Where The Story Ends
7 De Janeiro a Janeiro
Notas iniciais
Enjoy Jane!
A situação era melancólica tanto no Hospital Central Policial e no Laboratório de Criminalística de NY, não esquecendo da Delegacia.
No Hospital tinha Stella Bonasera e seu gênio difícil, ela havia perdido as contas de quantas vezes Mac Taylos tinha ligado pra ela, ou mandado e-mails, até mesmo cartas, flores, chocolates, presentes, todas as formas de pedir desculpas que estavam ao alcance do Supervisor ele usou. Mas, ela não tinha outra opinião, ignorou todas, com aperto no coração mas, o fez.
Mac confinado em sua sala refletia possíveis formas, outras, de conquistar a médica, ele nunca havia sentido isso por ninguém e sabia que não era uma paixonite ou uma admiração, que era o que ele sentia por Peyton, a razão real de não aceitação de Stella por ele e suas desculpas. Mas, cogitou novamente. Devia ser ele a pedir desculpas? Estava errado por amar alguém? Não. Não estava, mas era cavalheiro o Taylor e não abriria mão disso nunca, mesmo sabendo que não estava errado em amar a médica mais linda que já vira. Rodou na cadeira novamente e suspirou... Seria um longo dia.
Não era diferente na Delegacia de Polícia de NY.
Enquanto tínhamos um Don galanteador, que pareceu superar rapidamente o término de seu noivado, tínhamos uma Jess acabada, no sentido de cansaço mesmo, a morena tinha sentido a pressão baixar pelo menos três vezes naquela semana, o motivo?
Cancelar flores, buffet, igreja, falando nela, o casal que queria a mesma data que eles agradeceu infinitamente à ela por ter cedido a data, vestido, convites, cancelar com os convidados, já que os convites já tinham sido enviados. Enfim, era uma infinidade de coisas e nunca pediria ajuda a Don, embora quisesse muito usar esse empecilho pra se dirigir a ele, não daria o braço a torcer, preferia ter queda de pressão, colocar em risco a saúde física e mental! Mental sim, aquela separação repentina sem um motivo esclarecido a estava deixando exausta mentalmente, outro dia errara seu próprio endereço dizendo o de Flack por força do hábito, já que estava morando lá nos últimos dias. Antes do tal evento do bar.
Mas, Jessie não queria pensar naquilo, ligou pro último parente de Don, sim ela comunicava aos dele também o fim de tudo, e comunicou a notícia.
- Ufa! – ela suspirou e exclamou ao mesmo tempo, chamando a atenção de alguns na delegacia, inclusive de Don. Seus olhares se cruzaram e ela podia jurar que ele a sorriu. Claro que não! Ela disse a si mesma. Voltou a trabalhar loucamente depois disso.
...
Estavam no laboratório, literalmente, Sara, Greg, Hodges, Morgan, Nick e Adam, que havia voltado ao trabalho naquele dia, três semanas depois do ocorrido com ele.
Sentados nos banquinhos esperando pelos resultados das análises jogavam UNO, as meninas e Nick ganhando como sempre, eles eram muito bons, ou os outros três que eram muito bobos e não ou viam roubar.
- Não acredito que Jess e Don terminaram! – exclamou Morgan aparentando estar chateada, era uma das damas de honra.
- Nem eu! – exclamou Sara, outra dama.
- Você não queria a Jess, antes deles se conhecerem Nick? Vai em frente! – disse Greg jogando um “dois vermelho”.
- O que é isso cara?! Não sou fura olho, e eles ainda vão voltar! – disse o Texano confiante.
- Como você sabe disso? – indagou Hodges.
- Eu tive uma ideia que pode juntar os dois! – continuou Nick.
- E qual foi essa ideia? – quis saber Sara.
- Eu marcarei um encontro falso e juntarei os dois! – disse ele pomposo, como se fosse a ideia mais brilhante do século.
- Para Vey! Que coisa mais ensino fundamental! – exclamaram Hodges e Greg juntos.
- Okay, vocês te ideia melhor então? – inquiriu ele fechando a cara.
- Eles não, mas eu sim! – disse Morgan com cara de sapeca.
...
O supervisor Grissom não estava?!
Catherine ficou um pouco chateada, estavam saindo há algumas semanas, ele tinha um papo bom, era simpático, fofo, romântico e... Não contou à ela que sairia num congresso.
Tudo bem, tudo bem, eles nem eram um casal, mas custava avisar?!
Ela pegou as chaves do carro do bolso e antes que saísse com o carro do estacionamento do prédio CSI. Mac vaio até ela.
- Hey! – ele exclamou aa alcançando. – pode entregar isso à...
- Stella?! Olhe Mac, acho melhor você partir pra outra sabe, eu conheço a Stell e ela parece mesmo estar decidida a não ficar com você, sinto muito! – a loira disse dando ignição.
- A última prometo! Diga à ela que se ela recusar essa eu paro okay?! Mas, por favor, entregue essa! – ele quase implorava à Catherine.
- Tudo bem, vou usar meu poder de persuasão! Bye! – a loira deu partida e saiu.
...
- Catherine Flynn Braun! NÃO! – uma Grega brava exclamava saindo da sala de cirurgia.
- Olha por favor, ele estava magoado, abatido, com olheiras vai, qual homem sofre assim pela mulher? Só aquele que ama! – Catherine tentava dizer encarando Stella.
- Mas, que droga Catherine! Não quero, ele está com a Peyton e diz que me ama! Que merda é essa?!
