When I Saw You.
30 Aquele com time errado.
Notas iniciais
POV SESSHOUMARU
Sento na beira da cama. Coloco uma mexa rebelde de seu cabelo escuro atrás da sua orelha. Kagome já está dormindo a um dia e meio. Apesar dos médicos dizerem que ela está fraca eu sei que está dormindo porque está triste.
— Eu sei que está triste ... É pedir demais que você acorde? – Passo a mão levemente na bochecha dela – Eu me pergunto como ele conseguiu te esquecer.
Paro por um segundo e a vejo na porta. A garota Watabbe.
— Não vai se aproximar? – Digo para a garota parada na porta.
— Como ela está? – Quando se aproxima sua expressão é dura.
— Bem. Está apenas descansando. – Inuyasha estava certo. Ela quer o mal da Kagome.
— Que bom, Kagome-san é importante pra mim. – Seus olhos verdes estão fixos na morena e tudo que eu quero é expulsa-la daqui – Fico feliz que ela esteja noiva de um homem dedicado como você.
— Quem você pensa que é pra achar que me conhece? – Minha voz soa completamente rude – Não se dirija a mim com tanta informalidade srt. Watabbe.
Ela me fita com os olhos verdes incredula.
— Me desculpe, acho que não entendi o que falou.
— Não precisa fingir, eu vi o tipo de pessoa que você é assim que passou pela porta. – A ruiva ri finalmente deixando a mascara de preocupação cair.
— Que tipo de pessoa você acha que eu sou? – Ela se vira pra me encarar com um sorriso leve em seus lábios.
— Falsa. Mentirosa e principalmente, invejosa. – Eu me mantenho sentado na beira da cama e agora a fito tranquilamente – Deve doer ser rejeitada tantas vezes Srt. Watabbe, a ponto de ter que modificar as lembranças de alguém apenas para que consiga o que quer.
Ayame engole seco. Está pensando em algum modo de sair dessa.
— Quem imaginaria que hipnose funciona em tal ... “proporção”! – Bato palmas vazias pra garota que da um risinho baixo.
— Sabe o que é melhor em usar hipnose para controlar alguém? – Ela se aproxima murmurando – Não. Tem. Nenhuma. Prova. – Ela ri como uma criança – E também, quem acreditaria em você, eu sou noiva dele e agora, ele me ama.
— Então deixa eu te contar uma coisa já que você parece ser bem leiga no assunto. – Eu respiro fundo cruzando meus braços – Hipnose é temporário. Não importa, uma hora, tudo vai vir a tona e ai Srt. Watabbe, eu vou querer ver como você vai se explicar. Ou melhor, como seu pai vai se explicar. Afinal, o hospital é dele e tudo que acontece aqui é responsabilidade dele.
A ruiva dá um passo pra trás.
— Exato. Meu pai é o dono, ninguém nunca vai descobrir nada.
— Tem certeza? Precisou de um profissional realmente bom pra fazer isso. Apagar alguém de uma vida inteira é um processo trabalhoso, imagino – Coloco a mão no queixo pensativo – Mas ai que ta, todo mundo tem um preço. Qual deve ser o preço do Dr. Haster? — Subitamente seus membros enrijecem.
— Você está me ameaçando? – Ela diz me encarando.
— Porque eu faria isso? – Dou um sorriso de lado – É só um conselho. Você deveria resolver esse erro antes que se torne um crime e quem sabe, alguém comece a investigar.
— Como você. – Ela conclui.
— Não. Eu não tenho nada a ver com você ou com o seu noivo. Se tivesse, a policia já teria te procurado. – Ela grunhi irritada e sai.
Garota irritante mas foi bem ousada. Tenho que admitir, arriscou muita coisa ao fazer isso.
Se o Inuyasha descobrir, vai caça-la como se ela fosse um pobre lobinho.
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— Nada ainda? – Sango me acorda e vejo que já passa de uma da manhã – Kagome.
