Notas iniciais
Eu já sei que to merecendo uns tapa na cara Okay. Então vamos pular a parte em que peço desculpa pela demora! Na verdade eu vo é pedi desculpas pelo horário que eu to postando, mas foi o único que eu achei flores do meu jardim! Eu espero que gostem desse cap. E senti falta de vsc viu! Boa Leitura!

Pov. Peter

–Você ta me dizendo que a beijou e depois ficou bravo com ela? – Jonah me encarou boquiaberto – Mano... Na boa, não sei mais o que faço com você. To começando achar que você é quase um caso perdido – Eu o encarei – Eu disse quase!

Sabe aquele momento que você ta na merda? Então, pode acredita que sempre quando você estiver lá se sentindo confuso, mal, e meio idiota também. Sempre vai existir aquele amigo pra te fazer se sentir pior do que você já ta. E esse meu amigo se chama Jonathan Fray.

–Se eu quisesse alguém pra me deixar pior do que eu já estou, eu chamava a sua irmã e não você!

–Tudo bem Peter, o que você quer então? Que eu diga pra você: Vai lá, fica nessa palhaçada de te odeio, mas te amo, de te beijo e depois brigo com você. Até a sua delinqüente desistir de você e começa a te odiar de verdade, o que falta muito pouco pra acontecer!

–Jonah, por favor, para com isso. Eu não preciso do seu sermão, eu sei que eu fui idiota e...

–Você é um idiota!

–Ta, eu sou um idiota. Mas eu não sei o que eu faço. – Eu admiti e vi-o me encarando com as sobrancelhas erguidas. — Sabe às vezes eu quero ficar com ela, às vezes eu quero ela o mais longe possível de mim, mas também não quero vê-la com ninguém. Quando vejo que ela ta mal eu penso em ajudar, daí eu lembro que sou uma das pessoas mais problemáticas que ela já deve ter conhecido. Como vou ajudar alguém assim? Entende?

Jonah sentou na minha frente com uma cara meio perdida e me avaliando.

–A única coisa que eu entendo é que você deve gostar mesmo dela, você nunca disse isso de nenhuma garota pra mim. Na verdade você nunca fala sobre as garotas que você fica pra mim.

–Porque elas não têm importância.

–Mas a Izzy tem, não tem? – ele perguntou com os olhos brilhando iguais os da Leah quando me pegava no flagra beijando a Izzy. Eu odiava isso. Por isso não respondi só revirei os olhos. – Eu não vou fala a minha conclusão se não você vai me bater ou me xingar muito.

–É, não fale. To cansado de ouvir as suas teorias.

–Só que... Ta na hora de você se decidir cara, eu não to a fim de ver você depressivo quando ela não te quiser mais. Ou sei lá, quando o Liam voltar. Porque todo mundo sabe que ele não ta bem pra ficar fora do instituto por muito tempo e pra ele voltar e ter a Izzy de volta vai ser rápido. – ele deu tapinhas no meu ombro. – Acorda pra vida Peter. E lembra, hoje tem festa.

Ele saiu do quarto e eu fiquei encarando o teto querendo muito que ele caísse sobre a minha cabeça e me matasse na mesma hora. Mas ele não caiu e nem ia cair por mais que eu ficasse repetindo varias vezes: Caia, caia, caia!

Só de ouvir falar no nome do Liam já me dava vontade de quebrar a minha própria cara. Nunca que ele teria Izzy de volta pra ele. Nunca mesmo. Ate porque ele nunca teve, mas se um dia ele tentar com certeza não vai conseguir. Eu morreria, mas não deixaria isso acontecer.

Sabe por quê? Porque mesmo confuso eu me decidi e agora mais do que nunca eu quero minha delinqüente pra mim. E essa coisa de festa só me deu uma idéia.

[...]

Pov. Izzy

–Você ficou linda! – Leah me elogiou assim que sai do banheiro pronta pra festa.

–Achei o vestido um pouco chamativo – Falei.

