntou.

–Nao, vou dar uma palavrinha com o Draco primeiro, depois eu te chamo. — Sarah disse e sorriu.

–Claro. — Millena disse e voltou a se sentar na mesma cadeira.

Sarah guiou Draco até duas poltronas loge dos outros alunos e se sentou em uma e ele em outra.

–Greengrass? — Sarah perguntou em voz baixa.

–É o sobrenome do meu padrasto. — Draco disse também em voz baixa.

–Me explica logo, vai. — Sarah disse em voz baixa, sem paciência.

–Minha mãe é Narcisa Rosier Black Malfoy Greengrass, meu padrasto é Lucius Greengrass, e todo mundo me conhece por Draco Greengrass, e não por Draco Andrew Rosier Black Malfoy, até porque todos acham que Lucius é meu pai. — Draco disse em voz baixa. — E não fazem ideia que eu sou semideus filho de Apolo.

–Ótimo. — Sarah disse. — Vai subir pro dormitório agora?

–Amanhã é o primeiro dia de aula, você por acaso deu uma olhada no seu horário? — Draco disse. — A primeira aula é seis horas.

–O que? — Sarah exclamou.

–É queridinha, temos que acordar pelo menos cinco e meia da matina. E são dez e cassetada. — Draco disse. — Eu to me mandando. Boa noite. Amanhã eu te espero aqui em baixo.

–Ok, boa noite. — Sarah disse e deu um beijo na bochecha de Draco, que corou e levantou, se encaminhando para uma das duas escadas em forma de caracol que levavam aos dormitórios.

Sarah levantou-se e caminhou em direção a cadeira em que Millena estava sentada. Millena, quando viu Sarah, levantou-se em um salto e foi para o lado dela.

–Vamos. — Millena disse, guiando Sarah para a escada contrária a que Draco subira.

As duas garotas subiram as escadas e se depararam com um corredor com várias portas de madeira que tinham, cada porta, uma plaquinha de plástico branco com alguma coisa escrita em preto.

–Como eu sei qual é meu quarto? — Sarah perguntou, confusa.

–Tem os nomes, venha aqui! — Millena disse, guiando Sarah até uma das portas. Na plaquinha de plástico estava escrito:

Alyssa de LaMartine

Brenda Stephanie McClain

Geneviv Grandlorm

Millena Anne Maldonald

Reina Blanc

–Esse é meu quarto. Eu divido ele com quatro pessoas, como você deve ter percebido. — Millena disse. — Agora, para você saber qual é seu quarto, é só procurar uma placa que tenha seu nome!

–Com a quantidade de portas que tem aqui... — Sarah disse.

–Eu te ajudo. — Millena disse, e logo depois as duas estavam lendo os nomes das plaquinhas procurando o nome de Sarah.

Não foi dicícil achar o quarto de Sarah, elas só demoraram alguns minutos, quando Millena exclamou:

–Aqui, aqui! — Ela disse, em frente á uma porta de madeira com uma plaquinha de plástico preta com o nome "Sarah Sophia Selena Marie Gomez Lerman Jackson Thompson" escrito em roxo.

–É, diferente né? — Sarah disse. — Obrigada.

–De nada. — Millena disse. Sarah tentou abrir a porta, mas estava trancada.

–Tá trancada. Dumbledore não te deu uma chave? — Millena disse.

Sarah pegou a chave com o chaveiro da Sonserina e a colocou no buraco da fechadura. Deu duas voltas e a porta destrancou. Ela e Millena entraram no quarto.

–Ah meu Deus! — Millena exclamou.

Certamente não era comparado ao quarto de Sarah em sua big mansão em Nova York, mas era alguma coisa.

