Warmness On The Soul.

34 Lagrimas de Sangue e Beijos de morango.


Notas iniciais
YOOOO!!! Meninada bonita *OOO*
Voltei, depois dessa looooonnnnngggaaaa semana sem criatividade nenhuma e estou postando esse capitulo.
ESTAMOS COM 200 REVIEWS! NÃO SABEM COMO ESTOU FELIZ!!!!
Um bem mais longo hoje, com flash backs e talz, sem esquecer um momento fofinho de Stincy pra fechar o fim de semana com chave de ouro.
Estamos quase (quase mesmo) na reta final, e ando planejando a continuação.
Algum pedidinho?
Amy.
Ps: Conte cenas para maiores de 18 anos (que eu definitivamente não tenho) e cenas de Yaoi.
Se voc não gosta de nenhuma das duas coisas, por favor, passe adiante e não leia a narrativa feita pelo Gazille.
Beijinhos

Rogue:

Nanami segurava a minha mão eu estava pronto pra acabar com qualquer um que mexesse em um fio de cabelo dela.

__Voce é minha Nanami... – Digo, a um passo de sair da arena. Deleito-me com seus lábios e a vejo sorrir quando entramos na arena quase de mãos dadas.

__Ora ora se não é Rogue... – O sorriso sinico de Gazille me deixa irritado. Nanami toca meu ombro e a olho, perdendo toda a raiva por causa de seu sorriso.

__Não devia ligar para pessoas como ele. – A voz de Nanami é fria.

__Olha quem fala, a maguinha que tentou botar medo no idiota do Natsu... – Gazille ri e Nanami sorri diabolicamente.

__E quem disse que me importo com vocês? Sozinha posso derrotar a ambos. – Ela sorri e puxo-lhe pela mão, colo nossos corpos:

__Nanami. – A repreendo e aproveitando a oportunidade roubei-lhe um beijo desejoso, provocando gritos desesperados na plateia. – Calma. Vamos lutar juntos, não precisa ficar tão animada.

__Você é malvado. – Ele rebate, olho a expressão chocado dos dois a nossa frente:

__E COMECEM!!! – o narrador diz e solto Nanami de meus braços, vendo suas rosas douradas.

Uma serie de rosas gira ao redor de Laxus e Gazille. Laxus teve a incrível e burra ideia de queima-las e as rosas absorveram a sua magia.

__Agora tenho rosas elétricas. – Nanami sorri, retirando suas rosas e me dando tempo suficiente para atingi-los com minha espada. Gazille defendeu como eu já esperava e me chutou, e eu voei em direção ao muro.

__Vamos, não querem brincar? – A voz de Laxus enfurece Nanami e ela estala os dedos. Os pes dos dois ficam presos ao chão por causa das rosas verdes da minha namorada. Eram as rosas da força.

__Vou te mostrar o que é brincar. – Respondo, deferindo um ataque – BLACK DRAGON ROAR! – Digo, atingindo-os em cheio. Percebo que aquilo não iria nem de longe machucar dragon Slayer, mas eu apenas ganhava tempo. Nanami pretendia lutar a serio.

Mas aconteceu algo diferente

As vozes das flores explodiram ante o estádio e tapei os ouvidos com força, tentando não sentir tanta dor. Era anormal que as flores ficassem tão loucas.

__Nanami! – Gritei, haviam ramos ligados no corpo dela, formando uma bela armadura de flores. – Meus ouvidos! – A voz penetrava meus ouvidos, como gritos em uma opera e meu corpo tremia em agonia, minha mente turva por alguns instantes e de repente tudo parou.

__Mas o que?! – Resmunga Laxus, já de joelhos. Todos no estádio tiveram que tapar os ouvidos.

__Dance Macabre. – Diz Nanami, para em seguida avançar em Laxus. Era hora de nos aquecermos.

Parei de olhar em sua direção e fixei meus olhos vermelhos no dragon slayer de ferro. Precisava da minha vingança.

__Venha. – Digo, pegando a espada. Gazille não gosta da proposta, grunhi.

Minha espada vibra quando toca seu braço.

__Esta irritado porque me perdeu? – Pergunto, lembrando de coisas inapropriadas, Gazille fica surpreso e o chuto no estomago, batendo com o cabo da espada em sua nuca. Um fio de sangue escorre do lugar.

__Cale a boca viadinho. – Responde e morde a minha espada, tirando a ponta e mais uns trinta centímetros de metal da mesma. Ele infla o peito e ruge. – RUGIDO DO DRAGÃO DE FERRO. – Ele diz, sinto seu poder me lançar longe, já que meus pés não estavam totalmente fixos no chão.

__ROGUE! – Nanami grita e em seguida ergo a cabeça, desviando do braço de Gazille, que girava como uma motosserra.

__Pare de fugir gatinho. – Ele diz com os lábios curvados num sorriso. Tiro a jaqueta dos meus ombros. Avanço numa velocidade incrível.

Mas antes que eu pudesse ataca-lo vejo Nanami voar na minha direção e seguro seu corpo contra o meu. Ela não devia ter ido contra Laxus sem planejar nada. Gazille usou essa chance e usou o seu rugido juntamente com Laxus e tomamos juntos todo o impacto, e cai no chão depois de ir contra a parede. Nanami estava com rosas ao redor de seu corpo.

__Tudo bem? – Tossi, a poeira era insuportável. Diferente dos ataques deles.

__Tudo. – Ela se levanta, chegando bem perto de mim. – Tem um corte aqui... – Ela passa a mão sobre meu peito, revelando um corte não muito profundo perto das minhas costelas direitas.

__Esta tudo bem. – Seguro sua mão. Sinto meu peito se encher de ira, como ele havia ousado tentar machuca-la? Minha Nanami! A minha namorada! – Fique para traz Nanami. Irei derrota-los sozinho... – Ela parece não estar surpresa.

__Pelo menos... Coma uma de minhas rosas negras. – Insisti quando a fumaça começa a ficar mais fina. – Rapido. – Como apenas uma pétala e sinto meu corpo fluir com uma energia que não era minha.

__HAHAHA! Parece que os gatinhos já foram derrotados! – Gazille diz a Laxus de maneira entretida.

Inevitavelmente começo a rir e Nanami me acompanha, era ótima a piada.

__So estávamos aquecendo... – Ri a loira, olhando Rufus. – Não vai me dizer que estavam lutando a serio?

__Cale a boca fedelha. – Laxus diz e lança um raio na direção dela. O raio vai deixando um rastro quando passa perto do chão e o desvio com a mão.

__Não ouse toca-la com seus raios imundos, segunda geração. – Digo calmamente e vejo Gazille vir na minha direção. Desfiro a ele um soco e ele mal desvia. – E nem você Primeira geração.

__Pare de enrolar EMO! – Sting grita e já enfurecido com seu comentário idiota desconto toda a raiva em Gazille, que teve a infeliz ideia de vir me atacar novamente.