–Claro que não, ta perfeito. – Marina disse me avaliando

Meu vestido era curto, pelo menos pra mim era. Ia ate um pouco acima das minhas coxas, era colado no corpo e tinha um leve decote. Não era exagerado, mas pra uma pessoa que tinha muito busto como eu qualquer coisa ficava exagerado. Ele era cinza escuro e no decote tinha uns detalhes prateados. Estava com um salto enorme preto, quase não conseguia me equilibrar em cima dele. E como sempre não fora eu que escolhi aquela roupa nem a maquiagem nem meu cabelo. Foi Leah e a Marina. Ate porque eu estava sem animo pra nada, nem pra palpitar e nem pra discutir. Se elas dessem um tapa na minha cara eu não reagiria.

–Sinto que alguém vai enlouquecer um certo Bad Boy hoje! – Marina brincou com um sorriso safado.

–Então é melhor eu trocar de roupa porque eu não to a fim de enlouquecer ninguém. – Dei meia volta pro banheiro e Leah já estava na porta barrando a minha passagem.

–Para de frescura. Esse é o bom de ser mulher bonita. Enlouquecer todo mundo! – ela pegou na minha mão e me levou na frente do espelho – Olha só pra você. Ta gata, gostosa, maravilhosa. Até eu te pegava!

–Mas eu não quero pegar ninguém.

–Tudo bem, mas isso não impede você de ficar um arraso – Leah retrucou.

–E nem de enlouquecer o Bad Boy também – Marina acrescentou dando um tapa na minha bunda.

–Meu Deus. – me esquivei das duas assustada — Eu não sei o que vocês tão querendo, mas enfim, não vou trocar de roupa se isso deixa vocês felizes. Então será que podemos ir logo? Não to gostando muito do rumo desse assunto.

As duas deram um sorriso cúmplice e me acompanharam pra fora do quarto. No andar de cima já dava pra ouvir o som alto da musica e os alunos gritando eufóricos no salão. Quando descemos um bando de garotos passou por nos com bebidas nas mãos esbarrando na gente. O povo tava muito agitado. Na verdade não eram todos que estavam acostumados com isso. Com festa e bebidas. Nem sei da onde eles tiraram aquelas bebidas se é proibido.

Mas hoje eu não vou me preocupar com nada. Quero me afogar no álcool e se possível sair daqui carregada.

Entramos no salão e demos de cara um pequeno palco formado no centro do lugar com DJ comandando a festa e luzes coloridas e todo mundo agitado dançando em volta dele.

–Meu Deus – Marina disse de boca aberta – Quem diria que a senhora Addans permitira uma festa assim aqui. Isso ta demais!

E eu não podia negar. Eu não freqüentava muitas festas, mas as poucas que fui não chegavam aos pés dessa. E vamos combinar que eu nunca vi um povo depressivo tão feliz e animado como eles estavam hoje.

–Oi meu amor! – Jonah apareceu abraçando Marina por trás. – Oi Meninas!

–Oi jonah – Respondi já que Leah praticamente o ignorou. – Poderia me dizer, por favor, aonde posso achar algo forte pra beber?

Ele soltou um riso descrente.

–Já ta querendo encher a cara garota? – ele perguntou.

–Sinceramente. To sim!

–Ta. Vem cá – ele soltou Marina e pegou na minha mão – Já volto! – disse pra ela que assentiu.

Ele me guiou até o canto da festa enquanto costurávamos um monte de gente dançando pelo salão. E enfim ele me indicou um barril de gelo onde tinha muita bebida, ele tava meio escondido encostado na parede num canto escuro.

Tenho certeza que esse barril não deveria estar aqui. Primeiramente porque a senhora addans e a professora Rose iriam ter um treco se visse bebida alcoólica numa festa cheio de aluno com problemas psicológicos. Ela nunca mais permitiria que fizéssemos outra festa. Então como tenho certeza que isso vai acontecer. Preciso aproveitar!

–Ah, meu paraíso – Sussurrei. Fui direto pro meu alvo quando Jonah segurou meu braço – Que foi?

–Ta com algum problema?

–Porque eu estaria?

–Não sei, nunca te vi assim. Louca pra ficar bêbada. Você ta meio estranha!

–Eu to ótima! – Sorri tentando ser o mais convincente possível. Não deu certo. – Pode me soltar. Eu to bem!