O quarto tinha paredes lilases com algumas manchas roxas, era enorme, se comparado aos outros quartos. Na parede de frente á Sarah havia uma cama king size com dossel no meio, um criado mudo de cada lado da cama com um abajour cada, uma janela do lado direito da cama com uma poltrona branca defronte a janela e uma porta de vidro tapada por cortinas pretas no lado esquerdo da cama; na parede esquerda á cama haviam cinco portas brancas, uma havia o desenho de uma estrela de ouro, outra havia o desenho de uma estrela de prata, outra havia o desenho de um livro, outra havia o desenho de uma cama e a outra o desenho de um papel higiênico; na parede direita á cama havia uma penteadeira, uma escrivaninha e um armário com alguns livros; na parede que havia a porta de entrada e estava em frente a cama havia um armário baixo com um DVD um X-box 360, e alguns DVD's e jogos, e acima do armário, havia uma enorme televisão LED de cinquenta e duas polegadas. Os móveis eram brancos e beges, o dossel da cama era branco, e o jogo de cama (de lençóis, fronhas e etc) era roxo.

–Nossa. — Sarah disse.

–Seu quarto é mil vezes melhor que o meu! — Millena disse. — Que divinidade!

–É. — Sarah concordou, observando mais atentamente o quarto. — Mas, sem querer ser grossa nem nada, já está tarde e amanhã minha primeira aula é seis horas, e... falar nisso, quantos anos você tem e que ano cursa?

–14. Sexto ano. — Millena disse. — E tá tarde mesmo, eu nem arrumei minha bolsa para amanhã. Estou indo, boa noite.

–Boa noite. — Sarah disse, vendo Millena sair do seu quarto e fechar a porta. Sarah trancou a porta e se virou pro enorme quarto. Caminhou apressada até um dos criados mudos e colocou as três chaves de dormitórios que sobraram ali. Pegou o horário e o analisou.

1 — Poções, Prof Horácio Slughorn (6h ás 6h50)

2 — Feitiços, Prof Filius Flitwick (7h ás 7h50)

3 — Defesa Contra as Artes das Trevas, Prof Severus Snape (8h ás 8h50)

4 — Transfiguração, Profa Minerva McGonagall (9h ás 9h50)

5 — História da Magia, Prof Cuthbert Binns (10 ás 10h50)

6 — Herbologia, Profa Pomona Sprout (11h ás 11h50)

7- Astronomia, Profa Aurora Sinistra (somente na época de NOMs e de NIEMs) (12h ás 12h50)

8- Vôo ou Quadribol, Profa Rolanda Hooch (não é obrigatório) (12h55 ás 13h)

9- Almoço (12h55 ás 13h55)

10 — Tempo livre (13h55 ás 14h55)

11 — Matérias Opcionais (15h ás 15h50)

12 — Matérias Opcionais (16h ás 16h50)

13 — Matérias Opcionais (17h ás 17h50)

14 — Matérias Extra Curriculares (18h ás 18h40)

15 — Matérias Extra Curriculares (18h50 ás 19h40)

16 — Tempo livre (19h50 ás 20h40)

17 — Jantar (20h40 ás 21h40)

18 — Tempo livre (21h50 ás 22h40)

19 — Sala comunal ou em determinados dias, Astronomia (22h50 ás 24h)

20 — Dormir ou passar o resto da noite em claro (24h10 ás 5h)

Havia um papel colado com um pedaço de fita adesiva atrás do horário:

Matérias Opcionais:

São matérias que os alunos de Hogwarts podem escolher entre estudar ou não estudar durante os 3º, 4º, 5º, 6º,7º anos de estudo em Hogwarts. Como todas as outras matérias são facultativas nas classe de NIEMs.

Duelos;

Adivinhação;

Runas Antigas;

Aritmância;

Estudo dos Trouxas;

Trato das Criaturas Mágicas.

Matérias Extra Curriculares:

Hogwarts oferece uma série de aulas suplementares que constam nos NIEMs.

Estudos Antigos;

Arte Trouxa;

Música Trouxa;

Estudos Espectrais.

É permitido escolher uma aula diferente a cada dia.

Sarah dobrou cuidadosamente o horário.

Ok, sua primeira aula era Poções. Ela seria um desastre completo!

Tirou esses pensamentos da cabeça e caminhou até a porta que havia desenhado um livro. A abriu e seus malões de coisas de escola estavam ali, inclusive sua coruja, que pensara e dera o nome de Lilac.

