Where Is The Love.

3 chapter three.


Acho que percebeu, minha mãe é como uma irmã para mim nos damos bem, contamos tudo uma para a outra. É uma amizade de mãe e filha realmente... MUITO bonita. Fiquei rindo sozinha enquanto guardava meu livro, e zapeei os vídeos no meu iPhone. Achei um vídeo interessante. E resolvi clicar. Quando eu vi, era o meu vídeo com a meus pais, dançando Call me maybe. Foi bem engraçado. Cantávamos com banana, dançavamos. O papai aparecia sem saber o que tava acontecendo, larga a pasta do trabalho, o paletó e nós três começamos a cantar. Eu e a mamãe requebrávamos. Foi super divertido. Assistia ao vídeo, e gargalhava alto. Até que sinto alguém tocando no meu ombro. Viro para ver quem é sem parar de gargalhar.

— Tá vendo o que aí meu amor? – Dan chegou me dando um selinho, levantei sentando no colo dele, enquanto ele envolvia os braços na minha cintura. Voltei o vídeo todo e ele gargalhava alto.

— O que os pombinhos tão rindo aí? – Alguns meninos da sala se aproximaram.

— Um vídeo da Ma e dos pais dela dançando Call me maybe. – Ele falou entre risos.

— Ma... Colinho... Agarrado... TÃO NAMORANDO. – Os meninos falaram em coro, então cai no riso e escondi meu rosto no pescoço do Dan

— O que vocês estão gritando aí meninos? – Manu chegou fazendo charme, e todas as meninas vieram atrás.

— O Dan e Mari estão namorando. – Paulo disse rindo.

— Ah... É mesmo é? – Alícia riu. – Vem aqui comigo. – Ela puxou ele pela mão.

— HMMMMMMMMMMMMMMMM. – Todos fizeram virando para os dois.

Maria Joaquina parando de narrar.


— O que foi Alí? – Ele olhou confuso.



— Todos sabem que você não é bom em nada... – Ela começou e ele revirou os olhos.


— Lá vem... – Ele resmungou.

— Você não vale nada, não presta para nada, é um inútil. – Ela riu.

— Melhor eu voltar para a galera... – Paulo riu.

— Calma. – Ela segurou a mão ele. Os dois coraram e ela rapidamente soltou. – Enfim, você só presta em português!
— Indubitavelmente minha cara. – Ele riu.

— Bobo. – Ela riu baixinho. – Você pode me ajudar?

— Sério? – Ele falou surpreso. – Claro.

— Pode ser hoje de tarde... Você me ajuda um pouco, depois perto da festa, vamos nos arrumar e eu fico direto. – Fitei o chão.

— Aproveita e leva as suas roupas de hoje, por que vou combinar de todos dormirem lá em casa. Aí você aproveita e leva tudo. – Ele abriu um grande sorriso.

— Sério? Obrigada Pa. – Ela deu um beijo na bochecha do garoto que ficou que nem um bobo apaixonado e voltaram para a roda.

— E aí povão? Tudo sussa na montanha russa? – Paulo ria mais que o normal. – Olha, depois da festinha na minha casa, vocês ficam lá para dormir, amanha já é sábado. Podemos aproveitar.

— Eu adorei a ideia, vamos amor? – Mari fez carinho no cabelo do Dan.

— Vamos princesa. – Ele deu um selinho nela.

— O que tá rolando com vocês ein? – Marce perguntou surpresa.

— Vocês estão namorando? – Davi pergunta confuso.

— E você não me contou amiga? Eu que sempre arrumo namorados para você por aí. – Manu se fez de magoada.

— E você para de fazer isso, viu Manu? Você é toda pilantra. Não arruma mais namorados pra minha Ma não. – Daniel falou fazendo todos cairem na gargalhada.

— Sou moleque, sou pilantra. – Manu cantou e TODOS sem exceção rolaram de rir. – Então Quiquina, conta isso para mim. De namoro!

— Fazem quatro horas, e estávamos na aula. Agora vocês estão sabendo. – Mari riu.


Maria Joaquina pov/



Depois de algum tempo conversando fomos todos para casa. O Dan me deixou em casa e foi um cavalheiro. Ele perguntou aos meus pais de surpresa se poderia namorar comigo... Parecia pedido de casamento. Claro que eles permitiram, afinal, mesmo quando éramos crianças, amigos, o papai sempre adorou o Dan, por ser extrovertido, implicar comigo, e ser super simpático. O Dan com o jeitinho meigo dele pediu para os meus pais para me deixar ir para a festa do Paulo e dormir lá. Foi difícil, mas o Dan conseguiu convencer meus pais. Combinamos do meu bebê vim me buscar as sete horas. Já que era para estar lá as oito, iriamos passar em uma sorveteira antes. Logo depois que o Dan foi embora, eu subi correndo para o meu quarto. Já eram três da tarde quando o Dan se foi, já que eu, ele e meus pais nos divertimos bastante. Abri minha mala cor-de-rosa e coloquei minhas melhores roupas dentro. Coloquei alguns, sapatos, maquiagens, carregador do meu iPhone e coloquei-a pronta em cima da cama. Na minha bolsinha de mão coloquei shampoo, cremes, enfim, coisas pessoais. Entrei no banho, tomei uma ducha rápida, coloquei um short jeans, e uma blusa arriadinha cor de rosa. Encachei o pé na minha pantufa, peguei meu lençol e meu travesseiro de veludo e fui para a sala. Coloquei a primeira temporada de Gossip Girl para passar e me deitei no sofá. Quando estava mais ou menos no oitavo capítulo, já eram cinco horas. Continuei vendo vício, haha. Até que acabei dormindo. Até que senti alguém levantando meu rosto, e ponto no seu colo. Acordei assustada, quando olhei para trás, era o Dan.


— Oi meu amor. – Falei assustada.

— O que foi bebê? – Ele perguntou curioso.

— Já são sete horas? – Levantei desesperada.

— Não. São seis horas agora. – Ele riu. – Para de ser agoniada. Vim logo para vermos o novo episodio de PLL que vai passar na TV.

— PLL? Eba. – Ri.


Vimos meia hora de PLL, então deixei ele na sala conversando com meus pais de novo, e subi para me arrumar. Coloquei minha pantufa, meu lençol e meu travesseiro dentro da minha mala. Como já tinha tomado meu banho, coloquei um vestido preto tomara que caia colado, um salto altíssimo cor-de-rosa, uma bolsinha de lantejoula rosa de mão. Fiz uma make de leve, escovei os dentes, coloquei uma presilha rosa prendendo um lado da minha franja. O visual estava supernormal, porém casual. Desci as escadas, com cuidado para o salto não me derrubar, e o Dan estava lá em baixo zapeando os canais da TV, o Dan já tinha ido pronto, estava com um terno preto, com uma florzinha cor-de-rosa, gravata cor-de-rosa, então estávamos combinando. O Paulo mandou irmos para a caráter mesmo, então resolvemos obedecer. O Dan levou minha mala e a dele para o carro e eu levei minha malinha de mão. Então partimos.