Wentworth

15 Capítulo 15 PLÁGIO É CRIME! ALÉM DE SER MUITO DESAGRADÁVEL!!!


Notas iniciais
Olá, peço desculpas pela demora, espero que não tenham desistido de ler. Agradeço os comentários e a recomendação da Renesmee Cullen, fiquei muito feliz e espero que ainda estejam acompanhando a fic. E pela demora, não tenho nenhuma desculpa, apenas estava um pouco cansada e com muito tédio e resolvi sair um pouco do computador, mais uma vez mil desculpas e espero que gostem.

PLÁGIO É CRIME! ALÉM DE SER MUITO DESAGRADÁVEL!!!

Rachel

Depois daquele beijo cheio de sentimentos, pelo menos para mim, fiquei muito ansiosa para ver Quinn era segunda-feira por isso estava saindo para trabalhar, eu não trabalhava de finais de semana o que era muito bom, mas agora com essa angustia de ver Quinn, estava sendo um sufoco. Eu ainda estava com muitas duvidas em relação aos sentimentos de Quinn, me perguntava se ela sentia o mesmo que eu quando nos beijamos, estava com medo de ser apenas uma diversão para Quinn, depois do beijo fiquei pensando; Quinn transou com uma mulher no banheiro sem pensar duas vezes e se eu for apenas uma fantasia dela? Muitos presos tem essa fantasia de transar com uma policial, se for isso, primeiro eu vou bater nela, depois eu vou transar com ela até cansar, depois de transar eu vou castra-la e espanca-la, aquela cachorrona sem vergonha.

Chegando no presidio, uma das guarda, me avisou que todos os policiais tinham que ir para sala da diretora, eu rapidamente me troquei e fui em direção a sala de Sue, todos estavam sentados, Sue apenas me olhou e eu me sentei, um homem estava em pé ao lado de Sue, ele era alto, moreno e com os olhos azuis assim que eu me sentei percebi que ele me olhava malicioso, franzi o cenho, mas mesmo assim ele ainda me olhava e tive que mudar minha atenção para Sue, aquele cara era muito estranho.

— Agora que a Srta. Berry chegou — Sue me olhava com um olhar assassino e eu apenas rolei meus olhos — que por causa de seu atraso nos fez esperar, podemos finalmente conhecer o nosso novo colega, Brody Weston; Weston está aqui para nos ajudar com o controle das presas, ele é um ótimo policial e espero que vocês o deixem fazer o seu trabalho sob as presas, eu o contratei justamente para ele corrigir algumas presas, que estão muito ousadas, então espero que o ajudem e o obedeçam, por que a partir de hoje ele será seu superior, estão todos entendidos— todos concordaram e eu apenas fiquei quieta, aquele cara me parecia muito estranho e com certeza ele não iria apenas ter uma conversa com as presas, ele podia ser até pior que Cassandra, que machucava as presas só por diversão, olhei para ele e ele ainda me olhava com um sorrisinho no rosto, eu apenas fechei a cara e o ignorei.

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Estava no horário de recreação das presas, ainda não tinha visto Quinn, o que me deixava frustada, mas eu não podia dar bandeira, se me pegassem com uma presidiaria, eu com certeza iria presa e o pior, antes de ser presa seria espancada pelos meus colegas de trabalho, que odiavam qualquer tipo de relacionamento com as presas, seja amizade ou qualquer outro tipo de afeto. Estava vigiando a biblioteca e senti alguém me puxar com força para um dos corredores cheios de estantes de livros, antes mesmo de gritar, a pessoa tampou minha boca.

— Calma sou eu— sussurrou no meu ouvido com aquela voz rouca que deixava minhas pernas bambas, senti que estava prestes a cair no chão, mas ela me prensou no estante de livros me segurando — você está bem?— ela perguntou preocupada e eu assenti e ela abriu um sorriso enorme — estava com saudade— disse, o que fez meu coração disparar e eu sorri e a abracei, ela me embalou em seus braços — tem certeza que está tudo bem?— perguntou.

