Notas iniciais
OI GENTE O/ DESCULPA NÃO RESPONDER OS COMENTÁRIOS, QUANDO DER TEMPO RESPONDO ENFIM, ACHEI A SARAHUGQ NO FACE O/ ESTAMOS TROCANDO ALTAS IDEIAS, OBRIGADA SUA DIWOSA, VOCÊ ME FEZ ENCONTRAR O DREAM CAST PERFEITO, CARA ENFIM, CAPÍTULO QUE VEM EU POSTO O DREAM CAST AQUI BOA LEITURA XX

Capítulo 12

Josh Agron

Acordei e vi o escuro. Tentei abrir os olhos, mas nada. Tentei sentar-me, mas não consegui mover meu corpo. Cada músculo de meu corpo tremia. Tentei abrir os olhos de novo, mas não consegui. Uma sensação de agonia tomou meu corpo, e eu já estava nervoso, parecia que eu estava em coma. Oh deus, e se eu estiver mesmo em coma?!

Já posso começar a escrever meu testamento... hum... para John eu deixo minhas armas, para Mia eu deixo meu manual de piadas, para Jenn deixo meu dinheiro, para Lindsay deixo o que ela quiser, para Amélia deixo meu box de filmes de comédia. Ou devo trocar o presente de Amélia com o de Mia?

A água fria atingiu meu corpo e eu arfei. Consegui abrir os olhos. Consegui me sentar. Consegui arfar. Consegui gritar. Tossi água, puxando tufos de grama com força. Olhei para os lados e encontrei John, Mia e Amélia me encarando com preocupação. Os dois primeiros pareciam querer pregar os olhos de sono. Lembrei-me então. Eu e Amélia pegando água do riacho, o domador do fogo, o fogo e a água dentro de meu pulmão. Só por falar isso, minha garganta queimou e senti um líquido subindo. Vomitei o que comi nos últimos 13 anos. Espere, eu tenho 13 anos.

Revirei os olhos e apaguei.

***

– Josh! Josh! Josh! JOSH, ACORDA SEU SEGUIDOR DE NAKÉRION IMPRESTÁVEL FILHO DA MÃE COÇADOR DE BUNDA DESGRAÇADO!

Mia.

Abri os olhos, gemendo de dor e cansaço.

– O que...

– Ele acordou! Corram! Corram, povo! – Mia virou-se e gritou.

John e Amélia apareceram correndo, com armas empunhadas e cabelos bagunçados. John olhou para mim e sorriu.

– Josh!

Amélia sorriu, aliviada, e passou as mãos pelos cabelos.

– Como você está?

– De boa na lagoa, leve na neve, suave na nave... e vocês, como estão?

Mia sorriu, mas mesmo assim revirou os olhos.

– É bom tê-lo de volta. Mas enfim, acha que consegue se levantar?

Assenti e me levantei com esforço. Apoiei-me na parede branca e curvada do trailer.

– Já podemos seguir viagem, não? – perguntei. Acabei de acordar, estou confuso e não me lembro de ter dormido, mas percebi que o trailer está parado.

Mia mordeu o lábio inferior e trocou olhares cúmplices com John e Amélia.

– Então... é que aconteceu um pequeno acidente. – explicou.

Arregalei os olhos.

–Aimeudeusoque? – perguntei rapidamente.

Amélia soltou uma rápida risada, mas logo foi calada por um olhar de apreensão de Mia.

– É melhor você dar uma olhada. – sugeriu.

***

Ao pular para fora do trailer, percebi um ambiente diferente. Árvores altas com troncos finos e com um curto espaço entre elas rodeavam o lugar com grama de um verde tão escuro quanto as copas das árvores. O único elemento diferente da demais paisagem local era uma grande rocha cinza, cobrindo toda minha visão a frente. Então notei. O trailer, antes (quase) intacto e (nem tão) novinho em folha, estava acabado. Batido na rocha, toda a parte da frente amassada e deformada, com grandes arranhões em sua lateral e com um ângulo estranho, quase que dobrado para cima, a partir desta para o fundo, este também acabado.

– O que houve? – pergunto a Amélia, John e Mia, estes já ao meu lado.

– Bem, um resumo é: Eu dirigindo, John aparecendo, John me obrigando a dormir, nós dois discutindo, o trailer desgovernado, floresta suicida que se jogou na frente e uma rocha também suicida que também se jogou na frente. – “explicou” Mia.

– Certo... e o que fazemos agora? – perguntei.

– Não é óbvio? – disse Amélia, pegando sua mochila – Andamos.

***

Desviando das árvores e pulando pedras, perdidos na relva, sem direção. Somente com um GPS ruim e uma bússola, não temos muita escolha a não ser seguir o caminho indicado por John. Segundo ele, havia uma aura fria por perto. E quanto mais caminhávamos, mais eu podia sentir a aura também.

– Estão sentindo? – pergunto.

– O que? – pergunta Mia.

– Isso. – digo – A aura fria.

– Só sinto mosquitos picando minha pele. – reclama Amélia.

Andamos mais um pouco, até a aura ficar mais densa a ponto de me fazer tremer os dentes. Mia olha para mim e arregala os olhos.

– Tem alguma coisa muito errada aí! – exclama, e então pega sua faca. – Eu vou checar. – e se mistura mata adentro.

– Mia, não! – John grita, e todos corremos atrás dela. Quando enfim a encontramos, ela está parada, estática e boquiaberta, encarando o vazio.

– Vocês tem que ver isso. – anuncia.

O vazio agora não era tão vazio. Uma grande cabana, roxa com estrelas amarelas se erguia, um brilho roxo mítico emanando dela.

Isso vai dar merda.