–Ta bom, vou acreditar em você! – ele me soltou aos poucos.

–Obrigado! – ele sorriu me deixando sozinha.

Aquele obrigado foi mais por ele não ter me perguntado mais nada do que por ter me soltado. Nesse quesito ele e Leah eram muito diferentes. Leah te obrigava a falar mesmo que você não quisesse, e se não falasse ela descobriria como fez com a minha ficha no primeiro dia no instituto. Mas Jonah era diferente dela, ele se preocupava, mas não pressionava.

Se eu tava com problemas? Talvez eu seja um grande problema. Só queria saber por que tudo que é proibido é mais tentador? Quanto mais me proíbo de ver o Peter, mas sinto vontade de vê-lo e acabo pensando nele mais do que eu gostaria. Ate sonhar com ele eu sonhei, e foi à noite toda. E depois acordei revoltada às cinco horas da manha e não dormi mais com medo de sonha com ele de novo. Isso é uma droga e ele é uma droga! E antes que eu pudesse perceber uma lagrima rolou no meu rosto e eu a limpei tão rápido que deve borrado minha maquiagem.

Peguei uma garrafa no barril e bebi quase metade dela. Quando olhei pra frente vi Peter me encarando. Puta que pariu meu coração até acelerou. Ele tava muito gato, com uma regata branca apertada sobreposta por uma jaqueta de couro e um jeans escuro, os cabelos bagunçados como sempre caindo nos olhos, e me olhando daquele jeito, não tava ajudando nada. Minha mente só fazia lembrar de coisas que eu queria esquecer. Que eu precisava esquecer.

Dei meia volta quando percebi que ele ameaçou vir na minha direção. Não posso cair na tentação de falar com ele. Ou de fazer outra coisa que to proibida, no caso eu mesma me proibi. Então melhor ficar longe, bem longe.

Tanto que quando percebi eu tava correndo no meio do povo pra dentro do banheiro e me tranquei lá por uns 5 minutos até alguém abrir a porta me assusntando.

–Meu Deus Izzy. O que te deu? – Marina me perguntou entrando no banheiro – Passou por nos feito um foguete. Nem sabia que dava pra correr com esses saltos.

–Ah – soltei um riso pra disfarçar – Tava apertada pra usar o banheiro.

–Hum. Achei que tinha acontecido alguma coisa.

–Não. Impressão sua! – Ela me encarou por uns segundos e depois deu de ombros.

Foi pra frente do espelho retocar a maquiagem e eu fingi fazer o mesmo pra ela não desconfiar. Ajeitei o vestido que insistia em subir conforme eu andava e limpei minha bochecha suja de rimel por causa daquela maldita lagrima.

–Vamos volta pra festa? – Marina me chamou e eu exitei por um segundo.

Sai do banheiro com medo de ver o Peter, mais ele não tava lá. Nem sinal dele, sinal nenhum na verdade. Foi como se ele tivesse sumido, entrado pelas paredes. Soltei um suspiro de alivio!

Quando chegamos à mesa do pessoal eles conversavam animados e já bebiam bastante. Jonah não estava por lá o que me faz pensar que ele deveria estar com o Peter. Não para, não posso ficar pensando nele a noite inteira.

–Oi Lucas – Disse assim que me aproximei. Ele estava com a Leah sentado na mesa.

–Oi izzy! – Ele sorriu pra mim e se levantou pra me dar um abraço. Não era muito próxima de Lucas, mas ele era uma boa pessoa. E o peguete da Leah! – Sabe com quem eu falei ontem? Com o Liam!

–Serio? E ai? Ele ta bem? – Perguntei preocupada. Afinal não tinha me esquecido de Liam e da saída trágica dele do instituto.

–Ta melhorando. Os pais dele o mandaram pra Suíça agora.

–Outro internato?

–É! Ele ainda precisa de ajuda em...

–Eu pensei que ele tivesse bem. – Falei meio perdida. Até porque foi o que ele me disse antes de sair.

–Não, no quesito psicológico ele esta péssimo. Os pais dele acharam melhor mandar ele pra outra clininca que não seja o instituto. Ate porque ele só piorou aqui! – Ele disse com um sorriso fraco e eu deixei um suspiro escapar.