— Sim, é que quando eu estou com você, eu não consigo me segurar, você me passa proteção e conforto— disse com a voz abafada, escondendo meu rosto vermelho em seu peito, em resposta ela apertou o abraço e beijo minha cabeça, eu ouvia seu coração batendo rapidamente, ela afrouxou o abraço e eu me distanciei um pouco, olhando seu rosto vermelho, eu sorri e ela fez uma careta, eu sem mesmo pensar, me aproximei de seu rosto, deixando centímetros nos separando, que foram logo terminados por ela que beijou meus lábios devagar, senti sua língua carinhosamente pedir passagem que logo foi cedida, ela explorava minha boca com sua língua, me fazendo gemer, coloquei minha mão em sua nuca aprofundando mais o beijo, que de devagar tornou-se rápido e faminto, ela colocou as mãos em minha cintura e eu desci uma das minhas para suas costas e depois a subi e circulei seu pescoço com meus braços, nos separamos pela falta de ar, estávamos com as testas encostadas, estava com os olhos fechados que lentamento fui os abrindo, vendo os olhos avelãs mais lindos do mundo, ela sorriu e eu retribui, me aproximei dando outro beijo e mordendo seu lábio inferior assim que precisei novamente de ar.

— Rachel? — sussurrou

— Sim?— perguntei

— Você acharia estranho se eu dissesse que estaria completamente apaixonada por você?— a olhei surpresa e ela me olhou séria e parecia angustiada e tensa, ela estava corada, mas mesmo assim preocupada e ansiosa.

Eu abri um enorme sorriso e ela sorriu e me olhou com seus olhos brilhando em esperança — Não, por que eu também seria uma completa estranha, pois eu também estou completamente apaixonada por você — disse e ela alargou ainda mais seu sorriso e me beijou apaixonadamente, a cada beijo de Quinn eu sentia novos sentimentos, seus beijos eram incríveis e eram diferentes, apenas com um beijo eu sentia meu centro pulsar em desejo e meu coração saltar em meu peito, eu estava me sentindo a pessoa mais feliz do mundo.

Quinn

Eu estava muito feliz por Rachel corresponder meus sentimentos, antes eu estava muito angustiada e assim que ela me disse que também estava apaixonada por mim, senti um peso enorme sair do meu coração, estávamos nos beijando na biblioteca a muito tempo, a biblioteca era muito vazia, apenas algumas presas a visitava, por isso estávamos tranquilas e sozinhas, a cada beijo de Rachel me sentia no céu, ela chupava minha língua e arranhava minha nuca e revezava entre meu braço e minhas costas por debaixo da camisa os arranhando me deixando arrepiada, eu desci meus lábios para seu pescoço e comecei a beija-lo, dando leves mordidas, fazendo-a gemer em meu ouvido e descer suas mãos para o final das minhas costas perto das minhas nádegas e arranhando-as, eu gemi em êxtase, mordi seu pescoço e passei meu nariz e inalei aquele cheiro inebriante.

— Você é tão cheirosa — disse ainda passando meu nariz em seu pescoço — tão maravilhosa — disse descendo minhas mãos que estavam em sua cintura para suas nádegas — e tão gostosa — sussurrei em seu ouvido enquanto apertava sua bunda fazendo-a suspirar e arrepiar-se.

— Quinn...— disse gemendo em meu ouvido, colocando suas mãos por de baixo da minha camisa e arranhando meu abdômen me deixando extasiada, me direcionei para seus lábios rapidamente lhe dando um beijo ardente, eu desci minhas mãos para suas coxas e as apertei, sentindo suas coxas fortes e grossas, a levantei do chão rapidamente, fazendo-a se assustar e dar um gritinho, eu dei um risinho e ela deu um tapa na minha cabeça, eu sorri apaixonada para ela e ela retribuiu me dando um selinho que começou a se aprofundar, chupei sua língua fazendo-a gemer abafado em minha boca e a prensei mais na estante de livros, ela circulou minha cintura com suas pernas, e começou a desabotoar minha camisa, assim que ela terminou eu fiz o mesmo com sua camisa do uniforme, revelando seu sutiã preto de rendas me deixando completamente dura, ela gemeu e olhou para baixou, meu membro roçava em sua intimidade, me deixando ainda mais excitada, eu a olhei e ela mordia seu lábio inferior em desejo, tirei sua camisa e a joguei no chão, iniciamos um beijo enquanto explorávamos nossos corpos, eu passei minha mão em sua intimidade fazendo-a gemer alto.

— Quem está ai?!— disse uma voz masculina grossa e alta, nos deixando paralisadas, começamos a ouvir passos vindo em nossa direção, Rachel me olhava desesperada, com certeza era um policial e eu não deixaria Rachel se prejudicar por minha culpa.

— Confia em mim? — perguntei em seu ouvido e ela assentiu olhando no fundo dos meus olhos — eu vou ter que te apertar com força, não vou te machucar, apenas finja que ta tentando sair do meus braços — ela arregalou os olhos compreendendo o que eu queria fazer e ela negou desesperadamente — Rach, amor?— ela me olhou atenta segurei seu queixo com a mão e sorri, ela começou a chorar — vai dar tudo certo... eu te amo Rachel — ela me olhou surpresa— você é a melhor coisa que aconteceu na minha vida, não vou deixar nada de ruim acontecer com você, ok— ela assentiu sorrindo com lagrimas nos olhos, ela me beijou de um jeito carinhoso e amaroso.