Ela abriu um dos malões e tirou a mochila preta com detalhes roxos de dentro. Fez sua varinha Vidente aparecer em sua mão e pensou em um feitiço que lera no livro Todos os Feitiços, Encantamentos e Azaraçõs do Mundo, era um feitiço indetectável de extensão.

Extensio! — Disse apontando para o interior da bolsa. Ela não percebeu nenhuma alteração, mas mesmo assim foi colocando os materiais necessários para as aulas do dia seguinte, ou seja, todos os materias. Colocou dentro também o horário, depois fechou a bolsa e pegou a gaiola de Lilac e saiu dali. Colocou a mochila no pé da cama, junto com a gaiola de Lilac e foi para a porta desenhada com um papel higiênico, o banheiro. Se despiu e tomou um banho rápido sem lavar os cabelos, se enrolou na toalha e saiu do banheiro. A porta desenhada com uma estrela de ouro era um closet de roupas, a desenhada com uma estrela de prata era um closet de sapatos, a desenhada com uma cama era um closet de roupas de cama. Sarah entrou no closet de roupas e escolheu uma blusa de mangas compridas preta e uma calça de pijama xadrez (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=40807432&.locale=pt-br ). Vestiu-se rapidamente e depois foi para a cama, e caiu em sono profundo.

Sarah abriu os olhos rapidamente. Fez que o Iphone4 aparecesse em sua mão e viu que ainda eram 5h da manhã. Ela expirou aliviada.

Guardou o Iph4 na mochila que estava no pé da cama, notou que Lilac dormia profundamente, e depois levantou-se e foi pro banheiro. Fez suas higienes matinais e tomou um longo banho, lavando os cabelos. Depois os secou com secador e foi escolher a roupa enrolada na toalha. Escolheu uma camiseta social branca de botões, uma saia preta, uma gravata da Sonserina, uma ankle boot e alguns acessórios. Fez uma maquiagem com as cores da casa e fez um penteado (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=40808114&.locale=pt-br ).

Depois, pegou a mochila e a pôs nas costas e abriu a gaiola de Lilac, assustando a coruja, que logo de recuperou e vôou para o ombro da dona. Sarah deixou a gaiola ali mesmo e ainda com Lilac no ombro, abriu a cortina preta e a porta de vidro, revelando uma grande varanda, com uma mesa com três cadeiras e duas poltronas, a varando tinha uma bela vista. Sarah pegou Lilac pelo dedo e disse:

–Vá para o Corujal. — Rapidamente a coruja vôou do dedo de Sarah e saiu em disparada pelos ares.

Sarah fechou a porta de vidro, que era daquele tipo que desliza, mas deixou a cortina aberta.

Caminhou até a porta e a destrancou, pegando a chave logo em seguida. Saiu do quarto e fechou a porta, a trancando e guardando a chave na mochila.

Caminhou pelo longo corredor e desceu as escadas, chegando na sala comunal.

Avistou Draco e Millena conversando perto da porta, e foi para lá.

–Bom dia. — Sarah disse.

–Bom dia, acordou cedo hein! — Draco disse.

–Bom dia. Vamos logo? — Millena disse.

–Vam'bora. — Sarah disse. Os três saíram da sala comunal e estavam só em um corredor das masmorras.

Caminharam animadamente, conversando sobre coisas trouxasm até que ocorreu um pensamento á Sarah.

–Draco, está em que ano? — Ela perguntou.

–Posso ter 16, mas to no sexto ano porque entrei atrasado na escola. — Draco disse.

–Qual a primeira aula de vocês? — Sarah perguntou.

–Poções. — Responderam juntos.

–Ótimo. — Sarah disse. — A minha também.

Depois de alguns minutinhos a mais, os três finalmente chegaram no Salão Principal, que estava apinhado de gente, gente essa que se virou quando Sarah pisou no Salão, a encarando e cochichando.

Os amigos foram para a mesa da Sonserina sobre muitos olhares, e começaram a tomar seu café da manhã. Draco comia panquecas, Millena, torradas com geléia, e Sarah, bolo de chocolate, e ambos bebiam chá.

