We Are Survivors
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Gostei muito dos personagens! Vocês vão perceber que eu sou bem detalhista, talvez não nesse capítulo, gosto de montar looks, incrementar as fotos com descrições, essas coisas. Não estou seguindo uma ordem, mas até agora eu recusei poucos, 2 ou 3, até agora. E se seu personagem não teve muito destaque, relaz, ao menos você sabe que ele entrou, kkkkk. Vou incrementar partes que não existem na série, temos que esperar até outubro lembram? (U_U)
Boa leitura!
Link Josh: http://cortesdecabelo.net.br/wp-content/uploads/2011/10/homens-com-barba.png
Sherry estava imóvel, à espreita do veado que fareja qualquer coisa no solo. Aproximou-se lenta e sorrateira, até estar á um metro de distância do animal. Puxou a flecha, bem firme, e soltou. A flecha correu até o veado, parando em sua cabeça, certeira e fatal. O animal caiu morto no chão, e ela deu um pequeno sorriso vitorioso, aproximando-se do bicho.
– Boa caçada. – ouviu uma voz masculina falar á sua frente. Levantou o olhar e se deparou com Matt, de braços cruzados e escorado em uma árvore.
– Obrigado. – respondeu, esboçando um sorriso torto. Ele se aproximou, ainda de braços cruzados, olhar analítico para o veado. Sorriu gentilmente. Sherry desviou o olhar, quase corando. Não estava acostumada com sorrisos, muito menos com gentilezas de outras pessoas, mas estava se saindo muito bem até. Ninguém ali se parecia com seu antigo pai.
Sacudiu a cabeça, livrando-se das lembranças de tempos que nunca mais voltariam. Com a ajuda de Matt, colocou o animal na caçamba da Hilux, junto com um tatu que Matt havia caçado. Voltara ao acampamento, á alguns metros da estrada.
– Já de volta? – perguntou Alexander , se aproximando do carro ainda em movimento. Estacionaram, e Sherry saltou do carro. Com um sorriso convencido no rosto, puxou a capa, exibindo o resultado da sua caçada. – caçou um veado?
– Exatamente. – respondeu, mantendo o sorriso presunçoso no rosto e caminhando em direção ao acampamento. De costas, não pode ver que Matt a seguia com o olhar, mas Alexander sim. Pigarreou, trazendo de volta a atenção de jovem.
– Acho melhor levarmos as caças e limpá-los ates que comecem a perder. – falou ele, com um sorriso divertido. Era o mais velho ali, e estava se divertindo com os dramas jovens.
– Cheron e Jade já chegaram? – perguntou Sherry, chegando ao centro do acampamento.
– Ainda não. – respondeu Lola , séria e receosa, sentada em uma cadeira de praia. – estou começando á me preocupar.
– Elas vão voltar, não se preocupe. – falou Sherry, com uma convicção inquestionável. Lola sorriu, “Sherry está mudando, finalmente Jesus tocou seu coração!” pensou ela, apertando seu crucifixo . Viu o EcoSport chegando ao acampamento, então se levantou.
As garotas desceram animadas, entregando as bolsas para os seus companheiros.
– Uau, como conseguiram tanta coisa? – perguntou Alex, abrindo um pacote de biscoitos recheados.
– Achamos uma mercearia cheia. Demos muita sorte. – falou Cheron, abrindo uma garrafa d’água. Lola se aproximou dela.
– Cheron, eu tenho que ir à igreja. Tem uma aqui perto. – sussurrou ela. Cheron segurou um revirar de olhos.
– Estamos no apocalipse zumbi Lola, tem mesmo que ir? – perguntou, mantendo a calma e a paciência.
– Eu sei, mas não vou me sentir bem até ir lá. Por favor, prometo não pedir de novo! – pediu novamente, com seu olhar suplicante. Cheron suspirou, a igreja ficava perto, e não havia zumbis por aquelas bandas. Lola quase nunca pedia nada, podia fazer aquilo, dessa vez.