Eu bati nele com tanta força que senti um pouco de pena segundos depois.

__Sting seu cretino. – Resmungo, vendo Nanami bem atras de mim, silenciosamente. – Eu irei cuidar deles, preze sua energia pra me arrastar daqui depois. – Ela ri do comentário.

__Vai ficar falando com a sua namorada ou vai nos enfrentar? – Laxus diz e rosno, avançando em sua direção.

__DARK DRAGON SHADOWS! – Exclamo e pulo, girando meu corpo 90 graus para atingi-lo. A atmosfera ao seu redor era feroz, mas nem por isso me intimidei. Laxus era fraco e isso eu tinha certeza.

__Não vai me parar com isso moleque. – Diz e se defendo com o braço direito. Intensifico o corte, e ele treme, quase não suportando a dor. Mas Gazille tem que interferir! Ele tenta me chutar e como estou no ar, desvio com certa dificuldade e o ataco, sem desviar a atenção do loiro.

__Seu Emo desgraçado! – Gazille diz e rio, desviando do ataque que Laxus tentara acertar em mim e o acertara.

__Me chama de Emo, mas sempre disse que me amava. – Respondo e ele fica vermelho como um pimentão. De vergonha e de raiva.

__Ora seu filho de uma... – Gazille avança raivosamente na minha direção e sorrio. Ele não entende o significado da palavra controle mesmo.

É como o Hector diz. Os fracos se deixam levar por burrices.

__ Cage shadows – Digo e ele se ve preso entre as minhas sombras. Diferente de Sting, eu não havia me especializado em força bruta, mas em técnicas. A minha gaiola prendeu Gazille sem dificuldade, e ele se debatia como um animal lá dentro.

__SEU FEDELHO FILHO DA MÃE! – Ele grita enquanto tenta se soltar, mas machuca as mãos na gaiola.

Giro a mão ao redor de seu eixo vagarosamente e toda a luz que entrava pelas frestas da gaiola vai desaparecendo aos poucos, logo não consigo mais ouvir os seus gritos.

__Gazille! – Exclama Laxus e volta um olhar de puro ódio a mim. – Se quer lutar comigo venha, garoto. Irei frita-lo. – A energia ao seu redor faz um chiado chato e irritante.

__Com o maior prazer – Respondo com a expressão seria e avanço nele.

Laxus não vê o soco que acerto em seu queixo, mas me acerta no estomago com seus raios em seguida.

Eu me afasto um pouco, vendo minha camisa chamuscada.

__Tcs, Hector vai me esfolar vivo. – Digo e tiro a camisa de baixo para cima, verificando se Nanami a pega depois. – Vou lhe mostrar algo novo Laxus... – fecho minha mão e vejo meu corpo ficar coberto por chamas negras. Ninguem havia visto aquela forma minha.

__Isso?! Eu acabo com isso rapidamente. – Laxus faz seu corpo sibilar com a força do raio que pretende usar contra mim, mas fico parado.

__ Nothing hurts my world, just affects the ones around me…When sin's deep in my blood, you'll be the one to fall. – Recito, as palavras alegoricamente profanas saiam da minha boca e um circulo de magia gigantesco surgiu nos meus pés. Estava tão concentrado que nem vi o raio de Laxus vir na minha direção.

BOOM!

Foi o que todos ouviram.

Mas eu estava tão bem quanto minutos antes.

Meus braços estavam protegidos pela minha magia, e formavam desenhos de chamas bizarros. Meu cabelo não atrapalha mais a minha visão, estavam espetados como o do próprio Sting.

A fumaça desapareceu quando estalei os dedos, a expressão vitoriosa de Laxus deu lugar a uma raivosa e calculista.

__Vamos lutar de verdade agora? – Pergunto, ele avança na minha direção e com um chute cheio de raios tenta, inutilmente, me acertar. Seguro seu pé no ar e o giro, o bastante para quase me deixar zonzo. Com muita força o jogo contra o chão e ele afunda mais do que eu poderia imaginar, só então olho Gazille na gaiola.

Minha jaula estava totalmente parada e intacta.

__Ja morreu Gazille-sama? – Pergunto, indo em sua direção. Laxus me puxa pelo pé e me joga ao chão, para depois receber uma onda de sombras negras e vorazes pelo corpo. Levanto, e depois de sacudir a terra arenosa de mim voltei a caminhar ate meu antigo tutor. – Eu perguntei se você já morreu... – Coloco minhas mãos no fronte direito da gaiola e solto uma das varias correntes da mesma, um corpo musculoso tomba na minha direção e eu o agarro, segurando-o pelo pescoço. – Entende agora, seu cretino? Entende como você me humilhou? – Eu o jogo no chão, mas ele não faz qualquer movimento dizendo que pretendia se levantar. Suas orbes estavam vazias por puro medo e a gaiola se desfez em fumaça negra.

__O que... O que fez com ele? – Laxus pergunta, num estado lamentavel. Nanami estava sentada bem atraz dele, tentando não ser percebida.

__Eu criei essa técnica especialmente para usa-la contra o sensei. – Meu sorriso se torna frio e duro, passo as mãos pelo cabelo anormalmente espetado. – Surtiu mais efeito do que eu esperava. – Olho o relógio, e eu só teria mais dez segundos. – Vocês foram um bom aquecimento, eu agradeço. – As chamas que correm pelo meu corpo vibram com a súbita onda de adrenalina que meu cérebro libera e meus olhos correram pelo corpo enfraquecido do loiro. Onde eu deveria bater? E onde eu o machucaria mais? A proteção de metal surgiu em poucos segundos, juntamente com a forma mais poderosa de lutar dos dragon slayers, dark blood.

__Sensei? O que quer di... – Ele não pode terminar, pois eu acertei meu cotovelo bem em seu estomago. Sem alguma proteção, o loiro tentou voar para longe, mas foi impedido por mim. Ele gemia de dor quando o jogue contra o chão, mas mesmo assim ainda tentou recuperar o pouco de orgulho que lhe restava.

__A LUTA ACABOU! – O narrador diz no mesmo segundo em que a campainha soou desgraçadamente em meus ouvidos. Soltei Laxus e ele teve muita dificuldade para não bater a face na terra.

__Aproveitem seus cinco pontos, fadas. – Digo, me dirigindo a calma Nanami. Ela se levantou e correu ate mim, se jogando em meus braços. A primeira coisa que fiz foi puxar-lhe mais para os mesmos. Meu corpo estava exalando saudade do dela. – Ah, e mais uma coisa... – Digo, soltando Nanami e atraindo a atenção do ainda acordado loiro. – Nunca me chame de pirralho ou machuque a minha namorada de novo. Da próxima vez eu possa ate não querer brincar. – Rio da expressão de choque da dragon slayer dos raios e Nanami me puxa para o lado, vendo os paramédicos irem socorrer meu antigo mestre.

