Notas iniciais
Beeem, mas um que ta mais ou menos do tamanho certo! Eu fico extremamente feliz com os comentários de vocês, viu meus lindos?? Beijoos, aproveitem!!
O caminho para casa foi... Digamos... Conturbado para Santana, que tentava dirigir, mas Brittany ficava passando a mão pelas pernas dela e mandando sorrisinhos que a deixavam extremamente nervosa.

— Britt... Desse jeito a gente não chega em casa viva! — resmungou a hispânica, gemendo e tentando manter os olhos na estrada.

— Ah, que é isso, Santy, eu só to desfrutando da minha linda e sexy noiva latina... — disse Brittany, chegando bem perto do ouvido da latina, o que a fez ter arrepios.

— Britt, é sério, eu vou te fazer sofrer muito quando a gente chegar em casa, é sério, vou ser muito malvada, mas só se a gente chegar viva, né?! — perguntou Santana, um pouco alterada enquanto Britt mordia o lábio sensualmente e lhe dava vários beijos no pescoço.

— Pois então eu vou aproveitar que você ta tão comportadinha aqui dentro, mulher gato... — sussurrou a loira sensualmente no ouvido da namorada.

— Na hora que a gente chegar em casa você ta muito encrencada, mocinha... — Disse Santana, fingindo raiva enquanto se segurava para não pular em cima da bailarina, demoraram mais um pouco até estacionarem na garagem do prédio, foram aos trancos e barrancos até o apartamento, se beijando e distribuindo mãos bobas sem se importar com os olhares nada discretos das pessoas que andavam pelos corredores, enquanto Brittany tentava agarrar Santana e a mesma empurrava com uma cara emburrada mas morrendo de vontade de rir.

Assim que adentraram no apartamento, Brittany pegou Santana pela gola da blusa e começou a desabotoar, mas Santana segurou seus cotovelos e a girou no ar, fazendo com que a loira caísse de costas no sofá e começasse a olhar para Santana de uma forma meio tensa enquanto a mesma subia em cima dela.

— Eu disse que ia ser beeem malvada... Agora agüente as consequências... — disse a latina, beijando a namorada carinhosamente e descendo os beijos pela sua mandíbula e pescoço, enquanto a mesma tentava desabotoar sua blusa e não conseguia, seus dedos se atrapalhavam nos botões, pois ela estava distraída com os beijos de Santana. — Perdendo a batalha contra meros botões, Brittany S. Pierce? — perguntou Santana, levantando um pouco a cabeça e sorrindo.

— Nunca! — disse Britt, sorrindo e puxando a blusa de uma vez, o tecido rasgou e ela sorriu ao ver o sutiã de renda preta da namorada. — Vamos ver quem é má agora. — definiu, fazendo uma manobra e colocando Santana abaixo de si no sofá.

— A gente pode ir pra cama? — pediu Santana, entre os beijos de Brittany em seu pescoço que a deixavam meio tonta. — Eu quero provar cada pedacinho da sua pele... — Ela disse isso bem perto do ouvido de Brittany com uma voz rouca e sensual que fez o corpo da loira tremer.

E elas foram para o quarto entre beijos e gemidos se batendo nas paredes e arrancando pedaços de roupas até a cama, Santana jogou sua loira com forca e subiu sobre ela, Britt estava apenas de calcinha, ela lhe sugou os seios com força e mordiscou os bicos rosados, foi descendo pelo corpo esguio da bailarina, dando beijos e chupões que deixariam marcas com certeza em sua barriga bem definida.

Quando chegou ao seu centro, ela arrancou a calcinha com os dentes, sorrindo ao passar os dedos e sentir que a namorada estava toda molhada, Brittany gritou com o contato e arqueou as costas, Santana então começou a lamber e sugar seu clitóris como se quisesse engoli-la enquanto Brittany ia á loucura, a latina a penetrou com dois dedos e ela arqueou as costas de uma vez.

— Aaaaaa! San... Isso... Tão gostoso... — ela disse, segurando nos longos cabelos escuros da morena, que já sentia as paredes da namorada se contraindo contra seus dedos. — OMG... Santana! — ela gritou, fechando os olhos e desfrutando do orgasmo proporcionado pela namorada, agarrando os lençóis da cama com força.

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— A gente ta junto há dois anos, né? — perguntou Brittany, elas estavam deitadas na cama, Santana aninhada ao corpo da namorada enquanto descansavam depois de quase três roubos.

— É, faz três anos em fevereiro... — revelou Santana, sorrindo ao lembrar she seu nervosismo no dia que Brittany mudou para o apartamento, se ela ao menos soubesse naquele tempo que Britts era sua alma gêmea.

— Lembra que você me disse que teve uma namorada? — perguntou a loira, curiosa.

— É... Mas isso é história antiga, Britts... — falou Santana, parecendo um pouco tensa.

— Por que não me conta? O que aconteceu, Sanny? — perguntou Brittany, toda manhosa, sabia que a latina não resistia quando a ouvia chamando-a de Sanny.

— Ah, não, Britt, não quero falar sobre isso! — disse Santana, enterrando a cabeça no pescoço da amada.

