What The Hell

36 Capítulo 36: Damon, no país do Cupcake?


Notas iniciais
Oieeeeeeeeeeee, cheguei de novo, super atrasada, mas pelo o menos eu vim :3

Espero que gostem desse capitulo SUPER pequeno.

POV (Autora)

Enfim nossos jovens voltam a cidade de Los Angeles. Depois de muita festa, muida bebedeira e muitos tarados pelados, eles resolvem que está na hora de encarar a dura realidade... A vida. Elena fica se perguntando se sua mãe alimentou seus peixinhos dourados, enquanto Stefan fica pensando no que vai dizer quando encontrar o "João" e devolver os pães que as pessoas roubaram dele. Damon fica imaginando sua reação quando reencontrar a mãe que não vê a tanto tempo, e os outros estão dormindo camalmente.

- Hey. — Elena sussurra apertando as mãos de Damon. — Está se sentindo bem? — Pergunta preocupada.

- Sim... — Ele diz seco. — Você está?

- Uhun. — Ela o olha desconfiada. — Certeza que está bem?

Damon dá um longo suspiro e depois vira o rosto para Elena.

- Sim. — Diz calmamente. — Eu estou bem... Estou com você.

Elena dá um singelo sorriso timído, porém cativante.

- Espero que não tenha nenhuma aranha aqui. — Damon sorri.

- Ou uma tribo de Waka-Waka... — eles riem.

- Uma tribo gay... Aquilo foi realmente assustador. — Damon diz com os olhos muito abertos. — Mas foi uma aventura em tanto.

- Com certeza... É uma coisa que contarei para os nossos filhos. — Elena ri se lembrando do acontecido.

Os rosto de Damon fica pálido, suas mãos soam e ele toma uma expressão séria.

- Espero que o avião pouse logo. — Ele fala mudando o assunto.

Elena o olha por alguns segundos, mas depois concorda, balançando a cabeça.

. . .

- Hey. — Damon ouve uma voz conhecida. — Acorda pamonha. — Damon acorda assustado, com a cabeça latejando de dor.

- Aaau. — Ele fala esfregando a mão na cabeça. — O que você...

Damon para de falar, assim que olha para frente e ve a imagem de uma garota com uma panela na mão e vestindo um pijama cor de rosa com estampas de coelhinhos.

- Você de novo? — Ele pergunta olhando á sua volta.

- Oi pra você também. — Ela diz sorrindo alargamente.

- O que quer? Eu to com sono, quero dormir. — Damon diz rolando os olhos e se preparando para descer da cama.

- Vocês está dormindo. — Ela diz.

Damon se senta, com os pés para fora da cama. Ele estranha não conseguir colocar os pés no chão, e leva um susto assim que olha para baixo.

- QUE DIABO É ISSO? — Pergunta voltando para o centro da cama, olhando apressado para os lados.

- O que parece ? — Ela pergunta sorrindo. — Nos estamos no centro do universo.

- E o centro do universo é feito de algodão doce e unicôrnios saltitantes? — Ele pergunta com uma expressão séria.

- Não é o meu sonho. — Ela fala rolando os olhos.

- Nem o meu... eu não sonho com unicôrnios cor de rosa. — a cama se move por entre as núvens feitas de algodão doce, passando por entres as árvores feitas de pirulitos, voando junto com unicôrnios cor de rosa com cheiro de morango.

- Como assim não é seu sonho? — Ela o olha espantada. — É o sonho de quem então?

- Não sei... Unicôrnios parece coisa da Candi. — Ele diz olhando em volta. — Vem cá, porque você me sequestrou e invadiu o sonho da minha irmãzinha?

- Não era pra isso acontecer. — Ela fala pensativa. — De qualquer jeito estou aqui porque a minha missão era mostrar o seu passado, presente e futuro. Da última vez que nos encontramos eu mostrei as coisas erradas que você fez antes. Agora nós vamos ver o seu presente. — Ela diz.

- De novo não. — Damon se joga na cama.

- Vamos ver... Janeiro, Fevereiro... Ali. Maio, o casamento de Rosana e Edgar. — Ela diz apontando para uma imagem no livro.

Damon se aproxima dela e olha a imagem atentamente.

- É impressão minha, ou a foto tá se movendo? — Ele pergunta apontando a imagem.

