Wentworth
21 Capítulo 21 PLÁGIO É CRIME! ALÉM DE SER MUITO DESAGRADÁVEL!!!
Notas iniciais
PLÁGIO É CRIME! ALÉM DE SER MUITO DESAGRADÁVEL!!!
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POV Rachel
Eu estava chorando, não aguentava olhar os machucados de Quinn por muito tempo. Eu e Emma a levamos para a enfermaria, agora ela estava medicada e Emma limpava seus machucados, eu não podia acreditar na maldade dessas pessoas, machucar alguém que nem pode se defender, minha dor e ódio cresciam cada vez mais.
Estava mexendo no cabelo de Quinn, já faziam 2 dias que ela estava dormindo, Emma disse que era normal, pois ela deu uma dosagem grande de remédio, para ela não sentir dor e para melhorar as inflamações dos machucados. Para não dar suspeitas, falei para Sue que ia ficar de guarda para Emma, caso a prisioneira acordasse, estava sentada ao lado de Quinn já faziam alguns minutos, de tempo em tempo, não aguentava e dava beijos em seus lábios rachados, estava dando um beijo de muitos que já tinha dado, quando ouvi um gemido de Quinn e me afastei rapidamente, arregalei os olhos e olhei para seu rosto, seus olhos estavam abertos me olhando e ela simplesmente sorriu para mim, apenas senti lagrimas encherem meus olhos, me aproximei rapidamente novamente e comecei a beija-la, mas dessa vez com mais vontade, ela correspondeu rapidamente segurando meu rosto, assim que o beijo terminou olhei em seus grandes olhos avelãs, ela levantou devagar seus braços, e acariciou meu rosto, limpando com seus dedões as lagrimas que caiam dos meus olhos.
— Hey linda — disse ela quebrando o silencio com sua voz rouca, mas ao mesmo tempo carinhosa, nem parecia que tinha apanhado tanto — parece que nada pode me derrubar hein — falou ela com aquela cara brincalhona de sempre, que fez meu coração se encher de felicidade, me aproximei e deitei ao seu lado, ela me aconchegou e me embrulhou em seus braços.
— Sua idiota, eu estava tão preocupada — disse com meu rosto em seu peito, ela riu e me apertou mais, assim que passei meus braços por sua cintura e apertei ela gemeu e eu já ia me afastar rapidamente, mas ela me impediu me apertando ainda mais em seu corpo, ela beijo minha testa e aspirou em meus cabelos.
— Calma baby, está toda agressiva hoje — disse ela rindo e eu dei um tapa de leve em sua cabeça rindo com ela, ela era um pirralha mesmo, a pirralha que mais amo do mundo — estou falando... sua agressiva — disse de novo, afastou levemente do abraço e levantou meu rosto pelo queixo, se aproximou e colou nosso lábios amorosamente, eu abri minha boca e ela carinhosamente aprofundou o beijo, ainda estava lábios com lábios, mas logo ela acariciou meu lábio com a língua e aprofundou o beijo, nossas línguas em sincronia se acariciavam, parecia que o tempo tinha parado, mas infelizmente logo o ar faltou e tivemos que nos separar, assim que abri meus olhos, encontrei ela me olhando com um sorriso calmo no rosto e eu logo retribui seu sorriso, ela logo me embrulhou no seu abraço de urso e eu fechei meus olhos, ficamos assim por longos minutos, eu sentindo seu perfume e ela acariciando minhas costas — Rachel — disse baixo e carinhosamente.
— hum? — disse calmamente.
— Eu te amo... — disse e eu logo abri o maior sorriso de todos ainda com o rosto em seu pescoço e o beijei fazendo-a se arrepiar.
— Eu também te amo pirralha — disse e ela riu baixinho, apertando minha bunda — hey! — disse me afastando e a olhando brava, a encontrei com um sorriso sapeca.
— Por você ter me chamado de pirralha, sua baixinha — disse apertando minha bunda novamente e mordendo meu pescoço me fazendo dar um gritinho e rir.
