When I Met You

10 Brasil? sem chance.


Notas iniciais
demorei demaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais. mas nao tinha como eu postar e a criatividade nao estava boa pra esses lados ;~~ perdao,ta comprido pra compensar. beijos

Acordei com minha berrando na porta para eu levantar, olhei no meu celular e havia uma ligação do meu pai, e já era 13h00min impossível. Eu não dormi tanto assim, dormi? Levantei da cama e notei que Sam já havia ido embora, tomei banho e desci para comer alguma coisa.

- bom dia mãe.

- bom tarde – respondeu ela frisando o tarde, eu ri.

- Sam falou algo antes de sair?

- ela disse para mim dizer a você que ela te liga mais tarde, e você já arrumou o seu quarto?

- sim – menti.

- vou subir dar uma olhada então. – disse ela indo em direção as escadas.

- NÃO! – eu disse correndo na frente dela. – é que...

- eu já sabia de um jeito e arrume logo, estou saindo só volto durante a noite.

- ta mãe. – eu disse subindo as escadas.

Entrei no quarto e liguei meu computador, arrumei a cama e limpei o banheiro, estava terminando de juntar as roupas do chão do meu quarto para levar pra lavanderia quando o meu celular vibra no bolso olhei, era meu pai.

- oi filha. – disse ele sério ao telefone.

- oi pai tudo bom?

- tudo e com você?

- me ligou ontem?

- sim é que eu tenho um assuntou meio serio para falar com você.

- pode falar.

- vou ser meio direto, você terá que vir pro Brasil comigo, faz tempo que não te vejo, e já comprei sua passagem, é para daqui a 3 dias.

As roupas voaram da minha mão e eu caí sentada no chão com as roupas vindo por cima de mim.

- O QUE? – eu gritei ao telefone. – VOCÊ SÓ PODE ESTAR BRINCANDO.

- não, filha, entenda, estou morrendo de saudades de você, e eu e sua mãe já conversamos.

- eu não vou, de jeito algum.

- você não tem escolha, nos vemos daqui a 3 dias, te amo. – ele desligou.

O QUE? DE JEITO ALGUM QUE EU VOLTO PRO BRASIL, NÃO MESMO. Meu celular toca novamente.

- o que é agora? – falei brava ao telefone, eu ainda estava caída no chão.

- bom tarde. – disse uma voz super empolgada ao telefone, era Justin.

- Justin, como você esta?

- estou bem e você?

- contanto que estar caída no chão com um monte de roupas sujas é estar bem, então eu estou. – ele riu ao telefone.

- o que esta fazendo?

- terminando de limpar meu quarto, por que né.

- Sam ainda esta ai?

- não, ela já foi para casa, e nem me avisou.

- Ryan não para de falar nela.

- valeu Justin. – ouvi Ryan dizer ao fundo da ligação.

- o que vão fazer hoje?

- eu não sei, Sam ficou de me ligar e minha mãe saiu e só volta à noite.

- tudo bem então, eu te ligo mais tarde.

- okay.

Desliguei o telefone, pelo menos Justin ainda se lembra de mim. Ouvir a voz dele já me fez ficar um pouco mais contente. Levantei do chão e juntei novamente as roupas, levei até a lavanderia e coloquei para lavar. Subi pro meu quarto e fui novamente tomar um banho. Eu estava lavando os meus cabelos quando a campainha tocou.

- o que? A não só pode ser brincadeira né. – eu disse desligando o chuveiro, meus cabelos estavam ensaboados. A campainha toca novamente.

- já to indo. – me enrolei na toalha e desci no caminho a campainha tocou mais umas 4 vezes.

- A CHEIRA O DEDO VAI. – gritei. Abri a porta.

- WOW que linda amiga. – disse Sam.

- bela toalha – falou Ryan, Justin riu.

- o que? Hã? O que estão fazendo aqui?

- isso é jeito de receber as visitas? – disse Justin.

- entrem logo, vou subir terminar meu banho.

- se quiser eu posso te ajudar. – disse Ryan brincando.

- hey man? – Justin deu um tapa na cabeça do Ryan.

- é brincadeira dude. – disse Ryan abraçando Sam.

- mas EU posso lhe ajudar se permitir. – disse Justin colocando a mão na minha cintura e me empurrando para as escadas.

- nada disso – me virei e tirei as suas mãos da minha cintura. – você também fica aqui embaixo.

- aah – Justin fez beicinho.