- Não é impressão... Isso aqui é o rascunho da vida. Todas as consciencias tem um igual... É um para cada humano. — Ela explica. — Esse aqui é o seu.

- Eles são... Enormes. — Damon fala arregalando os olhos.

- Não... O seu é enorme, e você tem idéia de como deu trabalho pra ler toda a sua vida? — Ela fala batendo em Damon com o livro.

- Ai. — Ele esfrega o braço.

Ela coloca o livro aberto em cima da cama e fica de pé.

- Vem. — Damon se levanta.

A garota segura o braço de Damon e depois pula em cima do livro aberto. Damon fecha os olhos e quando os abre está no casamento de Rosana e Edgar.

- Mas o que...

- Vem. — Ela puxa ele pelo o braço, andando em direção ao centro do salão.

- Olha Le...

- Não. — Ela o interrompe. — Meu nome agora é Sarah.

- Você pode mudar de nome? — Ele pergunta a olhando desconfiado.

- Não, mas eu quero que me chame de Sarah... Eu gosto desse nome, deveria ter escolhido esse. — Ela diz pensativa... — Olha ali, dia 24 de Maio desse ano, você cometeu o crime número um da folha negra do seu livro.

- Folha o que? — Ele olha para ela sem entender.

- Rosana e Edgar se conhecem na faculdade, se envolvem em um românce e logo depois eles começam a namorar. Foram seis anos de namoro até o Ed decidir pedir a Rosana em casamento. Seu pai, o melhor amigo de Edgar o ajudou a escolher a alianças, o lugar aonde seria feito o pedido e até mesmo as palavras que Ed usaria. — Ela dizia cada palavra com os olhos brilhando de emoção. — Então você destruiu um românce de mais de 6 anos, em apenas 6 minutos.

Damon agora estava em um lugar bem parecido com uma sala de cinema.

- Senta ai. — Leticia falou sussurrando e enchendo a boca de pipoca.

Se preparem para o filme mais aterrorizante que vocês verão na sua vida...

Eu sei o que você fez no mês passado

Isso é horrível, um filme aterrorizante e arrepiante... Deus, isso é uma catástrofe.

Eis aqui a nossas vitímas... Eduardo e Rosalinda, um rei e uma plebéia, que por um acidente acabam se conhecendo e se apaixonando perdidamentes um pelo o outro, e mesmo com todas as barreiras impostas pela a sociedade... Sim, eles ficaram juntos, e eles ficaram noivos. Mas ele... Oh, esse pobre infeliz que não aguentou ver a mulher que ama se casando com outro homem. Ele. Demitrio, com a ajuda de sua irmã, Stefânia destruiu esse amor...

- Rei Gilberto. — Eduardo caminha até seu amigo o abraçando. — Olá Demitrio, Princesa Stefânia.

- Olá. — Stefânia disse com sua voz de travesti.

Demitrio o olhou com uma suavidade absurda e sorriu.

- Olá. — Disse com seu sorriso sexy e arrebatador.

Demitrio olhou para Rosalinda, e com sua mente perversa e com tudo planejado, começou com seu plano de ataque.

- Rosa. — Ele diz docemente. — Dance comigo?

Rosalinda o olha nervosa, e com um longo suspiro aceita dançar com ele...

- Sério isso? — Damon olha para o lado, e vê Leticía com os olhos vidrados na tela.

- ... Então você realmente o ama? — Demitrio termina de falar.

- Sim. Eu o amo. — Ela diz sem olha-lo.

- E não sente mais nada? Não sente nada quando toco sua cintura? — Ele a olha nos olhos. — E nem quando entrelaço nossos dedos.

- Demitrio... eu tenho idade para ser tua mãe. Nossa relação acabou a muito tempo. — Rosalinda fala.

- Acabou? Reamente? — Ele pergunta perto de mais.

- S-S-Sim. — Ela gagueja.

- Vejo que sim. — Ele sorri.

E foi dessa forma que Demitrio Salvamento seduziu e... Bem... E foi dessa forma que eles... Vocês sabem... No banheiro. Sendo pegos no flagra por Stefânia, que correu e contou para Eduardo, que teve o desprazer de ver a esposa trepando com o filho do melhor amigo e...

- Ponto. — Letícia fala e o filme para. — Esse é o número 1.

- Salvador? — Ele olha para ela com cara de tédio. — Sério isso?