— O amigo dela já lembrou de alguma coisa?
— A querida namorada dele o mudou de quarto e eu não consigo saber onde ele está. Aquela piranha, quando tudo acabar, eu vou bater muito nela. – A morena diz brava.
Eu me levanto e pego a pasta que o Jaken deixou mais cedo contendo todas as pesquisas já feitas no hospital Watabbe.
— Garota, isso aqui é o motivo do seu amigo não lembrar da Kagome. Estou te entregando porque você pode resolver de certa forma e também, parece ser a mais racional entre o bando.
— O que é isso? – Ela diz pegando a pasta — Bando? Eu definitivamente tenho uma relação de amor e ódio quando se trata de você. — Ela revira os olhos.
— Parece que a Ayame e a Sra. Hasegawa estão envolvidas nisso então, tenha cuidado. – Olho para Kagome dormindo profundamente – Se eu pudesse resolveria isso. Mas tem que ser alguém próximo a ele. Mas, elas são perigosas. – Quando eu a olho a morena está séria encarando a pasta – Eu diria para você pedir ajuda ao Inuyasha, mas aquele desgraçado não sabe se controlar então se você contar pra ele o que está acontecendo, só vai piorar ainda mais as coisas.
— Eu vou, chamar outra pessoa. – Ela acena com a cabeça – É por isso que está aqui o tempo todo? Porque acha que irão fazer mal a ela? – Ela diz preocupada fitando a amiga.
— Sim. Eu não posso tira-la daqui sem ela acordar porque precisaria expor a situação e isso pode agravar ainda mais as coisas. – Suspiro pesadamente – Assim que ela acordar, irei tira-la daqui.
— Obrigada. – Ela se aproxima de mim e dá um meio sorriso – Vou dar um jeito nisso aqui. Kagome ... vai estar bem com você, se continuar olhando pra ela como está olhando agora.
Isso me pega desprevenido. Eu ajeito minha postura e ela sai da quarto sem dizer mais nada.
POV SANGO
Depois de quase 1 semana internada Kagome volta pra casa. Nossas férias de verão já começaram e logo ela vai fazer aniversário. No próximo final de semana pra ser mais exata.
Estou ajudando a encaixotar as ultimas coisas da Kagome para a mudança quando ela aparece com uma bandeja com limonada e biscoitos.
— PAUSA! – Ela berra sem necessidade.
— Meu Deus! Pra que isso?! – Eu digo fazendo ela rir, mas é uma risada vazia.
— Hmmm – Ela diz colocando a bandeja em cima da cama e sentando com os joelhos cruzados de frente pra mim.
— Kouga já voltou pra casa, quer ir lá comigo? – Digo pela milésima vez.
— Não. Ele não lembra de mim, isso é um sinal do destino para me afastar dele. – Ela pega um biscoito e finge mordiscar.
— E deixa-lo com aquela louca psicopata da Ayame? Aquela garota nos enganou Kagome. Você sabe disso, ela o está MANIPULANDO! – Minha voz soa agressiva – Argh! – Pego o copo de limonada e tomo um gole.
— Ele não gosta dela desse jeito. Não há como mudar o coração de alguém. – Ela diz pensativa – Logo logo, se ele realmente não gostar dela, irão terminar.
— Porque está tão calma? O amor oscila. Um dia está lá em cima e outro la embaixo. Você pode se apaixonar pela pessoa que menos esperar de uma hora pra outra. — Ela parece pensar em alguém porque balança a cabeça rindo, cética.
— Porque ele está bem e é isso que importa. – Pego minha mochila e tiro as coisas que peguei da casa do Kouga. Tudo que estava escondido no tubo de ventilação.
— Alguma dessas coisas te diz algo? Reconhece alguma coisa? – Digo espalhando os objetos. Primeiro ela pega as cartas amarradas.
