Wherever I Go

13 Cap. 10 - Ansiosa


Notas iniciais
hey gente
eu voltei, yeah
to de férias, U_U
bem gente, no cap de hj vcs vao saber mais sobre a vida de Sarah e vao saber como a mae dela morreu e uma coisa muito importante que não foi citada em nenhum dos capitulos anteriores
eu amei fazer a capa desse capitulo

Cap. 10 — Ansiosa

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O bom tempo dos dias anteriores havia ido embora, e chovia fortemente na cidade de Londres. A chuva caía em grossas e geladas gotas, e fazia um barulho irritante quando chegava no final desse percurso. (N/A: Pra quem não entendeu, a chuva caía em gotas grossas e geladas e fazia um barulho irritante quando terminava de cair, se chocando em alguma superfície ou objeto)

Ninguém se atrevia a sair de casa a pé sem um guarda chuva ou uma capa de chuva, aliás, quase ninguém se atrevia a sair de casa a pé, eles saíam de carro. Estava muito cedo, era uma segunda feira, e todos estavam saindo para trabalhar. Ou melhor, nem todos, pois no melhor hotel da cidade a maioria dos hóspedes dormiam tranquilamente em suas camas macias. Entre eles, estava uma garota.

Ela estava deitada de bruços na cama, o cabelo estava completamente bagunçado, o edredom branco jogado no chão. Ela se remexia na cama constantemente e murmurava coisas inteligíveis. Estava tendo um pesadelo.

–Sarah, fique segura. Seja forte. Eu te amo, querida. Amo você e seu irmão. Nunca se esqueça disso.

–Eu também te amo mamãe, mas o que tá acontecendo? Eu to com medo! -Só lembre-se que amo você e seu irmão mesmo ele não estando aqui. Fique em silêncio. Eu te amo, meu amor.

–Ora ora se não é a Grifinóriazinha que recusou entrar no meu bando.

-Você vai pagar, sua desprezível! Sabe, é uma pena ter que matar uma pessoa sangue puro, o único tipo de pessoa que eu prezo.

–Avada kedavra!

–NÃO! — A garota berrou, abrindo os olhos e sentando-se na cama rapidamente. Ela respirava ofegante e lágrimas desciam por suas bochechas.

–Alohomora! — Se ouviu do lado de fora do quarto e logo um garoto e um homem entraram no quarto. O garoto vestia um pijama branco com bolinhas azuis e o homem um pijama azul com bolinhas brancas.

–Sarah, o que houve? — O homem, Poseidon, disse.

–E-eu tive um pesadelo. — A garota sussurrou e se aninhou com um travesseiro, colocando seu rosto ali, abafando os soluços que começavam a sair.

O garoto, Logan, olhou para o pai com um olhar que dizia "Pode deixar, eu cuido dela", e então Poseidon saiu do quarto fechando a porta. Logan andou até a cama e sentou-se do lado da garota, a abraçando carinhosamente.

–Shhh, shhh. — Ele murmurou.

–Eu sonhei com vozes, Loggie. Eram as vozes daquele dia. — Ela sussurrou, enquanto se livrava do travesseiro e se aninhava ao irmão.

–Daquele dia? Que dia? — Logan disse. Bela hora para ser idiota, pensou a garota.

-Do dia em que a mamis morreu. — A garota sussurrou e fungou.

-M-mas c-como? O que você o-ouviu? De quem eram as v-vozes? — Logan disse, atropelando as palavras. Sua irmã teve um pesadelo com o dia da morte de suas mães e você tá fazendo um interrogatório pra ela, que inteligente, ele pensou. — Desculpe, não precisa responder. Mas por que você acordou?

-A voz disse Avada Kedavra. — A garota sussurrou.

-A vaca que dava? — Logan disse confuso.

PQP, como meu irmão é sem noção, que merda!, ela pensou.

-Não, Avada Kedavra, uma Maldição da Morte, eu li sobre isso, agora pode parar de fazer perguntas, por favor? — A garota disse já perdendo a paciência.

-Ok, me desculpe. — Logan disse, consolando mais a irmã.

Depois de algum tempo, a garota dispensou o irmão e foi se arrumar, pois já estava na hora de fazer algo.

Ela tomou um banho longo, mas sem lavar os cabelos, depois se enxugou e se vestiu. Como naquele dia o clima estava horrível e ela não sabia o que iria fazer, vestiu algo meio básico. Algo como um blusão de lã, uma calça jeans, um casaco, uma bota, um gorro e uma echarpe (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=40439431&.locale=pt-br ). Depois saiu do quarto e desceu para o hall, foi para o restaurante e comeu algo, uma maçã. Depois foi procurar seu pai e seu irmão e os encontrou na sala de jogos do hotel.

