Well, You Just Cant Tell

41 Cap. 41 – It couldn’t be better


Notas iniciais
Voooltei!
Vou postar agora, pois eu provavelmente não vou postar mais nada até sábado. Sabe quantas provas vou ter que fazer no sábado de manhã??? Seis. Isso mesmo, seis provas. Ou seja, vou ter que estudar muito até lá. E não, não é prova final kkk
Espero que gostem desse capítulo.
Boa leitura!

PDV Michelle

Dia 29 de novembro. Aniversário de morte da minha mãe. Meus pés caminhavam em direção ao cemitério contra minha vontade. Já era meia noite, não era um horário muito apropriado para ir até um cemitério, mas eu queria estar completamente sozinha juntamente o túmulo. Séria minha despedida, minha última vez em frente ao que restou dela. Logo eu estaria partindo para Los Angeles e não sabia quando voltaria. Era muito provável que nunca mais apareceria por aqui. Ela não ficaria chateada se isso acontecesse, eu sabia que ela estaria feliz se eu estivesse feliz, mas me sentia na obrigação de visitá-la pela última vez.

Cheguei ao seu túmulo ao som de galhos batendo ao vento, alguns sussurros de corujas e à luz da lua sendo a única a iluminar o lugar. Eu segurava uma rosa arrancada do jardim de minha mãe, o qual eu cuidava demais desde o dia que ela se foi. Ainda haviam espinhos em seu caule, os quais não me dei o trabalho de tirar. Rosas eram lindas, mas qualquer descuido, poderiam machucar, exatamente como o amor. Ao tirar os espinhos de uma rosa, você estaria tirando sua essência, esse foi o meu motivo de deixá-los intactos em seu caule verde musgo.

Uma lágrima escorreu em meu rosto. Maldita depressão. Maldita visão pessimista da vida. Olhei para a flor em minhas mãos, apertando um de meus dedos contra um de seus espinhos. Fiz uma careta leve de dor ao ver o sangue recorrendo dali. Respirei fundo, segurando o choro e deitei no enorme e frio túmulo construído no chão como uma pequena cama de casal. Pus a rosa deitada ao meu lado.

- Eu sinto sua falta... — falei sozinha — É tudo tão diferente sem você... Tudo mais difícil... Tive que aprender como ser uma garota, sozinha, e falhei. Eu, de longe, não sou uma garota normal. Eu falhei. Falhei. Desculpa por te decepcionar, desculpa por não ter feito nada pra te ter aqui... Eu poderia ter... – respirei fundo, minha garganta doía por causa da minha tentativa falha de segurar o choro — Agora você falaria que não é minha culpa — falei dando um meio sorriso fraco, triste — Mas eu sei que é... Tudo de ruim que acontece é minha culpa... – dei mais uma pausa nas minhas palavras — Vou partir daqui uns dias, espero que me perdoe outra vez por isso. — mais palavras jogadas ao vento. Ela não podia ouvir nem me perdoar. Ela estava morta. A quem eu queria enganar?

- Ela te perdoa sim... — ouvi a voz roca e grossa. Virei, sentando no túmulo rapidamente. Levei um susto tão grande que, mesmo depois que vi que se tratava de Bill, não conseguia achar minha voz. — Desculpa por chegar assim... Fiquei preocupado com você. — abri a boca, mas nenhum som saiu por ela – Fui até sua casa e você não estava. Seu pai me disse onde você estava e... Tomei a liberdade de vir. Até fiquei surpreso por encontrar ele em casa. Tudo bem por você... Eu vir até aqui? — falou sentando ao meu lado. Assenti, com os olhos transbordando. Ele deitou ali e me chamou para deitar ao seu lado, e foi o que fiz. Bill me abraçou, deslizando seus dedos em meus cabelos e pousando seus lábios no topo de minha cabeça. Comecei a chorar. -Shhhh não chora, pequena. Está tudo bem.

- Todo mundo me deixa um dia, é incrível... Por que tem que ser assim?

- Eu nunca vou te deixar...

