Notas iniciais
Mais um capitulo, e rápido como prometi. Foto do Simon para vocês meus leitores. Enjoy.

N/A — Esse é o Nick Roux, ator que fez a serie Jane By Desing. Ele é o nosso Simon, gostaram? Ele é perfeito *~*

POV – Penny

Não tem coisa melhor que tomar Todinho, ajuda a pensar, fui ao Pavilhão tomar café. Peguei um Todinho da mão de uma filha de Afrodite qualquer que ficou me olhando de cara feia, tirei da mão dela dizendo:

– Você não vai precisar disso – me referindo ao Todinho – deixa seu corpo cheio de celulite.

– Idiota – disse a filha de Afrodite com o cabelo loiro pintado.

– Fresca – digo andando para fora do Pavilhão para ir à floresta.

Já na floresta vou em direção ao rio, aquele som de água corrente me revigora e o cheiro de floresta me tranquiliza.

Sento-me de perna cruzada na frente do rio e ponho a caixa de Todinho no chão ao meu lado, olho para o rio e começo:

– Meu pai Poseidon, sei que não está me escutando porem venho ao seu “encontro” – faço as aspas com o dedo – para lhe pedir ajuda e sua benção em mais uma missão que me proporcionaram – tomo um gole do Todinho – sei que fiz e faço coisas que com certeza não traz nenhum orgulho ao Sr. Porem não tem como fugir, tento ser uma pessoa melhor mas esse meu ego é muito grande, peço perdão, vou ser uma pessoa melhor, prometo.

CROC, CROC, CROC.

Levanto-me rapidamente e grito:

– Tem alguém ai? Responda!

E um coelho sai de baixo de um arbusto.

– Coelho idiota.

– Também acho – uma voz grossa e macia reconhece-a – minha filha.

Viro-me e meu pai está parado na margem do rio sigurando um tridente e com suas vestes de praia e chinelos.

– P-pai? – digo

– É, sou eu, vim para lhe dar uma pequena ajuda, escutei sua oração como sempre escuto, mesmo passando por esses dias de tormenta no meu palácio – falou com uma voz triste – agora me de um abraço.

Ele estende os braços e me puxa para um abraço, seu cheiro de mariscos me agrada.

Fico na frente dele e falo:

– Diga o que tem a me dizer pai.

– Bom, — ele começa – vou ser breve, meu reino esta um caos, pior do que quando Cronos ressurgiu a primeira vez, soube que você vai a uma missão para detê-lo estou muito orgulhoso.

Não sei como ele está orgulhoso se nem vou liderar a maldita missão, penso.

– Vocês devem ir para o bairro do Jardim Botânico, Zona Sul do Rio. Jim morava lá, ele com certeza conhece aquele lugar. Vocês vão entrar no Parque que tem lá e um Deus vão encontrar, ele vai ajuda-los em algumas pistas. Entendido?

Não, penso.

– Que deus é esse pai?

– Ele disse que não é bom falar o nome dele – ele diz — somente eu e Hélio sabemos dessa ajuda. Os deuses querem ajudar, mas Zeus não quer que ajudemos vocês, então ele não pode saber.

– Tudo bem, entendi.

– Mais uma coisa – ele olha para minhas mãos – cadê sua espada?

Tiro meu cilindro do bolço da jaqueta sem entender nada e estendo a ele.

Ele põe à mão em cima do cilindro e uma luz azul sai e penetra no meu cilindro e imediatamente o tridente que antes estava na sua mão desaparece.

Minha mão queima um pouco e digo:

– Pai? Oque foi isso?

– Aperte seu cilindro.

Aperto, uma espada de ouro celestial com cabo de couro aparece.

– Adorei pai, igual a do Percy.

– Clique no cabo dela.

Clico, e um tridente idêntico ao de meu pai aparece, azul e reluzente.

– Perfeito pai! Amei, agora parece uma filha de Poseidon – digo olhando para meu tridente – Muito obrigada.

– De nada filha, dou minha bençao a você nessa missão. Ajude sua amiga, ela gosta muito de você e quer sua ajuda,, certo?

Até ele, penso.

– Tudo bem, pode deixar. – dou um abraço nele e ele fala:

– Tenho que ir, antes que meu palácio desmorone. Até mais minha filha.