__Vamos? – Nanami ve a minha expressão pensativa e me tira dos meus devaneios.

__Sim. – Consigo dizer sem rir alto, pobres fadas. Esse ano vocês não tem nem chance contra algum de nos.

Principalmente se fizerem algo a Lucy.

Ai suas chances estarão completamente aniquiladas...

Gazille:

“__GAZILLE-SAN! – Um garoto de cabelos negros e de olhos vermelhos me chama, seu sorriso parecia muito mais espontâneo que o anterior.

__Rogue... – Digo, com um sorriso calmo nos lábios. Ele era praticamente meu filho e eu o amava como um também.

__Que bom que voltou ao templo do dragão! – Ele diz com um sorriso ainda maior, ao seu lado um loiro usando apenas um brinco estranho ri:

__Se não é o cara de metal. – Ele recebe um olhar duro do moreno, o que me fez rir. – Oe, calma Rogue! – levantou as mãos.

__Sting é um idiota Gazille-san, não se importe com ele. – Diz isso e emburra o outro escada abaixo, como normalmente eu fazia. – Vamos treinar juntos hoje?

__Treinar juntos? Bem, se o sacerdote deixar, posso leva-lo para treinar comigo. – Bagunço seus cabelos.

__Estou indo perguntar! – Ele se despede acenando – Até mais Gazille-san. – Eu apenas levanto minha mão esquerda.

__Devia dizer a ele a verdade Gazille. – A loira de longos cabelos disse, ela passou os braços sobre os meus ombros e deitou a cabeça sobre os braços, suspirando no meu ouvido.

__Dizer o que? Que amo meu discípulo? – Resmungo e ela ri.

__Devia dizer mesmo assim.

__Tenho medo de fazer algo errado... – Gemo, e ela passa as mãos nos meus cabelos, curtos e negros.

__Voce não vai fazer algo errado. – Ela completa. Sinto seu perfume se distanciar e me vejo sozinho novamente.

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__Gazille-san, onde esta me levando? – Pergunta Rogue calmamente balançando a minha mão direita, e as duas estavam fortemente ligadas.

__É...é uma surpresa. – Digo tentando controlar minha voz nervosa, vejo a casa em que ficaríamos durante o resto da noite e do dia antecessor.

__Olha que casa bonita! – Seus olhos dourados brilham de animação, soltou a minha mão e correu ate lá. – Vamos ficar aqui para treinar?

__Sim. É a casa de campo do templo, pedi para o sacerdote nos deixar ficar aqui.

__Serio? Vamos ficar aqui? – Rogue era muito animado diferente de Sting, o ranzinza.

__Sim, vamos ficar aqui, já disse. – Fique um pouco irritado por ter de repetir, mas sorrio ao ve-lo tão feliz.

__Que legal! – Ele dá pulinhos de felicidade.

__Vamos arrumar algumas coisas garoto. – Suspiro e abro a porta, jogando minha mochila num canto qualquer.

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__Pare... – gemia, com a respiração descompassada. Seu suor caia sobre a cama, e misturava-se ao meu.

__Eu te amo garoto... – Murmuro, fazendo os movimentos com mais força e vendo que ele gritava de dor.

__PARE! PARE! – Pedia, entre lagrimas.

__Eu te amo Rogue... – Gemo e ele contrai o seu corpo, envergonhado.

__Não... Por favor... Esta doendo... – Ele tenta me afastar com suas mãozinhas pequenas, tremulas e pequenas.

__R-rogue... – Engasgo, mas ainda assim, meu desejo por ele não diminui.

__Por favor... Eu... Eu...Eu te amo também, mas pare... Meu corpo... – Ele se derrete quando beijo seus lábios finos, ajeitando ainda mais seu corpo frágil na cama. Beijo seu pescoço ainda o penetrando e vendo que ele suportara bem aquela dor.

__Só mais um pouco... – Sussurro e ele fecha os olhos com força.”

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__Voce me fez isso... – A voz do pequeno garotinho soou na minha cabeça, enquanto a imagem dele estava crescendo. Sua voz era fria como nunca fora, seu rosto deixara de mostrar sorrisos fáceis como antes, ele estava rude consigo mesmo... E a culpa era minha. – Você abusou de mim e depois me deixou sozinha naquela casa. Senão fosse pelo Sting eu não sei o que teria acontecido comigo.

__... – As desculpas não saem dos meus lábios, tremo de desespero. Estava preso em sua armadilha.

__Vou mostrar a você... – Ele coloca suas mãos nos olhos, limpando as lagrimas. – Vou mostrar a você toda a dor que senti, todo o desprezo que senti sobre mim mesmo, todo o horror depois daquelas horas. – Gradativamente meus olhos vão se fechando. Desespero não é nada perto do que sinto naquele momento.

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“ Mãos firmes me acariciam gentilmente, subindo a minha blusa e me despertando. Eu me vejo, sim, eu vejo meu corpo tirar a blusa que eu usava e beijar-me os lábios. Mas, se aquele na minha frente não sou eu, quem é? E quem eu sou?

__Paradinho Rogue... – Minha voz sussurra e meu corpo treme. Eu... Eu estava no corpo do Rogue? Como?! – Não grite. – Pede a voz, beija-me novamente e dessa vez já estou recuperado do choque e correspondo, sentindo a língua do maior penetrar a minha boca com perversão. O ar falta aos meus pequenos pulmões e o afasta com as mãos, encarando seu rosto desejoso com o meu corado. Sedo a sua vontade de explorar meu corpo pequeno e ele enlaça sua mão na minha, percorrendo meu corpo com seus lábios apaixonados. Ele lambe o nódulo da minha orelha esquerda, passando a língua pelo meu pescoço, beijando os ombros e mordiscando meus mamilos. Ele encaixou minhas pernas ao lado das suas, abrindo-as e entre elas se instalando. Pude sentir uma pressão na sua calça e seu membro pulsava.

Os pensamentos se tornaram confusos, era difícil entender o que se passava pela minha cabeça. Ou melhor, pela cabeça do pequeno Rogue. Mas ele sempre gemia para si mesmo ‘ele não vai me machucar, sei disso’.

O eu a minha frente começou a desabotoar a minha calça, fazendo meu corpo ter arrepios estranhos. Eu estava com medo. Muito medo, mais do jamais sentira na vida.

__Agora preciso que não grite, de verdade. – Gazille leva suas mãos ate o meu membro ainda vestido e o massageia. Sedo novamente a algo que não compreendo bem e solto um suspiro estranho. O moreno sorri com aquilo e depois me deixa completamente nu a sua frente. – Vou fazer algo e quero que você diga se esta tudo bem... – Eu faço o leve movimento afirmativo com a cabeça.

__G-G-Gazille-san... – O gemido prazeroso pula de meus lábios quando ele coloca a boca no meu pequeno membro. Ele o suga perfeitamente, e meu corpo se contrai, tendo espasmos doloridos. Meu corpo estremece quando ele me morde.

