Notas iniciais
Gente, essa one eu fiz de bobeira. Deve estar ruim. Resolvi postar porque deu na telha, fmz? u3u ~♥

“Você se recorda daquele tempo, nii-san? De como tudo era simples e fácil quando nós dois éramos crianças? Eu vivia para impressioná-lo e para chamar sua atenção, eu queria ser você. Eu queria ser como você e ser tão poderoso quanto você. Eu não me importava muito quando era elogiado pelo papai, eu me importava mais quando eu era elogiado por você. Tudo era feliz. Nós éramos felizes.”

Uchiha Sasuke estava sentado de frente para a pedra que continha o nome de seu irmão agora como um dos heróis da vila. Fitava-a atentamente, sentado no chão com as pernas cruzadas estilo índio, olhando atentamente para a pedra. O céu estava nublado e uma ventania frágil sacudia as árvores, avisando que uma tempestade se sucederia aquilo, mas aquilo não o incomodava. Poderia acontecer uma guerra naquele momento, mas ele não se importaria. Aquele era o momento em que dedicava todo seu tempo e vida para Uchiha Itachi, seu irmão mais velho. Morto.

Hoje era seu aniversário de dezenove anos, e Sasuke havia ido ali, como sempre fazia todos os dias, e pretendia ficar bastante tempo. Não comemoraria o aniversário. Nunca comemorou. Preferia passá-lo junto do irmão. Onde quer que Itachi esteja, com certeza, estaria feliz. Ele não era alguém ruim, fizera todas as coisas pelo bem da vila. Não poderia ser enviado ao inferno. Para Sasuke o irmão estava junto dos pais, todos olhavam por ele e guiavam-lhe os passos, protegendo-o de todo o mal que poderia estar a ameaçá-lo. Era assim para ele e sempre seria.

Mas a solidão era demais para Sasuke. Ele não a aguentava. Naruto, Sakura... Os dois eram amigos, mas não podia dedicar a vida por si. Sakura até mesmo havia desistido de si e estava namorando o hiperativo Uzumaki, ajudando-o para que pudesse se tornar um Hokage poderoso no futuro. Os dois tinham até mesmo planos para o futuro. Isso tudo havia sido um peso para Hyuuga Hinata, e isso havia até aproximado Sasuke da menina Hyuuga, mas a timidez dela e a indiferença dele nunca os fariam se declarar, não enquanto o outro não desse o primeiro passo, mas estavam próximos demais e todos estavam surpresos com isso. Mas Hinata também não podia dedicar a vida dela para si, ela tinha que viver.

A solidão o estava corroendo por dentro. O destruindo.

Sasuke não queria o clã inteiro de volta. Queria apenas seu irmão. Para ele seria o bastante e o suficiente. Ele nunca mais pediria mais nada aos céus, ou ao mundo. Orochimaru houvera voltado à vida graças a si, mas havia se redimido e agora estava pagando alguns anos na prisão de Konoha, para ver se era confiável ainda. O homem de longos cabelos oferecera para ensiná-lo o Edo Tensei, para que pudesse trazer seu irmão de volta, e Sasuke se viu tentado a aceitar a oferta, mas... Itachi merecia seu descanso, não merecia?

Foram dias divagando sobre esse assunto, mas decidiu que trazer seu irmão de volta através de um jutsu não era o que Sasuke queria, e provavelmente não era o que Itachi queria. Ele merecia seu descanso eterno. Mas essa decisão o deixava engolido pela solidão... Naruto, Sakura, Hinata... Os três tentavam animá-lo de alguma maneira, mas sabiam que a falta de Uchiha Itachi seria uma marca permanente no coração de Sasuke, até que ele decidisse se focar em reconstruir seu clã e tivesse novas vidas para proteger.

“Sinto saudades suas, nii-san. Da okaa-san e do otou-san também. Será que vocês sentem a minha? Será que me perdoam por eu ter cometido algumas atrocidades nessa vida querendo minha vingança? Provavelmente sim.”