— Sua pirralha! não me chame de baixinha — disse e apertei suas bochechas, fazendo-a fazer uma careta e tentar morder minha mão que estava em sua bochecha, nos continuávamos nessa brincadeira, eu dava gritinhos, quando ela me apertava e me fazia cocegas e eu a beliscava e dava mordidas fazendo-a rir, estávamos em nosso próprio mundo até alguém limpar a garganta, nos fazendo nos afastar rapidamente e olhar na direção do barulho, e felizmente encontramos Emma com um sorriso carinhoso e a sobrancelha arqueada.
— Parece que já estão matando as saudades — disse maliciosa e eu e Quinn coramos, ela se aproximou e colocou a mão na testa de Quinn acariciando maternalmente, Quinn sorriu e Emma logo retribuiu, para quem olhasse elas pareciam mãe e filha — hey, bebê você nos deu um belo de um susto — disse ela bagunçando o cabelo de Quinn, fazendo-a fazer bico e eu e Emma rir — você está com dor? — perguntou Emma.
— Não, só um pouco, só preciso de carinho que logo vai passar — disse piscando para mim que dei um sorriso envergonhada, só Quinn me fazia ter aquelas reações, logo Emma me expulsou e disse que Quinn tinha que terminar de se recuperar e dormir, Quinn logo protestou, mas Emma a deu uma bronca e ela logo ficou quieta e emburrada como uma criança me fazendo rir, me despedi de Quinn com mais um longo beijo prometendo voltar e logo voltei ao meu trabalho.
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POV Frannie
Já fazia 3 meses que sai do hospital e ainda tinha aqueles sonhos estranhos, mas logo descobrir que eram lembranças daquele dia horrível que passei antes de ficar em coma.
Sarah sempre saia comigo e me fazia companhia, e sempre se preocupava se eu lembrava de algo, ela me contou tudo o que aconteceu, disse que minha irmã estava irreconhecível naquele dia, disse que ela matou nossos pais com nenhum pingo de remorso, disse que minha irmã a estuprou mesmo ela chorando e implorando para parar. Será que eu também implorei e mesmo assim ela não parou, isso me deixava cada vez mais triste e com ódio da minha irmã, penso se nos fizemos algo que a deixou com raiva, mas mesmo assim não tem como explicar por que ela fez algo assim, disseram que ela era psicopata, pois ela era muito inteligente, e a maioria dos psicopatas são super inteligentes, eu sempre olho para foto dela com minha família antes de dormir, mas apenas vejo uma criança alegre e que não faria mal a ninguém.
Em um dia tive mais um daqueles sonhos que sempre tive, sempre eram iguais, eram confusos não dava para entender, mas nesse dia foi diferente, lembrei da minha irmã chorando, não parecia fria como Sarah sempre dissera, ela estava desesperada, lembro estar sentada em seu colo, limpando suas lagrimas, ela me pedia perdão e eu a consolava, ambas estávamos nuas, lembro olhar para meu pai que chorava com sangue em suas pernas, lembro de risadas e vozes parecidas com a de Sarah, esse sonho foi o mais confuso de todos, mas depois dele, passei a desconfiar de Sarah e acreditar que minha irmã era inocente, também comecei a tentar achar respostas, procurei o nome da minha irmã na internet e encontrei milhares de coisas sobre minha irmã, escondido dos meus avos, pois meu avô falou para eu esquecer da minha irmã e nunca sequer mencionar o nome dela. Pesquisei o nome dela e achei videos dela quando era mais nova sendo levada para cadeia, sua boca sangrava e dois policiais a segurava, estava aparente que ela estava com medo e que tinha chorado, pesquisei sobre psicopatia também, diz que psicopatas não sentem remorso, como então minha irmã estava tão assustada, a policial erguia sua cabeça tentando humilha-la ainda mais diante das câmeras e repórteres, pessoas a xingavam de nomes horríveis no vídeo e nos milhares de comentários, senti meus olhos se encherem de água, estava com esperanças de minha irmã ser inocente, estava intrigada e não pararia de procurar até achar as respostas e a verdade e então ajudaria minha irmã a sair da prisão, outra coisa que achei pela internet foi outro vídeo dela sendo transferida do reformatório para cadeia, ela com seus 18 anos uma criança ainda, estava sendo escoltada por policiais, o repórter fazia perguntas, mas ela não respondia, eram perguntas terríveis, perguntava se ela não sentia saudade de sua família, se não se sentiu triste quando os matou, muitas pessoas tentavam a linchar, eu chorava cada vez que ouvia, lia e assistia algo de minha irmã, seu caso foi tão famoso que fizeram um programa tentando descobrir como ela matou nossos pais. E meu avô disse que sempre tinha convites para eu participar desses programas, mas ele sempre negou tentando me proteger, procurei sobre seu presidio e os dias de visita, eu já estava decidida a visita-la, mas tinha um porém, ela nem sequer sabe que eu estou viva.
