Notas iniciais
Hm... Para começar, eu queria saber se gostaram da nova capa? Eu fiz várias e irei mudando de acordo com o decorrer da história. Capítulo pequeno, não? Prefiro assim, para não ser cansativo para vocês. Eu tenho vários leitores, mas no momento, apenas uma leitora está mandando reviews e isto é ruim, pois só ocnsigo saber a opinião dela. O capítulo que Freddy retorna para a história, foi o maior capítulo que eu já fiz e é o de número 22. O capítulo 25 (que é a metade da história), sim a história irá até o capítulo 50 e eu já tenho até o capitulo 31 escrito no computador. Bem, o capítulo 25 terá uma surpresa para vocês leitores... Ah, e se Jason fizesse uma ponta na história, o que acham?...

ELA ESTAVA PARADA NA FRENTE DE KATHARINE.

– Me ajude com as malas, filha! – exclamou a petulante Elizabeth ao entrar pela porta.

– Com toda ajuda possível. – disse Kate pegando as duas malas e levando para o quarto de Elizabeth, enquanto tal estava sentada no sofá.

– A viagem foi cansativa. – disse Elizabeth mudando para um filme que estava dando em um canal aberto. – E você? Como conseguiu sobreviver sozinha?

– Eu tenho dezoito anos. – disse Katharine. – então eu posso sobreviver sozinha.

– Uma garota de dezoito anos que não sabe nem fazer uma massa instantânea no micro-ondas. – disse Elizabeth. – pensei que chegaria em casa e encontraria você em decomposição .

– Muito engraçada, senhora. – falou Katharine desligando a televisão e tirando do filme.

– Eu estava assistindo. – disse Elizabeth. – trate de colocar de volta.

– Trate de me falar toda a verdade.

– Verdade? – perguntou Elizabeth assustada. – que verdade?

– Você conhecia Freddy Krueger? – perguntou Kate circunspecta.

– Freddy o que?! – ela fingiu não saber do que estava falando. – Krueger? Não conheço.

– Não seja mentirosa, mamãe. – disse Katharine rindo. – eu mesma a falei de Freddy. Você o conhece sim. E irá me dizer agora.

– Não conheço. – falou Elizabeth.

– Vocês eram grandes amigos.

– Não, não éramos. Eu não o conheço para ser amiga dele. – falou Elizabeth em um tom mais by CouponDropDown\">elevado do que antes. – Nunca tive um amigo com este nome.

– Você até trabalhava com ele. – disse Katharine falando em um tom leve.

– Não. Não me lembro de ter um colega de by CouponDropDown\">trabalho chamado Freddy. – falou ela mais calma que o normal.

– Você já teve uma loja de lustres. – falou Katharine par ver se pelo menos isto ela concordaria.

– Antes de você nascer eu tive uma loja de lustres em um bairro chique de Nova York. – falou Elizabeth sorrindo. – mas fechou dois anos depois. Abriu uma loja concorrente com preços menores bem em frente a minha loja.

– Mentira. – argumentou Kate. – está mentindo. Você tinha uma loja de lustres em Springwood.

– Springwood? – perguntou Elizabeth para a filha. – que lugar é este?

– Você não nasceu em Nova York, você é de Springwood. – disse Kate com raiva. – Você trabalhou lá e começou um trabalho como professora em uma creche. E conhecia Freddy. Vocês eram grandes amigos. Você, Freddy e Brown.

– Brown? – perguntou Elizabeth assustada. Ela não sabia coo Kate havia descoberto tudo aquilo, mas não podia falar que era verdade. Ela não sabia até que ponto Kate haveria descoberto, então se ela falasse algo a mais, se arrependeria para o resto de sua vida. Ela apenas perguntou. – O delegado?

– Sim. O delegado. Vocês eram amigos e Freddy abusava de crianças da creche e você descobriu. – falou Katharine para senhora sua mãe que estava chocada com o que ela dizia. – mas você o acobertou e não contou para ninguém sobre os estupros. E ainda ajudava ele a conseguir abusar das vítimas.

Elizabeth riu.

– Eu? – perguntou ela soltando uma gargalhada que lembrava uma bruxa má de desenhos animados. – eu sou uma pessoa de Deus. Sou beata, você mesmo diz Katharine. Porque uma pessoa da igreja seria a favor de um estupro?

– Esqueci-me de perguntar para Brown se você era beata naquela época. – falou Katharine. – o que você está falando tem certa razão, mas eu acredito que você se arrependera de tudo depois da morte de Freddy. Ele poderia ser preso e ficar anos na cadeia e hoje poderia estar solto e com você. Mas você não o denunciou e ele acabou morrendo. Perdeu um amigo, sendo que você era culpada e escapou. Então você pode ter enlouquecido ou se arrependido e foi para a igreja.

– Não, não e não! – gritou a mãe dela. – tudo que disse foi mentiras e mais mentiras. Acabou a conversa. Eu nasci em Nova York, sou beata, pois cresci na igreja. Acabou.

Elizabeth subiu ao quarto e trancou-se. Katharine estava realmente furiosa. Chorou pelo resto da manhã e sua mãe não desceu para o almoço. Ela teve que fazer uma massa instantânea, mas não deu muito certo. Realmente sua mãe tinha razão. Ela era um desastre na cozinha. Katharine só sabia chorar. Ela era bastante chorona, mas era sua personalidade. Chorava por tudo desde os catorze anos. Ela pensava que era uma fase, mas estava ela quatro anos depois, chorando. Pensava em Aidan. Não o via desde a reunião. Mas quando conversou com Josh e Laura, iria convidar Aidan. Mas ela reparou que se Josh estaria presente, não poderia convidar Aidan e vice-versa. Só que ela acabara de descobrir algo importante. E precisava de todos juntos. Mas ela odiava fazer reunião. Então, queria fazer algo diferente. Iria convidar todos seus amigos para assistirem a um filme e dormirem na casa dela. Elizabeth abriu a porta do quarto e Kate estava sentada no sofá. Espiou entre as escadas e viu sua mãe descer com um vestido longo. O vestido verde que Kate usara com Thompson na noite em que foi a pizzaria. Ela descia as escadas com um salto preto e um cabelo arrumado.

– Aonde vai? – perguntou Katharine estranhando a mãe.

– Não lhe devo satisfações garota. – falou Elizabeth sorrindo. – mas mesmo assim, irei a uma reunião da igreja, na casa de uma amiga minha. Ela fará uma pizza de sardinha para o nosso café.

– Está bem. – falou Kate sorrindo.

Quando ela saiu pela porta, Katharine fechou toda a casa e saiu de casa. Trancou a porta e viu sua mãe distante. A distância perfeita para segui-la sem ser vista. Kate foi atrás dela. Elizabeth caminhava pelo lado esquerdo da rua. Ela era uma mulher elegante, mas era um pouco chata. Kate admitia isto, pois ela era chata mesmo. Elas já estavam longe de casa, por entre árvores. Elizabeth estava mentindo e Kate sabia. Pizza de sardinha em uma reunião da igreja com as amigas beatas? Fala sério! Kate sabia que ela havia mentindo de excursão e estava mentindo agora também. Aliás, Kate sempre desconfiou dos assuntos de igreja da mãe. Ela estava indo em uma direção que Katharine já sabia. Katharine foi pela mesma estrada no dia anterior. Kate fez aquele mesmo caminho para ir até o...

... Delegado.


Notas finais
O que a minha mãe foi fazer na delegacia?" pensou Katharine. Ela não queria entrar para não ser vista, mas queria ouvir o que ela iria falar e com quem lá dentro. Então, Kate não resistiu.