- eu não demoro – dei um beijo na bochecha dele.

Subi e fui terminar o meu banho, me vesti e desci as escadas. Ouvi barulhos na cozinha.

- o que vocês estão fazendo?

- pipoca baby – disse Justin brincando com a tampa da panela.

- vamos ver filme – disse Sam.

- a ta, tudo bem obrigada por me avisarem – eu ri e fui ajudar Justin. — qual filme?

- sei lá, aquele com alguns atores e tal. – disse Ryan.

- não brinca? Serio? – eu ri.

Fizemos a pipoca e nos sentamos na sala, Sam colocou um filme qualquer la e começamos a ver o filme, bem, Sam e Ryan começaram a assistir.

- hey. – sussurrou Justin no meu ouvido.

- oi – olhei para ele.

- semana que vem eu volto em turnê. – disse ele com um ar triste. – e Ryan volta para Stratford. Estamos na final, falta pouco mais de dois meses. E então já é o ultimo show. E depois algumas férias, e poderemos nos ver de novo.

- receio que não Justin. – eu disse cabisbaixa.

- o que? Mas como? O que eu fiz de errado?

- não, não é você, é que, meu pai me ligou pouco antes de você e, eu vou ter que ir morar com ele no Brasil por algum tempo.

- no ano que vem, não é?

- daqui a 3 dias. – levantei do sofá e lagrimas escorriam pelo meu rosto. Justin me seguiu até o meu quarto, me joguei em minha cama e pus minha cara em cima do travesseiro.

- mas porque isso tão de repente?

- eu não sei, parece que ele e minha mãe já haviam combinado isso havia tempos. – eu disse olhando nos olhos dele, ele estava com um olhar triste.

- eu farei tudo o que for possível para te ver sempre, tudo. Manteremos contato, eu não quero perder você, nada me fará perder você. – disse Justin limpando as lágrimas do meu rosto, depois ele me abraçou e beijou meu cabelo.

- você é muito importante para mim agora, e eu nunca vou me separar de você, nada vai me fazer me separar de você. – disse ele ao meu ouvido.

- isso me conforta. – eu o abracei mais forte.

Justin beijou minha testa e eu me deite em seu corpo, ficamos ali conversando por algum tempo e então resolvemos descer ver como estavam Ryan e Sam.

- o que houve? – perguntou Ryan.

- falo com você mais tarde. – disse Justin.

- o que vocês acham da gente sair um pouco? – disse Sam.

- é. – eu disse.

- você quer? – disse Justin para mim.

- vai ser bom distrair a cabeça um pouco – sorri levemente.

- tudo bem então.

Trancamos a casa e entramos no carro do Justin.

- aonde vamos? – perguntei.

- não sei, vamos dar algumas voltas, se tivermos vontade de parar em algum lugar paramos, se você quiser voltar voltamos, sem pressão. – disse Justin sorrindo.

- adorei.

Justin ligou o radio e estava tocando teenage dream.

- AI MEU DEUS EU AMO ESSA MÚSICA. — gritou Sam. Justin aumentou o volume e abaixou os vidros do carro. Sam e Ryan cantarolavam a musica, quando chegou no refrão todos começaram a gritar.

- YOU MAKE ME FEEL LIKE I’M LIVING A TEENAGE DREAM THE WAY YOU TURN ME UP I CAN’T SLEEP LET’S RUNAWAY AND DON’T EVER LOOK BACK DON’T EVER LOOK BACK.

Paramos de gritar eu comecei a rir espontaneamente, Justin me olhou e ficou com um olhar triste.

- o que foi? – perguntei corada.

- nada é só que... Eu vou sentir falta disso. – disse ele abaixando o volume do radio.

- hey, nada de ficar pensando o que vai acontecer depois ok? Vamos aproveitar agora, aproveitar esses 3 dias que eu ainda tenho aqui em Atlanta.

- você esta certa, estranho, mas você sempre esta. – sorriu.

- estou com fome – reclamou Ryan.

- tava demorando. Tudo bem vamos parar em alguma lanchonete ou sei la. – disse Justin.

- hey eu conheço um lugar onde tem comida brasileira, não é muito conhecida e isso é bom, sem muitas pessoas. – eu disse.

- tudo bem onde fica?

- em Marietta. 1260 Powers Ferry.

- perto do Shopping Center Plaza?

- sim, é na esquina com o sushi bar.