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POV Quinn
Fazia algumas semanas que parei de usar medicamentos para dor, estava em ótimo estado, estava com Santana e Brittany no banho de sol das presas, depois que contei tudo o que aconteceu para Santana, ela esqueceu de sua imagem na cadeia e disse que iria me proteger, eu fiquei muito grata e disse para ela que também a protegeria e a Britt também, Brittany era a pessoa mais meiga que conheci na minha vida, nem dava para acreditar que ela estava ali, ela me disse que participou de um assalto, pois estava passando por dificuldades em casa e um de seus parceiros de crime, matou um refém, por isso pegou 7 anos, já havia pago 3 anos, ela tinha 23 anos e Santana tinha 25, pagou 4, mas ainda faltava 6 anos para Santana. Eu, Santana e Brittany, nos tornamos grandes amigas, quase irmãs protegendo uma as outras, o presidio achou estranho, e muitas presas não gostaram disso, Rachel me proibiu de chegar perto de Amber e Casey, se chegasse ela disse que nunca mais teria filhos, eu prontamente obedeci, mesmo baixinha ela era bem forte e as vezes me dava medo com seu olhar severo.
Brittany estava sentada no colo de Santana que fazia carinho em sua barriga, eu estava senta ao lado delas olhando para Rachel que estava do outro lado do campo de areia, Rachel disfarçadamente olhava para mim e eu sorria como uma boba apaixonada, até sentir um tapa na orelha de Santana, virei e a olhei incrédula, ela deu um sorrisinho malicioso e Brittany deu um risada gostosa que só ela sabia dar. Também contei para elas da minha relação com Rachel, claro que Santana logo zombou, mas ela me deu apoio assim com Brittany, eu não podia ter amigas melhores, mesmo que nos conhecêssemos a tão pouco tempo.
— Quer parar de transar com o olhar com Berry, eu sei que você e a anão não tem muitos momentos íntimos, mas não precisam transar pelo olhar, só faltava vocês gemerem e gozarem aqui na frente de todo mundo, suas depravadas — disse Santana tirando saro e eu dei um olhar mortal para ela, ela apenas riu e começou a beijar o pescoço de Brittany que riu falando que fazia cocegas e apertou o nariz de Santana, eu logo sorri pra cena, elas eram lindas juntas, nem se preocupavam em serem pegas como eu e Rachel, nos sempre nos encontrávamos as escondidas, ou na enfermaria, ou na biblioteca, ou na lavanderia, ou até mesmo no momento que era minha vez de tomar banho sozinha, claro que depois do que aconteceu nos tomávamos o máximo de cuidado possível, ainda não chegamos a fazer sexo, pois queria que fosse especial e que ela estivesse preparada, as vezes penso que nossas vidas seriam tão fácil se eu não estivesse presa, senti um momento de tristeza, mas logo se foi quando eu olhei para Rachel e a vi sorrindo pra mim, sorri de volta de dei uma piscadela, ela soltou um risinho e voltou a trabalhar, eu amava aquela mulher.