- Ele não a ama Stell! Ele sente por ela admiração e isso não é amor! – Catherine ainda falava quando chegaram até a sala da Grega.
- Pare okay!
- Olhe, me escute! Leia essa e reflita bem lá no fundo do seu coraçãozinho de pedra okay?! Se não por você e nem por ele, por mim okay?! Pela pessoa que te quer MUITO bem nesse mundo, querida! – falou Cath encarando Stella bem profundamente, como se lê-se sua mente.
- Vou pensar! – a Grega disse sentando-se em sua cadeira.
- Pense com carinho! – a Ruiva disse saindo da sala sorrindo. Mais uma vez dera uma de cupido, por um momento cogitou estar na profissão errada.
...
O grupo de Lab Rats se juntou e invadiu a rede de computadores do lab, mandou SMS e e-mail, não tinha desculpa pra não comparecer!
Marcaram um pequeno evento depois do turno, claro que Mac foi o último, a saber, e só concordou por que estava muito preocupado com a resposta de uma certa médica.
Pra todos os efeitos, deu tudo certo.
A ideia era simples, Hodges e Morgan, assim como Grege Sara se conheceram no mesmo dia, no mesmo bar, e eram embalados pela mesma música quando se beijaram pela primeira vez, Morgan lembrou disso e como o namorado dela e da amiga morena tocavam violão, montaram uma espécie de showzinho com uma única música.
Era uma dedicatória pra aproximar os casais já formados como Linds e Danny, não que eles tivessem em uma crise. E re-aproximar Don e Jess, quando mandaram SMS pra Cath ela deu a ideia de colocar Stella e Mac como outro alvo. Os cupidos de plantão primeiro se assustaram, o chefe apaixonado, e depois concordaram super com aquilo.
No horário marcado todos estavam num salão reservado do laboratório.
Quatro microfones, dois violões e dois daqueles chocalhos.
Entraram então Morgan e Sara em dois microfones, depois Adam e Nick com os chocalhos e Hodges e Greg nos violões.
- Essa aqui vai pra dois casais em especial! – falou Morgan um pouco envergonhada.
- Eles vão entender, vocês se amar então voltem, se acertem okay?! Só queremos a felicidade de vocês! – disse Sar e então Greg e Hodges começaram a tocar.
Sara: Não consigo olhar no fundo dos seus olhos
E enxergar as coisas que me deixam no ar, me deixam no ar
Morgan: As várias fases, estações que me levam com o vento
E o pensamento bem devagar
Outra vez, eu tive que fugir
Eu tive que correr, pra não me entregar
Sara: As loucuras que me levam até você
Me fazem esquecer, que eu não posso chorar
Hodges e Morgan: Olhe bem no fundo dos meus olhos
E sinta a emoção que nascerá quando você me olhar
O universo conspira a nosso favor
A conseqüência do destino é o amor, pra sempre vou te amar
Greg: Mas talvez, você não entenda
Essa coisa de fazer o mundo acreditar
Que meu amor, não será passageiro
Te amarei de janeiro a janeiro
Até o mundo acabar
Sara: Até o mundo acabar
Hodges e Morgan: Até o mundo acabar
Morgan: Até o mundo acabar
Greg e Sara: Mas talvez, você não entenda
Essa coisa de fazer o mundo acreditar
Que meu amor, não será passageiro
Te amarei de janeiro a janeiro
Até o mundo acabar
Morgan: Até o mundo acabar
Greg e Sara: Até o mundo acabar
Sara: Até o mundo acabar
Morgan: De Janeiro a Janeiro
Quando terminou todo mundo começou a aplaudir inclusive os casais direcionados.
No momento mais tarde quando tudo havia sido recolhido, Mac estava na sua sala revisando alguns relatórios, o laboratório estava deserto e ele pensativo. Ele não tinha a visto desde a canção. Pensou por um momento que aquilo a tocaria de alguma forma, aquela música era aquilo qu ele sentia naquele momento, e ele queria gritar pra todos isso, mas seu lado racional, seu maldito lado racional, o impediu.
Ouviu então, batidas na porta de sua sala.
- Entre. – ele disse sem olhar pra porta. Tudo ficou quieto quando ele encarou quem era.
...
Don caminhava de volta pra casa, não sabia por que, mas naquele dia se sentiu bem, além dos amigos cantarem bem, ele manteve contato visual com ela durante a canção, depois a perdeu de vista, sentiu-se perdido, mas pensou que era melhor assim, aos poucos talvez fossem se acertando.
- Don Espere! – ele conhecia aquela voz. Virou-se e a encaro ofegante parada próxima a ele. – preciso dizer que me arrependo de tudo oq eu aconteceu, eu fui boba, intolerante, ridícula ciumenta e... A morena foi interrompida por um beijo daqueles que só ele sabia lhe dar.
As línguas dançavam loucamente, elas procuravam o contato perdido, era como se fosse o primeiro, mas, com gosto de todo dia, enfim, era algo que só os dois poderiam descrever, ou não.
O ar se fez necessário e se separaram então.
Só com o olhar ele sabia que ela só queria o beijar e o abraçar e foi isso que ele fez, a abraçou de lado e começaram a caminhar pra casa que voltava a ser dos dois.
Se amariam em todos os meses do ano, de todos os anos e quando a vida os levasse o amor ainda sim continuaria. Por que quando se ama e confia em alguém não é por um minuto ou só por um momento. É pra sempre.
Notas finais
AMEI O QUE EU ESCREVI!
Em menos de uma hora isso MUHAHAHAHA
Meu recorde acho!
Música: De janeiro a janeiro Roberta Campos e Nando reis.
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