Notas iniciais
Capítulo bem apimentado pra vocês. Hahahahaha
Comentem! ;)

- Que carinha é essa hein? -ele falou levantando meu queixo e me beijando-

— que cara?

— parece que tem uma coisa te preocupando, essa ruguinha aqui ó -ele passou o dedo no meio da minha testa-

— não tem nada não...

— Não quer me falar nada?

— falar o que? Não ta acontecendo nada

— Calma amor, só perguntei.

— eu to calma, é que... desculpa

— Não foi nada, tudo bem -ele beijou minha testa-

depois fomos pro silencio e quando cheguei na porta de casa falei — te ligo mais tarde ta?

— Tudo bem, se cuida. -Ele me deu um selinho e saiu.-

entrei em casa, e joguei minha bolsa no sofa

— Ah, você chegou meu amor -tia Jenna falou descendo- tudo bem na escola?

— tudo

— tá com fome? jajá a comida tá pronta.

— não, acho que não vou comer agora

Ela me olhou e suspirou.

— Ok, depois você come então. -beijou minha testa e saiu-

e vou indo pro quarto e vejo damon pelo caminho

— Tá caramba! Eu já disse que vou! Tá. Tchau! -ele desligou- Olá -ele deu um sorriso de canto-

— ooi — dou um sorriso

— O Kol não veio com você?

— Não, eu disse que ligaria mais tarde pra ele

— Ah ..

Ele ficou me olhando, suspirou e falou.

— A gente vai continuar assim?

— assim como?

— estranhos um com o outro, sem assunto

— eu não to estranha

— você não tá, o clima ta estranho

— ta, ele ta mesmo -admiti

— preciso admitir que até você me xingando fica melhor, assim eu tenho como falar com você

— eu também

— Sobre ontem, fiquei feliz por você não ter tentado me matar.

— pq tentaria te matar? — ri

— porque normalmente você me iria me bater, me soquear, me chamar de idiota .. -ele fez careta-

— Eu só to sentindo pelo Kol, ele não merece isso

Ele fez uma cara que eu tive certeza que ele se segurou pra não revirar o olho.

— Mas você gostou?

— não sei

Ele sorriu de canto de novo e se aproximou, segurando meu rosto.

— Eu sei que você tá com o Kol e que tá com pena dele, mas eu não vou desistir de você.

— como assim?

— Você ainda não entendeu? Eu quero você, Elena.

Ele me pegou totalmente de surpresa, me beijando. Quando dei por mim já tava encostada na parede, e totalmente envolvida. Não conseguia nem queria me afastar dele. Mas isso ele mesmo fez. Do nada se afastou de mim e eu o olhei sem entender nada. Ele colocou o dedo indicador na frente dos lábios como se pedisse pra mim fazer silêncio e se afastou totalmente. Segundos depois o Ric apareceu no corredor. Como ele ouviu?

— Ah, vocês tão aí -ele fez careta- Não me diga que estão brigando.

— Não, só tava falando pra Elena que ela precisa parar de deixar as maquiagens dela atiradas no banheiro, quase quebrei aqueles negócios. -ele rolou os olhos-

— Ah -Ric riu como se tudo aquilo fosse criancisse.- Damon, a Jenna tá te chamando pra almoçar.

— Já to indo, vou trocar de roupa pra sair e desço.

— Onde vai?

— Um amigo ficou sabendo que eu cheguei na cidade e quer me ver.

— Ah. Tá bom, desce logo, sabe como é a Jenna!

Damon rolou os olhos, Ric riu e desceu. Uns segundos depois Damon soltou um suspiro.

— Não quero ele no seu pé ..

— como sabia que ele tava chegando?

— eu ouvi ..

— Atha... — falei estranha

— Vem cá. -ele me puxou pelo braço e me beijou de novo. Ficamos uns minutos lá até a tia Jenna gritar "Damooooooooon". Ele se afastou e rolou os olhos.- agora entendi de onde saiu essa sua mania de gritar

eu comecei a rir dele

Ele sorriu.

— Elena ..