Depois de um tempo conversando com Sant e Britt, vi Rachel vir em minha direção com um sorrisinho malicioso, eu levantei a sobrancelha sorrindo de lado e vendo se tinha alguém vendo nós duas, ela mordeu o lábio inferior e piscou abrindo um botão de sua camisa do uniforme e passou do meu lado, eu prontamente olhei para trás e vi sua bunda redonda, ela propositalmente rebolava ainda mais, logo senti o junior se mexer e Santana soltar uma gargalhada, eu corei e disfarcei olhei pra ela e ela ficava levantando só uma sobrancelha e rindo, dei um soco em seu ombro e ela logo reclamou, sabia que aquele era o sinal de Rachel para ir encontra-la na lavanderia, que agora estava vazia. Rapidamente levantei e me despedi de Britt com um beijo em sua testa e de Santana com um tapa de leve na cabeça e um beijo na bochecha, as duas sorriram e se despediram, mas não seria Santana sem uma ultima provocação.
— Use camisinha viu pirralha, não quero ver mais de você e da anão da Rachel por ai — disse Santana sussurrando no meu ouvido e rindo, eu apenas rolei os olhos e deu um aceno pra Britt que ria e dava tapas no braço de Santana.
Assim que entrei no corredor vazio para ir à lavanderia, fui empurrada com força na parede, logo ia revidar, mas fui prensada na parede com um cassetete no pescoço que me deixou sem ar, olhei para o agressor e dei de cara com Cassandra com aquele sorrisinho malicioso, engoli em seco e ela sorriu mais ainda com o meu medo.
— Posso saber onde estava indo? — perguntou bem perto do meu rosto dando um beijo no canto da minha boca, arregalei os olhos e tentei afasta-la, ela apenas me prendeu mais e riu — Ora, ora... uma presa estupradora, não gosta de ser forçada a beijar — disse rindo mais ainda e me dando um beijo, tentava a todo custo afasta-la mas estava sem ar e seu joelho apertar entre minhas pernas, impedindo de eu me mexer, virava o rosto e fechava minha boca com força impedindo ela de aprofundar o beijo, mas ela logo apertou mais meus testículos com o joelho me fazendo abrir a boca pra gritar, ela logo enfiou o língua na minha boca e apertou sua mão em meus cabelos e mordeu meu lábio inferior, senti o sangue escorrer e logo a raiva me dominou, a peguei pela cintura e a levantei a assustando, inverti nossas posições e a prensei fortemente na parede, fazendo a soltar o cassetete, cheguei perto do seu rosto olhando em seus olhos e disse:
— Nunca mais encoste em mim sua cadela — disse rosnando, ela arregalou os olhos e eu apertei seus braços e a empurrei na parede novamente fazendo gemer de dor — eu juro, que se você fazer isso de novo, eu te mato, entendeu? sua puta do caralho — disse descontrolada rosnando novamente e ela apenas riu e aproximou seu rosto do meu que estava perto e me deu um selinho, logo me afastei horrorizada.
— Adoro quando me pegam com força e me maltratam — piscou e eu a olhei incrédula, aquela mulher era louca, bati novamente ela na parede e sai de lá o mais rápido possível — nos vemos depois gostosa — disse ela e eu apenas ignorei e ouvi sua risada, que ódio, o sangue subiu a cabeça e eu comecei a esbravejar palavrões e socar as paredes, enquanto limpava minha boca com força.
— Aquela bruxa! — soquei uma maquina de lavar da lavanderia e assustei Rachel que estava sentada em uma das secadoras e logo fui em sua direção ainda em fúria chutando um cesto de roupas que bateu na parede e quebrou, Rachel me olhou assustada e preocupada.
— Amor, o que aconteceu? — assim que ela me chamou de amor, meu ódio se foi e eu apenas me aproximei e a beijei com vontade, ela colocou os braços em volta do meu pescoço e começou a arranhar minha nuca, estava entre suas pernas e pressionava minha ereção em sua intimidade e apertava suas coxas grossas com as mãos ela logo circulou minha cintura com as pernas e pressionando ainda mais nossas intimidades, ela gemia gostoso em meu ouvido e eu ficava ainda mais dura, ela se afastou e olhou para mim sorrindo, mas logo arregalou os olhos e semicerrou os olhos.