- Isso é que todos falam. Se não me deixam por bem, me deixam por mal, como minha mãe. Ela está morta e eu ainda não consigo acreditar. – nos viramos para cima, observando as estrelas.

- Eu já disse... Eu nunca vou te deixar. Por que motivos eu deixaria a pessoa que mais amo nesse mundo? – ele falou entrelaçando nossos dedos.

- Promete?

- Prometo. Eu te amo. – me senti estranha com aquelas três últimas palavras, mais do que isso, me senti segura como nunca antes – Desculpa...

- Está tudo bem. É bom saber que alguém realmente te ama... E não ter um ataque de pânico. – ele riu baixinho, mas ficou sério logo depois.

- Deve ser mesmo... – ele falou triste, aquilo quebrou meu coração – Mas você sabe como deve ser amar alguém...

- Sei...

- Jeff tem sorte.

- Não, ele não tem. – Bill virou para mim, sem entender – O amor que sinto pelo Jeff... Não é como eu pensava.

- Então todas as vezes que você chorou por ele?

- Saudades do meu melhor amigo... Medo de nunca mais vê-lo, não sei exatamente o que foi aquilo. Mas agora que caiu a ficha e eu vou reencontrar ele outra vez, não me sinto aquele desespero em relação a ele... E...

- E?

- É incrível como as coisas podem mudar.

- Eu que o diga... – eu apertei sua mão que estava entrelaçada com a minha – Quem é o sortudo?

- Hã?

- É, você disse que sabia como era amar alguém.

- Ah, sim.

- Então? Foi Jeff?

- Não. – virei o rosto para ele e ele fez o mesmo. Cheguei mais perto, dando um selinho nele e voltei a olhar as estrelas. Ficamos em silêncio por um momento. Olhei como o canto do olho a face de Bill, virada para o céu com um sorriso discreto.

- Então quer dizer que... Sou eu? – ele perguntou como se estivesse se tratando de uma piada. Ele sentou no tumulo. – Desculpa Michelle, mas você não pode brincar comigo assim. – ele levantou e eu me sentei.

- Bill...

- Você não está entendendo. Eu realmente te amo. E estou completamente assustado com isso. Você não imagina. Quando você faz esse tipo de comentário, brincadeirinha, isso... Isso me destrói. Bem... Acho que vou indo, já é tarde. – falou dando pequenos passos para trás.

- Você prometeu não me deixar, lembra? Isso foi há alguns minutos atrás...

- Eu só estou indo pra casa, não estou te deixando.

- Não... Bill... Fica aqui comigo.

- Acho que está na hora de ir para casa Michelle...

- Você não é meu pai, eu nunca tive um pai.

- Eu sou seu melhor amigo – falou com desgosto e dor aquelas últimas duas palavras – Só estou falando o que é melhor pra você. – Então ele virou de costas para mim, para retomar seu caminho.

Aquilo era verdade, nem eu entendia como havia acontecido, mas era verdade. Não sei quando aconteceu, mas eu o amava, não como amigo. Era tão estranho, eu pensava que aquilo que sentia por Jeff era amor. Que nada. Se eu soubesse que era isto que estou sentindo agora, essa obsessão por alguém. Bill estava há uns seis metros de mim e eu estava desesperada. Por que ele estava fazendo isso? Por que ele não acreditava em mim? Acho que realmente havia brincado demais com os sentimentos dele.

- Bill! Eu te amo! – ele parou onde estava, ainda de costas – Eu não estou brincando com você. Volta aqui... – ele finalmente virou para mim, mas continuou parado onde estava.

- O que?! Eu acho que não escutei direito o que você falou.

- Escutou sim! É exatamente isso. Agora vem até aqui... – assim ele fez, mas sua cara ainda não estava muito boa. Ele parou novamente na minha frente, com as mãos no bolso, desconfiado.

- Desculpa Michelle, mas não consigo acreditar nisso, é tudo tão confuso e estranho. – meus olhos encheram-se de lágrimas mais uma vez. Merda.