__Pronto, esta pronto... Agora preciso que abra mais suas pernas... – Fiz o que ele mandou calmamente, mas meu coração batia tão forte que eu pensei que sairia do peito. – Não precisa ficar tão nervoso... – O moreno sussurra no meu ouvido direito, para depois me beijar novamente.

__D-Desculpe... – Gaguejo, totalmente nervoso. Ele morde meu pescoço e tenho certeza que deixou uma marca permanente.

__Shiiu... – Murmura como se aquilo fosse totalmente normal, beija meus lábios muito suavemente e coloca minhas mãos em sua nuca. Se levanta e me leva junto, me sentando em seu colo. Gazille ou eu, me puxa mais para cima, tocando minhas nadegas sem pudor e encosto minha testa na sua, ajoelhado entre suas pernas cruzadas. – Confia em mim? – Pergunta, de certa forma receoso.

__Sim, é o meu mestre... – Suspirou em seu ouvido e sinto suas mãos descerem ate a minha intimidade. Ele coloca um dedo dentro de mim e sinto uma dor lacitante, terrível e macabra. Conforme ele movimenta esse dedo, meu corpo parece ter contrações e tudo doi inexplicavelmente, mas tudo fica pior quando ele coloca outro dedo em mim. As estocadas são mais fortes e intensas e os dois dedos entram e saem dolorosamente.

__Tudo bem? – Ele pergunta, vendo os meus gemidos dolorosos.

__Doi muito... – Meu corpo comprime as lagrimas salgadas por algum motivo.

__Mas isso é só pra você se acostumar... – Ele beija o canto da minha boca e da um ultima estocada forte. Praticamente pulo pela dor.

Ofegante, vejo ele me deitar e sinto um leve alivio. Aquela tortura havia acabado, pensava alegremente. Mas o eu afrente começou a desabotoar as calças jeans surradas, o membro em pé de animação.

__Quero que me fale se doer. – Pede, e não compreendo suas palavras. Por fim, ele pressiona meus ombros no colchão duro e coloca seu pênis onde antes estavam os dedos. E como aquilo é insuportavelmente dolorido. Meu corpo chora de dor.

__AH! – Exclamo já com lagrimas correndo, e ele começa a fazer os movimentos devagar, mas vai aumentando conforme o tempo. Quando percebo, esta num ritmo frenético. – Pare... – Peço, virando o rosto pra o lado. Gazille toma meu corpo com as mãos, fazendo a minha cintura mexer-se no seu ritmo.

__Mais um pouco Rogue... – Sussurra, suando e ainda me dando estocadas violentas.

__Pare... – gemi, com a respiração descompassada. Meu suor caia sobre a cama e misturava-se ao seu. Ele parecia estar bem e feliz com aquilo.

__Eu te amo garoto... – Murmurou, fazendo os movimentos com mais força e meu corpo praticamente sucumbiu ao seu desejo louco:

__PARE! PARE! – Pedia, entre lagrimas. Parecia que estava me rasgando por dentro, me furando e me machucando.

__Eu te amo Rogue... – Diz e contrai o meu corpo, envergonhado e tenso.

__Não... Por favor... Esta doendo... – Tento afasta-lo com minhas mãos, mas eu estava terminantemente debilitado por ele.

__R-rogue... –Sua voz engasga ao dizer o meu nome e meus olhos se reviram sem permissão.

__Por favor... Eu... Eu...Eu te amo também, mas pare... Meu corpo... – Ele me ignora e beija meus lábios calorosamente, proporcionando sensações estranhas naquilo. Beija meu pescoço ainda dentro de mim e me observa, como se estivesse tudo bem.

__Só mais um pouco... – Sussurra, minhas frágeis esperanças morrendo. Fecho os olhos e desejo morrer.”

__Entende agora, seu cretino? Entende como você me humilhou? – A voz do Rogue mais velho faz-me cair por terra. Eu estava terrivelmente chocado com aquela visão. Eu estava no meu corpo novamente, mas ele estava em choque. Era como se eu ainda sentisse aquela sensação, como se Rogue tivesse implantado essa memoria dolorosa em mim.

Meus lábios são tão duros quanto o ferro que adoro comer.

Meus olhos foram se fechando gradativamente e a ultima coisa que vi foi a sua expressão dura e malévola. Eu fiz isso com o meigo e frágil Rogue?

Nanami:

Rogue não parece bem.

Desde a luta ele não volta ao seu estado normal, mexe as mãos sem motivo e esta totalmente inquieto.

__Rogue? Esta tudo bem? – Pergunto, pouco antes de chegarmos onde a nossa equipe estava. Faltava apenas mais um lance de escadas.

__Nanami? – Ele se da conta da minha presença. – Sim, tudo bem. – Sorri mentirosamente e seguro sua mão. O que esta acontecendo com ele? Porque essa agindo desse jeito?

__Rogue... – O paro novamente, com a cabeça baixa. – O que aconteceu que você não quer me contar?

__Não quero lhe contar? Nanami, não aconteceu nada... – Ele insisti na própria mentira e o puxo para meus braços, colocando sua cabeça apoiada nos meus ombros. Estou quase soluçando.

__Pare de mentir para mim Rogue... – Peço de maneira sussurrada e dolorosa. Ele crava suas mãos mais forte na minha cintura e beija o meu pescoço, mordiscando-o em seguida.

__Eu te amo Nanami. – Censura-me. As palavras voam dos seus lábios ate meus ouvidos. Ele passa sua mão direta sobe meus cabelos e me puxa, voltando-nos contra a parede mais próxima, me colocando contra ela. – Amo mais que a mim mesmo, estou totalmente alucinado por você. – Ele coloca suas pernas entre as minhas, sinto que seu corpo todo me deseja e o meu corresponde a altura.

__Eu... Eu também te amo Rogue. – Minha voz sai como um suspiro entrecortado e seus lábios preenchem os meus de maneira dominante e entrelaço minhas mãos em seu cabelo espetado. Hum, como era bom te-lo tão perto. Como era bom te-lo em meus braços e dizer “Sou sua”.

__Sou seu Rogue, sempre serei. Não importa o passado e nem o que vira no futuro. Serei seu e quero que seja minha... – Ele tira um anel prateado do bolso da calça. O anel era lindo, era uma rosa em pedras opala.

__Rogue... – Sussurro, meus olhos se enchendo de lagrimas.

__Quero que se case comigo. – Ele sussurra novamente, dessa vez encostando nossos lábios. – Aqui, agora e onde for. Amo você o bastante para fazer isso. – Coloco as mãos na boca, lagrimas caindo timidamente:

__Você é um idiota, me fazendo chorar numa hora dessas... – Resmungo, abraçando-o forte. A única coisa que Rogue faz é corresponder e posso sentir o seu sorriso se alargar na face. Seus olhos vermelhos cheios de carinho.