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POV Rachel
Estava esperando Quinn chegar no nosso ponto de encontro diário, a lavanderia, me sentei em cima da secadora e abri alguns botões da minha camisa e esperei.
—Aquela bruxa! — disse Quinn com ódio e socando uma maquina de lavar fazendo um barulhão, pulei de susto, ela olhou pra mim e veio em minha direção, não antes de chutar com força um cesto de roupas, que bateu na parede e quebrou. nunca tinha visto Quinn com tanto ódio, deve ter acontecido algo grave para ela ficar assim, e quem seria a bruxa que ela falou, logo fiquei preocupada.
— Amor, o que aconteceu? — perguntei com carinho, para ver se ela se acalmava, e logo surtiu efeito, ela se acalmou e se aproximou me dando um beijo de tirar o folego senti um gosto de ferro, mas assim que senti sua língua, logo esqueci de tudo, estava louca com sua ereção pressionando em minha intimidade, eu me afastei devagar e sorri, mas logo arregalei os olhos, pois vi seu lábio inferior sangrando e seu pescoço com um risco avermelhado semicerrou os olhos.
— O que aconteceu com você Quinn? — perguntei séria e ela apenas, desviou o olhar.
— Não é nada que se deva importância meu amor, vamos apenas continuar de onde paramos — disse ela voltando a me beijar, mas logo mordi o machucado de seu lábio e ela gemeu.
— Não até você me contar o que aconteceu — disse a afastando e a olhando brava, cruzei os braços esperando ela falar, ela me olhou e suspirou, eu sorri, era tão fácil ganhar dela, apenas com um olhar e ela me obedecia.
— A Cassandra me encurralou no corredor e bem ela me... me beijou... — disse coçando o pescoço, eu arregalei os olhos e logo fiquei com raiva, percebendo minha raiva ela se aproximou, mas eu dei um tapa em sua cara. — Ai! Rachel! — disse massageando a bochecha — por que fez isso, ta maluca? — disse me olhando assustada com a bochecha vermelha.
— Você beija uma mulher e quer que eu fiquei feliz, sua cafajeste — disse com raiva e com os olhos já lacrimejados e dando socos em seu peito.
— Rachel! pare! — disse firme e segurou meus puços e olhou pro meu rosto se assustando quando viu que eu chorava — Rachel, você entendeu errado, ela me forçou, ela me pressionou na parede com o cassetete no pescoço e me beijou a força, por isso eu estava com tanta raiva — disse me olhando e soltando meus puços — Rachel... — me olhou com carinho — eu nunca trairia uma mulher como você — sorriu e meu coração errou uma batida, ai como eu amo essa pirralha urg!, olhei seu pescoço e seu lábio cortado, claro como sou burra, ela foi forçada, estava tão perdida em ciumes, que assim que ouvi que ela foi beijada que eu esqueci tudo, como eu sou burra!
Olhei pra sua bochecha vermelha arrependida e ela logo percebeu sorriu amorosamente me abraçando.
— Calma amor, não foi sua culpa, eu que não expliquei direito — disse ela pegando meu rosco com as duas mãos e me dando um beijo delicado, eu sorri e a puxei pela nuca, ela era maravilhosa, mesmo eu estando errada, ela sempre vai me defender e dizer que estou certa, essa idiota fofa, a beijei apaixonadamente e ela agarrou minha cintura, assim que nos separamos eu lembrei de Cassandra e trinquei os dentes rosnando, Quinn me olhou confusa, colocando a cabeça por lado, como um cachorro tentando entender, awnt... ela era tão fofa.
— Eu vou bater naquela vagabunda — disse rosnando e logo Quinn entendeu e sorriu.
— Bem acho que ela vai gostar — disse Quinn rindo, a olhei sem entender e ela sorriu — eu bati ela na parede com força umas 3 vezes e ela falou que adorou, disse que adora ser maltratada — ela me falou rindo e eu fiz cara de nojo e ela riu ainda mais.