- É confuso para mim também Bill, mas é verdade. Quando eu penso na possibilidade de estar com Jeff, eu não sinto a mesma coisa que quando penso em você. Acredite em mim, eu te amo. – ele continuou me encarando.

- Isso é muito surreal. – ele falou tirando as mãos do bolso e chegando perto de mim – Você parece tão distante de mim nesse sentido...

- Eu estou mais perto do que você sempre achou... – falei apoiando minhas mãos em seu pescoço e ele em minha cintura, com um sorriso, explodindo de felicidade. Eu também estava.

- Não acredito que isto está acontecendo... – falou colando nossas testas – Fala mais uma vez para mim... – nossos rostos estavam a milímetros de distância.

- Eu te amo, meu amor.

Ele deu uma risada baixa e incrédula tomando meus lábios logo depois com pequenos selinhos, um atrás do outro, rapidamente, para então pedir passagem da sua língua para minha boca. Aquele beijo fora diferente, eu me sentia realizada, feliz, completa. Era isso que estava faltando na minha vida. Ele. Ele era a pessoa no qual me faria feliz. Agora eu tinha mais do que certeza disso.

As nossas respirações estavam aceleradas e suas mãos exploravam meu corpo por baixo de minha roupa, sem receio. Minhas mãos foram para sua nuca, puxando levemente seus cabelos. Ele sentou no tumulo, me puxando para perto, me deixando no meio de suas pernas. Eu também passei minhas mãos por baixo de sua roupa, fazendo contato com sua pele quente enquanto ele segurava minha bunda.

- Ah se não estivesse tão frio aqui... – falei. Ele riu em meu pescoço, me deixando arrepiada.

- Acha que sua mãe não se importaria? – falou me prensando contra seu corpo.

- Nem um pouco...

- Maldito inverno! – ele brincou, me selando logo depois e então entrelaçou meus dedos com os deles – Michelle...– agora ele estava sério, com sua testa colada na minha – Me promete uma coisa... Você vai ser minha, para sempre. – ouvi a possessão assustadora saindo por entre seus lábios. Eu sabia que isso tinha relação com Jeff e nosso futuro reencontro.

- Prometo. – sorri, com um pouco de medo daquela promessa. Ele me selou.

- Eu te amo... – disse. O abracei forte — Vamos pra casa? – ele arqueou as sobrancelhas, malicioso.

- Vamos... – nos levantamos, entrelaçando nossos dedos e seguindo o caminho para minha casa.

Subimos direto para meu quarto de mãos dadas e meu pai apenas nos seguiu com os olhos enquanto subíamos as escadas com pressa. Ele era bem experiente para saber o que ia acontecer lá em cima, mas como um pai anormal, ele não dava à mínima.

Entrei no quarto primeiro e Bill logo atrás de mim, atacando minha boca e fechando a porta com um de seus pés. Minhas mãos puxavam seu pescoço para mim e as mãos de Bill apertavam minha cintura puxando meu corpo para o seu enquanto sugava meu pescoço e voltava para meus lábios. Sem desgrudar de sua boca, desafivelei seu cindo deixando suas calças caírem. Ele tirou minhas calças agilmente e então, com rapidez, tiramos o monte de roupas que estávamos usando. Bill tinha razão, maldito inverno!

Então eu estava de lingerie e ele de cueca boxer. Bill segurou minhas coxas, me segurando em seu colo enquanto íamos em direção à cama. Largou-me gentilmente, deitando-se por cima de mim, me dando um beijo lento e demorado, segurando meu rosto com uma das mãos como se eu pudesse fugir. O barulho de nossos lábios se separando e suas mãos levando minha calcinha pernas a baixo me deixava muito excitada. Abri meu sutiã e tirei sua cueca, deixando visível sua ereção.