– Tchau pai.

Vejo-o entrar no rio e desaparecer.

Sinto que essa benção vai me trazer boas coisas porque ser filha de Poseidon é outro nível!

XXXXX

POV – Clary

Vejo os olhos de John enquanto ele cai do abismo de costas tentando pegar o ar com as mãos, a chuva intensa caindo grito:

– Joooohhnnn!

– Clary! Acorda!

– John! – Levanto da cama assustada e dou um abraço nele.

– Clary o que foi? Parece que viu Hades! – ele fala afoito – Pera, você viu Hades?

– Clro que não seu tolo – levanto da cama e pego a toalha de banho – só um pesadelo.

– Hum, — ele diz meio estranho – às vezes os sonhos dos semideuses viram realidade.

– Não, esqueça. Te encontro no Pavilhão, ok?

– Claro – fala John – não demora, por favor.

Ele sai do chalé e vou direto ao banheiro tomar um banho e esquecer esse pesadelo no qual meu irmão vai morrer.

XXXXX

– Bom dia — digo para Simon, Jim e John que estão sentados juntos na mesa do Pavilhão.

– Bom dia – falam em uníssono Simon e Jim.

– Cade a Pen? – fala Simon enquanto toma seu cereal de ursinho – Não a vejo desde ontem, ela deve estar chateada, ainda.

– É verdade – diz Jim dando uma piscadela para mim enquanto põe um pedaço de panqueca na boca.

– Não sei, se a conheço muito bem ela deve estar pensando no que fez e dizendo a si mesma que vai tentar mudar mas nunca muda – digo – mas, ela sempre tenta.

– Também acho. – diz John – Falando nela, ela está vindo para cá.

– E ai? – fala Penny, olhando para todo nós.

– Bom dia Pen – fala Simon, único que responde.

Penny segura uma caixa de Todinho e deixa em cima da mesa enquanto aponta para uma ninfa que esta servindo um garoto e depois aponta para a caixa de Todinho e sussurra:

– Esta vazia.

A ninfa revira os olhos e estala os dedos e uma nova caixa de Todinho aparece.

– Pois é, — digo – não tem nada a nos dizer Penny?

Ela arranca o plástico que protege o canudo com a boca e cospe o plástico, diz:

– Erh... tenho — ela põem o canudo na caixa e toma um gole – queria dizer desculpas a todos vocês, não vou fazer de novo e vou tentar ser uma pessoa melhor, tudo bem pra vocês

Ela não vai mudar nunca, esse é o jeito dela para sempre.

– Ok – digo – já é um bom começo, aceitam as desculpas meninos?

– Claro – falam todos juntos.

– Vou ter que ir falar com a Rachel, alguém sabe dela? – digo

– Deve está no sotão, onde sempre fica – diz John.

Odeio aquele lugar.

– Vou lá então, me desejem sorte.

– Não mesmo sabe-tudo – diz Penny sorrindo.

Reviro os olhos e saio em direção ao sótão.

XXXXX

Entro no sótão e vejo Rachel sentada em uma poltrona velha no centro do salão mais velho ainda e empoeirado lendo um livro. Coisas velhas e medonhas estão em estantes velhas e medonhas. Aquele lugar me da calafrios mas resolvo entrar e ficar mais perto dela.

– Rachel – digo.

– Clary — diz – estava esperando por você.

Estou com medo, meu corpo passa isso.

– Bom, — começo – vou para uma missão para deter Cronos, você sabe, preciso de sua profecia.

– Claro, eu já sabia.

Ela levanta e fica bem na minha frente, ela começa a flutuar um pouco e uma luz branca sai do corpo dela e começa a falar:

“Os 5 irão lutar

Uma traição, de um melhor amigo afinal.

As escolhidas o inimigo derrotar

Um encontrará a morte

O irmão perdido buscará

“Com sua ajuda, a missão não falhará.”

A luz em volta dela desaparece, ela puxa o ar pela boca e fala:

– Nossa, viajei agora. Bom, boa sorte para você e seus amigos. Que os deuses lhe abençoe.

– É, aprece que vou precisar.

Notas finais
Comentários e recomendações são bem vindas. Obrigada por lerem e me acompanharem. Bjs.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.