Abaixou a cabeça, sua franja cobrindo seus olhos fechados, e ficou divagando sobre suas lembranças passadas junto de sua família quando uma mão pequena, muito infantil, mas com um toque família, tocou sua testa com o indicador e o médio, fazendo-o abrir os olhos assustado e surpreso, e erguer a cabeça afastando a pequena mão de si.

A sua frente estava uma exata cópia miúda de Itachi encarando-o com o cenho franzido e com a pequena mão ainda erguida. Tinha os mesmo cabelos negros, atingindo-lhe o pescoço, com uma franja cobrindo-lhe a testa. Olhos ônix e as duas marcas ao lado do nariz. Na sua mente estava vendo seu irmão mais velho ali, sentado sobre as pernas, o encarando com o cenho franzido – como se algo ali não recebesse sua aprovação. O garotinho abaixou a mão pousando-a sobre as coxas assim como a outra estava.

— Eu sempre vejo você aqui – disse ele. Sua voz era profunda, mas infantil, com uma leve semelhança com a de Itachi. – Todos os dias, sempre no mesmo horário. A pessoa que você vem visitar deve ser muito importante mesmo.

— Sim, é muito importante.

— Eu nunca falei com você porque é rápida sua passagem por aqui – contou lançando um olhar a pedra com os nomes. – Mas hoje você demorou muito e vim cumprimentá-lo. – Fitou os olhos negros de Sasuke com atenção. – Oi. – Sorriu. – Sou Itachi e você, quem é?

O coração de Sasuke parou de bater no momento.

— I-Itachi? – repetiu.

— Sim, isso mesmo – assentiu. – Por quê? Não gosta do nome?

— Gosto, gosto sim – respondeu Sasuke. – É que é o mesmo nome do meu irmão mais velho. É ele que eu venho visitar aqui sempre.

O olhar do pequeno se iluminou.

— Sério? Que legal! – exclamou. – Pelo visto seu irmão era realmente importante para você... Eu não tenho irmão, ainda. Mamãe disse que está grávida – disse o pequeno Itachi. – É um menino, que ela queria que fosse menina. Eu estou louco para conhecer e cuidar dele.

— Quantos anos você tem? – perguntou Sasuke.

— Eu tenho seis. – respondeu.

Seria a mesma diferença de idade entre Sasuke e Itachi. Sorriu minimamente.

— Você tinha três anos quando presenciou a quarta guerra, não é? – perguntou Sasuke.

— Isso mesmo. – Assentiu, assumindo uma expressão sombria. – Mamãe me disse para esquecer tudo aquilo, mas é uma marca permanente, eu sei. Nunca mais quero ver aquilo acontecer a minha vila. Guerras são criadas apenas para trazer violência e sofrimento, e eu não aceito isso, não na minha vila. Ela será inundada na mais perfeita paz, enquanto eu estiver aqui. Mesmo que eu tenha que ir contra a tudo e me tornar um ninja fugitivo...

— Não pense nisso – cortou Sasuke. – Isso nunca irá acontecer à vila. Que tal pensar somente nisso? – sugeriu.

— Ok. – concordou Itachi retornando a uma expressão mais sorridente. – Mas você ainda não me disse o seu nome... – comentou erguendo uma das sobrancelhas.

— Sinto muito. Sou Sasuke... Uchiha Sasuke.

Itachi sorriu ainda mais. Aquele nome fez com que um calor gostoso subisse seu corpo e ele havia aprovado aquele sentimento. E aquele sorriso fez com que Sasuke sorrisse também.

Era como se estivesse vendo seu irmão mais velho a sua frente em uma figura miúda. Como se ele tivesse voltado, mas em um corpo menor. Nunca acreditou em reencarnação ou coisas do tipo, mas naquele momento teve certeza de que seu irmão estava no corpo daquele garotinho. Sua alma pacifica – novamente encarando uma guerra quando criança – estava naquele pequeno corpo, refletindo toda sua antiga personalidade nele.

