What A Crazy Life!
8 Shiii, It's a secret.
Notas iniciais
1°: Sem criatividade, 2°:Férias, 3°:Viagens, 4°: Volta ás aulas. Enfim, por isso, me perdoem.
Avisos: A partir de agora, volto apenas a postar nos finais de semana e talvez nas sextas.
Boa leitura e até lá embaixo!
Hoje eu acordei muito feliz. Eu sabia que iria receber minha resposta, além de ter muuuitos planos para hoje e amanhã. Me arrumei, e fui para o salão principal lanchar.
–Bom dia genteeee! – Falei chegando saltitante na mesa da Grifinória. Todos arregalaram os olhos fazendo um perfeito O.O
–O que foi agora? Snape está atrás de mim, ou o quê? – Perguntei, um pouco alto demais.
–Muito engraçado, Johnson. E Professor Snape pra você. – Disse Snape da mesa dos professore. Dessa vez o emoction foi meu: O-O, me virei e encarei com um sorrisinho.
–Desculpe PROFESSOR Snape. – Eu disse dando uma ênfase em professor. Ele apenas ignorou e continuou a comer. Voltei para o meu canto e James disse assim que me sentei:
–Agora sério, porque está tão feliz? O que você fez? Isso me assusta... – Disse ele se encolhendo um pouco.
–Deixa de ser bichona! Eu não fiz nada, apenas... Estou feliz. – Disse pegando um pão e passando manteiga.
Cinco minutos depois, as corujas começaram a chegar com cartas de todos os tipos para os alunos. Logo uma branca, que eu identifiquei ser a dos Potter, pousou na minha frente com uma carta, relativamente grossa, no bico.
Peguei a carta e dei uma espiadela lá dentro enquanto a coruja beslicava meu pão. É, estava tudo lá! Olhei para o Lado para ver se James ainda estava sentado na sua cadeira e não bisbilhotando as cartas que eu recebo. Ainda bem que eu só olhei e não tirei nada de lá de dentro, poi9s a criatura tava vindo à minha direção, claro.
–Teddy, cara. Essa não é coruja lá de casa? – Perguntou ele apontando pra coruja na minha frente Teddy olhou pra onde James estava apontando.
–Aso ki si. – Disse com a boca cheia de ovos e olhando para James e depois pra mim que segurava a carta. Logo o olhar de James também se virou pra mim e depois para a carta que eu segurava na mão.
–Jeni, posso...
–NÃO! – Gritei saindo correndo e começando a ser perseguida por Teddy e James.
Nós parecíamos um bando de retardados, literalmente. Ficávamos nos xingando de nomes idiotas. Eu gritei “Maricas!!” O que não ajudou, só recebi um sapato na cabeça. Passamos correndo entre dois corvinais que estavam conversando, o que continuou com a perseguição, só que agora com os corvinais atrás de nós com cara feia.
Chegando ao corredor da entrada da torre da nossa casa eu gritei pro quadro da mulher gorda:
–HEYYYY! BACON COM OVOS AZUIS!! – Ela olhou, arregalou os olhos e abriu. Entramos correndo e assim que entramos ela fechou rapidamente e pudemos ouvir um baque surdo e uns gritos. Bom, acho que escapamos olhei pra as maricas na minha frente. Estavam deitados no chão e eu estava apoiada nos joelhos. Olhei pra carta, arregalei os olhos e subi correndo pro meu dormitório e me tranquei lá.
Knock, knock, knock. Bateram á porta.
–QUEM É O BASTARDO QUE ME PERTUBAS?- Gritei deitado no chão, ainda com a carta na mão. Silêncio.
Knock, knock, knock. Ah, tá de sacanagem, néh?
–QUEM É???
Knock, knock, knock. AGORA FUDEU PRA ESSE SER.
Guardei a carta debaixo do travesseiro e segundos antes de abrir a porta, eu parei. Uma passou entrou no quarto passando por debaixo da porta. Eu abri a porta, ninguém.
Fechei a porta entrei na cama e abri o papelzinho, que estava dobrado ao meio.
“Desculpe, só queria dizer o quanto eu quero te beijar um dia. M,S.”.
MASOQ?
Knock, knock, knock. Saí correndo e abri a porta e era... O Teddy. Revirei os olhos dramaticamente.
–Diz, o que você quer? – Ele cerrou os olhos.
–O que aconteceu?
–Como assim menino?
–Sei lá, você ta pálida... – Lembrei-me do papel e tratei logo de coloca-lo no bolso disfarçadamente.
–Hã... Serio? ok, vou lembrar de tomar mais sol, xau. – Disse fechando a porta mais ele colocou um pé.
–Espera. Posso falar com você? – Hesitei um pouco, mas lembrei de que era o Teddy e abri espaço pra ele entrar. Depois fechei a porta.
–Então, também queria falar com você...
–Sobre o lance da carta?
–É. – E o empurrei com as mãos para uma cadeira qualquer.
–Lembra de ontem, lá no banheiro? – Falei enquanto ia até minha cama e pegava a carta.
–Lembro. – Ele falou com a voz baixa como se lembrasse do dia e do motivo pelo qual estávamos lá.
–Eu falei uma coisa sem sentido não? “Acho que você vai entender melhor amanhã.” – terminei rindo e esfregando as mãos na carta.
–Eu quero entender. — Ele disse tão baixinho que você quase não ouviria. Estendi a carta pra ele que começou a abrir.
–Ninguém soube apenas eu. Esse era o motivo de eu estar feliz hoje de manhã. Espere, ainda não. – Disse assim que ele colocou a mão dentro do envelope. Ele me olhou, seus cabelos estavam brancos, assim como ele sempre fica quando está nervoso. – Só quero que saiba que eu disse a verdade. Nunca duvide de mim. Antes de ir no banheiro te encontrar, eu subi no dormitório, para escrever uma carta. Acho que foi a carta mais rápida da minha vida. – risos – Eu escrevi para Harry Potter.
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