__Aceita?

__Precisa perguntar? – Digo e ele me beija copiosas vezes, rápido e sereno. E ouvi passos se aproximando.

__Agora só preciso colocar ele em você flor... – Disse e sorri, ele me chamava de flor quando estava muito feliz. Estiquei a mão direita e este colocou o anel no meu dedo, se ajoelhando e o beijando.

__Vamos pra dentro. Rufus vai ter um ataque se nos vir assim... – Digo e o puxo pela mão, fazendo seus braços enrolarem-se ao meu corpo. Caminhamos em direção a esquipe. Escondi meu anel entre os dedos, se Rufus o visse estaríamos com problemas.

Sting:

__Precisamos leva-lo. – Os paramédicos dizem, já carregando Mizuki, que continua imóvel. Rufus olha o desacordado e assenti, indo como acompanhante.

Me debrucei sobre a mureta, observando as lutas sem a menor atenção. Todos os meus pensamentos estavam voltados para a loira, a pessoa que fazia meu coração disparar com apenas um sorriso. Como ela poderia estar? E como Alois também estaria?

__Sting... – Rogue estalava os dedos na minha frente, mas demorei alguns minutos para focalizar a sua face. Meus lábios se contraíram.

__O que quer Emo? – Pergunto, de toda maneira, ríspido.

__Onde estão Rufus e Mizuki?

__Mizuki teve que ser levado para tratar de seus ferimentos e Rufus foi com ele, prevenindo qualquer possível ataque a ele.

__Compreendo... – A voz de Rogue estava estranha. Ele ainda não havia voltado ao normal e me peguei pensando se não era por causa do incidente.

__Esta tudo bem com você? – Pergunto baixo e ele só me escuta por causa da audição do dragão que temos. Suspirando, Rogue deita a sua cabeça nos ombros de Nanami, que assisti as lutas sem muito interesse e diz na minha direção:

__Eu poderia estar melhor. – Seus lábios se movimentam, mas o som tende a não sair dos mesmos. Os olhos de Rogue pareciam os mesmos que eu vi no dia em que o encontrei sozinho na cabana, tremendo e chorando, depois de Gazille ter tomado seu corpo.

__Esta bem... – Digo de maneira calma, pois foi a partir desse momento que ficamos amigos.

__Espero que fique... – Sussurra e volta a sua atenção para a maga de cabelos caramelados e tem um olhar pesaroso. Ele ainda não contou a ela?

__E ENCERRAMOS O SEGUNDO DIA DOS JOGOS. A SABERTOOTH AINDA CONTINUA NA FRENTE COM UMA VANTAGEM DE 25 PONTOS PARA O SEGUNDO LUGAR, A FAIRY TAIL A COM 20 PONTOS... – O narrador começou a falar e eu virei de costas para a arena, vendo que Rogue e Nanami pretendiam ir para a enfermaria ver Rufus e Mizuki.

__Estou indo na frente. – Digo, vendo os dois ainda estacionados onde estavam. E eles dois nem me deram atenção.

Caminhei para fora do reservado as equipes e me direcionei a enfermaria, poucos metros de distancia dali. Meus pensamentos voltaram-se novamente a Lucy. Ela estava realmente bem?

__Sting... – a voz de Rufus me tira de meus pensamentos e quando percebo estou na frente da cama de Mizuki. – O que houve?

__Nada... – Completei, passando a mão no cabelo – Estou preocupado com os dois que deixei no quarto da guilda mais cedo. – Suspiro.

__Parece que alguem esta se tornando responsável. – Mizuki diz de maneira desdenhosa. Seu estado era realmente lastimável.

__E que alguem esta acabadinho. – Respondo, provocando um riso doloroso no mesmo.

__De fato, você esta certo Sting. – O rosto dele estava cheio de ataduras e elas estavam cobertas de sangue. Eu podia imaginar que ele ficaria assim tão mal, mas não esperava ve-lo. – Eu não estou conseguindo me curar... – Mizuki suspira cansadamente. – Estou tratando dos outros ferimentos e não o do rosto. Os médicos disseram que é um milagre eu ainda abrir o olho. Pois ele foi totalmente destruído pela espada.

__É, esta bem ruim... – Rufus completa.

__O que tenho que fazer agora é dormir.

__Mas não vamos deixa-lo aqui. – Digo, vendo que alguns magos da Fairy Tail estavam alguns leitos ao lado. O olhar deles fez que com que Mizuki suspirasse:

__Tenho outra escolha?

__Na verdade não. – Rufus completou com um sorriso calmo. – Hector logo chegara e curara você.

__Não deixe que Hector toque em mim, da ultima vez ele quase me matou.

__Comigo também. – Digo, me lembrando da dolorosa briga que tive a infelicidade de ter com Hector.

__Vocês tem muito medo dele.

__Ele foi o único classe SS da Sabertooth, o primeiro a atingir o status de S, e ainda o conselheiro pessoal de Jiemma. – Digo, vendo que as fadas nos observavam – E ele teria ido mais longe se não tivesse pego no ponto fraco do velho.

__É... – concordou Mizuki. – Dizem que ele nunca perdeu uma luta.

__Ele continua invicto desde que entrou para a Saber. – Rufus diz, cruzando as pernas. – Dizem que ele matou o mestre e uma Dark guild inteira sozinho. Sem ao menos sujar as roupas.

__Porque roupas pra lavar são caras. – Digo rindo, e em seguida vejo Rogue se aproximar com Nanami. – Onde andaram?

__Eu estava ajudando a Nanami a fazer uma poção pra curar definitivamente o rosto do Mizuki. – Rogue passa a mão pelo cabelo, ainda espetado e uniforme. – Parece mal Mizuki, pior do que eu imaginava.

__Sua consideração por mim me comove Cheney. – Retruca o outro com certa ironia.

__Mi-kun, fiz uma poção com minhas rosas brancas e Rogue-kun deu um pouco de sua magia, já que as duas são parecidas. – Nanami tinha nas mãos um frasco pequeno com um liquido dourado e em partes negro. Tinha uma tampa em formato de rosa. – Isso ira cura-lo completamente. – O sorriso de Nanami animou Mizuki:

__Esta sempre cuidando de mim não Nana-chan? Sou muito grato. – Ele fecha os olhos e suspira. Rogue fica do lado direito da cama ao meu lado, enquanto Rufus fica sozinho do outro e Nanami bem na frente de Mizuki.

__Estou fazendo um favor, como sua amiga. – Ela se afasta um pouco dele – Vou procurar um paramédico e pedir que me ajudem a aplicar em você... – Nanami começou a andar em direção a porta, mas o Dragnell esbarrou com força nela (ou se você preferir a empurrou ao chão) e ela caiu sentada, com o pequeno frasco espatifando-se em vários pedacinhos.