— Sasuke, por que seu irmão morreu? – perguntou Itachi.

— Ele morreu por mim... – respondeu Sasuke. – Nós dois lutamos e ele estava ganhando, mas morreu logo após cutucar-me do mesmo jeito que você fez quando veio falar comigo. E ele também estava morrendo por conta de uma doença. Ele também queria trazer paz à vila e a salvou duas vezes de uma tremenda guerra.

“Não importa o que você decidir... Eu sempre vou te amar.”

Aquelas palavras eram bem nítidas em sua mente. Massageou a própria testa por alguns segundos e fitou o rosto curioso do pequeno.

— Ah... Mamãe disse que meu nome é em homenagem a um grande shinobi da vila... Será que é o seu irmão? – perguntou Itachi, inclinando-se para frente, excitado.

— Deve ser. – respondeu Sasuke. – Mas eu acho que é sim...

— Então eu vou honrar o nome do seu irmão! – ditou convicto. – Eu vou ser um grande shinobi também, eu protegerei a vila e vou ser um ótimo irmão mais velho. Ele era um irmão mais velho bom? – perguntou inseguro.

— Melhor impossível. Mesmo longe, ele me protegia. – respondeu Sasuke. – Até alguns minutos atrás, eu não encontrei nenhum como ele.

— E vou ser um ótimo irmão mais velho! – repetiu. – Awm... Por que até alguns minutos atrás? – perguntou curioso, erguendo uma das sobrancelhas.

Sasuke sorriu e Itachi trombou a cabeça para o lado direito, ainda expressando sua curiosidade e mantendo a sobrancelha erguida.

— Porque eu encontrei você, e seu irmão mais novo vai ser muito sortudo por ter um irmão como você, sabia? – murmurou Sasuke.

-... Obrigado! – agradeceu envergonhado. – Vou ser como o Itachi! – exclamou.

Os inocentes olhos ônix fitaram a pedra e se focalizaram sobre um dos nomes ali talhados. Encontrou em poucos instantes o nome “Itachi” e se focou ali por bastante tempo, analisando o nome com cuidado.

— Você vai ver Itachi-san – disse o pequeno para a pedra. – Eu vou honrar o nosso nome. Serei tão grandioso quanto o senhor, e irei salvar a vila. E acima de tudo irei proteger meu irmão mais novo de todo perigo. Vou amá-lo como você amou o Sasuke.

A expressão de Sasuke assumiu um ar surpreso, e um sorriso genuíno – algo que você raramente encontraria no rosto dele – se formou em seu rosto, fitando a expressão confiante da criança a sua frente. Expressão que o fazia bem e o lembrava de seu irmão mais velho.

“Perdoe-me Sasuke... Não haverá uma próxima vez...”.

“Você estava enganado, nii-san. Houve sim uma próxima vez. Nossa luta contra o Kabuto, quando você salvou a vila pela segunda vez e me fez despertar das sombras que eu estava vivendo. E agora... Hoje. E pelo resto da minha vida.”

— Itachi-kun! – Uma voz feminina gritou com doçura, despertando os dois sentados no chão, que viraram para fitar uma mulher de longos cabelos escuros, meio azulados. – Finalmente te encontrei garoto! Eu e seu pai estamos te procurando há horas! – bronqueou com uma voz doce, e o garotinho sorriu.

— Desculpa mamãe, mas eu quis vir aqui um pouco. Gosto daqui. – E novamente fitou a pedra.

Sasuke avaliou a mulher, recordando de sua mãe ao ver aqueles doces olhos negros recaindo sobre si um instante depois. Havia a mesma doçura que Mikoto carregava nos olhos expressados naquela mulher. E a volumosa barriga indicava que ela logo teria seu novo filho.

— Mamãe, este é o Sasuke – disse Itachi.

— Eu estive com ele, não se preocupe – disse Sasuke.

— Obrigada por ter cuidado do meu Itachi, Sasuke – agradeceu. – Sinto muito se ele lhe causou algum problema.