Quando terminaram de tomar café, Sarah perguntou:

–Agora vamos pra aula logo ou esperamos dar o horário?

–Tanto faz. — Draco disse.

–Então vamos logo. — Millena disse. Os três se levantaram, atraindo olhares, e se retiraram do Salão Principal, e refizeram o caminho para as masmorras, agora em silêncio. Chegaram na sala de Poções e encontraram o tal Prof Slughorn.

–Ora, Maldonald e Greengrass, chegando cedo na minha aula, junto com a srta...? — Slughorn disse, encarando um de cada vez. Quando encarou Sarah, deixou o vidrinho que segurava cair. — Pelas barbas de Merlin, Sarah Thompson!

–Anh, olá, professor Slughorn. — Sarah se apressou em dizer, vazendo a varinha Vidente aparecer em sua mão. — Deixe que eu conserto isso para o senhor. Reparo.

O vidrinho em pedaços voltou ao que era antes. Sarah abaixou-se e o pegou, entregando-o nas mãos trêmulas de Slughorn.

–Eu fui professor dos seus pais, e eles eram uns dos meus alunos favoritos, eram uns dos melhores.

–Ah, que bom. — Sarah disse, forçando um sorriso. — Vou tentar me sair bem nessa aula, professor.

–Tenho certeza de que se sairá bem srta. ... — Slughorn ia dizendo, mais foi interrompido por outros alunos que entravam na sala discutindo.

–Eu empresto as coisas para cada um de uma vez! Agora parem de discutir sobre quem usa primeiro! — Um voz feminina disse.

Sarah, Draco, Millena e o Prof Slughorn se viraram e viram um trio de dois meninos e uma menina. Era a menina do trem, mas um dos meninos chamou a atenção de Sarah. Tinha cabelos pretos bagunçados, olhos verde esmeralda, pele pálida, usava óculos e um uniforme da Grifinória.

–Anh... Bom dia. — O Prof Slughorn disse. — Ora, Harry, meu garoto!

–Ah, alô. — O garoto que tinha chamado a atenção de Sarah disse, mas ele não olhava o professor, seus olhos estavam fixos em Sarah e em seus amigos.

–E os srs, quem são? — Slughorn perguntou.

–Hermione Granger, senhor. — A garota disse.

–Ronald Weasley. — O outro garoto disse.

–E então Harry, como vai? — Slughorn disse, mas Harry não respondeu, ainda encarava Sarah, Draco e Millena. — Ah, esses são Draco Greengrass, Millena Maldonald, e Sarah Thompson. Você deve se lembrar de Draco e de Millena no almoço no trem.

–Hein? Ah sim, claro. — Harry disse.

Antes que Slughorn pudesse falar mais alguma coisa, um grupo enorme de alunos entrou na sala.

–Bom, sentem-se então! — Ele gritou.

Sarah, Draco e Mille — apelido que Sarah inventara para a mais nova amiga — sentaram-se em uma mesa e começaram a pegar as coisas e as colocarem na mesa. Quando os três estavam com suas próprias balanças, caldeirões, livros, ingredientes e alguns outros equipamentos, o resto dos alunos chegou e o professor começou:

–Bom dia classe! Eu sou o professor Horácio Slughorn, o novo professor de Poções que Dumbledore esqueceu de mencionar ontem, mas creio que mencionou hoje. Hoje vocês vão tentar fazer a Poção do Morto Vivo! A receita está na página 10 do livro! Os dois melhores ganharão um prêmio!

–Senhor, eu e Rony não temos o livro e o material porque... — Harry disse, mas Sarah parou de prestar atenção e se concentrou em sua poção.

Sarah abriu o livro na página 10 e ali tinha a receita da Poção do Morto Vivo. Ela acendeu o fogo embaixo do caldeirão e começou lendo os ingredientes.

Ingredientes:

Losna

Raízes de valeriana

Raiz de asfodelo em pó

Vagem suporífera

Sarah separou os ingredientes necessários e leu as outras instruções. Picar raízes de valeriana e botar no caldeirão, após isso ela deve apresentar-se lisa e cor de grosélha, o ideal.