— oi

— E o Kol?

— não sei

— Tenho mesmo que ver você com ele?

— Eu acho que vou terminar com ele. Não é justo o que eu to fazendo com ele

— E a gente?

— o que que tem a gente?

— Como a gente fica nisso tudo?

— não sei

Ele ia falar alguma coisa mas a tia Jenna chamou de novo.

— Vou descer antes que ela venha atrás de mim com uma vassoura pra me bater

— depois a gente conversa?

Ele assentiu.

sorri e entrei no meu quarto. Deitei na cama e fiquei pensando em tudo que estava acontecendo não sei pq não conseguia tirar um sorriso bobo do meu rosto

POV's Damon:

Desci pra chata da Jenna parar de me chamar, ô mulher que grita.

— CHEGUEEEEEI

— A comida tava esfriando, porque demorou?

— Tava ajeitando umas coisas

— Hmmm. Senta!

Me servi, me sentei e comemos. Terminei e falei que ia tomar banho, subi e a porta do quarto da Elena tava entreaberta, entrei e ela tava deitada de barriga pra baixo com os fones no ouvido. Cheguei perto dela e tirei um fone, ela me olhou e sorriu.

— oi

— Oi

Voltei, tranquei a porta, fui até a cama e me deitei do lado dela. Ela me olhou com cara feia depois riu, sussurrando um "folgado". Sorri.

— Vou falar com o Kol hoje

— Vai falar o que?

— vou tentar terminar com ele sem magoar ele

— Hmmm -sorri- já pensou o que vai fazer nas férias?

Vou tentar falar com ela sobre sair de Mystic Falls.

— não sei ainda, pq?

— Tava pensando em te levar pra alguns lugares.

— já ta assim é?

Dei risada.

— Então não levo se você prefere ficar mofando em casa.

— claro que não prefiro

— Acho bom. -ela riu- Tá achando que eu vou te deixar em cárcere privado? -parei pra pensar- Não seria má idéia -sorri maliciosamente-

— que horror — ela começou a rir

Me virei de lado e encarei ela.

— Tá com medo? -disse sem tirar o sorriso malicioso do rosto-

— pode tirar esse sorriso do rosto — ela fala ainda rindo

— porque?

Falei ainda sorrindo, pra provocar.

— para, to ficando com vergonha — ela disse escondendo debaixo das cobertas

Jura que ela tá com vergonha? Comecei a rir e tirei as cobertas de cima dela, ela tava toda corada.

— Tá brincando né? -falei rindo- que bonitiiiiiiinha

— para — fala fazendo bico

— Tá toooda vermelhinha -falei sorrindo, e mordi o bico dela.-

— eu vou me irritar — fala com dengo

Sorri e mordi a bochecha dela.

— Amo ver você irritada!

— percebi isso

— Ah, para que você ama me tirar do sério também.

— é divertido

— Não é não!

— é sim

— teimosa

— chato

— histérica

— mandão

— birrenta

— idiota

— mandona

— sem moção

— linda

— nem um pouco bipolar — ela começa a rir

— aposto que você ama meu jeito bipolar

— bipolar e convencido

— continua amando

— não amo nada

— você não resiste a mim

— quem disse? — ela fala rindo muito e já que estávamos deitados ela foi pra cima de mim

— Você acabou de provar -falei rindo e segurando ela pela cintura-

— não provei nada — ela disse ainda rindo

— para de mentir, eu sei que você me quer, eu vi o jeito que você me olhou quando eu tava só de toalha aquele dia -falei rindo-

— eu te olhei com medo

— medo, sei.

— foi ta? — ela falou rindo mais ainda, e eu tirei ela de cima de mim e dessa vez eu que fiquei em cima dela

— se você estivesse mesmo com medo não taria aqui agora -falei beijando o pescoço dela-

— para com isso em — ela falou rindo fingindo ta brava. Eu continuei beijando o pescoço dela e subindo os beijos cada vez mais ate chagar na boca

— Admite que você não resiste -falei entre um e outro beijo com um sorriso malicioso no rosto-

— Resisto a tudo meu bem

Rolei os olhos e desci os beijos de novo até chegar na blusa dela. Olhei pra mesma e ela tava sorrindo com as bochechas escarlate. Sentei -ainda em cima dela- e tirei a camiseta.