— Não, nenhum. É bem fácil conversar com seu filho. Eu gostei de passar esses momentos com ele. – respondeu Sasuke.

— Ah, que bom. Mas obrigada mesmo assim.

A mulher deu um singelo beijo na bochecha de Sasuke, que cerrou os olhos.

— Não por isso...

— Mikoto! Itachi! – Uma voz masculina tomou atenção de todos. – Está tudo bem?

— Fugaku, ele estava aqui esse tempo todo – disse a mulher chamada Mikoto. – O Sasuke fez companhia a ele.

Sasuke quis chorar.

Era como se estivesse vendo sua família ali consigo. O severo Fugaku com sua costumeira expressão de seriedade, mas que amava a família mais do que tudo, e vivia para protegê-los. A doce Mikoto que não sabia ser rude ou ruim com ninguém, nem mesmo com um estranho. E o gentil Itachi que era o orgulho da família.

Estava os vendo ali, como se tivessem vindo apenas para fazer-lhe companhia nesse dia especial. No seu aniversário.

— Hey... Hoje é um dia especial, não é? Para você ter ficado aqui por tanto tempo – disse Itachi se ligando.

— Hoje é meu aniversário de dezenove anos – respondeu Sasuke. – Eu vim aqui para ficar junto do meu irmão.

— Eu to achando que é hoje que o meu bebê vai nascer também – comentou Mikoto. – Eu estou sentindo algumas contrações, vamos ao hospital, só viemos buscar o Itachi e... – Outra contração pareceu tomá-la. – Tá vendo? Haha. – sorriu docemente. – Feliz aniversário, Sasuke. – Sorriu meigamente para o rapaz dando-lhe outro beijo na bochecha.

— Feliz aniversário, Sasuke. – disse Fugaku pousando a mão sobre os cabelos de Sasuke.

— Feliz aniversário... Otouto. – disse Itachi dando outro cutucão na testa de Sasuke.

“Obrigado...”

Sasuke fechou os olhos dando vazão às lágrimas que queriam escorrer a muitos anos. Chorou como havia chorado após a morte e a descoberta da vida de seu irmão. Levou as mãos até o rosto, chorando de soluçar, sentindo a mulher lhe abraçar, sentindo Itachi segurar sua mão e Fugaku afagar seus cabelos. Um carinho que não recebia desde que seus pais morreram. Encolheu os ombros, encolhendo-se naquele abraço, querendo sentir mais dele.

Mas parecia que quanto mais buscava daquele calor que o abraço de Mikoto emanava, mais ele sumia... A mão em seus cabelos estava sumindo também. E as lágrimas caiam mais e mais de acordo que o calor do abraço sumia de acordo que o calor da mão afagando seus cabelos sumia. Não se moveu, até que somente a mão de Itachi era presente ali. Não abriu os olhos, mas sua mente materializou a sua frente seu irmão, no tamanho exato, sorrindo para si como na última vez e vindo cutucar-lhe a testa. Os dedos tocaram-lhe a testa – em sua mente – no mesmo momento em que sentiu um suave toque em sua testa.

“Eu estarei aqui... Sempre...”.

“Eu sei... Obrigado, nii-san...”.

Em sua mente ele sorria e a imagem começou a sair do foco, mas Itachi não hesitou em abraçá-lo com força, fazendo Sasuke chorar ainda mais ao sentir os braços infantis do pequeno a sua frente em torno de si.

Abriu os olhos no instante em que os braços se afastaram de si.

— Vamos Itachi! – gritou Fugaku. – Sua mãe precisa ir ao médico!

— Hai, otou-san! Tchau, Sasuke! Até a próxima vez!

O pequeno saiu a correr na direção dos pais e os três sumiram, acenando para Sasuke, que acenou de volta.

— Acenando para quem, teme? – perguntou Naruto parado atrás de Sasuke.