Sarah pegou sua faca de prata e uma raiz de valeriana e começou a picá-la. Fez isso com as outras raízes e colocou-as no caldeirão, que ficou cor de groselha.

Após feito, deve-se cortar a vagem suporífera e botar o sumo no caldeirão. O aconselhado é usar o sumo de 12 vagens.

Sarah pegou uma vagem e tentou cortá-la de qualquer modo, mas não conseguia. Olhou para os lados e viu que nem Draco nem Mille conseguiam cortar a vagem. Acidentalmente, ela amassou a vagem com a faca de prata que usava, e por incrível que pareça, o sumo saiu. Ela fez isso novamente com mais 12 vagens e colocou o sumo obtido no caldeirão. Só depois ela notou que eram apenas 12 vagens e ela tinha colocado o sumo de 13. Bateu com a mão na testa, mas ignorou o fato e passou para a próxima etapa.

Agora mexa no sentido anti-horário, que resulta em uma poção violeta. Sarah começou a mexer o caldeirão. Depois de sete voltas no sentido anti-horário, se distraiu e deu uma no sentido horário, coisa que não notou. Fez a mesma coisa novamente, até que quando viu a poção estava violeta, e ea nem notara o erro que havia feito duas vezes.

Adicionar a raiz de asfodelo em pó e a infusão de losna, e então a poção está pronta. Sarah adicionou os dois ingredientes, e um minuto depois, o professor anunciou:

–TEMPO ENCERRADO. Agora eu verificarei as poções. — Ele disse e começou a verificar cada caldeirão, fazendo careta para todos, até chegar no caldeirão de Harry, no qual ele abriu um sorriso.

–Por enquanto é a melhor mas eu duvido muito que acharei outra melhor que essa. — Ele disse. Continuou verificando os caldeirões. Verificou o de Mille, nada, o de Draco, nada, o de Sarah, puf! Ele quase desmaiou.

–Oho! A melhor Poção do Morto Vivo que eu já vi em séculos! — Ele exclamou. — Muito bem Sarah! Você e o Harry fizeram as melhores Poções!

–Obrigado, senhor. — Sarah disse.

–Estão liberados, todos, menos a srta. Thompson e o sr. Potter! — Slughorn disse. Enquanto os outros jogavam as coisas de qualquer jeito nas mochilas e saiam, Sarah guardou os materiais que usara, depois de lavar o caldeirão e a faca de prata, e se levantou num pulo, com a mochila nas costas. Estavam naquela sala somente ela, Potter e Slughorn.

–Bom, as poções de vocês foram as duas melhores da turma, e como prêmio, cada um ganhará isto. — Slughorn mostrou um vidrinho de mais ou menos oito centímetros cheio até a rolha com um líquido dourado.

–Felix Felicis. — Sarah sussurrou. — Sorte líquida.

–Isso mesmo. Uma gota dessa poção o transformará em a pessoa mais sortuda do mundo por 12 horas. Usem com inteligência. Lembrem-se que é proibida em eventos esportivos e oficiais. — Slughorn disse, estendendo um vidrinho para Harry e outro para Sarah. Sarah pegou seu vidrinho e o analisou. Não fazia a mínima ideia em que usaria aquela poção. Ela guardou a poção cuidadosamente num bolso sem nada da mochila.

–Agora vão logo, vocês tem aula! — Sughorn disse. — Ah, trinta pontos para a Grifinória e trinta para a Sonserina.

–Ai, eu não sei onde fica a sala de Feitiços, meus amigos já foram! Eeu tenho que arranjar um mapa daqui. — Sarah disse.

–Sem problemas, eu levo você, a minha aula também é feitiços. — Potter disse.

–Obrigada. — Sarah disse. — Tchau professor.

–Tchau, tchau. — Slughorn disse vendo Sarah e Harry saírem da sala de aula.

