Wentworth

1 Capítulo 1 PLÁGIO É CRIME! ALÉM DE SER MUITO DESAGRADÁVEL!!!


Notas iniciais
Espero que gostem, não tenho os dias certos para postar.

PLÁGIO É CRIME! ALÉM DE SER MUITO DESAGRADÁVEL!!!

Quinn 14 anos

Eu estava em casa me despedindo de meus pais que iam ficar o dia todo fora, pois era aniversário de casamento deles, eu e minha irmã dois anos mais velha Frannie, vamos ficar com nossa babá Sarah.

Frannie: Mas mãe eu já tenho 16 anos eu não preciso de babá – falou emburrada, eu estava segurando para não rir da cara dela – que foi pirralha – falou irritada me dando um cascudo, que doeu muito, acho melhor nem retrucar se não ela vai me queimar com os olhos.

Judy: Frannie para de implicar com sua irmã e filha é só hoje e sua irmã precisa de uma babá sim, da ultima vez ela quase botou fogo na casa que por sinal a senhorita tinha saído com seu namorado e deixado ela sozinha.

Russell: Judy querida, vamos a Sarah chegou, tchau crianças, nos vamos voltar logo então respeitem a Sarah.

Judy: Já vou querido, tchau filhota – disse me dando beijos na bochecha na frente da Sarah, eu queria me enfiar em um buraco, sim eu gosto da Sarah e vínhamos tendo um caso e eu perdi minha virgindade com ela, quando ela ficava de babá e quando a chata da minha irmã não estava nós transavamos até cansar, que era quase sempre e por sinal Sarah tem 18 anos, eu sei eu sou foda – tchau filha e se comportem – disse minha mãe fazendo a mesma coisa que fez em mim na Frannie que logo reclamou, meu pai como sempre deu um aceno pra nós e eles saíram.

Frannie: Bem então aqui é a minha deixa, oi Sarah e tchau eu vou sair e prometo chegar antes dos meus pais.

Sarah: Oi Frannie e tchau se divirta – eu sei Sarah não é um modelo de babá, ela só se faz de responsável na frente dos meus pais, mas é a parte que eu acho mais sexy nela – logo que Frannie saiu ela veio em minha direção e passou a mão em cima da minha calça que já estava ficando com um volume – nossa seu amiguinho acorda rápido em Quinnie, vamos para seu quarto brincar um pouco – subimos e ela já começou a tirar sua roupa, nossa esse corpo, Sarah era mais baixa que eu, que para minha idade eu era bem alta eu tinha 1,74 com 14 anos, meu medico disse que eu posso crescer, mas voltando para imagem dos Deuses ela tem a barriga reta, os peitos grandes e uma bunda muito gostosa é meio morena, cabelos castanhos e olhos da mesma cor– vai ficar olhando ou vai provar? – disse com a voz sexy, que me deixo mais dura me puxando pela gola da minha camiseta.

Quinn: Claro quem não provaria uma coisa gostosa como você – disse empurrando-a para cama e fiquei por cima ela desabotoou, abaixou o zíper e desceu minha calça junto com minha cueca eu já estava nua e ela ainda estava com a calcinha, estávamos nos beijando, travávamos uma guerra com nossas línguas que logo foi vencida quando eu chupei sua língua ao mesmo tempo que passei a mão em cima de sua intimidade que estava molhada – tudo isso pra mim – perguntei com a minha cara de safada ela em reposta gemeu no meu ouvido mordendo o lóbulo da minha orelha e arranhando minha barriga que pra minha idade era bem definida, eu fazia varias artes marciais dês dos cinco anos, junto com meu pai que era da policia e agora é o manda chuva da policia, era faixa preta em jiu-jitsu, wrestling, judô, boxe, muay thai, kickboxe, kung fu, aikido e karatê, eu sei são muitas, mas depois que comecei a fazer me apaixonei por esportes e pedi para meu pai me por em mais academias de luta e ele ficou muito orgulhoso me incentivando a continuar, pois era muito difícil ele elogiar algo que eu ou minha irmã fazia me senti muito feliz, quando vi os olhos brilhando do meu pai quando ganhava as faixas pretas que conseguia e esqueci, eu nasci diferente e não é diferente por causa do meu amiguinho entre as pernas e sim eu nasci com uma inteligência diferente das outras pessoas meu QI é muito a cima das outras pessoas, por isso aprendo muito fácil as coisas e tenho memória fotográfica, mas na escola para as pessoas não se afastarem sempre fui rebelde e muito extrovertida.

