Warriors Of Nations
28 Oliver
Notas iniciais
''Nunca ataque com raiva'', lembro-me do que Astrid me disse um dia, mas não pude evitar, ver meus amigos no chão derrotados e ensanguentados, Arya estava encolhida de baixo da asa do avião chorando, não podia me concentrar direito apenas pensava em lutar, era incrivelmente assustador, ele não usava espadas, estava com as mão nas costas desviando de todos os ataques
— Cria De Chaos? — Ele pergunta irônico sem demonstrar nenhum cansaço na voz- Muito lento!!!- Ele ri alto e da um chute em minha katana me desarmando, parecia que ia me dar um chuta mas assim que pisco os olhos ele some não demora muito e sinto uma porrada em minha nuca e quando percebo já estava no chão
— Oliver!!- Arya grita chorando
— Awn...- Ele fala colocando o joelho em minhas costas e puxando meu cabelo me fazendo olhar para a ruiva- Olhe para ela... Você, meu caro amigo, acabou com meus planos quando chegou aqui, era para todos estarem mortos quando você chegasse, mas aparentemente eu vou ter que improvisar- Ele da uma risada alta e tento me levantar mas ele bate minha cabeça no chão e faz um sinal negativo com a boca e com o dedo- Não, não, não, não, meu amigo... Vou te deixar vivo o suficiente pare vê-la morrer- Ele aponta para Arya e puxa meu cabelo olhando em meus olhos rindo histericamente, se levanta e me dá um chute nas costela rindo sem parar, pega minha espada e avança de vagar em direção a ruiva, então ele para se vira e volta se agachando até mim abrindo a boca para dizer algo mas interrompo ele
— Quem... é você?
— Quem sou eu?- Ele pergunta desapontado olhando para os lados dando uma risada como se fosse um apresentador de stand up esperando aplausos do público como se eu tivesse feito uma pergunta engraçada- Não é óbvio?- Ele se levanta rapidamente e joga minha katana no chão- Você me envergonha, quem sou eu??- Ele grita irritado como se fosse óbvio e abaixa o colarinho da camisa mostrando uma tattoo em seu peito, uma estrela do chaos, uma variação
— V... Você é ''Ele''
— Parabéns!!- Ele bate palmas mas logo muda sua expressão para desanimado- Não entendo o porquê que Chaos ainda anão te matou, tanto poder, tanto potencial, tudo desperdiçado para ajudar os humanos... O Armagedon é inevitável!- Ele me pega pelo queixo e me olha- Mas por hora... sou seu maior problema
Tudo começa a ficar turvo os olhos dele começaram a desaparecer de repente tudo ficou escuro e então um par de olhos começou a brilhar no meio da escuridão, o direito era totalmente dourado e o outro todo vermelho, a figura se aproximava e parecia com as duas figuras que se apresentaram para mim mais cedo, mas era só um, era todo feito de sombras mas usava o capuz e roupas brancas, em punho ele tinha uma katana que parecia com a minha mas na minha onde era branco na dele era preto, na minha dourada na dele era prata
— Sabia que iriamos nos ver de novo... mas não faz nem um dia- Sua voz era um misto da voz grave e monstruosa com a suave e feminina, parecia desapontado
— Ele é muito forte
— Você está muito fraco!- Ele fala se aproximando
— Quem é ele? Como posso matá-lo?
— O nome dele é Adam e... não faça perguntas difíceis
— Preciso de mais poder
— Não! Liberar tanto poder sem saber controlar pode gerar uma explosão mil vezes maior do que seis bombas nucleares
— Me de apenas o suficiente para detê-lo agora- Falo um pouco ofegante, estava começando a voltar e então el eme entrega uma adaga de trinta e cinco centímetros
— Isso vai feri-lo, não darei mais poder
A visão começava a clarear sentia uma pressão em minha cabeça e volto a enxergar, os olhos amarelos de Adam se encontravam com os meus
— Entendeu?!- Ele pergunta gritando risonho
— Eu vo...- Sussurro
— O que?- Ele chega mais perto
— Eu vou acabar com a tua raça- Enfio a adaga que aparecera em minha mão no estomago de Adam- E vou fazer isso com, um, enorme, sorriso, no, rosto- Falo pausadamente me levantando- Adam...- Percebo pela fresta da mascara que ele se espanta mas logo volta a sua expressão normal
— Finalmente alguém que sabe brincar!- Ele ri e sem deixar vestígios, desaparece diante dos meus olhos, como se nada tivesse acontecido
Fale com o autor