— Hmm ... Isso são as cartas que a avó dele trocava com o avô antes de se casarem. – Ela pega o ursinho de pelúcia velho – Ah meu Deus! Onde conseguiu tudo isso?
— Estava escondido no quarto dele. Eu peguei. – Ela me olha curiosa e eu dou de ombros – O que é tudo isso?
— Eu dei esse ursinho pra ele quando tínhamos 8 anos – Ela levanta e mexe em uma caixa vermelha especifica que está separada com um laço em cima e tira de lá um ursinho igual cor de rosa – Viu? Eu fiz os dois em uma aula idiota de costura.
Kagome olha os desenhos um a um com carinho. Ao chegar à caixinha de papel e retirar o colar seus olhos enchem de lágrimas.
— Esse era o colar favorito da avó dele. – Um colar de prata com pingente de coração que é um relicário. Ela o abre e tem uma foto do Kouga com os Avos quando ainda era bem pequenino. Ela o fecha com cuidado e o guarda dentro da caixinha mal feita.
— E essa bolinha aqui? Parece uma caixinha de música mas não consegui abrir ... – Eu olho a bolinha de metal pintada em dourado envelhecido com um buraquinho no meio, tem o formato de chave, mas teria que ser uma chave minúscula pra caber aqui.
Kagome o tira da minha mão agitada.
— Isso é ... – Ela analisa a bolinha, em baixo está escrito “Happy Birthday ♥”. – "Um dia isso vai abrir uma coisa muito especial, você só precisa encontrá-la".
— Quem disse isso?
— Kouga me disse – A morena me olha sorrindo e tira seu cordão, pendurando ele para eu ver o pingente de chave.
— Oh! – Ela balança a cabeça animada como eu não via em quase um mês.
Ao encaixar a chave e rodar a tampinha abre e uma melodia começa a tocar. Kagome leva a mão a boca chorando e eu pego a caixinha da mão dela.
Tem um espelho em fomato de bola e uns raios saem dele como em um sol, na borda da tampa, envolta dos raios está gravado “You are my sunshine, my only sunshine” e eu reconheço que a música que está tocando é essa mesma.
Na parte de dentro da caixinha está gravado o restante do refrão da música envolta no metal.
“Você me faz feliz quando o céu está nublado
Você nunca saberá, querida, o quanto eu te amo
Por favor, não leve meu raio de sol para longe”
E bem no centro, uma perola branca.
— Amiga ... Eu juro que nunca vou entender porque o time de vocês é tão diferente. Quando ele diz que te ama, você ama outro.
— Esse idiota era pra ter me dado isso três anos atrás! TRÊS ANOS ATRÁS! – Ela diz entre soluços.
— Perolas, significam amor eterno em algumas culturas. – Eu digo um tanto receosa – Preparada para ir vê-lo agora?
Ela levanta e remexe na caixa vermelha novamente. Tira de lá uma folha de papel envelhecida. Kagome me entrega o papel e eu vejo que a música que ela cantou no dia da audição para o baile. A música que a Kikyou mandou cantar.
— Olha no canto. — Ela diz. "K.H." Com uma estrela ao lado e um rascunho com letra cursiva escrito "Meu sonho realizado" — Eu não lembrava que eu tinha escrito essa música porque gostava dele na época ... — A morena senta ao meu lado me olhando triste — Acho que realmente, não era pra ser. — Ela encara a caixinha de música.
— Nem sempre almas gêmeas ficam juntas. Acho que aprendi isso vendo vocês ...
— Eu devo a minha vida a ele e não estou falando isso só pelo acidente. Kouga sempre me amparou.
— Então faça isso por ele agora. — Coloco a mão no braço dela carinhosamente a incentivando.
POV KAGOME
Estou andando de um lado para o outro no parque segurando a pequena sacola com as coisas do Kouga.
Eu ainda não consigo ver os rostos nitidamente mas tem momentos em que minha visão volta ao normal. Geralmente quando estou calma o que não é o caso agora.