Sarah: Quinnie anda logo e me fode – disse apertando minha bunda, fazendo meu membro ereto roçar em sua intimidade, que mesmo usando calcinha dava pra sentir que estava molhada. Prontamente obedeci e rasguei com tudo sua calcinha e a entrar e sair com força a fazendo gritar e eu urrar, comecei a penetrar com força e velocidade e ela arranhou minhas costa com força me fazendo gritar de dor e prazer, abocanhei seu seio e apertei o outro como retribuição pelos arranhados. Escutei um estrondo da porta e logo parei, Sarah arranhou minha barriga em protesto – Quinnie não é nada, continua ou eu vou te castrar – mesmo meio incomodada continuei já sentindo suas paredes apertarem meu membro me fazendo gozar ao mesmo tempo dentro dela, ouço minha porta abrir e meu coração para e eu viro uma estatua se fosse meus pais estava fodida ou minha irmã que logo iria contar para eles, mas ouço uma voz desconhecida e viro, um homem grande e forte vem pra cima de mim e aponta a arma para minha cara e logo da uma coronhada na minha cabeça me fazendo cair da cama com tudo, coloco a mão na minha testa e vejo que estou sangrando começo a me desesperar, estão assaltando minha casa e estão sem mascara quer dizer que eles podem nos matar.

Homem: Sarah sua vadia conseguimos ouvir você lá de baixo – disse o homem, arregalei meus olho ele conhece a Sarah? Ela começa a rir e olha pra mim com um sorriso que mostra seus dentes brancos e perfeitos em outra situação acharia ela linda, mas ali ela estava assustadora.

Sarah: mesmo sendo uma pirralha ela é muito boa de cama, muito melhor que muitos homens por ai, até melhor que você Dave – disse ela zombando do homem que logo fica vermelho de raiva e me chuta no estomago me fazendo cuspir sangue – algeme-a e desça, que logo irei com ela – estava tentando entender o que estava acontecendo, por que Sarah esta com um homem armado e violento, ele se aproxima de mim, que rapidamente desfiro seções de socos de chutes nele, fazendo cair e a arma junto, mas Sarah a pega e aponta pra mim – garota se tentar uma coisa dessas de novo vou meter uma bala na sua cabeça, levante as mãos, seu idiota algeme-a logo – fiz o que ela falou e o homem chamado Dave deu um soco em minha barriga me fazendo curvar de dor e algemou minhas mãos atrás das minhas costas – desça e me espera lá imbecil, pode ir se preparando que eu vou contar para o meu pai como você é um inútil e você vai se foder – pai? O pai dela tem haver com isso? O homem desceu e eu e ela ficamos a sós – olha se você ficar quieta e fazer tudo que mandarmos, não vamos fazer nada com vocês entendeu? – ''vocês’’ meu deus pegaram minha irmã?

Quinn: ''vocês’’ quem mais esta aqui? – perguntei me desesperando.

Sarah: logo você vai ver – disse se aproximando e me beijando, virei a cara e ela riu – que foi Quinnie não me quer mais, antes você adorava me beijar – disse se abaixando pegando suas roupas e vestindo-as, pegou minha cueca box e me vestiu – pronto agora não vai ficar constrangida na frente da sua família – disse me dando um selinho e mordendo me lábio inferior, não me afastei por que fiquei sem reação assim que a ouvi falar da minha família.

Quinn: sua puta o que você fez com eles, se você fez alguma coisa com eles eu vou te matar sua vadia – disse rosnando, ela riu e pegou o meu queixo me fazendo encara-la.

Sarah: acha que eu tenho medo de você Quinnie, você não é capaz de fazer nada, agora vamos logo acabar com isso, ande – disse apontando a arma para mim, descemos as escadas e fomos para sala, e logo parei e vi meus pais e minha irmã chorando algemados, com três homens e o tal de Dave armados – bom vamos começar o show, então Sr. Russell você deve estar se perguntando por que estamos aqui certo, bom só é uma questão de poder, você está atrapalhando demais o meu pai e ele o quer morto e fim, todos saem felizes para sempre claro exceto vocês – disse dando uma risada e fazendo os homens rirem.

Minha mãe e meu pai me olharam preocupados por causa das minhas roupas.

Judy: O que vocês fizeram com a minha filha? – disse minha mãe chorando, Sarah gargalhou.

Sarah: pode ter certeza que ela amou o que eu fiz Sra. Fabray, a esqueci de falar o que eu e sua filhota sempre fazíamos em quanto vocês não estavam em casa, era muito gostoso, sua filha e eu transavamos até cansar e ela é muito boa no que faz Judy – meus pais me olharam confusos – não é Quinnie? – se aproximou e lambeu minha boca.