-Pai, Logan, eu vou sair tá bom? — Ela disse. Eles nem se moveram. Ela deu de ombros e saiu.

Pegou um táxi em frente ao hotel e pediu para ele levá-la até um parque qualquer. Ele parou em frente á um parque com um lago com uma ponte e ela pagou á ela com alguns euros. Saiu do táxi e sentou num banco.

Estava pensando no pesadelo que tivera. Há muito tempo isso a assombrava. A morte de sua mãe.

E naquele momento, ela lembrou, cada segundo, cada detalhe do dia em que sua mãe morrera.

Uma mulher e uma menina lindas estavam sentadas num sofá branco, de frente para uma televisão enorme, e viam um programa chamado Bob Esponja. De repente ouviram uma explosão, e a mulher levantou num pulo levando a menina junto.

-Querida, se esconda, se esconda, rápido, vamos! — Ela sussurrou. As duas subiram as escadas desajeitadamente, indo direto pro quarto da mulher. Enquanto isso, houve outra explosão e um homem e uma mulher vestidos de preto, e muito feios, entraram na grande casa.

-Vamos matar aquela desprezível. — O homem disse.

A mulher e a menina estavam no quarto. A menina estava sentada na ponta da cama enquanto a mulher estava em pé em sua frente. Elas estremeceram quando ouviram outra explosão. A mulher se agachou de frente para a filha e sussurrou:

-Sarah, fique segura. Seja forte. Eu te amo, querida. Amo você e seu irmão. Nunca se esqueça disso.

-Eu também te amo mamãe, mas o que tá acontecendo? Eu to com medo! — A menina sussurrou atrapalhada.

-Só lembre-se que amo você e seu irmão mesmo ele não estando aqui. Fique em silêncio. Eu te amo, meu amor. — A mulher disse. Outra explosão e a porta do quarto voou pelos ares.

-Ora ora se não é a Grifinóriazinha que recusou entrar no meu bando? — O homem disse.

-Voldemort. — A mulher disse levantando e ficando em frente a filha, mas de frente para o homem e para a outra mulher.

-Como ousa dizer o nome dele, sua idiota! — A mulher feia disse.

-Ah, já que prefere assim, que tal Tom Marvolo Riddle? — A mulher disse.

-Você vai pagar, sua desprezível! — O homem gritou. — Sabe, é uma pena ter que matar uma pessoa sangue puro, o único tipo de pessoa que eu prezo.

-Ora, então não preza a si mesmo, pois é um mestiço! — A mulher disse.

-Você tá me irritando! — O homem disse. — Bellatrix, que tal você dar um fim á essa idiota? Eu cuido da pirralhinha.

-Claro, milorde. — A mulher feia disse. Tirou a varinha do bolso e num gesto rápido apontou-a para a mulher e gritou: — Avada Kedavra!

A mulher foi atinginda pelo raio verde, e ficou estática. Caiu no chão, agora estava gelada e imóvel.

-Agora a pirralhinha. — O homem disse. — Mas se você quiser pode se aliar aos meus, pirralha. O que decide?

-Prefiro morrer a me meter com gente nojenta como você, pessoas que matam outras! — A menina disse, ela chorava.

-Sua desprezível, irá morrer! — O homem rugiu.

-Me mate. Pelo menos eu vou ir para junto da mamãe. — A menina disse

-Avada kedavra! — Um raio de luz verde saiu da varinha do homem em direção á menina. Ela só teve um ato de proteção, colocou a mão em frente ao rosto. A luz verde bateu no pulso da menina, e houve uma grande quantidade de fumaça quando isso aconteceu, e a menina gritou.

Quando a fumaça se dissipou, pôde-se ver que a menina ainda estava ali, e estava viva. Mas no lugar onde o raio havia a acertado havia um corte, era um corte no formato de tridente, e saia alguma pouca quantidade de sangue dali.

O homem agonizava no chão, não sabia-se o que havia ocorrido com ele. A mulher estava boquiaberta. Ela encostou no homem no chão e eles sumiram. A garota saiu da cama, ela chorava compulsivamente e soluçava, ela se agachou ao lado do corpo da mulher.

-Mamãe, mamãe, acorda! Mamãe, não, mamãe, não! — Ela dizia entre soluços.

Sarah acariciou a cicatriz no pulso direito, ela ainda a tinha.

E, ela podia não saber, mas aquela cicatriz significava muito.



Notas finais
acho que o prox capitulo vai demorar U_U
até logooo e obg por lerem!