–É minha culpa. – Ele me encarou – Tudo isso que ele ta passando é minha culpa! Meu Deus.

–Não, claro que não – Lucas deu outro sorriso colocando a mão no meu ombro – Não sei se você sabia, mas o pai do Liam morreu e a mãe dele o abandonou quando era pequeno. Esses problemas são de muito tempo, e agora meses atrás, o pai dele morreu e Liam não tem família.

–Você não disse que foram os pais dele que levaram ele embora?

–Os adotivos. Os pais biológicos, só a mãe é viva, mas ninguém a conhece e o pai dele morreu. Então. Não se culpe. Liam nunca vai ficar bem porque ele faz questão disso, ele não quer melhorar porque ele gosta dessa atenção, o que é doentio, e eu o conheço há muito mais tempo que você. Ele só a envolveu nos problemas dele com o Wayland. – Ele sorriu de novo – Relaxa Izzy. Você não tem nada haver com isso, acredite em mim!

–Eu acredito. Agora acredito! – Disse sincera – Obrigada Lucas!

Eu estava completamente perplexa. Não imaginava que Liam era esse maniaco por atenção. Isso fez eu me sentir estranha, principalmente por ter ficado com ele tanto tempo sem nem ao menos perguntar o passado dele e enquanto isso eu me atraia mais pelo passado do Peter do que pelo cara que eu ficava. Eu sou louca!

–Finalmente Jonah aparaceu! — Marina suspirou vendo ele se aproximar com Peter.

Eu congelei por uma fração de segundo quando meu olhar encontrou com o dele.

Logo em seguida me escondi atras da pilastra de concreto atras de mim. O que foi uma ação ridicula de se fazer né, pra quem ta a fim de disfarçar, vai aprendendo que eu nao sou muito sutil. E que Leah me observa mais do que eu gostaria, e acaba percebendo as coisas muito rapido.

–Para de ser infantil ou eu vou bater em você! — Ela sussurrou no meu ouvido aparecendo do meu lado.

–Não sei do que voce ta falando — Dei meu melhor sorriso falso e deu de ombros.

–Então vem comigo. Vamos dançar — ela pegou na minha mao.

Mas quando eu ouvi a voz do Peter comprimentando as pessoas bem atras de mim. Meu estomago embrulhou so de saber que apenas uma pilastra nos separava.

–Ah nao da — Eu sussurrei pra ele nao me ouvir. — Eu preciso fazer uma coisa.

–Ser idiota? — ela perguntou revirando os olhos enquanto eu entregava minha garrafa pra ela.

–É!

Antes que eu perdesse toda noção, eu deixei Leah me observando indignada e comecei a me distanciar deles sem rumo.

Parece idiota eu sei, mas eu preciso evitar contato o maximo possível com Peter. Desde físico até visual.

Eu fiquei meio perdida no meio das pessoas porque fui direto pra pista de dança e de repente aquele lugar encheu de gente barrando minha passagem.

A musica parou de repente e um aluno que comandava a festa pegou um microfone subindo no palco do DJ.

–Ei galera, façam silencio por favor! Preciso dizer algo. — Gritou ele no microfone. Todos foram se calando aos poucos e olhando pra ele, até eu mesma parei pra saber o que ele ia dizer — Obrigado! Um aluno nos sugeriu uma brincadeirinha muito interessante pra essa festa. Ela se chama: O apagão! — Todo mundo se olhou confuso e eu continuei olhando pro garoto esperando ele falar. — Pra quem não conhece essa brincadeira eu vou explicar. Nos vamos fazer um Blackout, quando todas as luzes se apagarem, ninguém é de ninguém. É pra sair pegando geral! Entenderam?

–O que?- Perguntei surpresa. A escola inteira começou a gritar em animação. Mas que porra era aquela?

–Valendo a partir de... Agora!

Assim que o garoto falou todas as luzes do casarão se apagaram e começou o alvoroço. Eu fiquei totalmente perdida porque literalmente estava tudo escuro. Ficou muito difícil de ver alguma coisa, e eles ainda aumentaram a musica no ultimo volume.

