We Open a Restaurant
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Notas iniciais
Depois que o diretor Franklin permetiu que o restaurante — Gibby's -, permanecesse. Gibby e eu ficamos muito felizes. No mesmo dia fui a casa da Carly, para tentar avisá-la de que o restaurante iria continuar. Mas ela havia saído com o Freddie e a casa estava cheia de grãos de milho e um robô estranho.
Spencer estava varrendo tudo, quando me atendeu.
– O que houve aqui!? — perguntei, largando a minha mochila no sofá.
– Meu robô atacou grãos de milho na Sra. Benson. — Ele explicou toda a história.
– Robô esperto. — falei, sorrindo. — Mas para onde a Carly foi?
– Vitamina da hora. — disse ele, largando a vassora. — Ela e o Freddie foram "estudar".
Fiquei pensando. Os dois estão muito próximos nessa última semana. No momento recebi uma ligação do Gibby, no meu Peraphone. Ele falava de algo urgente sobre o restaurante, mas não dava detalhes.
– O que aconteceu? — perguntou ele.
Corri até a geladeira — peguei uma caixa de manteiga e uma meia. E olhei para o Spencer.
– Eu preciso voltar para a escola! — disse, com preocupação. — E rápido!
Fui o mais de pressa que pude, para a escola — onde ficava o restaurante.
Ao chegar no Gibby's, encontrei-o dormindo numa piscina. Não sei como, mas ele deve ter enlouquecido.
– Gibby!?
– Sam!
– O quê é isso!?
– Uma piscina...
Revirei os olhos, estava esperando algo mais grave. Gibby levantou-se da piscina, segurando o molde da própria cabeça.
– Eu sei que é uma piscina! — falei, quase gritando. — Restaurantes não tem piscinas!
– Pois é... — disse ele, sorrindo. — Foi ideia da minha segunda cabeça!
Larguei a meia de manteiga, em uma das mesas. E fixei um olhar sombrio para ele.
Tomei o objeto (o molde da cabeça) das mãos do Gibby e joguei contra a parede.
– A próxima será a sua! — gritei, apontando para o mesmo. Ele ficou espantado com a violência. Então tentei acalmar. — O diretor Franklin nos deixou mater o restaurante, então vê se não estraga as coisas!
Convenci o Gibby que a ideia de ter uma piscina poderia prejudicar ainda mais a nossa situação na nossa escola.
Fiz com que ele prometesse reitar a piscina. Antes que alguém saiba e cause algum problema.
– Eu prometo!
Na manhã seguinte, reparei uma grande movimentação de pessoas, usando roupas de praia dentro da escola. E para variar, Carly e Freddie estavam juntos.
– O que está acontecendo aqui!? — perguntei para os dois.
Freddie olhou estranho para mim e tentou disfarçar. Carly sorriu para mim.
– O Gibby montou uma piscina no restaurante. -disse ela. — E parece que todo mundo gostou da ideia.
– O quê!?
Balancei a cabeça e largeui minha mochila com Freddie. Em seguida, corri para o restaurante. Enfrentei uma multidão para falar com o Gibby, e acabei tomando um susto ao ver a piscina, cheia de gente e o porão todo molhado.
– Gibby! — gritei. Todos ficaram em silêncio após o meu grito.
Localizei-o dentro da piscina. Pulei dentro para pega-lo.
– Você prometeu!
– Eu sei... — falou ele, gaguejando. — Foi mais forte que eu..
Larguei-o, pois era tarde de mais para brigar com ele. Olhei em volta do local. E vi Spencer conversando com um grupo de adolescentes, fui falar com ele.
– Você também, cara!? — perguntei para ele. O grupo foi embora, possivelmente com medo de mim. — Nem se quer estuda aqui!
– Não é todo dia que tem uma piscina na escola. — disse Spencer. — No meu tempo não tinha isso. Era mais...
– Ok! — Interrompi ele. — Não preciso ficar sabendo disso.
Spencer deve ter reparado que eu não tinha gostado da ideia do Gibby.
– Tenta se animar! — disse ele. — Não está parecendo a Sam Puckett que conheço...
Coloquei um sorriso no rosto, e pensei no que Spencer havia me dito. Então subi numa mesa das mesas e chamei a atenção de todos.
– Espero que estejam gostando da água. — falei. Eles gritaram, jogando água para fora da piscina. — Ótimo... Ideias como essa, só poderiam ser criadas por mim!
Eles aplaudiram. Gibby tentou protestar.
– Gibby! — falei, num tom ameaçador.
Estava tudo muito bem, a uns dois minutos antes. Alguém supostamente, gritou no nome do diretor Franklin e logo em seguida houve uma correria para sair do restaurante.
– Sam! Gibby! — falou o diretor Franklin, descendo as escadas.
Ele deu de cara com Spencer, que rapidamente correu.
– Eu quero explicações para isso! — Ele apontou para a piscina.
Gibby olhou para mim.
– Fui tudo ideia do Gibby e de sua cabeça!
O diretor Franklin olhou para o Gibby. Mas algumas pessoas o defenderam.
–Não! — disse uma garota. — Fui tudo ideia da Sam!
– Foi a Sam! — disse outro. — Ela até admitiu.
Isso só poderia ter vindo de mim. O diretor Franklin acreditou num grande número de pessoas.
– Sam Puckett — disse ele. — Você está de detenção.
– De novo!? — perguntei. Ele olhou para o Gibby e não disse nada. — Mas enquanto ao Gibby!?
– Sim... — Ele pareceu nervoso. — Gibby... Eu quero essa piscina na minha casa.
Gibby sorriu e concordou com a cabeça. Eu fiquei sem expressão, quando o Gibby se deu bem, enquanto eu peguei detenção mais uma vez.
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