Wave supernatural
1 Capítulo 1
Notas iniciais
nathalie clearwater pov's
bem vindo a la push
observei a placa que um dia devia ter sido de madeira clara,no entanto,era escura como se tivesse levado muitas chuvas e tempestades,passar e soltei um suspiro pesado,pensando que em todos os lugares do mundo esse era,definitivamente,o último lugar em que queria estar.
é claro que sentia falta de meus primos,leah e seth clearwater,especialmente de leah que para mim era como uma irmã,no entanto as lembranças de minha infância nesse lugar ainda assobravam minha mente,ser uma criança fora dos padrões de aparência quileute não foi uma coisa boa para mim,com meus olhos azuis e cabelos loiros,embora tivesse a pele bronzeada como de alguém que passase o tempo todo na praia,o que hoje em dia,não era uma coisa longe da verdade.
christine summers era uma jovem de 21 anos que tinha acabado a pouco tempo sua faculdade de história,quando se mudou para la push,querendo descobrir mais sobre as lendas que tanto a fascinavam,e foi assim que,atraida pela sede de conhecimento,acbou conhecendo meu pai,kitai clearwater.no começo,minha mãe se aproximou dele somente para saber mais sobre as lendas,mas com o tempo meus pais se apaixonaram,e se casaram,vivendo felizes durante um tempo,minha mãe como professora de história da escola da reserva e meu pai como membro do conselho de la push.eles me tiveram dois anos depois de casarem,não me lembro de muita coisa de meu pai,pois ele morreu quando eu tinha apenas alguns meses de vida,segundo minha mãe,envenenado.
passei minha não muito feliz infância aqui,mas quando tinha 9 anos minha mãe recebeu uma proposta de uma universidade de malibu,e eu passei o resto de minha vida lá,onde desenvolvi uma paixão pelo surfe,ganhando varios campeonatos regionais,nacionais e mundiais.hoje sou considerada uma das melhores surfistas do país.meu treinador,henrique,acabou se apaixonando por minha mãe,que também se apaixonou por ele,e hoje nós moramos juntos,ou melhor,moravamos pois com nossa volta a reserva ,decidi morar sozinha numa casa em frente a praia,enquanto minha mãe e meu padrasto decidiram alugar uma perto da casa de minha tia e meus primos,a razão de termos voltado a reserva, pois com a morte de tio harry(irmão de meu pai) e a transformação de leah e seth em lobos,decidimos(minha mãe decidiu) voltar para dar apoio a eles.
não me entendam mal por não querer voltar,mais é que com tudo que eu passei aqui em la push eu não queria voltar,fora o risco de eu me transformar em um dos "protetores" da reserva.é ,eu sei sobre o segredo e tudo mais,também não dá pra não saber quando o seu pai foi um dos protetores e sua mãe é um membro do conselho,apesar de participar de poucas reuniãos do conselho,pois morava muito longe,sendo chamada apenas em casos de emergência.de qualquer forma,até que será bom pois poderei dar suporte a minha prima e melhor amiga leah,que como se não bastasse ter sido abandonada pelo canalha do sam ainda tem que carregar o fardo de ser uma loba.sério se não fosse o fato da lee precisar de mim agora e de ele parecer um muro de músculos,eu daria uma surra no sam pulguento(tenho que parar de chamar ele assim,pois agora lee também se encaixa nessa descrição,apesar que eu nunca irei chama-la assim).
sai de meus pensamnetos quando o carro parou,olhei pela janela e vi uma casa,com o aspecto de uma cabana,muito charmosa,de madeira escura .saí do carro ainda a observando enquanto henry tirava as minhas malas de dentro do seu classico impalla 67 vinho.minha mãe parou ao meu lado também olhando a casa.
-tem certeza disso?tem um quarto vago na outra casa-disse ela fazendo uma cara de desespero,eu teria rido,se não estivesse nervosa também,embora não demonstrasse. mas eu precisava disso ,da minha indenpêndencia,e também,não sei se conseguiria viver em outro lugar se não esse,a antiga casa de minha mãe,onde ela e meu pai viveram tantos momentos felizes.pode parecer bobeira mas esta casa era um dos poucos lugares em que eu me sentia protegida e amada.apesar de eu não ter conhecido muito bem meu pai eu me sentia mas perto dele quando estava aqui.
-não,mãe,eu já disse que eu quero ficar aqui,eu sei que é bobeira mas eu quero ficar aqui,eu sinto como se ficasse perto dele aqui-disse com um sorriso meio triste
-ele sentiria orgulho de você,por tudo ,você sempre foi tão independente,tão parecida com ele-disse acariciando meus cabelos com um sorriso carinhoso,mas rapidamente mudou de expressão-bom mas chega de drama,eu tenho uma surpresa pra você.
-qual-falei ansiosa ,eu adorava e odiava surpresas,a curiosidade e a impaciência sempre me deixavam maluca.
-por que você não vai na garagem e vê com seus próprios olhos-disse ela rindo do meu entusiasmo
nem esperei mais e corri pra garagem dando de cara com meu cadilac de capota aberta preto azulado e minha veloz moto suzuki preta e laranja(sempre tive uma paixão por clássicos e velocidade),dei um grito de felicidade e me joguei no capô do meu amado carro,alisando sua lataria.
minha mãe e henry riam de minhas maluquices na porta da garagem, e logo corri pra eles me jogando em seus braços e murmurando coisas sobre como os amava e que seria eternamente grata.
ficamos o resto da tarde na minha nova casa,arrumando a casa e quando a noite chegou minha mãe foi embora prometendo voltar amanhã pra me buscar pra irmos para a casa da tia sue,apesar de eu dizer que não precisa disso,e que eu já era bem grandinha e que ainda lembrava do caminho da casa da minha tia.
tomei um banho e,assim que encostei minha cabeça no travesseiro apaguei.
acordei no dia seguinte com a campainha tocando,desci as escadas sonolenta,nem me importando de estar somente com uma grande camisa surrada do nirvana que um dia pertenceu a um dos meus ex namorados.
abri a porta e dei de cara com henry e mamãe,que após ver meu estado fez uma cara feia,e rolei os olhos prevendo um sermão sobre eu ser irresponsável e que se eu continuasse assim ela ia me arrasta pra casa dela e blábláblá.
-como assim você ainda não se aprontou nathalie yara clearwater-fiz uma careta pelo yara enquanto ela passava por mim entrando na casa.
-olá mamãe,bom dia,eu estou muito bem,obrigada por perguntar,o quê?há claro pode entrar-murmurei sarcástica e henry deu uma risadinha passando por mim enquanto eu fechava a porta.comecei a subir as escadas pra me arrumar enquanto escutava o barulho de panelas e de minha mãe reclamando enquanto henry dava risadas.
entrei no banheiro do quarto ,tomei banho,fiz minha higiene,me arrumei no meu estilo normal que era uma mistura meio maluca de maloqueira e surfista(calça preta caída cheia de bolsos por toda parte de fecho prata,uma regata com um desenho qualquer que mostrava um pouquinho da minha barriga,pulseiras de pano trançadas e de vários outros jeitos, e minha gargantilha de nilon que tinha uma concha no meio de duas estrelas do mar)
desci,tomei o café que minha mãe preparou e entramos no carro de henry .me perdi em devaneios no caminho até a casa da lee.
-querida chegamos-disse minha mãe me despertando.
saímos do carro e caminhamos até lá,mas no meio do caminho uma voz familliar me chamou,me paralisando
-nat?
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