Wentworth
16 Capítulo 16 PLÁGIO É CRIME! ALÉM DE SER MUITO DESAGRADÁVEL!!!
Notas iniciais
PLÁGIO É CRIME! ALÉM DE SER MUITO DESAGRADÁVEL!!!
WENTWORTH
Emma
Estava muito preocupa com Rachel, me avisaram que uma das presas tentaram estupra-la, estava na enfermaria esperando por mais noticias, mas assim, que a porta se abre e vejo Rachel chorando no colo de Puck, minha preocupação aumenta, Puck deitou Rachel na maca e ela apenas soluçava em um choro alto e gritante, meu coração se apertou, quando ela olhou em meus olhos com desespero aparente, a abracei rapidamente acariciando suas costas para acalma-la, olhei para Puck que estava preocupado e nervoso.
— Puck o que aconteceu? — perguntei desesperada.
— Aquela desgraçada tentou estuprar Rachel de novo — disse Puck com raiva, Rachel apertou mais o abraço.
— O que? Como assim de novo? Quem já tentou estupra-la? — perguntei apreensiva.
Puck estava com os punhos fechados — Quinn Fabray — disse entre os dentes, eu estremeci, assim como Rachel que chorou mais, meu coração ficou pesado, Quinn não podia ter feito isso, eu a conhecia a pouco tempo, mas eu a considerava minha filha, meu bebê, ela não poderia ter feito isso, olhei para Puck.
— Puck pode nos deixar a sós, preciso conversar com Rachel — disse e ele assentiu compreensivo, assim que saiu da sala, me afastei do abraço de Rachel ainda angustiada, seus olhos estavam vermelhos e ela estava triste como nunca.
— Rachel, querida é verdade? Quinn... Quinn tentou te estu... — não terminei, pois Rachel me interrompeu rapidamente.
— Não! ela não fez isso, ela... ela me salvou Emma — disse Rachel começando a chorar novamente me abraçando — ela me protegeu — ela disse e me senti aliviada, acariciei seus cabelos tentando acalma-la.
— Ela te protegeu do que? — perguntei e Rachel quebrou o abraço e me encarou, com cara de choro e ainda em soluços parecendo uma criança.
— Eu e Quinn, estávamos na biblioteca nos — ela corou — beijando — disse e eu levantei a sobrancelha habito que peguei de Quinn com a convivência, fazendo-a corar mais me fazendo sorrir e deixando-a mais relaxada — ela disse que me amava Emma — disse e sorriu me fazendo retribuir, mas logo seu sorriso desapareceu, seus olhos tinham tristezas — nós estamos sozinhas na biblioteca, era o que parecia, mas havia um guarda fazendo ronda e ela... ela — sua voz estava tremula e embardada — ela fingiu que estava me violentando, para eu não me prejudicar, ela... ela me protegeu sem pensar duas vezes — disse começou novamente o choro que me partia o coração — ela disse que me amava Emma, eu estava tão feliz, mas logo tudo foi destruído, por que Emma, por que ela não pode ser feliz um único momento em sua vida — perguntou Rachel desolada, me afastei do abraço e coloquei minhas mãos em seu rosto fazendo-a me encarar.
— Rachel, vai ficar tudo bem, Quinn é forte, meu bebê é forte, você tem que ser forte igual a ela, esta me ouvindo — disse firme e ela assentiu, engoliu o choro e limpou suas lagrimas e me encarou sorrindo, me deixando surpresa com sua reação.
— Você tem razão ficar chorando, não vai ajudar Quinn, mas eu vou protege-la Emma, e vou ama-la cada vez mais, aquela pirralha idiota — disse me fazendo rir, eu a abracei, mas logo nos separamos com o barulho da porta se abrindo, nos viramos para ver quem que era e era Sue, que estava com cara preocupada, logo foi em direção a Rachel e a abraçou.
Rachel
Sue me abraçou me surpreendendo, Sue fora do presidio era como uma mãezona, ela não gostava de machucar as presas, mas ela não tinha opção, dentro da cadeia ela parecia uma pessoa completamente diferente, mas ainda sim, tinha um grande coração.
— Você está bem Rachel? — perguntou se afastando do abraço e eu assenti, ela colocou as mãos em meu rosto me analisando, provavelmente vendo se eu estava machucada — aquela nojenta te machucou? — perguntou entre dentes e eu neguei, fiquei ainda mais triste, quando ela chamou Quinn de nojenta, queria chorar mais, mas tinha que ser forte assim como Emma falou, Quinn está com problemas e eu não posso ficar chorando enquanto ela é prejudicada por algo que não fez — Rachel, pode ficar tranquila eu vou espanca-la até ela se tornar gente novamente, ela nunca mais vai olhar em seus olhos novamente — disse e eu me desesperei, senti minha garganta seca e meu coração doer, Emma apertou minha mão, para eu me controlar, engoli o choro e Sue beijou minha testa — agora eu tenho que ir, resolver o problema daquele monstro, mais tarde eu venho ver como você está — disse já saindo da sala, assim que a porta se fechou eu gritei.