— Deixa de ser boba, Santana, fala, por favor, vai! — pediu a loira, fazendo beicinho, a latina a olhou por alguns segundos.

— Tá bom... Quando... Meu pesadelo acabou, e eu tinha dezesseis anos, a noticia se espalhou como fogo em palha seca, sabe? Eu era a garota estranha... Todos tinham pena de mim, não agüentei, nessa época, eu morava com a Quinn, e a mãe dela, Judy, que ainda hoje é como uma mãe para mim, se ofereceu para pagar minha matrícula na Westerville Academy, eu até pensei em recusar, dizer que era muito, mas, estava desesperada, eu tinha que dar um jeito de fazer aquele fantasma parar de me perseguir, queria que as pessoas parassem de sentir pena de mim. — disse a morena, em um fôlego só, se apoiando no peito de Brittany e olhando os olhos azuis que a observavam com atenção.

— Continua, San, e aí, o que aconteceu? — perguntou Britt, como uma criança, o que fez Santana rir.

— Eu fui para a Westerville,lá eles tinham um clube do coral, o Vocal Adrenaline, cantar era libertador para mim, eu me sentia livre, livre de rótulos, livre de nomes, eu não era nada cantando, apenas, Santana, e eu gostava disso, só voltei a ter essa sensação anos depois, com você... — disse a latina, sorrindo junto com a namorada.

— Eu te amo. — disse Britt, sorrindo.

— Também te amo, minha bebê. — disse Santana, dando um selinho na loira. — Agora me deixa terminar? — perguntou, sorrindo. — bem... Eu comecei no Vocal Adrenaline, a treinadora gostava de mim, eu era a queridinha, até que... Ela chegou, Siena, ela era loira, tinha os olhos castanhos cor de chocolate, o corpo lindo, dançava e cantava como uma deusa... — disse Santana, se lembrando do momento que viu a garota pela primeira vez.

— Assim eu fico com ciúmes. — disse Britt, fazendo um beicinho.

— Deixa de ser boba, minha Britt, eu te amo, para sempre, é como eu disse, bobagem do passado, além disso, você é a loira mais linda e perfeita e doce e fofa do mundo! — falou Santana, balançando a cabeça como se quisesse espantar lembranças e entrelaçando seus dedos aos de Brittany para ver suas peles contrastando e as alianças lado a lado. — Pois bem, a Siena era muito legal, estava sempre comigo, me ajudava com tudo, me lembro na festa de aniversário dela, a gente fez uma festa do pijama, então, na hora de dormir, nós ficamos juntas e ela me beijou... Tipo... De surpresa, eu me lembro que fiquei aterrorizada por ter gostado, fui pra casa no outro dia e comecei a chorar, eu fiquei terrível, não conseguia imaginar porque os demônios sempre me perseguiam... Tinha acabado de arranjar outro problema... Logo quando pensei que era livre... — diz Santana, sonhadora, com os olhos vidrados.

— E então ela me ligou, eu nem pensei, só atendi, e despejei tudo em cima dela, como eu me sentia naquele momento, como aquilo tinha sido horrível... Horrível porque eu tinha gostado... Não falei nada sobre Stuart, não achei certo... Então eu desliguei, não dei tempo nem dela falar, mas aí, ela veio correndo na minha casa e começou a bater na porta feito louca, Quinn, Puck, Judy e até o Russell já tinham tentado, mas eu só abri pra ela, então, ela me abraçou e me protegeu, isso foi no fim do ano escolar, a gente passou o verão todo juntas, uma espécie de namoradas, Puck e Quinn não se importaram, eles ignoravam bastante e Judy e Russell não sabiam de nada, então, quando as aulas começaram, eu nem me importava mais, eu a amava, queria que todos soubessem disso, mas aí, no primeiro dia de aula, quando cheguei na escola, tentei beijá-la e ela surtou, me puxou pra um canto e começou a me dizer que a gente não podia fazer isso, que ela ia ser expulsa de casa, que não queria assumir nada comigo e que seja lá o que tivemos tinha que acabar... Me senti abandonada, ela quebrou meu coração, eu fui embora, me matriculei de novo no William McKinley High School e esqueci ela completamente, me distraía dormindo com a escola inteira e estudando, e... Até agora eu não tinha nem tocado nesse assunto... — terminou a morena, respirando fundo.

— Essa menina é uma piranha... Quem faria a besteira de desistir de você? — perguntou Brittany, sorrindo e apertando sua morena mais forte.

— Boboca. — falou Santana, rindo e dando um beijinho na loira.

— Sabe o que eu to pensando? — Perguntou Brittany, depois de um tempo. — Kurt e Blaine ainda não sabem sobre o noivado! — exclamou Brittany, Kurt e Blaine tinham virado amigos das duas quando Blaine representou Santana no tribunal, ele as convidou para um jantar e os quatro se deram bem de cara.

— É, vamos dormir, parece que amanhã teremos um bocado de trabalho. — disse Santana, sorrindo antes de se aconchegar na sua loira e fechar os olhos.