Russell: é verdade Charlie? – perguntou meu pai me olhando no fundo dos meus olhos, só meu pai me chamava de Charlie, ele disse que quando eu nasci ele sempre quis um menino então quando viu minha situação colocou Charlie Quinn Fabray para quando eu estivesse mais velha escolheria como gostaria de ser chamada, ele me olhava com esperança, me deixando ainda mais com nojo do que eu fiz, abaixei a cabeça e me segurei para não chorar de ódio que tive de mim mesma – Charlie olhe para mim! – gritou e eu olhei – é verdade o que ela acabou de falar? – concordei com a cabeça e logo vi o olhar de decepção de meu pai e de minha mãe que começou a chorar, minha irmã me olhava incrédula e com a mesma decepção dos meus pais, comecei a chorar.

Sarah: a chega dessa choradeira Quinnie, quando você estava me penetrando você adorava agora na frente do papai fica se fazendo de santinha.

Quinn: Cala a boca sua puta, se eu soubesse que você era uma puta eu nunca teria olhado nessa sua cara de cadela, eu tenho nojo de você – disse cuspindo as palavras, pela primeira vez ela fechou aquele sorrisinho e veio em minha direção desferindo um forte tapa no meu rosto e colocando a arma na minha cabeça, minha mãe gritou em desespero.

Sarah: então já está na hora de jogarmos um joguinho né Quinnie – disse sentando no sofá – primeiro eu vou falar as regras do jogo, a principal regra é se não fizer o que eu mandar terá consequências. Hum vejamos o primeiro jogo é eu quero que você e a sua irmã transem – disse olhando para mim, eu a olhei espantada e depois olhei para Frannie e meus pais que estavam com os olhos arregalados, não acreditando no que ela falou, ela sorriu e continuou – a consequência se não me obedecerem é que seu pai será o mais prejudicado.

Quinn: nunca sua louca psicopata – disse com ódio.

Sarah: tem certeza que vai me desafiar Quinn – disse e olhou para um dos homens — Jesse mostre para eles do que somos capazes se não nos obedecerem – o homem assentiu e foi para cozinha e voltou com uma faca grande na mão, foi em direção ao meu pai e enfiou a faca na perda do meu pai o fazendo gritar de dor.

Frannie, Quinn e Judy: Não!!

Frannie: por favor pare, eu faço o que você mandou, mas pare por favor – disse se levantando e vindo na minha direção – me solta das algemas – Sarah fez sinal para outro homem e ele tirou as algemas de Frannie, ela começou a se despir.

Quinn: o que? Você não vai fazer isso e eu também não Frannie, nós somos irmãs.

Judy: Pelo amor de Deus isso é insano, você não pode fazer isso! – disse minha mãe gritando e chorando em direção a Sarah– Quinn não faça isso com sua irmã.

Russell: Ouça sua mãe Charlie, não obedeça essa louca. – disse meu pai me olhando firme o homem que enfiou a faca na perna repetiu o ato, mas agora em outro lugar da perna fazendo-o urrar de dor, desesperando eu e Frannie que agora estava apenas de calcinha e sutiã.

Sarah: Quinn se não fazer o que eu estou mandando o próximo vai ser em um lugar fatal, e calem a boca dessa mulher que eu já estou me irritando com ela – Dave prontamente foi direto para minha mãe e colocou um pano em sua boca – Agora Quinn faça!

Frannie: Quinn nós temos que fazer isso eu não me importo se for você – disse segurando meu rosto com as duas mãos e eu comecei um choro silencioso.

Quinn: me solte – disse para Sarah que sorriu e pediu para me soltarem e eu tirei minha cueca fazendo minha irmã virar o rosto de vergonha, eu estava sentindo nojo de mim mesma.

Sarah: Quinn sente no sofá e Frannie sente no colo dela, você é virgem Frannie? – minha irmã assentiu tremendo e eu me senti mais culpada ainda além de eu fazer sexo com minha irmã vou tirar sua virgindade, comecei a ficar desesperada e a chorar mais ainda, eu não sabia o que fazer, eu não posso fazer isso com minha própria irmã.

Frannie: Tudo bem Quinn eu vou ficar bem, temos que proteger o papai, agora senta no sofá – sussurrou no meu ouvido e beijou minha bochecha me passando tranquilidade e eu sentei no sofá.

Sarah: deixa eu te ensinar Frannie, primeiro você tem que deixar duro, então masturbe sua irmã.