— Cassandra já era maluca, mas depois disso ela precisa ir para um hospício ou de um psiquiatra, ela não é normal. — disse e Quinn concordou rindo e me beijando e abraçando — a gente tem que ter cuidado com aquela mulher — disse e Quinn concordou séria.
— Eu disse que se ela encostar em mim eu a mataria, mas como ela é maluca, não ficou com medo, até gostou. — disse Quinn com cara de inconformada e eu ri bagunçando seu cabelo e mordendo sua bochecha, coloquei os braços em volta do seu pescoço e logo começamos nossa sessão de amasso diário e eu não poderia estar mais feliz com aquela pirralha que tanto amo.
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POV Santana
Assim que Quinn nos deixou para pegar a anão as escondidas, eu e Britt fomos em um canto escondido, pois os policiais não gostavam que as presas se pegassem. Logo começamos nossa própria pegação, eu dava beijos no pescoço de Britt-Britt e ela gemia de um jeitinho fofo só dela, ela arranhava minhas costas por baixo da minha camisa, nos estávamos encostadas em um muro, bem longe de todos. A pegação estava ficando quente demais, eu não estava aguentando, mas estávamos em público então tive que me segurar, mesmo assim desci minha mão para intimidade da Britt e ela mordeu meu pescoço para não gemer alto, assim que ia adentrar a calça da minha gatinha, ouvimos alguém rindo baixinho, olhei para quem era e vi Quinn encostada no muro com um pé apoiado no muro, nos olhando com um sorriso safado.
— Fabray eu juro que se você não sair daqui, eu faço na frente de você mesmo — disse com raiva, Britt apenas sorriu e me puxou e me abraçou pela cintura, Quinn sorriu sugestiva e passou a língua pelos lábios.
— Eu não me importo — disse a safada e Britt riu alto no meu ouvido, eu apenas semicerrei os olhos para Quinn e avancei em Britt dando um beijo quente e colocando as mãos por baixo de sua calça apertando sua bunda, que fez minha Britt gemer, parei e olhei pra Quinn que estava corada e soltei uma gargalhada da cara dela, me afastei de Britt e dei tapinhas no rosto de Quinn.
— Achou que eu não faria né bebê? — disse e ela ainda estava estática e corada, Britt foi até ela e a deu um abraçou de urso, Britt sempre achou Quinn fofa, eu não tinha ciumes quando ela faz carinho em Quinn, também a achava fofa, e depois que ficamos próximas eu vi que ela era uma pessoa muito gentil, eu até acho que a mais gentil que conheci em minha vida, claro que depois de Britt-Britt, mas ela era uma boa pessoa, não acredita que ela tenha feito aquilo com seus pais, ela me disse toda armação que fizeram pra ela e eu acredito nela. Não que eu confessaria isso pra alguém, mas eu realmente adoro essa pirralha, passei pelas duas e desarrumei seus cabelos bastante até embolar e sai correndo com elas em meu alcanço com nós três rindo. Até que a vida no presidio não é uma merda...
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POV Emma
Rachel entrou aqui contando suas aventuras com Quinn, claro que a logo cortei por que não quero ouvir que meu bebê e ela fazem sexo, que nojo, ela me disse o que Cassandra fez com Quinn e eu fiquei muito preocupada, não sabemos mais do que aquela mulher é capaz, Rachel falou que pensaria em um jeito de assusta-la, vamos ver o que vai dar agora.
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POV Rachel
Aquela cachorra vai pagar por tentar literalmente comer minha namora... pera Quinn ainda nem pediu em namoro e eu já a considero minha namorada, bem a gente já disse que nos amamos, nem vou esperar o pedido, pois Quinn é meio desatenta com isso, pra não dizer outra coisa, meu amorzinho é meio lento, estava tomando meu café quando vi Cassandra vindo para sala de descanso dos policiais, olhei para meu café fervendo e logo tive uma ideia (autora: qual será essa ideia kkk) assim que chegou mais perto eu ''distraidamente'' esbarei nela e derramei todo meu café nela, ah... que peninha, ela gemeu e tentou se secar.
