Welcome To Your New Nightmare
15 Revelações do Delegado
Notas iniciais
Mais um capítulo pronto. Até a próxima! :)
— Freddy foi morto depois de abusar crianças por a vizinhança da cidade de Springwood. falou Julie pensativa. você não era nascido nesta época. Ele matou a filha de Thompson quando ela era bem pequena. Hoje era para ela ter vinte e quatro anos. Tudo isto foi há dezoito anos. Como que ele pode abusar você, se você nasceu oito anos depois? Como ele abusou de você, se você Paul, só tem dez anos de idade? — E quem disse que eu tenho só dez anos de idade?Falar com o delegado seria chato, foi o que pensou Katharine. Mas ela tinha que conversar. Precisava saber. Queria acabar logo com Freddy Krueger e para isto precisava saber o que ele queria. A mãe de Katharine chegaria às nove da manhã no dia seguinte e Kate estava louca para que ela chegasse. Queria saber tudo que sua mãe conhecia. Thompson, Elizabeth, Aidan e Paul eram de Springwood e teriam se mudado para Nova York. Muita coincidência. Ou poderia chamar-se, destino. Se o delegado era melhor amigo de Freddy, então ele era de Springwood também, afinal Freddy morrera lá. Queimado. Kate não sabia que Paul era de Springwood, soube apenas depois de Julie lhe contar tudo que houve. Julie também contou sobre a pergunta que ele fez a ela: E quem disse que eu tenho só dez anos de idade? e Julie perguntou sobre aquela pergunta e ele respondera algo que deixara Katharine chocada. E Julie, muito mais. O delegado adoraria receber a presença de uma garota que retornaria as lembranças más que ele tinha sobre seu passado. Era triste, mas era a única solução. Katharine foi até onde estava o delegado, mas Thompson ainda estava no local. A delegacia estava vazia exceto os policiais. Kate foi até a sala do delegado sem olhar para Thompson que estava no corredor. Ele também não pareceu ligar muito para ela. Katharine se dirigiu o mais rápido para a sala do delegado. — Olá. disse o delegado colocando seus óculos redondos. garota Johnson! — Olá. falou Kate sentando-se em uma cadeira de couro de frente para a mesa do delegado. Tudo estava mais limpo. Sem nenhum papel solto pela mesa, tudo sem poeira. — O que você quer conversar desta vez? perguntou o delegado balançando a cabeça quando lerá a notícia de um assassinato de uma garota de seis anos que tinha sido atropelada. — Freddy. — Krueger? — Qual mais seria? perguntou Kate para o delegado. quero que me diga o que saiba dele e como conheceu minha mãe? — O que sei dele já contei e sua mãe... ele parou para pensar. sua mãe, eu a conheci aqui em Nova York. — Você era intimo de Freddy, não? perguntou Katharine sorrindo. minha mãe também era. O delegado não sorriu. Estava sério. Parecia que Kate teria tirado sua alegria. Ele estava descorado e frígido. Não sabia o que dizer, pois Kate falara a verdade. — Ela era amiga de Freddy. disse ele com rispidez. ela trabalhava na creche de Freddy, mas eles não se conheceram lá. Já se conheciam, pois ela trabalhava em uma loja de lustres. E teve uma época em que Freddy vendia sorvetes na frente desta loja. Ele atraia crianças e abusava delas. Depois disto ele foi para uma creche. E encontrou sua mãe que trabalhava lá depois que a loja de lustres quebrou. — Sim. Kate ao queria falar daquilo, pois sentia nojo. ele atraia crianças interessadas em comprar sorvete e as estuprava. Que nojo disto. Bem, me conte sobre a amizade dele com minha mãe. — Nós três éramos grandes amigos. falou o delegado lembrando-se de certos momentos do passado. eu, Freddy e Elizabeth. — Ela só tornou-se amiga de Freddy, depois que ele virou jardineiro da creche. Lembro-me de tudo. Apesar de eu não trabalhar naquela creche, eu sabia de tudo que acontecia por lá. Eu conheci Freddy em um cabaré. Eu era um cafetão e ele, um cliente louco por garotas. Sempre escolhia as mulheres mais novas. — ele fez uma pausa. eu me tornei xerife da cidade. E vi Freddy após anos depois. Ele e Elizabeth eram grandes amigos. Eu nunca havia imaginado o que Freddy teria feito. Abusado de crianças. Mas Elizabeth descobriu isto. Ela era uma professora da creche e descobriu que Freddy abusava das crianças. E não denunciou Freddy. Apenas o acobertou. Ela o ajudava a levar as crianças para o esconderijo de Freddy, pois eles não... — Chega. disse Kate olhando para o delegado com cara de pavor e levantando-se da cadeira de couro. não quero ouvir mais nada.
— Não gostaria de ouvir o resto da história? perguntou o delegado desconfiado. eu tenho mais coisas a dizer. — Não. Eu não quero. falou Katharine com nojo. não quero saber o que minha mãe fazia. Eu estou com raiva dela e se ela aparecesse em minha frente neste exato momento, eu a mataria. Katharine saiu da sala do delegado com medo de que Thompson estaria no caminho dela, mas não. Nem do lado de fora do local. Ele já tinha ido embora. Ela caminhou pelas ruas movimentadas e chegou até o seu local. Sua casa confortável. — Katharine. falou uma voz pelas costas dela enquanto ela abria a porta. — quero falar com você. — Vá embora Donald. Kate surpreendeu a ela mesma ao chamar Thompson por seu nome. não tenho nada para falar com você. — Eu tenho. disse ele saindo de seu carro e indo ao encontro dela. ou vai dizer que aquela noite não estava deliciosa? — Eu gostei daquela noite. falou Kate olhando para o rosto do homem que chamara sua atenção. Ele era lindo. mas aquela noite, foi àquela noite. Não tem mais nada entre nós. Foi uma noite apenas e nada mais. — Eu quero mais. disse Thompson beijando Katharine. A boca dela estava aceitando a boca dele. Katharine era uma garota de dezoito anos desesperada por tudo que estará acontecendo com ela e que agia por impulso. Eles pararam e Kate colocou as duas mãos no peitoral dele. não posso, infelizmente. Queria, mas não posso. Ela entrou em sua casa deixando Thompson parado em frente à porta. O que eu fiz para merecer este encosto atrás de mim? pensou Kate sobre Donald Thompson.
Notas finais
ELA ESTAVA PARADA NA FRENTE DE KATHARINE.
- Me ajude com as malas, filha! exclamou a petulante Elizabeth ao entrar pela porta.
- Me ajude com as malas, filha! exclamou a petulante Elizabeth ao entrar pela porta.
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