__NANAMI! – Rogue rapidamente se pos ao seu lado e quando viu o vidro quebrado juntamente com os olhos marejados da sua dama ele perdeu a cabeça. Soltava fogo pelas ventas e me perguntei se ele não ia destruir o quarto para isso. – Você não sabe olhar por onde anda? – Sua voz era fria e rude, fazendo o Dragnell parar para olha-lo.

__Não e minha culpa se ela estava no caminho. – Respondeu asperamente o outro.

__Peça desculpas a minha irmã. – Rufus também tomou o partido. Eu estou fodido se for para apartar a briga.

__Não tenho culpa se ela é uma inútil e não consegue sair da minha frente. – Agora ele pegou pesado. Rogue fechou os punhos com força:

__Venha e diga isso na minha cara, seu maguinho de merda. – Ouvi palmas densas na porta e todos viramos para ver Hector e Sirene entrando.

__Eu não posso ficar longe dois minutos e vocês já arranjam confusão. – a voz dele faz todos nos ficarmos parados estáticos. Ele suspira cansadamente – Rogue, recue.

__Mas Hector... – Resmunga Rogue sem ter noção do que esta fazendo.

__Eu mandei que recuasse. Irá me desobedecer como... Como qualquer outro idiota que o fez ate hoje. Recue. – A ultima palavra fez Rogue dar três passos para traz rapidinho. – Agora contem-me o que esta acontecendo. – Ele olha diretamente para o mago do fogo que grunhiu:

__E quem disse que lhe devo satisfações.

__NATSU! – O velho mestre da Fairy Tail exclama, e quando entrou, vendo a cena, repreendeu o outro. – O que esta fazendo?

__Esse idiota ai quer que lhe de satisfações velhote.

__Seria bom que mantesse seus magos sobe controle Makarov. – Hector diz e se ajoelha, verificando como Nanami estava.

__O que faz aqui Hector? – A voz ameaçadora de Makarov não chega a intimidar o moreno, que lança-nos um olhar ameaçador:

__Vim ver como estava Mizuki. – A voz de Hector parece calma, mas esta cheia de ira. – Esta me dizendo que não posso mais visitar os membros da minha guilda?

__Sua guilda? – Makarov parece surpreso – Não me diga que você é o jovem que assumiu a liderança da Sabertooth depois da morte de Jiemma. – O velho mago arregala os olhos:

__Parece surpreso... – Hector ajuda Nanami a levantar e a entrega a Rufus:

__Não imaginava que um mago do seu calibre pudesse se tornar alguem de guilda. – Com essa afirmação de Makarov Hector tem um leve ataque de risos, assustando Dragnell:

__Fala como seu não fosse nada além de um renegado.

__Voce era um renegado. – Completa o senhor e Hector direciona seu olhar a Natsu:

__Tem certas coisas que vocês, Dragon Slayers, estão fazendo que estão me deixando irritadiço. E digo a todos... – Olhou a mim e a Rogue também. – Não irei tolerar brigas entre nos e vocês. – Ele estalou os dedos e o frasco voltou ao normal, com o liquido dourado e negro cintilando calmamente. Hector era o ser mais perigoso naquela sala. Se você para escolher entre tentar enfrenta-lo e pegar todas as outras guildas sozinho, eu escolheria as guildas. Sem pensar duas vezes... – E recomendo a você, Natsu Dragnell que preste muita atenção ao falar assim comigo novamente ou então serei forçado a deixa-lo sem seus poderes. – um sorriso cínico tomou conta de seus lábios:

__Mas... – Ele ficou sem palavras como Makarov.

__Estão avisados. – Ele levantou, finalmente, e deu o liquido a Nanami. – Preciso ir ver como estão às outras duas. – Suspirou, me chamando com a mão. – Espero que fique calmo Rogue.

__Aprecio a fé que tem em mim. – O sarcasmo pingava dos lábios irracionais de Rogue. Hector só fez rir desdenhosamente.

__Tome cuidado com as suas palavras fedelho.

__Estamos indo, não Hector? – O chamo, antes que ele empacasse ali:

__Sim, estamos indo. – Ele manda um olhar preocupado a Rufus e o outro assentiu. – Nos vemos mais tarde, vocês quatro. – Ele levanta as mãos e coloco as minhas próprias nos bolsos.

O caminho ate a pousada foi calmo, apesar de tudo. Hector estava preocupado com as suas garotas e eu com a futura mãe dos meus filhos e o meu pequeno herdeiro.

__Esta preocupado? – Pergunto e ele concorda com a cabeça, arrumando os cabelos agitados pelo vento. A capa negra reluzia brandamente e o deixava ainda mais assustador que o normal.

__Quem não ficaria. – As palavras tocam o meu coração e o mesmo treme.

Lucy estava bem não estava? Definitivamente bem?

Depois de dois minutos chegamos ao nosso destino.

Corri pelas escadas, sem me importar com a algazarra que tentava me impedir. Eles... Eles precisavam de mim.

__Lucy! Alois! – Exclamo, ofegante. Vejo os dois deitados abraçadinho, com os lençóis por cima de seus corpos. Minha pulsasão diminui e suspiro em pleno alivio. Ele estavam bem, e afinal, não sou um pai tão horrível assim.

Me aproximo devagar, indo em direção a eles dois e afago a cabeça de Alois. Ele sorri de volta, agarrando-se mais ao corpo quente de Lucy e quase esmagando Ryuu, que estava entre eles.

__Voces não cansam de me preocupar não? – Sorrio ao dizer isso, e vejo os olhinhos de Alois se abrirem vagarosamente e ele os esfregar com força.

__Papai? – Pergunta, ainda adormecido.

__Estou aqui. – Consigo dizer, e lá vou eu novamente com os ataques de esquisitices que aderi da Lucy.

__AH PAPAI! – Ele praticamente me ataca e caio da cama, com ele sobre o meu peito. Isto esta ficando rotineiro. Muito rotineiro.

__Alois! Porque esta se jogando em cima de mim DE NOVO? – Eu o repreendo no final da frase e ele faz drama, como sempre.

__EU ESTAVA COM SAUDADE DO PAPAI!! – Ele chora dramatizando ou sera que é porque ele é meio bipolar mesmo?

__Sim, eu sei que sentiu. – Digo e ele franzi o cenho.

__Voce não me trouxe sorvete. – Ele parece irritadinho comigo:

__Sorvete? Você quer sorvete depois de ter passado mal a noite inteira?

__Quero. – Ele diz com a maior expressão de inocência.

__Volta pra cama garoto, você ainda nem esta bem o bastante para isso.

__Hum... – Ele cruza os braços e eu o pego no colo. O coloco na cama cuidadosamente, tentando não acordar Lucy.

__Quando você estiver definitivamente melhor. – Prometo e me levanto. – Vou buscar algo para comermos. – Eu verifico se ele esta realmente bem e caminho ate a porta.