–Olha só, estamos nas masmorras, que são no porão, e a sala de feitiços é no segundo andar, são — Harry consultou o relógio que usava. — seis e cinquenta e cinco e a aula de feitiços começa ás sete e seria melhor se corrêssemos!

–Ok! — Sarah disse. Os dois começaram a correr, Sarah seguindo Harry. Passaram por corredores e subiram escadas mágicas, até que, ofegantes, entraram por uma porta e estavam numa sala cheia de alunos com um professor de idade muito baixinho.

–Os srs. chegaram atrasados. — Ele disse.

–Nos desculpe professor, acontece que o professor Slughorn quis conversar conosco depois da aula. — Sarah disse. — Nos desculpe, senhor.

–Sentem-se. Foram apenas três minutos de atraso. — O professor Flitwick disse.

O problema era que era para se sentar em pares, só restava uma mesa vazia, no fundo, pois as outras estavam cheias. Sarah e Harry se sentaram na mesa vazia e o professor continuou a falar.

–Como eu ia dizendo, hoje vamos treinar um feitiço chamado Aguamenti. Alguém pode me explicar o que ele faz? — O professor disse e a mão de Sarah se levantou instantaneamente, e ninguém mais levantou a mão, nem Hermione Granger. — Srta. Thompson?

–O feitiço Aguamenti produz um jato de água controlado mentalmente, o que o nome já diz, agua e menti. – Sarah disse abaixando a mão.

–Muito bem srta.! Vinte pontos para a Sonserina. — O professor Flitwick disse. — Vocês irão treinar o feitiço em seus parceiros, tentando fazer a água somente se enroscar no colega. Podem começar.

Sarah se virou para Harry e ele a encarava.

–Quem começa? — Ela perguntou.

–Se quiser você pode começar. — Ele disse.

–Ok. — Ela disse. Fez a varinha Vidente aparecer em sua mão e a apontou para Harry. — Aguamenti.

Um jato de água saiu da ponta da varinha Vidente e disparou em direção á Harry, mas Sarah conseguiu controlá-lo e o jato soente se enroscou em volta de Harry.

Os outros alunos estavam completamente molhados e nenhum deles havia conseguido fazer como o professor disse.

–Ótimo, srta. Thompson! — O professor disse e todos os olhares se voltaram para Sarah. — Dez pontos para a Sonserina. Agora todos tentem fazer que nem a srta. Thompson! Vamos, vamos!

O olhar de Sarah recaiu, acidentalmente, em duas duplas que estavam sentadas ali perto, Jasper e Alice eram uma das duplas, e Edward e Bella eram a outra.

Sarah perdeu a concentração encarando-os e perguntando-se onde estaria seu irmão e acabou perdendo o controle sobre o jato de água, que acidentalmente molhou Harry.

–Ah, me desculpe, me desculpe mesmo! — Ela disse, vendo Harry encharcado.

–Não tem problema. — Ele disse.

–Não, eu resolvo isso. — Ela disse apontando a varinha para Harry. — Targeo.

A água que havia molhado Harry foi sugada para a varinha de Sarah, e o garoto estava sequinho.

–Obrigada. — Harry disse. — Nossa, agora que eu notei, nem me apresentei direito. Harry James Potter, prazer.

–Sarah Thompson, prazer. — Sarah disse rindo. — Agora é sua vez.

–Hein? — Harry disse.

–Do Aguamenti. — Sarah disse.

–Ah é? Sim, sim, claro. — Harry disse. Pegou sua varinha e a apontou para Sarah. — Olha, eu tenho quase cem por cento de certeza que o meu feitiço vai dar errado, mas... Aguamenti.

Harry estava certo, ele não conseguiu controlar o jato de água, que molhou Sarah. Na verdade, o jato de água foi em direção á Sarah e ela não fez nada para se proteger, mas quando Harry viu, Sarah não estava molhada.

-Mas.... o que.... como.... água.... seca? — Harry disse, se embaralhando com as palavras.

-Filhos de Poseidon — Sarah disse. — tem alguns poderes interessantes. Controlar água, fazer água, sentir presença de água, localizal algo em alguma fonte de água, não ser molhado pela água a não ser que queira, e outros.