Frannie se ajoelho e quando ia tocar o meu membro segurei sua mão.

Quinn: eu faço isso.

Sarah: não ela vai fazer tudo – disse em tom autoritário – vamos Frannie continue.

Russell: não, não façam isso.

Frannie: papai eles vão te machucar mais, eu não vou permitir isso – disse Frannie começando a me masturbar eu estava me sentindo suja, tentei ao máximo não sentir nada, mas meu membro estava ereto e eu desejei morrer.

Quinn: já esta bom Frannie – disse olhando para Sarah que estava sorrindo vitoriosa e segurei Frannie para parar.

Sarah: Frannie agora quero que sente na sua irmã até ela gozar.

Frannie se levantou e sentou no meu colo, ela colocou meu membro na entrada de sua intimidade e gemeu de dor quando começou a entrar eu tentei impedir, mas Frannie impediu e sentou de uma vez gritando de dor, me desesperei isso não podia estar acontecendo deve ser um pesadelo, quero acordar e ver que é um terrível pesadelo por favor!

Quinn: me perdoe – disse chorando para Frannie, eu amo minha irmã não queria que nada acontecesse com ela eu daria minha vida por ela ou pelos meus pais.

Frannie: Tudo bem Quinn, eu te amo eu te perdoou – disse limpando com as mãos as lagrimas que caiam descontroladamente dos meus olhos e me abraçou.

Sarah: Vamos Frannie mais rápido até ela gozar.

Frannie começou a ir rápido e logo eu me odiei eu queria me matar eu queria matar aqueles desgraçados eu queria não existir eu gozei dentro da minha irmã e eu olhei para meu pai e minha mãe que estavam com os rostos virados para não ver em quanto Sarah e os homens que riam.

Sarah: muito bem, agora depois desse joguinho eu cansei – ela olhou para os homens – sigam o plano e eu vou subir- os homens concordaram.

Quinn: o que? Soltem-nos já obedecemos vocês, soltem a gente! -gritei

Russell: Quinn ela não vai nos soltar, nós vimos o rosto deles eles vão... vão nos matar- disse chorando minha mãe que estava do lado não se mexia parecia que estava em transe em outro mundo.

Sarah: nossa Sr. Fabray como você é esperto nem parece que o gênio é sua filha – disse debochando, Sarah sabia que eu era um Gênio todos sabiam, pois fizeram uma reportagem comigo por ser a pessoa maisjovem a passar na universidade. Ela subiu as escadas e deixou os homens com a gente, o homem da faca olhou para os outros e todos assentiram ele sentou meu pai no sofá e começou a desferir facadas em seu peito, meu pai começou a gritar de dor, eu que estava solta sussurrei para minha irmã correr e ela correu e um dos homens foi atrás, fui direto para o homem com a faca, mas o que chamada Dave me segurou e me prendeu no chão, depois que meu pai parou de gritar foram em direção da minha mãe e a levaram na cozinha, e pude ouvir minha irmã gritando e implorando, começaram a esfaquear minha mãe na cozinha abaixei minha cabeçapara não ver, mas Dave a levantou e me fez ver minha mãe morta, eu já não chorava mais estava em transe, não acreditava no que estava acontecendo, ouvi a sirene da policia e os homens correram e saíram da casa Dave me jogou com tudo no chão e na minha frente estava a faca que usaram para matar meus pais, lembrei da minha irmã e sai correndo e logo parei e vi ela no chão de barriga pra baixo e uma poça de sangue em baixo de sua cabeça, fiquei parada olhando-a e ouvi um barulho no andar de cima e lembrei que Sarah subiu as escadas corri para escada com todo o ódio que tinha e ela estava no meu quarto e o estranho é que ela estava algemada na cabeceira da cama e estava nua e cheia de cortes em seu corpo, ouvi a porta de baixo abrir com tudo e pensei ‘’quem chamou a policia?’’ Não me importei e fui para cima de Sarah, mas ela começou a gritar socorro e chorar e logo pensei no que estava acontecendo, mataram minha família e vão me acusar, os assassinos estavam com luvas olhei para minha mão e para a faca, grunhi de ódio e subi em cima de Sarah, levantei a faca para mata-la, mas antes cai com tudo no chão com alguém por cima de mim, prendendo meus braços, atrás das costas e me algemando ele pegou a arma e deu uma forte coronhada em minha cabeça minha vista embaçou e tudo ficou escuro.

Notas finais
Espero que tenham gostado, ainda não sei quando vou postar, se tiver bastante leitores eu posto o mais rápido que puder. beijinhos ;* Personagem: Sarah - Minka Kelly