__Estarei te esperando papai. – Ele diz, sentado nos próprios joelhos.

James:

__O que esta acontecendo? – Pergunto a Nanami, pois não consigo chama-la de mãe ainda.

__Não sei! – Ela diz e corre ate a cama de Rogue. Ele esta se revirando pela cama, totalmente transtornado.

Eram dez horas da noite.

__ROGUE! – Ela gritou e para para-lo, teve que subir em cima dele, impedindo que seus braços se movessem. – ROGUE!!! – Chamou novamente e ele abriu os olhos abismado.

__Nanami? James? O que esta acontecendo? Porque esta em cima de mim? – Perguntou com a expressão confusa.

__Estava tendo algum tipo de pesadelo? – Nanami pergunta, vejo Rogue desviar o olhar para não responder.

__Esta escondendo algo de nos dois... – Digo, olhando curioso para Nanami.

__Eu também acredito nessa hipótese. – Ela puxa Rogue pela gola da camisa e vejo que eles pretendem discutir. – O que esta escondendo Rogue?

__Esta tudo bem Nanami, você não pode confiar um pouco em mim?

__Voce diz que esta bem, mas mal consegue dormir direito... – Eu não vou aguentar ficar no meio dessa discussão.

Eles são pessoas realmente muito legais, mas eu não sou o filho deles de verdade. Então não tenho o direito de interrompe-los. E com esse pensamento, saio do quarto.

Meu quarto é de frente para o da Hermione, talvez se eu der sorte, ela ainda esteja acordada e queria dar uma volta por ai. Acho que terei que chamar o Alois também, mas são detalhes.

__Hermione? – Chamo batendo na porta. Não obtenho resposta.

Bato mais tres vezes e nada.

__Hermione? – Chamo e dessa vez ela abre a porta, aparentemente sonambula.

__O que faz no meu quarto á uma hora dessas? – Pergunta. Eu me esqueci que não posso acorda-la durante a noite, mas hoje não era por banalidades... Eu... Não conseguiria ficar no quarto com Rogue e Nanami brigando, eu começaria a chorar.

__Eles estão brigando... – Sussurro e ela compreende a minha angustia. Mesmo de pijama sai e fecha a porta.

__Ah, Jay... – Ela me abraça. – Sinto muito... – Eu a aperto mais forte contra meus braços, deitando a minha cabeça em seu ombro esquerdo.

__Pode dar uma volta comigo? Eu preciso tomar um ar...

__Claro, só espere uns minutinhos... Vou me trocar. – Ela aponta o pijama azul infantil e concordo com a cabeça.

Agora preciso chamar o Alois.

__Alois. – Bato na porta uma vez e vejo que a mesma esta aberta. – Alois? – Pergunto e ele abre a pequena frestinha da mesma. Estava só de jeans, secando o cabelo com uma tolha pequena.

__James? O que quer uma hora dessas?

__Vou dar um passeio com a Mione, quer ir conosco?

__Claro que sim! – Ele disse animado. – Mãe! Pai! Estou indo dar uma volta com o James e a Hermione. – Ele entra no banheiro e escuto risos e agua sendo espalhada no mesmo.

__Não volte muito tarde. – Diz Lucy-san a ele e o mesmo ri, saindo do banheiro.

__Não se preocupe com isso Mãe, estarei de volta daqui a meia hora... – Ele diz alto e o gato creme de seus pais voa para sua cabeça. Bem, talvez eu devesse levar o Fro comigo também. – Estou indo com o Jay e a Mione, não iremos voltar muito tarde mesmo. – Joga a primeira camisa de flanela que vê sobre os ombros e a abotoa de qualquer jeito. – Fui. – Grita, com Ryuu na cabeça.

__Voce não tem jeito mesmo... – Resmungo quando nos aproximamos do quarto da Hermione.

__Sou a parte divertida do trio. – Ele dá um sorriso carismático e me pergunto como esse ser pode ser meu melhor amigo.

__Sim sim, acredito. – Olho de relance sua expressão – Hermione. – Chamo batendo na porta.

Ela sai, usando uma saia vermelha e uma blusa branca, botas ate os calcanhares.

__Esta bonita Mione. – Alois diz de maneira galateadora. Ah ótimo, vou ter que ficar segurando vela ainda.

__Todos estamos. – Ela responde. – Para onde vamos?

__Para qualquer lugar. – Digo e os puxo em direção as escadas. Vejo Fro me observar do topo das escadas e volto para busca-lo. – Você vem com a gente Fro.

__James-kun... – Ele fica com os olhos cheios de lagrimas.

__Tudo bem, tudo vai se resolver... – Passo a mão levemente sobre suas orelhas.

__Vamos pra noitada?! – Alois pergunta animado e o gato em sua cabeça responde um sim animado. Eu olho a maga de cabelos alaranjados ao meu lado e ela suspira.

__Nada de açúcar pra ele hoje. – Diz, seriamente. Apenas rio concordando.

Sting:

__Estamos sozinhos... – Digo o obvio, Alois foi pra noite com os amigos... Como as crianças crescem rápido humpt...

E é o momento perfeito para nos dois conversarmos.

__E estamos na banheira comendo morangos. – Ela completa comendo uma das frutas vermelhas.

__Sim... – A tensão voltou a nos assolar e decidi, heroicamente, tentar ameniza-la o mais rápido possível. – Hum... Lucy.

__Sim?

__Eu queria dizer... – Minha língua enrolou-se em si mesma.

__Me dizer o que?

__Que sinto muito pelo o que aconteceu naquele dia... Eu estava irritado por causa da Fairy Tail e descontei em você. Sinto muito. – Minto, eu estava irritado é comigo mesmo. Porque sou um idiota que tem medo de ser recusado novamente.

__Ah... – Ela pareceu lembrar do ocorrido, corou e deu a mim um sorriso sem graça. – Tudo bem... Alem disso, eu também não estava no meu melhor humor...

__Mmm...– Olho os morangos e pego um para degustação.

__Esta bravo comigo?

__O que? Não. Porque estaria? – Pergunto abismado.

__Voce não consegue me olhar nos olhos Sting. – Responde, comendo outro morango do prato.

__Não posso ficar envergonhado? – Disparo e ela ri, casualmente.

__Não vive dizendo que somos parceiros e bla bla bla? – Ela me imitar falando e eu franzi o cenho.

__É uma situação diferente Lucy.

__Voce é inocente Sting... – Ela completa mordendo carinhosamente um morango. Essa é a Lucy que eu conheço?

__Inocente?

__Se você se acha homem o bastante para isso, que tal um joguinho?

__Jogo? Quer fazer um jogo comigo? E ainda na banheira?

__São apenas perguntas... – Ela diz sonhadoramente. Essa loira deve ter bebido todas, porque esqueceu que amo jogos pervertidos. – Se você errar ganha um morango e se acertar... – Balança levemente a cabeça para o lado direito.