— Oh meu Deus! me desculpa! eu não vi você eu juro — disse fazendo uma cara de preocupada, se eu não fosse policial viraria atriz, estava rindo internamente, ela me olhou com raiva.
— Berry vê se olha por onde anda — disse ela passando com raiva por mim indo se limpar, assim que ela saiu eu comecei a rir igual uma louca, só parei quando ouvi uma garganta sendo limpada, olhei e vi Puck com uma cara de ''Que porra você ta fazendo'' sorri amarelo e ele negou com a cabeça rindo.
— Só você pra fazer isso Rachel — disse com carinho e me abraçou, eu e Puck, sempre fomos próximos, eu o via como irmão e ele também me via como uma irmã. — Posso saber, por que derrubou de proposito café na Cassandra — disse com a sobrancelha arqueada.
— não foi de proposito, você sabe como eu sou distraída Noah — disse e ele riu.
— Rachel eu estava assistindo de camarote essa cena, e não vem me dizer que foi sem querer — disse ele serio.
— Tá! foi de proposito, satisfeito — disse brava.
— Na verdade, não até você me dizer o porque que você fez isso — disse ele e eu bufei.
— É simplesmente porque eu odeio essa cretina, ela é muito metida e eu odeio o jeito dela. — disse e sai pisando firme e Puck riu.
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POV Puck
Eu acho a Rachel muito engraçada quando está brava, fui para minha sala de vídeo das presas escondido, para jogar meu Playstation 4, estava jogando Call of Duty, quando ouço um barulhão e olho pra trás assustado e logo fico aliviado quando vejo que era Quinn com um sorriso tímido e envergonhado.
— O que tá fazendo aqui pirralha — disse bravo, por ela ter interrompido meu jogo.
— Desculpa, é que eu tava... tava passando e ouvi um barulho e entrei — disse envergonhada, mas assim que olhou pra tela seus olhos brilharam — isso é... é Call of Duty — fez uma cara idiota e eu não evitei e ri, ela não parecia ser ruim e acho que posso ser até legal com ela, bem até agora ela não fez mal para Rachel, então não tenho nada contra ela, sorri pra ela e levantei o controle.
— Sabe jogar? — perguntei e ela olhou e deu um sorriso que nunca tinha visto nela, era um sorriso gentil.
— Sim, eu jogava, mas na época era XBOX e esse é qual? — ela perguntou interessada e eu sorri.
— Esse é Play 4, ta afim de jogar? — perguntei e logo seu sorriso se alargou e ela correu e se jogou no sofá e eu ri, eu tinha colocado varias coisas pra fazer minha sala de diversão, tinha meu videogame e um frigobar com cerveja, só eu e Mike jogávamos, ninguém mais sabia, acho que a Rachel também sabia, mas ela nem vinha pra cá, e já fazia anos que a Sue não passava filmes pras presas, depois que houve uma briga feia aqui. Eu entreguei o controle para Quinn e ela era realmente boa, enquanto jogávamos e zoávamos, nos íamos nos conhecendo, ela era uma pessoa muito de boa e eu realmente gostei de sua companhia, nos riamos e jogamos outros jogos, até dar a hora dela voltar pra cela, nos despedimos com um toque que inventamos e a convidei para jogar de novo e ela prontamente aceitou.
— Falou Puck, tente não chorar da próxima vez que eu te der um coro — disse ela rindo e eu ri junto.
— Claro, só se você prometer que eu posso jogar sério da próxima vez, porque, sério, é muito chato deixar você vencer — ela riu e acenou negando com a cabeça e saindo.
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POV Frannie
Estava em frente ao presidio, hoje era o dia de visita, estava tentando tomar coragem para visita-la, mas estava com medo, apertei minha mão em um punho e entrei decidida, eu falaria com ela de uma vez por todas, fui escondida da minha família, todos achavam que eu iria ao shopping, entrei pela porta do presidio e logo fui ao balcão, onde estava um policial...
CONTINUA...
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