Wentworth
5 Capítulo 5 PLÁGIO É CRIME! ALÉM DE SER MUITO DESAGRADÁVEL!!!
Notas iniciais
PLÁGIO É CRIME! ALÉM DE SER MUITO DESAGRADÁVEL!!!
Quinn
Após o ocorrido, me levaram para fora e me colocaram em uma casinha minuscula de madeira que só cabia eu lá dentro, parecido com aqueles banheiros públicos, me disseram que iria passar 2 dias ali para eu me arrepender do que eu fiz, só me dariam água e para ir no banheiro teria que fazer ali mesmo, isso infligi todas as lei de direitos humanos a me esqueci eu sou um monstro para eles, me disseram que o nível 2 seria limpar todos os banheiros com uma escova de dente, eu acho que o nível 1 é melhor que isso, apenas ficar trancada em uma casinha. É eu acho que estava enganada eu preferiria mil vezes limpar os banheiros, depois de um tempo dentro desse inferno as madeiras pareciam estar pegando fogo, essa cadeia estava em uma área arida do país, onde fazia calor o ano inteiro, eu estava suando todo meu liquido corporal e meus machucados estavam insuportáveis, minha cabeça estava doendo, pois eles tiraram os meus remédio durante 15 dias, eu estava desculpe a palavra fodida. A noite foi mais fácil mesmo com a dor não estava mais quente, consegui pegar no sono e acordei quando a porta abriu e me fez cair com a cara no chão, pois estava escorada nela enquanto dormia, as policiais uma negra meio acima do peso e uma oriental começaram a rir da minha cara e do lado delas a Doutora Emma estava horrorizada com meu estado, ela rapidamente se ajoelhou e limpou meu rosto que estava cheio de terra.
Emma: você esta bem? — disse me olhando preocupada o que me fez lembrar de como minha mãe me olhava.
Quinn: sim — ela me ajudou a levantar e levantou minha camisa e arregalou os olhos.
Emma: o que vocês fizeram com ela, isso é um absurdo — disse gritando com as policiais que ficaram surpresas assim como eu, Emma se importava comigo?
Mercedes: Dra. Emma ela mereceu, ela tentou estuprar Rachel — Emma me olhou e eu abaixei a cabeça, ótimo agora a unica pessoa que me tratava bem, vai começar a ter medo de mim ou me odiar — só não ficou pior por que Cassandra estava em um dia bom.
Tina: verdade Cassandra foi muito boa com ela.
Emma: Certo, agora ajudem ela e a leve para a enfermaria — eu levantei rapidamente minha cabeça e a encarei, ela não estava com medo ou ódio de mim? Por que ela vai me ajudar em vez de me agredir ou olhar com nojo? Quem é essa mulher?
Me levaram para a enfermaria e Emma ficou em silencio o tempo todo, o que eu achei estranho, pois quando eu cheguei ela não parava de falar, será que ela esta com ódio de mim?
Emma: Por que você fez aquilo com a Srta. Berry? — a encarei e ela olhava no fundo dos meus olhos.
Quinn: Eu... eu não queria fazer aquilo — disse em um fio de voz, não sei se ela ouviu.
Emma: então por que tentou fazer? — parece que ela ouviu.
Quinn: eu não tentei — eu abaixei a cabeça — eu não ia estupra-la, só queria colocar medo nela, pois pelo o que eu vi ela iria me bater, só queria pelo menos uma vez não abaixar a cabeça e ser espancada por algo que não fiz — disse agora olhando no fundo dos seus olhos — sei que você não acredita em mim, mas eu nunca estupraria uma mulher.
Emma: não, por incrível que pareça eu acredito em você — ela disse me olhando com ternura, com um olhar maternal, a olhei surpresa — seus olhos quando você fala nunca mentem, se você estivesse mentindo daria para saber — em 4 anos de agressões físicas e verbais, nunca ouvi alguém falar assim comigo, de um jeito carinhoso e compreensível, senti algumas lagrimas escorrerem nos meus olhos e ela me olhou preocupada — o que foi ainda esta sentindo dor em algum lugar? — neguei com a cabeça e a olhei.
Quinn: é que ninguém nunca disse isso para mim, só me julgavam, ninguém nunca me entendeu e estou muito feliz que você me entendeu e acreditou em mim — disse sorrindo ela me olhou surpresa e devolveu outro sorriso.
Emma: seu sorriso é lindo, você deveria sorrir mais — disse limpando as lagrimas de meu rosto — seja forte, pois aqui é muito pior que o reformatório e as presas são muito piores que os policiais, então tome cuidado ok? — sorri com a preocupação dela e assenti.
Quinn: Por que você se preocupa tanto comigo, eu só apenas uma desconhecida para você.
Emma: Porque, se eu não me preocupar ninguém vai e você ainda é um bebe — disse bagunçando meus cabelos — que não gosta de pentear o cabelo — disse e nós duas rimos.
Quinn: Obrigada Doutora Pillsbury — peguei suas duas mãos e olhei em seus olhos — obrigada mesmo — ela sorriu e me puxou para um abraço, que me assustou, mas logo retribui.
Emma: pode me chamar de Emma bebê — disse e eu ri novamente, essa mulher é louca e incondicionalmente maravilhosa — agora tome esses remédios e não mostre para ninguém, por que a diretora Sylvester me proibiu de te dar ok?
Quinn: Ok Douto... quer dizer Emma — peguei os remédios e os escondi dentro da minha cueca o que a fez rir — que foi ninguém vai mexer aqui — disse piscando para ela que riu mais ainda.
Emma: gostei de você Quinn — disse sorrindo.
Quinn: também gostei de você Emma — retribui o sorriso — tchau até mais.
Emma: até mais — quando ia abrir a porta — e Quinn — a encarei — se cuide — eu sorri assentindo e sai.
Emma
Essa garota não tem nada de monstro ou assustadora, claro fiquei assustada com o que ela fez com a Srta. Berry, mas depois que ela falou que estava apenas a assustando para não ser espancada e que nunca estupraria uma mulher, eu acreditei nela, seus olhos não mentem, quando ela chorou e sorriu me fez acreditar totalmente nela, ela é uma boa garota só não tem oportunidade de se expressar e demonstrar seus sentimentos, eu me sinto como mãe dela, ela ainda é uma criança e esta perdida sem ninguém para ajuda-la, sinto que eu devo cuidar dela.
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