- ótimo, sei onde é

Justin dirigiu até o Brazilian Bakery. Justin estacionou o carro e como eu havia dito, nada de gente, mas por precaução ele colocou o capuz e os óculos. Entramos.

- gostei da decoração – comentou Justin olhando ao redor. – o que você sugere?

- bem, eu adoro o sanduíche daqui, e o pão de queijo também é ótimo.

- pão de queijo? – me olhou curioso.

- sim é tipo, um pão feito de queijo.

- tudo bem pra mim é isso.

- pra mim tudo bem.

Todos pediram a mesma coisa, sentamos em uma mesa no canto conversamos enquanto a comida ainda não havia chego. Mas logo a garçonete chegou com as comidas. Seu nome era Camila, eu a conhecia, pois eu vinha sempre com minha mãe aqui.

- olá Brenda como anda a sua mãe? – perguntou em português.

- é, ela anda muito bem, você deve ir visitá-la, daqui a três dias eu irei para o Brasil e então ela ficara meio que sozinha.

Ryan, Sam e Justin ficavam com cara de quem não entendia nada, Sam menos que os dois, pois ela havia aprendido um pouco comigo.

- são seus amigos?

- sim, mas não falam português. – eu disse sorrindo.

- parece que a pequena Bre arrumou um namorado. – ela disse em inglês, colocando a mão sobre o ombro de Justin. Por que ela não continuou com o português? Justin me olhou e sorriu, eu fiquei um pouco... tudo bem muito corada.

- é apenas meu amigo – continuei com a conversa em inglês mesmo.

- claro, assim como o Joe era meu. – ela disse se referindo ao homem do caixa que era seu marido.

- tudo bem, já trago os refrigerantes. – ela ficou de costas e saiu.

- gostei daquela moça – disse Justin rindo.

- cala a boca e come Bieber. – eu disse corando.

- WOW ISSO É MUITO BOM. – disse Ryan em meio ao seu pão de queijo.

- comida brasileira não é? – eu disse triunfada.

- é, realmente é bom, com certeza vou ter que levar alguns para a minha mãe.

- Justin. – eu olhei pra ele com cara de não exagera.

- é serio Bre, isso é muito bom.

Camila nos trouxe os refrigerantes e logo voltou para trás do balcão.

Terminamos de comer e Justin foi pedir alguns Paes de queijo para ele levar para Pattie, eu ri.

Pagamos a conta e voltamos a dar voltas pelas ruas de Atlanta. Eu iria sentir falta daquela cidade, daquele país, de minha mãe, Sam, e de... Bem eu ira sentir muita falta de Justin, com certeza. Fomos para a casa do Bieber, ele entrou empolgado procurando pela mãe.

- hey, Tânia você viu minha mãe?

- vi, ela esta la no quarto dela, por que?

- nada de mais, obrigada.

Justin subiu as escadas correndo eu, Ryan e Sam subimos atrás.

- mãe! Experimenta isso.

- o que é isso Justin? Mais uma de suas brincadeirinhas?

- não mãe, é serio, isso é pão de queijo, uma comida brasileira, Bre nos mostrou um lugar onde fazem isso.

- tudo bem. – disse Pattie mordendo um. – isso é muito bom Bre. – Pattie sorriu para mim.

- a comida brasileira é muito boa. – eu sorri de volta. – tudo bem Justin, agora eu tenho que ir para casa, tchau Pattie.

- tchau querida, de um beijo em sua mãe, ainda quero conhece-la.

- claro.

Justin levou Sam em casa e depois eu. Ele parou com o carro na frente de minha casa, e ficou meio cabisbaixo.

- queria poder te ver mais, amanha bem cedo eu venho te buscar okay?

- ta bom. – eu sorri e beijei sua bochecha.

- abri a porta e sai do carro, Justin saiu atrás de mim, segurou minha mão enquanto eu estava já na varanda de casa.

- então esse é o seu boa noite? – ele me olhou com cara triste.

- você não tem jeito Bieber, — eu sorri.

- não mesmo. – ele me puxou para um beijo. O ar quente dele em minha boca, seus lábios nos meus, seu corpo abraçado o meu, ele se encaixava perfeitamente a mim. Foi um beijo curto e doce.

- te vejo amanha – eu disse e sorri.

- estarei amanha de manha, bem cedo.

- dei um beijo em sua bochecha e entrei em casa, minha mãe estava dormindo, subi pro meu quarto tomei banho e cai no sono.

Notas finais
:)