Ele beijou meu pescoço e me penetrou fazendo movimentos lentos e provocantes. Aquela vez estava sendo diferente, estava sendo mais prazerosa, era como se antes não fosse algo completo, que me deixasse completamente feliz, apenas me trazia prazer. Mas agora eu estava me sentindo completa, e sabia que ele também estava. O seu toque em minha pele, seu corpo junto ao meu, seu halito suave e quente em meu pescoço enquanto sua respiração ficava mais pesada devido aos movimentos e o prazer que sentia. Tudo, cada momento naquela cama me deixava com a maior certeza de que era ele quem eu queria. Aquele corpo, que eu nem havia reparado depois de tanto tempo, havia se tornado escultural. Ele já era um homem e eu nem havia notado.

Mais do que isso, agora ele era meu e de mais ninguém. Ele não sairia pela minha janela para encontrar mais uma das lideres de torcida da escola e nem voltaria da casa de uma delas para depois, passar a noite comigo. Ele estaria aqui para sempre, eu não precisaria dividi-lo com mais ninguém. Nunca pensei que este sentimento de possessão pudesse passar por mim, muito menos do jeito que eu queria William só para mim.

Eu segurava suas costas com força enquanto os movimentos se tornavam mais vorazes. O barulho que fazíamos naquele quarto era completamente indiscreto, mas era algo no qual não podíamos controlar. Nós não podíamos nos controlar. Era algo que estávamos guardando há muito tempo e nem ao menos sabíamos disso. Enquanto ele continuava nos movimentos, o beijei, ficando por cima de seu corpo deitado. Ele segurou meus quadris me ajudando nos movimentos. Ele fechava os olhos em uma onde de prazer incontrolável, enquanto apertava minhas coxas. Quando chegamos ao clímax, abaixei meu corpo, pousando meu peito ao seu e o selei. Um sorriso como eu nunca vira antes saiu em seus lábios enquanto tentava normalizar sua respiração. Retirei uma mecha ruiva de seus olhos e boca para selá-lo mais uma vez. O selinho se tornou um beijo apaixonado e Bill voltou a ficar por cima de mim para terminar o beijo.

Ele voltou a deitar em seu lado da cama e eu deitei minha cabeça em seu peito, dando um leve suspiro. Ficamos quietos ouvindo nossas respirações voltarem ao normal. Seu braço contornou meu corpo, pousando em minha cintura, onde meus dedos se entrelaçaram com os dele. Beijei seu rosto que mirava o teto, perdido em pensamentos.

- Eu te amo... – sussurrei em seu ouvido – Agora você sabe que é verdade... – ele virou de frente para mim, se cobrindo com os lençóis e me cobrindo junto a ele.

- De certo modo, eu já sabia disso. Você também. – falou acariciando meu rosto – Eu também te amo, meu amor... – William me aconchegou junto ao seu peito, acariciando minhas costas despidas e selando minha cabeça.

Toc, toc, toc...”

- Merda... – murmurei ao ouvir o som de alguém na porta – O que? – perguntei alto para meu pai não entrar, mas não adiantou. Ele entrou do mesmo jeito.

- O que você fez dessa vez sua inconsequente?! – olhei para Bill que encarava meu pai sem entender.

- O que?! – perguntei confusa – Eu e o Bill...

- Cala a boca, não sou idiota, eu sei o que vocês estavam fazendo até por que dava pra ouvir lá de baixo. Estou falando sobre um policial esperando lá em baixo na sala de TV! Que merda você aprontou dessa vez, sua imprestável?!

- EI! – Bill se exaltou, mas fiz sinal para ele se acalmar.

- Não sei do que você está falando!

- Então vê se bota uma roupa e vai lá em baixo. Eu não quero ficar pagando fiança pra alguém tão irresponsável como você, Michelle!

- Ah, vai se foder! Você nunca tá em casa e quer vir aqui ficar me dando sermão. Vai procurar uma vadia pra comer!

- Olha como você fala comigo!

- CHEGA! Porra... – Bill gritou irritado – a gente já vai descer! – cortou meu pai que saiu batendo a porta – Eu acho que sei o que é...

- O que?

- Vamos nos vestir... Não tenho certeza.