-Que irado. — Harry disse.

-É mesmo, mas agora tenta de novo. — Sarah disse. — Você precisa se concentrar na água, em controlá-la.

-Ok. — Harry disse apontando a varinha para Sarah novamente. — Aguamenti.

A água saiu da ponta da varinha de Harry e foi em direção á Sarah, mas quando estava á um milímetro de distância de Sarah, começou a se enrolar nela.

-Ótimo sr. Potter. — O professor Flitwick, que passava ali, disse e depois se virou para a turma inteira. — Estou muito decepcionado. Só duas pessoas conseguiram fazer o que eu pedi. O dever de casa é que todos, com exceção do sr. Potter e da srta. Thompson, que conseguiram realizar a tarefa que pedi, irão fazer o que eu pedi nessa aula durante o tempo livre, até conseguirem. Liberados.

Os alunos foram saindo da sala praguejando e xingando por estarem molhados. Sarah se levantou, nem havia tirado a mochila das costas. Alice, Bella, Edward e Jasper já haviam ido embora, só sobrara ela, Harry, Hermione Granger e Ronald Weasley na sala.

-Rony, Mione, essa é a Sarah Thompson, Sarah, esses são Ronald Weasley e Hermione Granger, meus amigos. — Harry disse, se levantando.

-Prazer. — Sarah disse.

-O prazer é nosso! — Ronald exclamou.

-Vamos para a próxima aula ou não? — Hermione disse irritada. — É aula do Snape.

-É, vamos. — Harry disse. — Vem Sarah.

Sarah seguiu o trio por corredores e escadas mágicas até entrarem numa sala. O professor ainda não havia chego. Harry sentou com Ronald e Hermione com uma garota chamada Parvati Patil. Sarah se sentou sozinha em uma mesa na frente. Logo, o professor Snape entrou na sala.

-Não espero que pirralhos como vocês aprendam a suma importância de Defesa Contra as Artes das Trevas. É realmente uma matéria muito importante que ensina comos e defender de artes das trevas em geral. Hoje vamos falar de Inferius e da defesa contra eles. Alguém sabe me dizer o que é um Inferius?

Ninguém sabia o que era Inferius, com exceção de...

-Sim, srta. Thompson? — Snape disse, vendo a mão levantada de Sarah.

-Inferius ou Inferi é o cadáver de um humano reanimado por um bruxo das Trevas. Eles não podem pensar, não têm vontade própria, seu objetivo é apenas servir como marionetes do bruxo que os reanimou. — Sarah disse.

-Muito bem, dez pontos para a Sonserina. — Snape disse. — E como se defende contra um Inferius?

Sarah levantou a mão, junto de um garoto chamado Simas Finnigan.

-Finnigan. — Snape disse.

-Matando ele? — O garoto disse.

-Sr. Finnigan, como a srta. Thompson disse, Inferius são cadáveres, sem vida! Menos cinco pontos para a Grifinória pela resposta idiota. Srta. Thompson. — Snape disse.

-Como Inferi são criaturas da escuridão, eles temem a luz e o calor. A defesa mais eficaz contra eles é, portanto, uma convocação de um feitiço que traz fogo e calor. — Sarah disse.

-Muito bem, mais dez pontos para a Sonserina. — Snape disse. — Inferius são, na maioria das vezes, usados em guerras bruxas. Não há como destruir um Inferius com feitiços que causam dor, notando-se que eles não sentem dor. Alguém poderia mostrar um feitiço que aja contra um Inferius? Que tal o senhor, Ronald Weasley?

Ronald estremeceu e segurou a varinha.

-Lumus. — Ele disse e uma luz acendeu na ponta da varinha.

-Você acha que um Lumus te defenderia de um Inferius?! — Snape exclamou. — Menos dez pontos para a Grifinória por ser tão burro! Alguém poderia me dar uma resposta mais decente? Srta. Thompson, que tal você?