— DOBE! – reclamou Sasuke, passando a manga das vestes no rosto, tirando os resquícios das lágrimas do rosto. – Bom, eu tava acenando para... – Olhou na direção que a família havia pegado, mas nada viu... E olha que eles tinham um caminho longo pela frente. – Ah...

“Eles voltaram pelo meu aniversário... Vocês arrumaram um jeito de vir me dar os parabéns nesse dia. Vieram me mostrar que eu não estava sozinho... Que coisa estranha, não é mesmo, nii-san?”

— Bom, não era nada – completou Sasuke, se erguendo do chão e limpando as próprias vestimentas da sujeita do chão. – O que vocês querem? – perguntou encarando os olhos azuis de Naruto, os verdes de Sakura e os perolados de Hinata.

— Ué, hoje é seu aniversário, teme! – respondeu Naruto como se fosse óbvio. – E somos seus amigos. Você não está sozinho, Sasuke, não se esqueça.

— Estamos aqui – disse Sakura, segurando a mão do moreno. – Mesmo que você não queira, sempre estaremos aqui. Sua família se foi, mas nós estamos aqui.

— Vamos afastar a solidão de você, quanto mais ela te puxar, mas vamos afastá-la de você – disse Hinata pegando na outra mão do Uchiha, que a fitou atentamente. – É para isso que servem os amigos, para estarem ao seu lado e salvarem você da solidão de ser sozinho no mundo. Sempre estaremos aqui, Sasuke. E eles também vão estar. Sua família. – Se aproximou dele, de modo que podia sussurrar em seu ouvido. – Eu sei que eles estiveram aqui com você. – sussurrou.

É claro que ela sabia... Murmurou um “hm” e viu-a corar, para logo se afastar, deixando a visão livre e Sasuke fitou Naruto, que segurava um enorme bolo de chocolate. Sabia que o moreno não gostava de doces, mas ele não recusava um chocolate. Após fazer uma leve “reverência” a pedra com os nomes escritos, depositou o bolo de chocolate ali em cima e acendeu uma vela que ocupava o centro do bolo, onde estava escrito “Feliz Aniversário!” feito de chantilly. Sakura colocou alguns presentes no chão, e Hinata guiou o Uchiha até ficar atrás do bolo, como se fosse realmente uma festa de aniversário.

Naruto pegou de dentro de uma mochila que carregava alguns chapéus de aniversário infantil, colocando um chapéu laranja na própria cabeça, um rosa sobre a de Sakura, um roxo sobre a de Hinata e deu uma mais enfeitada em azul-escuro para Sasuke, que hesitou em colocar, mas ao ver os olhares de todos, suspirou em desistência e Naruto colocou empolgado o chapeuzinho sobre a cabeça do moreno, como se ali fosse uma verdadeira festa de aniversário.

— Apague a velinha e faça um pedido – instruiu Hinata parando junto dos outros dois. – Mas não pode contar! – ditou.

— Poooxa! – choramingou Naruto.

Sasuke encarou cada um deles nos olhos e sorriu minimamente, para logo fechar os olhos.

“Qual o seu pedido, otouto?”

“Eu nunca quero perdê-los... Nunca quero me entregar para a solidão...”.

E assoprou a velinha, não tendo a noção de que, o pequeno Itachi o fitava com um enorme sorriso por de trás de algumas árvores, enquanto seu pai gritava para que eles fossem ao hospital logo. Seguiu o pai logo então.

— Papai, eu posso pedir uma coisa? – perguntou Itachi.

— O que foi?

— O meu irmãozinho pode se chamar Sasuke? – pediu.

— Claro que pode querido – respondeu Mikoto, sorrindo meigamente. – Ora, Sasuke, não seja apressado! – brigou com o bebê com um doce sorriso no rosto.

O pequeno Itachi sorriu.

Um sorriso puro, e feliz.

“Não se preocupe, Itachi-san... Eu também vou proteger o seu Sasuke...”.

“Conto com você.”

Notas finais
Isso aí gente, eu chorei escrevendo e. ç_ç~ Ok. ~♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!