— O que você quer? – Escuto a voz do meu amigo e me viro pra ele. Consigo ver se rosto então sorrio automaticamente.
— Como você está?
— Bem. – Ele coloca a mão nos bolsos e eu me sento no banco do parque empurrando a sacola em sua direção.
— Isso aqui, é seu ... Consegue reconhecer alguma coisa? – O moreno se aproxima sentando perto o suficiente só para pegar o saco. Ele olha para as tudo mas não mexe em nada.
— Não. Nada. – Ele me olha com seus olhos azuis agora frios como gelo e eu engulo seco.
— As cartas da sua avó, o cordão, o ursinho! – Digo com a voz embargada – Isso aqui ... – Mostro pra ele o meu cordão com o pingente de chave. E ele só suspira.
— Olha, eu sei que você gosta de mim, mas eu não me sinto bem perto de você. Eu não sei o que são essas coisas e só estou aqui por que foi um pedido de uma amiga. – Ele me olha com pena e eu quero abrir um buraco e me enfiar – Por favor, não me incomode mais. Você me deixa ... Triste.
— Kouga, eu era sua melhor amiga! – Eu tento dizer mas ele me corta com uma expressão de magoa em seu rosto bonito.
— Então porque você faz eu me sentir como se estivesse a beira de colapso? Como eu não lembraria de você? – Eu não posso contar sem dizer tudo que foi armado pra ele. A essa altura ele me chamaria de louca. Seu celular toca e no momento que ele atende aquela expressão de dor em seu rosto desaparece por completo – Ayame-chan, já estou indo. Não, nada importante, chego em 5 minutos.
Ele corre pro carro e vai embora.
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Caminho pra casa decidida a deixar tudo pra trás. Ligo para o Sesshoumaru. Ele atende no segundo toque.
— O que houve? – Ele pergunta.
— Nada, eu só queria dizer que li o contrato pré nupcial e já assinei. Minhas coisas já estão praticamente embaladas. Posso me mudar quando quiser ... – É como se outra pessoa estivesse falando por mim.
— Onde você está? – Sesshoumaru diz e eu escuto um barulho de elevador.
— Indo pra casa. Eu sai pra andar um pouco.
— Fique onde esta, vou te buscar. – Ele desliga me deixando com cara de tacho. Olho em volta as pessoas caminharem normalmente, dou de ombros e me encosto na parede como uma criança emburrada.
— Vira um alvo fácil assim, boba. – A voz do Inuyasha soa pelos meus ouvidos e quando eu me viro pra ele não consigo enxergar seu rosto.
— Não tem ninguém mais pra perturbar cãozinho? – Ignoro meu coração desesperado e o nó que se forma em minha garganta.
— O que está fazendo parada ai? – Ele encosta no muro do meu lado.
— Só pra lembrar, você não é mais meu guarda costas. Não devia estar aproveitando o verão com a minha prima? – Não consigo conter a minha língua nunca.
— É a idéia né? E você ocupada com a sua recente paixonite pelo meu meio irmão? – O ranço em sua voz me faz rir.
— Paixonite? Ah Inuyasha! – Eu dou um tapinha em seu ombro, eu me aproximo do ouvido dele e digo bem baixinho – É só sexo. – O garoto de cabelos prateados me puxa pelo braço, e eu me pego olhando em seus olhos dourados que agora consigo ver. Meu coração está pulsando feito louco e pela respiração alterada do garoto o dele também.
— Fala de novo, olhando nos meus olhos. Diz isso de novo. – Não consigo, meu corpo desperta pra ele como um imã de encontro ao metal.Maldita atração que me faz querer me jogar em seus braços.
— Ai ai, Porque quer saber disso? Pra saber se fazemos mais sexo que vocês? – Eu o encaro e ele trinca a mandíbula me soltando.
