When I Met You
12 A despedida e a volta.
Meus 3 dias em Atlanta passaram voando, com Justin ao meu lado sempre todos os dias, Sam e Ryan também, eu iria sentir muita falta deles, e é claro da minha mãe também.
- filha, boa sorte no Brasil manda lembranças ao seu pai e a Jéssica também e um beijo na Julliet. – Jéssica era a mulher do meu pai e Julliet era a minha meia irmã mais nova. –
- tudo bem mãe, tem certeza de que vai ficar bem aqui? – perguntei a abraçando –
- claro que sim filha, eu vou sentir saudades, eu te amo muito, me mande notícias, quando chegar ligue.
- ta, eu te amo mãe.
- Sam, você é a minha melhor amiga aqui em Atlanta, eu te amo tanto, vou morrer de saudades de você, eu te amo Samantha Confusão. – era meu apelido pra ela porque ela só sabia fazer isso. -
- aah amiga, não fala assim, eu prometi pra mim mesma que não ia chorar, eu te amo amiga, e vou morrer de saudades também. – ela me disse me abraçando forte e deixando lagrimas caírem.
- Ryan, seu peste, não faz nem uma semana que eu te conheço e já é como um irmão pra mim, vou sentir falta das suas basbaquices.
- hey, você não vai se livrar de mim assim, eu vou me certificar de que te incomodarei o suficiente todos os dias mesmo há quilômetros de distancia.
— oh Ry. – sorri.
- agora vem cá e da um abraço no seu irmão aqui. – abracei o Ryan, ele realmente era como um irmão que eu nunca tive, mesmo a gente tendo se conhecido muito pouco.
- aparta que é briga – disse o Justin sorrindo.
- oh, Justin.
- Bre, você foi a melhor coisa que me aconteceu nesses últimos tempos, eu sei que, a gente se conhece há pouco tempo, mas para mim, é tempo o suficiente para eu saber que eu não suportaria se você não falasse mais comigo.
- eu manterei contato Justin.
- isso é uma ORDEM praticamente. – sorriu. – eu tenho um presente para ti.
- pra mim?
- sim. – ele disse tirando de uma delicada caixa um colar. – own Justin, é lindo. – o colar era uma estrela e atrás havia um pequeno coração delicado gravado com “I’ll be there anyway, J” “Eu vou estar lá de qualquer maneira, J”. Ergui meus cabelos para que Justin me colocasse o colar. Ele colocou-me o colar e beijou minha nuca, seus lábios tocaram-na levemente, me arrepiei.
- obrigada. – agradeci sorrindo. Justin segurou minhas mãos fazendo-me olhar em seus olhos. –
- você significa muito para mim. — O abracei forte e pude sentir uma lagrima escorrer pela minha face. –
- não chore baby, eu nunca vou desistir de você.
“chamada para o vôo 174 com destino a Rio de Janeiro – Brasil”
- vá baby, e quando chegar me ligue.
- tudo bem. – o abracei fortemente, ele me olhou nos olhos limpou o caminho da minha lagrima sorriu e tocou seus lábios levemente nos meus, nos levando a um beijo de despedida calmo e romântico.
- boa viagem – disse ele encerrando o beijo. – eu sempre vou estar com você. – sorriu. –
- eu nunca vou te esquecer. – dei-lhe um ultimo abraço e fui para o avião.
Sentei-me em minha poltrona e coloquei os meus fones de ouvido, adormeci, depois de um tempo eu acordei e senti alguém ao meu lado.
- olá, e quem é você? – perguntei para o passageiro na poltrona ao meu lado.
- oi, meu nome é Joseph, mas pode me chamar de Joe, e o seu é?
- Brenda, mas prefiro Bre,
- então você esta indo de viagem para o Brasil?
- bem que eu queria, estou voltando para morar lá, com o meu pai.
- então você é brasileira? – perguntou em português.
- sim – respondi.
- eu também, meu pai está trabalhando em um novo projeto lá no Brasil e estou indo passar um tempo com ele.
- legal.
A viagem seria longa, eu e o Joe começamos a conversar mais, sobre, de onde ele veio e eu também, ele parecia ser um cara legal. Cabelos castanhos e olhos verdes.
Passaram-se horas e horas e finalmente o piloto anunciou a aterrissagem. Sai do avião e fui atrás de minhas bagagens.
- nos vemos por ai – disse Joe saindo.
- até mais.
Durante o vôo trocamos MSN e números de celular. Logo avistei meu pai, corri para abraçá-lo.
- PAAAAAAAAI. – pulei no colo dele.
- filha, como foi de viagem? Bem? Eu estava com saudades, tenho uma surpresinha para você no carro.
Pegamos minhas bagagens que eu havia deixado pelo caminho ao correr ao seu encontro e fomos até o carro, nesse momento Julliet saltou do carro correndo ao meu encontro.
- Juliiiiieeeeeeeezinha, amor que saudade.
- BRE BRE BRE BRE. – dizia ela pulando em meu colo.
- que grande que você está meu amor.
- Julliet já esta com 2 anos e meio, a ultima vez que você a viu ela não tinha um ano.
- ela cresceu, demais. – sorri a abraçando e dando um beijo na sua bochecha.
- oi Jê, tudo bom? Que saudades – larguei Julliet e fui dar um abraço em Jéssica ela era uma ótima pessoa.
- tudo sim e você pequena Bre? Você cresceu esta com quantos anos? 16? Já arrumou um namoradinho. – correi na hora.
- não! – Justin era só meu amigo apesar de eu sentir muito mais por ele, e mesmo que fosse algo a mais eu não iria sair contando para ninguém.
- sei, então vamos.
Entramos no carro e fomos até o prédio onde morava meu pai, e onde seria meu novo lar, por algum tempo. Entramos no prédio e logo veio uma menina me cumprimentar.
- hey, você é enteada da Jéssica do 101 não é?
- sou sim. – sorri amigável.
- sou Roberta, moro no 103, prazer minha mãe e seu pai trabalham juntos. – disse ela me estendendo a Mao acanhadamente, a puxei para um abraço. Ela sorriu envergonhada.
- sério? Que legal, então. Roberta né? quer entrar?
- claro.
Entramos e larguei minhas coisas no quarto e liguei para minha mãe falei que estava tudo bem, fui bem breve e então Roberta foi falar com meu pai na sala e eu aproveitei a brecha para ligar para ligar para o Justin, eu não queria que ninguém soubesse dele.
- Bre. – atendeu ele empolgado.
- hey Bieber, como esta? Sobrevivendo sem mim?
- difícil, mas sim – riu.
- só liguei para dizer que cheguei, mas tenho que desligar agora, mais tarde eu entro no skype pode ser?
- claro, se divirta.
- obrigada, beijos.
Desliguei o telefone e fui até a sala onde meu pai estava.
- pai vou sair com a Roberta, não volto tarde.
- tudo bem filha, leve meu telefone que se precisar eu te ligo do celular da Jé.
- tudo bem, eu te amo.
Saímos.
- para onde vamos? – perguntou Roberta empolgada.
- vamos ao shopping. – sorri.
- ótimo. – sorriu.
Notas finais
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