O encarei confusa e botei minhas roupas novamente. Ele fez o mesmo. Descemos as escadas juntos e me deparei com Charles sentado, assistindo TV. Pigarreei uma vez para chama sua atenção.

- Ah... Oi Michelle, Oi William.

- Oi Charles. O que aconteceu? – perguntei surpresa.

- Bem... Achei que William já tivesse te contado.

- O que? – perguntei olhando de lado para Bill.

- Sobre Brian... – Bill falou.

- O que tem esse idiota?

- Ele está preso. Foi preso agora pouco enquanto pichava alguns muros na vizinhança. Desculpa vir a essa hora da madrugada, mas quero me livrar desse aí de uma vez.

- Mas o que eu tenho a ver com isso? – perguntei. Charles olhou para Bill.

- Eu mostrei o vídeo dele te largando lá na frente de casa e denunciei por estupro... – Bill falou.

- Mas... Como assim vídeo? – perguntei.

- Meus pais resolveram instalar uma câmera de vigilância barata depois que assaltaram nossa casa uma vez. No final das contas, aquela merda serviu para alguma coisa.

- Então, como de costume, vim falar com você, perguntar se isso foi verdade, apesar de ser obvio com a filmagem.

- Charles... A essa hora da manhã? Nós já estávamos deitados. – resmunguei.

- Desculpa, mas como eu disse: acabei de pegá-lo na rua e quero me livrar logo desse garoto. Sem falar que achei um absurdo isso que William me falou. Afinal, voltando ao profissional... – ele abriu sua caderneta e pegou uma caneta — Você foi mesmo estuprada? Como foi que isso aconteceu? – dei um profundo suspiro. Eu não queria falar sobre aquilo, não naquela noite tão maravilhosa que eu estava tendo. Bill passou seu braço pela minha cintura, me colando ao seu corpo.

- Conta pra ele... Vai ser melhor assim, Brian vai ter o que merece. Eu já não fui atrás daquele filho da mãe pra acabar com ele por que sabia que você não ia gostar. Fiz do melhor jeito possível.

- Tudo bem... – falei. Bill selou minha testa – Na verdade eu ia na casa dele. Eu não sou idiota, sabia o que ia acontecer, mas não sabia que tomaria tal proporção, não pensei que fosse acontecer daquele jeito... – Charles escrevia rapidamente em sua caderneta – Ele me drogou e depois vieram mais dois amigos dele e... Bem, o resto você já sabe. Mas eu não lembro direito o que estava acontecendo, as lembranças daquele dia são muito confusas.

- Foi um absurdo. – Bill me interrompeu – Eu espero que ele, Zac e Mike paguem por tudo o que fizeram com ela. Eu tive que me controlar demais pra não acabar com esses três com minhas próprias mãos.

- Quanto a Zac e Mike eu não sei o que vai acontecer. Mas esse Brian está num beco sem saída. – Charles explicou. Bill deu um meio sorriso satisfeito, mas eu não conseguia ter uma reação se não nojo ao me lembrar daquela noite – Bem... Vou deixar vocês agora... Acho que atrapalhei alguma coisa... – ele deu um sorriso debochado e eu e Bill rimos.

- Tudo bem... Foi por uma ótima causa. Só essa notícia pra conseguir deixar o dia melhor do que já estava. – falou vitorioso, olhando para mim.

- Obrigada Charles... Como eu sempre digo... Você é um pai para mim. – falei lembrando que deixaria Laffayete em alguns dias.

- E você como uma filha para mim... – aquela frase fez uma pontada estraçalhar meu coração. Ele seria a única pessoa na qual eu sentiria falta em deixar para trás. Ele me abraçou, beijando minha testa e foi embora. Eu e Bill subimos novamente para o quarto.

Estava tudo dando certo. Minha vida parecia estar entrando nos eixos.

Notas finais
Entãão! O que acharam??? É, eu sei que algumas de você estão pulando de alegria. Não poderia deixar de citar a Anna_L aqui lol finalmente, era isso mesmo que você esperava?
Enfim, vou esperar os reviews de vocês.
Mil Beijos ♥