Não, não, não! — eu gritava desesperada, precisava ajudar Quinn de alguma maneira, Emma me abraçou novamente e começou a tentar me acalmar.
Sue
Eu nunca fui a favor da violencia contra as presas, mas Quinn era um caso a parte, aquela garota não era um ser humano, não era normal, uma pessoa normal não mataria os pais. Prometi que nunca usaria aquelas salas dês de que me tornei diretora do presidio, antigamente usavam salas que eram no subsolo da cadeia, onde espancavam e torturavam presas rebeldes.
Quinn
Cassandra e o outro policial me levavam para o que parecia ser o andar de baixo da cadeia, eu nunca tinha visto aquele lugar, era um corredor cheio de portas de metal, logo eles me levaram para a ultima porta, assim que a abriram eu estremeci, haviam correntes presas no teto, o quarto era escuro e antigo, parecia ser um local de tortura, havia marcas na parede, pela primeira vez naquela cadeia eu senti medo, senti todos os meus músculos tremerem e me afastei, mas fui impedida sendo empurrada para frente.
— Brody a prenda nas correntes, Sue pediu pra gente espera-la — disse Cassandra para o policial que aparentemente se chamava Brody ele sorriu perverso e soltou minhas algemas, logo me prendendo nas correntes, senti meu corpo tensionar. Ouvia passos vindo em nossa direção, pela porta passou Sue que me encarava séria, eu apenas a encarei, sabia que estava ali por injustiça, eu não tinha culpa de nada, não merecia nada daquilo, não precisava ter vergonha de encara-los, eles que deviam ter vergonha, Sue logo desviou o olhar dos meus e eu apenas me odiava por temer tanto, nunca senti tanto medo, aquele lugar me passava terror e medo.
Sue
Assim que cheguei no quarto, aquela garota me enfrentou olhando no fundo dos meus olhos, como se eu fosse a errada, ela me encarava com medo e assustada, estava começando a me arrepender, mas logo lembrei do que ela fez, seus braços estavam presos em correntes grossas, estavam bem apertadas nem Brody e nem Cassandra tinham piedade alguma, seus pulsos estavam vermelhos, seus pés ainda estavam encostados no chão, olhei para Cassandra e Brody e eles logo me encararam.
— Tirem a roupa dela — disse firme e eles assentiram com sorrisos, cassandra pegou um canivete e rasgou com brusquidão sua camisa, a vi estremecer ela estava com medo o que me deixou surpresa, pois psicopatas geralmente não expressavam medo, Cassandra tirou seus tênis e logo em seguida sua calça, apenas a deixando de cueca, ela me encarava, o que me deixava com mais ódio era quando ela me enfrentava, com raiva e sem pensar soquei sua barriga, ela gemeu e eu me aproximei de seu ouvido.
— Você ainda ousa me enfrentar garota, eu te disse que não deixaria barato, você vai aprender a ser gente de uma vez por todas — disse entre os dentes e ela levantou a cabeça e me encarou, trinquei os dentes e soquei seu rosto, mesmo assim ela me encarou novamente, comecei a soca-la sem parar, mas ainda assim mesmo com dor ela me encarou, com ódio fui até uma mesa no canto da sala, onde havia armas e peguei um soco inglês, Cassandra e Brody apenas sorriam, coloquei o soco inglês e vi ela tensionar os músculos, logo comecei aplicar sequencias de socos em todo seu corpo — isso é para você aprender a nunca mais me desafiar, sua garotinha de merda — disse e ela apenas riu, gargalhou na minha cara seus labios sangravam e ela logo aproximou seu rosto do meu com um sorriso e cuspiu em meu rosto, fechei fortemente meus punhos, limpei meu rosto e a soquei mais ainda, ela gritava de dor, o soco com as mãos nuas não era nada comparado com o soco inglês, o metal invadia a carne e sangrava e o impacto eram muito maior, ela urrava de dor a cada soco que eu dava, ela agora encarava o chão sem forças eu tirei o soco inglês e dei para Brody, me aproximei dela e ergui seu queixo com uma mão, ela olhou em meus olhos e eu sorri sarcástica e desci a outra mão para seus testiculos e os apertei, ela gritou em desespero e eu apenas ri, olhei para Cassandra e Brody que sorriam — batam nela até ela desmaiar, amanhã tem mais — disse minha ultimas palavras eles assentiram e eu sai.
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