- É Salvamento. — Ela diz. — E foi tudo feito pelo o superior. Eu só sigo ordens. Agora, me diz Damon... Você acha, que o Demitrio fez o que era certo?

- Sim. — Damon fala. — E ele não se arrepende

- Não se arrepende de ter destruído o casamento de Eduardo e Rosalinda? — Pergunta indignada

- Não. — Ele fala. — Número 2?

Letícia olha para ele furiosa.

- Claro. — Ela sorri e sai andando na frente dele, com raiva.

Damon a segue e antes que podesse perguntar o motivo dela estar assim, seu corpo é puxado para cima, e ele começa a cair... Para cima?

- O QUE TÁ ACONTECENDO? — Damon pergunta enquanto caí.

- É A PRIMEIRA LEI DOS SONHOS. — Ela começa a rir. — SEM GRAVIDADE.

- O QUE? — Ele pergunta, mas ela não responde porque está rindo e gritando. — AGENTE AINDA TÁ CAÍNDO...

Damon se sente molhado e... Melado.

Ele começa a nadar, e percebe que não está prendendo a respiração, mas consegue respirar... E ele respira algo ótimo... Algo como...

- Chocolate? — Ele fala assim que volta a superficie. — Isso é um lago de chocolate?

- Claro. — Ela fala e volta a mergulhar.

- O que... Aquilo... Sarah. — Ele chama. — SARAH.

- Auto lar, homem branco. — Um marshmallow gigante fala apontando uma lança feita de caramelo. — Quem és tu? E o que faz no país do Cupcake?

- País do... Cake o que?

- Peguem o intruso. — Ele fala, e capivaras com cabeças de porcos entram do lago e pegam Damon.

- O que estão fazendo? — Ele pergunta se debatendo. — me solta. Me soltem agora.

Damon é levado para o castelo de cristal, pelos o Chimporimpolas.

- Lá, lá,lá... Damon? Damon? — Letícia olha para os lados procurando ele. — CHOCOLATE. — Ela grita e afunda novamente.

. . .

- Eu mandei me soltarem... — Damon continuava a se debater.

Eles entraram em uma sala estranha, com homens vestidos de baralho, e mulheres vestidas com penas, haviam animais com pernas e pessoas com asas.

- A Magestade Real. — O marshmallow gigante fala.

- Magesta... Candi? CANDI? — Ele grita o nome da irmã.

Nesse momento uma pessoa com uma capa longa e vermelha, um chapéu de cartas de baralho feito de chocolate e um pijama amarelo, com banalas em rodelas coladas.

- Eis aqui. O rei de Cupcake City, Stefan cocada de chocolate. — E todos naquele salão, plaudem seu rei.

- Stefan? — Damon o olha indignado.

- Damon? — Ele olha para o irmão assustado e confuso. — O que faz aqui?

- Eu é que te pergunto. — Damon diz ainda indgnado.

Antes que podesse responder, Stefan fira fumaça e desaparece.

- Damon? — Ele ouve a voz de Elena. — Damon...

Ao seu redor as coisas vão desaparecendo e virando fumaça.

- Damon, acorda. — Damon abre os olhos e Elena está a seu lado. O avião está quase vazio. — Chegamos.

- Chegamos? — Ele pergunta onfuso, Damon espera que algo sinistro o pegue e o prenda, ou então que um bando de macacos feitos de bala de goma atire bananas nele. Mas logo ele percebe que tudo não passou de um sonho. — Oh... chegamos... Los Angeles.

- Sim... Aonde mais seria? — Ela pergunta sorrindo. — Vem.

Damon e Elena saíram do avião, encontrando o resto do pessoal. Stefan olhava pro chão coçando a cabeça confuso, Damon o olhou por um momento.

- Stef... — Ele o chama, Stefan levanta a cabeça encontrando Damon.

- Eu sonhei contigo. — Ele diz olhando para Damon. — O tu fazia lá? — Stefan pergunta para ele mesmo e sai andando falando sozinho.

- Melhor agente ir. — Elena fala rindo da situação. — Tudo bem? — ela pergunta preocupada.

- Tudo... Eu só... Tive um sonho estranho. — Damon diz por fim, e eles partem para suas casas.

Notas finais
Capítulo chatinho eu sei D=

Mas foi o máximo que consegui, me inspirei em um sonho maluco kkkkkkkkkkkkk, espero que tenham gostado :3

comentem e recomendem, criticas são bem vindas. Amo vocês sz