Welcome To The Family.

7 Capítulo 7 : Almost Easy.


Notas iniciais
Nossa pessoal quase duas semanas sem escrever nada.... me desculpem estou um pouco triste ainda.. mais como não posso e nem quero decepcionar minhas queridas leitoras ai esta mais um capítulo espro que gostem e desculpem se ficou meio curto.
Boa Leitura!

Cheguei em casa, e rumei até a cozinha. Para meu azar meu pai já havia chegado. Abri a geladeira peguei uma garrafa de água e sentei-me a mesa.



- Alice precisamos conversar. – Disse meu pai se sentando ao meu lado.



- Pai... olha eu sei que o senhor deve estar puto da vida comigo, mas se o senhor soubesse o quanto me arrependo de ter ido aquela festa, de ter reencontrado o Brian... – Disse eu fitando o chão.



- Calma Alice eu não estou bravo com você, mas estou decepcionado. Eu nunca imaginei você.... Fazendo sexo com um homem.



- Pai por favor não vamos tocar no assunto "sexo". Já estou tão constrangida com tudo isso. – Disse eu com as bochechas vermelhas de vergonha.



- Tudo bem, acho que eu não conseguiria conversar com você sobre essas coisas, seria muito mais fácil se sua mãe estivesse aqui. – Disse meu pai com um olhar meio tristonho.



- Não me fale daquela mulher pai, o senhor sabe muito bem que eu a odeio.



- Não Lice, não corrompa seu coração com um sentimento tão ruim e repulsivo como o ódio, sei que você é incapaz de odiar alguém. Você pode até ter raiva, mas logo passa. Sei que se sua mãe voltar algum dia, você irá perdoá-la. – Disse meu pai me dando um forte abraço.



- Eu jamais irei perdoar ela, por ter nos abandonado.



- Eu sei que você irá.



- Não pai, isso o que ela fez não tem perdão.



- Bom mudando de assunto, o que quer jantar? – Perguntou meu
pai com um sorriso.



- Eu estou com muita vontade de yakisoba.



- Desejos de grávida não podem ser ignorados, não quero que meu neto nasça com cara de macarrão. – Disse meu pai entre risos.



- Pai, só você mesmo para falar essas coisas.



- Bom vou no restaurante japonês aqui perto e já volto — Disse meu pai pegando as chaves do carro e saindo do apartamento.



Após meu pai sair me retirei da cozinha e rumei até a sala, liguei a televisão peguei o controle remoto e me deitei no sofá, passei por vários canais até uma série chamada Dexter me chamar a atenção. A série se tratava de um homem com duas identidades, ele era da polícia ou algo assim e ao mesmo tempo um cereal killer, só que um cereal killer diferente. Ele não matava pessoas inocentes e sim criminosos que ficavam em pune. Devo admitir, a série apesar de sangrenta e um pouco forte me prendeu. Eu estava adorando assistir, até que a maldita campainha toca me dando um susto. Me levantei do sofá e caminhei até a porta, xingando o maldito ser que havia me assustado e me feito perder cenas do seriado. Nem fiz questão de olhar quem era pelo olho mágico, abri a porta e logo senti meu coração apertar, ao ver quem era a pessoa.



- O que você quer Brian?



- Sai da frente. – Disse Brian me empurrando e entrando no meu apartamento.



- EI! QUEM TE DISSE QUE PODIA ENTRAR? – Disse eu com a voz alterada.



- E VOCÊ EM GAROTA, QUAL É SUA SUA? QUE SHOWZINHO RÍDICULO,
FOI AQUELE HOJE NA GRAVADORA? – Disse Brian me empurrando contra a parede com a voz tão alterada quanto a minha.



- ME SOLTA SEU IDIOTA! VOCÊ ESTA ME MACHUCANDO. – Gritei dando murros no peito de Brian.



- Cala a boca. – Disse Brian, colocando sua mão em minha boca me impedindo de continuar gritando. – Agora fica quieta e me escuta sua vadiazinha, que porra foi aquela na gravadora? O que você esta pretendendo hein, sua vagabunda? Você é uma putinha muito rápida, como percebeu que eu não iria assumir esse bastardo, você logo foi seduzir o Jimmy e o idiota caiu feito um patinho. Mas acha mesmo que vão acreditar que esse filho é dele? Podem até acreditar durante a gravidez, mas quando nascer logo vão sacar o tipo de vagabunda eu você é. – Disse Brian com frieza.



- Me... sol..ta. – Disse eu dando um chute na virilha de Brian.



- Sua vagabunda, como ousa me dar um chute? – Perguntou Brian me dando uma bofetada.



- SEU CRETINO, NUNCA MAIS ENCOSTE UM DEDO EM MIM. – Disse eu revidando o tapa.



- Sua vadia, espero que esse bastardo não nasça. – Disse Brian se retirando do apartamento.



Após Brian ir embora voltei a me sentar no sofá, e logo lágrimas escorriam de meus olhos. Não conseguia acreditar, como ele teve coragem de me bater? Ele não era o Brian que eu conhecia, não mesmo. Ele jamais foi agressivo, jamais foi frio, sempre procurava fazer o bem e ajudar as pessoas... O que será que aconteceu com ele? Tudo estava passando pela minha cabeça, não conseguia intender o ódio de Brian pelo nosso filho, por que esse ódio todo? Se ele estava com raiva de mim, por ter esquecido de tomar a pílula do dia seguinte, não era justo descontar no nosso bebê. Estou tão confusa, a cada dia que passa Brian me assusta ainda mais. Se as coisas continuar como estão, terei que denunciá-lo.

Notas finais
Mereço Reviews?