Sarah fez com que a varinha Vidente aparecesse em sua mão e disse:

-Lumus Solen. — Sarah disse e uma luz que imitava a luz solar saiu da ponta de sua varinha e foi para cima.

-Muito bem! Dez pontos para a Sonserina. — Snape disse, e logo depois alguém entrou na sala. Sarah não prestou atenção.

-Está atrasado sr. Thompson. Muitíssimo atrasado. — Snape disse. Sarah se virou rapidamente e viu seu irmão, na porta da sala. — Menos cinco pontos para a Grifinória. Vá se sentar antes que eu decida que você ficará em detenção.

Só havia um lugar vago na sala, ao lado de Sarah. Loagn sentou-se ali.

-Como eu ia dizendo, o feitiço Lumus Solen surte efeito contra Inferius. Aguém pode citar mais algum? — Snape disse. Sarah levantou a mão. — Srta. Thompson.

-Fogomaldito, Lumus Maxima, Incendio. — Sarah disse.

-Ótimo, mais dez pontos para a Sonserina. — Snape disse. — O dever de casa de hoje é um relatório sobre Inferius. Para a próxima aula. Agora, liberados.

Sarah se levantou rapidamente procurando Draco e Mille com os olhos, e logo os achou no fundo da sala. Ela caminhou até eles.

-Menina, você mal chegou na escola e já ganhou cem pontos pra Sonserina! Continua assim! — Draco exclamou.

-Obrigada. — Sarah disse.

-Vme gente, a próxima aula! — Millena exclamou.

Os três foram para a próxima aula, Transfiguração. Chegaram na sala e se sentaram um do lado do outro, a aula era em trio. Logo a professora, que era a mesma mulher do Chapéu Seletor, começou a falar.

-Boa dia turma. Transfiguração é uma das mais complexas e perigosas forma de magia que vocês irão aprender em Hogwarts. Qualquer um que estiver aprontando em minhas aulas irá sair e não retornará mais. Vocês foram avisados. — A profa McGonagall disse. — Hoje vocês vão tentar transfigurar o suco de abóbora em chá. Cada um tem um copo de suco de abóbora. Podem começar.

Draco fez seu suco de abóbora virar uma abóbora de verdade, o que rendeu uma boa bronca da professora; Mille fez seu suco de abóbora desaparecer; Sarah só conseguiu transfigurar seu suco de abóbora em chá na terceira tentativa.

-Ótimo, srta. Thompson, cinco pontos para Sonserina. — A professora disse.

O resto da aula Sarah passou dando instruções aos amigos. No final, Draco conseguira transfigurar seu suco de abóbora em água de gilly, e Mille em purê de abóbora.

Depois da aula de Tranfiguração, que não teve dever de casa, teve a aula de História da Magia, uma aula extremamente chata em que Sarah quase dormiu, mas sua pena de repetição rápida escrevia tudo que o professor falava no pergaminho. Depois, foi a aula de Herbologia, uma aula um pouco legal, em que eles replantaram Mandrágoras, cujas raízes são figuras humanas que gritam ao ser retiradas do solo. Depois não havia aula, pois seria Astronomia somente na época de NOMs e NIEMs. Nesse tempo livre, Sarah, Draco e Millena ficaram na sala comunal fazendo o dever de casa de DCAT. Depois, foi a aula de Quadribol, onde Sarah aprendeu a montar numa vassoura e voar na mesma, atividade onde se saiu muito bem. Depois foi a hora do almoço, e depois um tempo livre onde Sarah ajudava Draco e Millena a fazer o dever de casa de Flitwick. Depois, Draco e Millena resolveram faltar as aulas opcionais e extra curriculares e foram fazer um tour com Sarah pelo castelo.

Depois do tour foram pro jantar, e depois para suas salas comunais durante o tempo livre, onde ficaram conversando. Depois, não havia aula de Astronomia, então os três foram dormir.

Naquela noite, antes de dormir, Sarah leu mais alguns livros, e depois caiu na inconsciência naquela cama enorme e macia, mas ela pensava no mais novo amigo, Harry James Potter.


Notas finais
weeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
obrigado por lerem!
bjs