— Odeio você. – Ele diz se afastando mais permanecendo ao meu lado.
— Então porque não vai embora? – Ele apenas desvia o olhar me deixando sem resposta. – Idiota.
Suspiro pesadamente. Inuyasha dá um passo para o lado ficando mais próximo de mim.
— Quando precisar conversar – Ele pigarreia – Pode falar comigo. – Olho pra ele irritada – É serio, não importa a hora ...
— ATA! NÃO IMPORTA A HORA. SE VOCÊ NÃO QUER NADA COMIGO PARE DE ME TORTURAR SEU IDIOTA! – Explodo de vez – EU NÃO POSSO CONTAR COM VOCÊ! NUNCA PUDE! PARE DE AGIR COMO SE VOCÊ PUDESSE SER DUAS PESSOAS AO MESMO TEMPO!
O carro do Sesshoumaru para na nossa frente, ele abaixa o vidro e vejo que ele é que está dirigindo. Ele nos olha um tanto espantado. Antes de sair batendo o pé e entrar no carro viro pro garoto parado perplexo.
— IDIOTAAAAAAAAAAAAAAAAAA! – Grito e entro batendo a porta do carona.
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Estamos parado em uma parte mais afastada da cidade. Daqui temos uma vista panorâmica com as luzes se misturando com o fim da tarde.
— Eu não vou perguntar. – Sesshoumaru diz encostado no capô do carro olhando o por do sol.
— Eu sei.
— Eu vou precisar viajar depois de assinarmos os papeis. Eu fiquei um tempo evitando sair do país mas agora não dá mais pra esperar. – Ele coloca as mãos no bolso da calça suspirando.
— Posso ir com você? – O homem me olha um tanto surpreso – Não vou atrapalhar.
— Eu devo demorar uns 2 meses pelo menos, não é apenas em um lugar que preciso ir.
— Não importa. Posso ir com você?
— E o colégio? – Ele diz cruzando os braços e pelo seu olhar já sei que está me chamando de burra.
— Meu pai da um jeito para que eu estude a distancia e só deixo para fazer as provas quando voltar. – Ele me encara em silencio. Com o por do sol seus olhos ficam alaranjados e seu cabelo um tanto rosado. Se ele fosse uma mulher, eu morreria de inveja dessa perfeição – Heey, eu prometo que vou passar de ano. Eu só quero um tempo pra poder Me afastar de tudo isso ...
— O que eu faço com você se repetir de ano? – Ele ajeita a postura colocando seus longos cabelos pra trás.
— Me coloca de castigo! – Eu digo emburrada o fazendo rir.
— Hmm, logo mais você vai ser adulta. Como vou te colocar de castigo? – Seu sorriso espontâneo é lindo – O que você mais gosta?
— Dormir? Comer? – Dou um sorriso travesso – Vai me deixar de dieta então. – Olho pro meu corpo nesse vestido amarelo de verão – Preciso mesmo emagrecer. Uma esposa de alguém como você nunca seria assim. – Enfatizo passando a mão pelo meu corpo como dizem "violão" e apontado para meu allstar preto.
— Eu não vou nem te responder, Kagome. – Dou um pulo puxando ele pela manga do terno – O que?
— KA-GO-ME! – Digo sorrindo – Estamos evoluindo Sesshoumaru!
— Eu ainda sou o único que consegue enxergar? – Ele fixa seus olhos agora laranja nos meus. Apenas confirmo com um balanço de cabeça e um muchocho.
O homem de cabelos platinados mantem seu olhar no meu. É diferente a sensação que sinto quando estou com ele. Nunca imaginei que me viraria amiga dele dessa forma.
— Kagome. – Ele repete – Nunca olhe para um homem desse jeito. – Sua voz parece me hipnotizar. O que é que os homens dessa família tem?!
Instantaneamente dou um pulo pra longe dele que começa a rir voltando a olhar a paisagem que agora já esta praticamente escura.
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