– Está bem. – respondeu, e Lola lhe deu um abraço apertado. – Josh, Lola quer ir à igreja, venha conosco.
– Sim, senhor! – respondeu ele, batendo continência. Cheron revirou os olhos, e então, partiram em direção à igreja.
~//~
Caminhavam por entre as árvores, sem muita pressa. Adentraram a clareira, na lateral. Cheron espiou por entre as portas, e viu que havia muitos zumbis presos lá dentro.
– É melhor não arriscarmos e não abrir Lola, você vai ter que rezar aqui fora mesmo. – falou Josh, destravando sai G17. Sentaram-se na escadaria, ficando calados, em respeito á Lola.
De repente, algo começou a se mexer na floresta. Lola abriu os olhos assustada, Cheron e Josh se levantaram, puxando-a. Correram e se esconderam na lateral da igreja, apenas espiando. O sino tocou.
POV Cheron
Pessoas surgiram, aproximadamente 10.
– Sofia! Você está ai?! – um homem gritou, chegando a porta da igreja. Começaram a chutar a porta.
– Não, não abram! – gritou Josh, saindo do esconderijo. Respirei fundo, ele tinha que abrir a boca? Peguei uma 38 e entreguei á Lola, que aceitou relutante. Embora ela fosse pacifista e odiasse violência, ela entendia a situação. Saí do esconderijo, tentando parecer o mais confiante possível.
Eles apontaram as armas para nós. Apesar disso, tentei não demonstrar medo ou receio. Os zumbis faziam barulho dentro da igreja, tentando sair.
– Essa igreja está cheia de zumbis, é impossível ter alguém aí dentro. – pronunciei.
– Quem são vocês? – perguntou um homem com uniforme de zerife. Por que ele se preocupava com usar um uniforme completo, em pleno surto zumbi?
– Foram vocês quem chegaram depois. – falou Josh, sem abaixar a arma. O xerife abaixou ligeiramente a sua pistola.
– Perdemos uma garotinha do nosso grupo, sabem onde ela está? – ele perguntou. A voz era realmente de um homem da lei, um líder, convincente e respeitado.
– Não, mas não faz tanto tempo assim que chegamos. – respondi.
– Ela pode estar escondida lá dentro, por favor Rick! – pediu uma mulher de cabelos bem curtos, entrando no campo de visão do homem, o Rick.
– Acho que não. Está vendo como essas portas estão fechadas? – falei, empurrando as portas, os zumbis se agitando lá dentro. – não acho que uma garotinha tenha conseguido abrir as portas, fechá-las e escapar dos zumbis.
– Existe algum lugar aqui perto que ela poderia ter ido? – Rick continuou a perguntar. Pensei um instante.
– Acho que… — comecei a falar, mas fui interrompida pelos zumbis. Eles grunhiam e empurravam as portas. Senti Lola segurar o meu braço.
– Essas portas não vão agüentar muito tempo, vamos abrir e acabar logo com isso! – falou homem forte e de cabelos pretos, se aproximando.
– Cheron, ele tem razão – falou Lola, ao meu ouvido – se eles saírem e acharem acampamento será pior. É melhor acabarmos com eles aqui, longe, e esses grupo parece bem armado, vamos conseguir.
Pensei por um instante. Lola estava com sua faca e a 38; Josh com a G17, uma magnum e um rifle; e eu tinha a minha foice afiada dos dois lados, duas 9mm e uma adaga na coxa, fora que haviam outras armas na bolsa.
– Vamos abrir. – decidi, olhando para Josh. Ele assentiu, pegando a magnum. Lola se encolheu atrás de mim, mas sacou a arma. – não se preocupe, eu te protejo.
Ela sorriu fraco, mas ainda agarrada ao meu braço. O homem de cabelos pretos e outro que não consegui ver forçaram a porta. E na terceira tentativa, a porta se abriu, e os zumbis saíram imediatamente.
Notas finais
Bjoo rarah
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