— Eu também te amo muito, meu amor— sussurrou e me beijou com lagrimas nos olhos, eu senti meu coração acelerar em meu peito, eu não podia estar mais feliz, mas nesse momento eu tinha que protege-la, assim, eu a prensei com força na estante, colocando uma mão em cima de sua boca e outra dentro de sua calça, suas lagrimas escorriam, eu beijei seus olhos, mas logo que ouvi os passos ficarem mais próximos, comecei a lamber seu pescoço de uma forma bruta.

— Me desculpe, eu te amo muito, meu anjo— sussurrei com o rosto no seu pescoço e logo senti alguém me puxar com força me fazendo cair com tudo no chão, batendo minhas costas em outra estante, me deixando atordoada.

— Mas que porra você está fazendo, sua desgraçada — disse com ódio um policia alto, com olhos azuis e moreno, ele pegou um rádio, me bateu com o cassetete na cabeça com tudo e me prensou com a cara no chão, olhei para Rachel que chorava escorada na parede da estante e me olhava preocupada, ela ia se aproximar, mas eu neguei com a cabeça discretamente, ela chorou mais ainda e continuou sentada, aonde estava — preciso ajuda, tentativa de estupro na biblioteca, repito... preciso de reforços tentativa de estupro a uma oficial, preciso de reforços, presa já foi contida— disse o policial para o rádio, me prensando mais forte no chão.

— Reforços já estão a caminho — disse uma voz do rádio. Rachel chorava e me olhava, eu sorri demonstrando que iria ficar tudo bem, o que a fez chorar mais.

O policial saiu de cima de mim e prendeu meus braços para trás com as algemas completamente apertadas, me fazendo gemer de dor e Rachel soluçar alto, ele foi em direção a Rachel e tentou encostar nela, mas ela o repeliu, nunca tinha visto aquele policial, ele me olhou com ódio, mas logo olhou para Rachel que chorava alto, eu queria consola-la, mas não podia prejudica-la, eu a amava e daria minha vida por ela, nunca tinha sentido esse sentimento por ninguém em minha vida, mesmo naquela situação eu me sentia feliz, pois era a primeira vez na minha vida que eu me sentia ser amada, não de um jeito fraternal, mas amoroso e apaixonante.

— Hey, esta tudo bem, essa presa vai se arrepender por ter feito isso, ok? Ela será punida como merece e nunca mais fará isso novamente— disse o policial, Rachel chorou ainda mais e tentava dizer algo, mas ela não conseguia.

Sue e mais dois policiais Cassandra e Puck se aproximavam, eles estavam tensos, assim que viram Rachel chorando, olharam para mim com ódio, Puck já ia tirando seu cassetete para me bater, mas Sue o parou, sentia meus pulsos arderem, a algema estava muito apertada, Sue se aproximou e chutou minha barriga com força me fazendo gemer de dor.

— Puck tire Rachel daqui e a leve para enfermaria— disse Sue e Puck assentiu pegando Rachel no colo que chorava e me olhava, eu apenas olhei para ela tentando dizer que iria ficar bem, mas logo minha visão sobre ela foi tampada pelo chute que levei no rosto por Sue — Sabe eu considero Rachel como minha filha, você tentou machucar a pessoa errada e eu não vou deixar barato para você — disse entre os dentes e me chutou novamente na barriga, me fazendo cuspir sangue - ela é uma das melhores policiais que eu já tive e você já tentou estupra-la duas vezes, sua cretina nojenta— disse com ódio se abaixando próxima a mim e segurou meu cabelo me fazendo encarar seus olhos — você vai ter a pior punição de todas e nunca se quer vai pensar em estuprar alguém de novo!— gritou no meu rosto e eu apenas a olhei séria, ela trincou os dentes - e você ainda tem a ousadia de me enfrentar sua pirralha desgraçada— disse e levantou seu punho me acertando na cara — levem ela, para solitária, depois que eu ver Rachel, vou decidir qual será sua punição— disse séria para Cassandra e o outro policial que tinham sorrisos perversos no rosto e assentiram, me levantando do chão com brusquidão me fazendo bater a cara na estante de livros, eu gemi de dor os fazendo rir, mas o que mais importava era Rachel estar segura.

Notas finais
Espero que tenham gostado, vou começar a postar com mais frequência, mas não será todos os dias e não terá data especifica para cada postagem.