O problema é que eu fui empurrada por muita gente, não conseguia sair da onde eu tava com todo mundo correndo e toda aquela agitação, eu me sentia no meio de um tornado. Sem ver e ouvir nada.

De repente senti mãos agarrem meu braço com força e me puxar pra longe daquela multidão. Quando a musica tava ficando mais baixa, essas mãos me empurram contra a parede e logo em seguida senti labios pressionando os meus.

Eu tentei resistir, ou ver quem era. Mas tava muito escuro e ele era muito forte e eu não conseguia protestar por muito tempo. Deixei que ele me beijasse. Sua lingua pediu passagem e eu cedi. Foi nessa hora que eu sabia quem era que tava ali me prensando contra a parede e basicamente me obrigando a beija-lo. E isso só me tentou mais a fazer o que eu estava proibida a fazer.

Ele sugava meus labios com força e segurava minha cintura como se eu fosse fugir. Minhas mãos passaram por sua jaqueta e eu puxei ele mais pra perto de mim sentindo aquele cheiro de perfume forte que só ele tinha.

Ele mordeu meus labios com força me machucando, mas eu não me importei. As luzes se acenderam e eu continue não me importando, mesmo quando eu sabia que muita gente podia ta me olhando e eu sabia que tinha, mas eu não me importei. E nem ele. Ate porque o beijo durou mais alguns segundos até ele finalizar colocando as maos no meu rosto dando leves selinhos.

Quando abri os olhos e que eu me desesperei completamente.

–Que merda Peter! — Dei um soco no braço.

Eu ainda tinha esperanças de não ser ele. Mas era! E ele abriu um sorriso tao lindo que me tirou o folego por um momento! Eu encostei a cabeça na parede controlando a respiração e a vontade de me matar!

–Sera que você pode parar de fugir de mim agora? — Ele perguntou colocando a mao na parede ao lado do meu corpo e se inclinando sobre mim.

Eu fiquei encarando aquele sorriso dele e soltei um suspiro involuntário de um viciado que caiu na tentação.

–Não tava fugindo de você — Minha voz saiu mais baixa do que eu gostaria. Quando tentei sair ele colocou o braço do outro lado me prendendo contra a parede. Bufei. — O que você quer?

–Parar de mentir já ia ser uma boa. Papai do céu não gosta disso, ninguém nunca te contou? — Ele deu seu melhor sorriso irônico e eu revirei os olhos — Mas a gente pode deixar pra depois né. Até porque não estou a fim de DR essa a noite, então...

Ele pegou minha mao e me puxou. Eu ouvi um grito no meio do salão e quando olhei pra trás Leah e Marina me olhavam. Leah pulava histericamente no lugar enquanto Marina dizia mímicamente pra mim: Da muito amiga!

Todos na verdade nos olhavam. Porra! Eles viram ele me beijando. Ate mesmo a biscate da Aline tava me olhando de braços cruzadas e uma cara de cu impagável.

Ah Deus eu iria sofrer com Leah depois. Se marina tivesse junto eu iria sofrer em dobro.

Peter parecia não se importar com os olhares das pessoas. Ele agarrou minha mao com força me tirando daquele lugar e subindo as escadas em direção ao dormitório masculino como um flash. Eu não tinha nem coragem de perguntar alguma pra ele, não depois daquele beijo que eu ainda estava absorvendo!

Notas finais
Epa, Epa! Agora o negocio vai esquentar Rsrs' Já nem vou prometer uma data certa pra postar pq eu não sei quando vou poder! Mas saibam que eu não morri e que estou aqui! Gente, se tiver erros vcs me perdoem pq eu editei as pressas, mas eu vou corrigir assim que possível. Obrigada as melhores leitoras e os melhores comentários da: Jack Torres, Hermione, JuliaSmenezes, Luiza Black e EmilyDalstryn! Obrigada mais uma vez por comentarem nos capítulos anteriores! Beijos! Enfim, favoritem e comentem a fic. Isso é o que me motiva. E quem sabe eu não volto mais rápido, estou de ferias agora! Beijos e boa semana amores! Xoxo