— Continua resistindo a tudo? -falei e ri ao perceber que as bochechas dela se ruborizaram ainda mais-

— para de ser safado

— safado? Só fiz uma pergunta -me fiz de inocente distribuindo beijos pelo rosto dela-

— ai meu deus — ela continua rindo

— se você não parar de rir eu vou ser obrigado a te prender nessa cama e não te deixar sair tão cedo

— para de ser idiota — ela fala ainda rindo — eu não consigo parar de rir

Girei na cama e agora ela tava em cima de mim de novo. Fiquei parado esperando ela parar de rir.

— Pronto? -arqueei a sombrancelha-

— pronto — ela falou prendendo o riso

— Obrigado

Rolei os olhos e beijei ela. Só assim ela parou. Pouco depois a coisa já tinha esquentado, eu fiz ela sentar em cima da minha cintura e tirei a blusa dela, tocando em qualquer lugar. Ela me beijou de novo e eu tirei ela de cima de mim, ficando em cima de novo. Fui beijando desde a boca dela, passando pelo sutiã rendado até chegar na barra da calça dela. Quando cheguei na mesma, a olhei e ela tinha as mãos descansando em cima da barriga, e elas iam subindo e descendo rapidamente, me dando noção da sua respiração entrecortada. Sorri pra ela e a mesma me deu um sorriso de canto. Abri o ziper da calça e a tirei em questão de segundos, e me livrei da minha também. Parei e fiquei observando o corpo dela. Ela era linda em cada detalhe. Seu corpo era delicado, mas com curvas maravilhosas. Quando voltei "pra cima", ela segurou meus ombros enquanto eu beijava seu pescoço fazendo ela se arrepiar. Eu sentia seu coração acelerado batendo contra a minha pele, sentia cada centímetro do corpo dela reagir a qualquer toque. Segurei suas mãos frias as colocando na altura da cabeça dela e entrelacei nossos dedos, tentando fazer com que ela ficasse mais calma.

— Se você não quiser é só me falar ok?

Falei baixinho pra ela, ela assentiu e sorriu de leve. Ficamos mais um tempo trocando carícias até eu sentir que ela já tava pronta. Desci os beijos até a coxa direita dela, beijando a parte interna da mesma e ela se arrepiou. Dei um sorriso malicioso e desci da cama, indo até a minha calça, pegando a carteira e tirando um preservativo de lá. Eu sei que eu sou um vampiro, que eu não vou engravidar ela e tudo mais, mas o problema é que ela NÃO SABE disso, e eu como sou um ótimo ator ando sempre prevenido. Ela soltou uma gargalhada e tapou o rosto com as mãos, ainda rindo. A Elena ri numa hora dessas, sério. Tirei minha cueca e coloquei o tal preservativo. Subi de novo em cima dela e ela parou de rir imediatamente, dessa vez fui eu que tive que rir. Voltei ao que eu tava fazendo antes até o corpo dela relaxar em cima do colchão, quando isso aconteceu, entrelacei nossos dedos novamente e com a mão esquerda segurei meu membro e penetrei nela. No mesmo segundo o corpo dela entrou em alerta e ela apertou minha mão com força, arregalando os olhos com a respiração ofegante. Esperei uns segundos e comecei a me mover lentamente dentro dela sem quebrar o contato dos nossos olhos, passando algum tipo de segurança pra mesma. Quando ela se acostumou com aquilo fui aumentando a velocidade dos meus movimentos, enquanto ela respirava ofegante e hora ou outra apertava os olhos com força, mordendo os lábios.

— Eu não disse que você não resistia?

Sussurrei no ouvido dela e a mesma protestou cravando as unhas nas minhas costas. Soltei um gemido baixo e aumentei a velocidade, fazendo ela gemer baixinho e me beijar.

[...]