__Eu diria que você vai se arrepender por isso — Dou meu melhor sorriso maroto.

__Eu quero começar... – Ela mordeu timidamente o lábio inferior – Eu já namorei?

__Hum... – A ideia de ela ter namorado queimou na minha mente e fuzilei todos os possíveis pretendentes. – Apenas o Salamander. – Resmungo.

__Muito bem. – Ela dá um sorriso animado, pegando um morango. Aproximo-me devagar e vejo que ela me espera.

Com os morangos nos lábios, Lucy fecha vagarosamente os olhos e espera o que mais desejo. Apoio minhas mãos uma em cada lado da banheira e me inclino, a milímetros de seus lábios. Mordo a fruta avermelhada e doce presa em seus lábios, para vagorosamente ir pedindo passagem por seus lábios. Não consegui de imediato, como o esperado, mas aos poucos ela foi cedendo e se derretendo por mim. Não foi definitivamente rápido e eu não queria que fosse. Foi um beijo calmo, mas para degustação do que para desejo. A minha língua estava anestesiada com o gosto de morango e ainda, deliciosamente, brincava com a dela; passiva.

__Minha vez... – Sussurro ainda há poucos centímetros dela. – O nome do meu dragão.

__Isso é golpe sujo. – Anuiu ela, fazendo bico. Quero ver a sua reação com isso.

__Eu não sou uma pessoa totalmente de bem Lucy... – Meus lábios se curvaram num sorriso debochado, passei a língua sobre sua orelha.

__Eu sei disso. – Ela me repreende, me afastando.

__Responda.

__Eu não sei. Você nunca chegou a falar o nome dele.

__Claro que já falei. – Minto, na cara dura.

__Nunca falou. – Ela estava ficando realmente brava comigo.

__Tudo bem Lucy, agora pegue seu morango como uma boa perdedora.

__Sting! – Anuiu desesperadamente e me afastei quase de definitivo.

E foi quando algo aconteceu.

Senti que minha camisa molhada foi puxada na direção contraria, ou melhor, na direção em que a Lucy estava. Eu avanço para frente com o choque e sinto outros lábios macios pressionarem-se contra os meus. Meus olhos se arregalaram estrondosamente pela surpresa e vejo os dela fechados com força. Não neguei que desejava beija-la novamente e dessa vez, diferente da anterior, eu saciei meus lábios. Eu os movimentei de maneira sedutora, vagarosa e ardente, pedindo passagem pelos dela e sendo recebido de bom grado. Minhas mãos que estavam na agua subiram ate o rosto dela, remexendo nas mexas loiras molhadas e fazendo com que Lucy pedisse por mais... Muito mais na verdade. A maga celestial procurou apoio em mim, agarrada a meus ombros e tocando as pontas do meu cabelo molhado.

E essa garota sabe me deixar louco.

Lucy tirou a pouca distancia que tínhamos e sentou-se no meu colo, as mãos subindo dos ombros e provocando arrepios onde passavam. Meu corpo inteiro estava atento as suas reações.

Não era comum.

Mesmo num momento desses, que nossos corações ficassem tão acelerados como estavam. Tão descompassados e unidos como eram naqueles poucos segundos próximos.

“É a sua chance!!!” – gritou meu subconsciente, enérgico como era. Mas só o fato dela querer esse beijo já me dá mais esperanças. Dá-me uma nova chance.

Percebo que estou indo longe demais quando ela tenta me afastar com as mãos, mas não é forte o bastante para isso.

__S... S... Sting... – Sussurra ofegante quando me afasto, a respiração tão estranha quanto a dela. E corou depois disso, tentando disfarçar o que acabara de fazer. Como acabara de se entregar a mim e como eu havia gostado daquilo.

Eu estou quase derrubando o muro que Natsu implantou em seu coração, até já consigo ver o meu desejoso premio.

__Tudo bem. – Consigo dizer antes de corar.

__Eu acho que vou... Sair e me trocar... – Ela tenta se levantar e parece zonza, segurei-lhe a cintura num salto.

__Voce tomou algum remédio? – Perguntei, isso explicaria os acessos dela e também a tontura. E eu não queria acreditar que só havia me beijado por causa de um remédio estupido.

__Não me lembro... Talvez; talvez não. – Ela parece confusa.

__Fique na banheira, vou pegar algumas toalhas e as suas roupas... – Eu a sento, mas ela me impede de ir.

__Fique... – Murmura.

__Lucy...

__Não quero ficar sozinha Sting... Por favor... – Insisti, mas continuo no mesmo lugar.

__Eu vou apenas pegar algumas roupas pra você e já volto, prometo.

__Eu tive um sonho hoje quando você estava longe... – Começa e fico deveras confuso. – Sonhei que a Fairy Tail estava vindo me pegar e eu estava sozinha, que você estava longe. Eu fiquei assustada e não consegui chamar meus espíritos. Eles me levaram pra longe Sting, me amarraram e me machucaram... E parece um mal pressagio... – Ela estava chorando. Compulsiva e desesperadamente. Chorando por medo de ficar longe de mim, chorando por medo da Fairy Tail.

__Estarei sempre aqui Lucy, não precisa chorar. – Digo, acolhendo-a em meus braços. Nunca a vi soluçar tanto, parecia mais frágil do que o normal e seria facilmente confundida com uma criança. E ela era a minha garotinha, pela qual eu morreria. – Eu ficarei sempre com você, não importa o que aconteça. – acaricio seus cabelos molhados enquanto ela soluça, faço promessas vãs.

Rogue:

__Nanami! Já disse esta tudo bem! – Insisto pela decima vez, ela pretende me bater.

__VOCE NÃO CONFIA EM MIM MESMO! PORQUE NÃO QUER ME CONTAR? – Grita, a pelos pulmões.

__NÃO POSSO TE CONTAR ISSO! – Respondo também gritando.

__Se você não confia em mim estamos terminando... – Ela começou a chorar e meu coração ficou em pedaços. Não, eu não iria perde-la.

__Não... – Implorei, já com muitas lagrimas embaçando a minha visão. – Por favor, não! – E quando ela descia da cama eu a puxei de volta. Colo nossos corpos, sentindo suas lagrimas puras ante o meu rosto.

__Depois de tudo... Você não confia em mim então também não posso confiar em você... – Ela chora copiosamente, e vejo que começa a tirar o anel.

__Por favor, Nanami eu te amo! Me escute! Não posso te dizer isso! – Insisto, meu futuro estava virando uma pagina queimada, arruinando tudo o que havia sido escrito e que aconteceria.

__Então me conte! Se quiser que eu seja sua como não pode me contar isso?! Como irei ajuda-lo no futuro? Como saberei que não esta mentindo para mim? – A loira tenta se afastar, mas a puxo a mim novamente e dessa vez choro:

__Porque você me deixaria... – Gemo, com o coração se fragmentando.

__Isso prova o quanto você confia em mim Rogue. – Limpando as lagrimas, ela se levanta. Vejo seus ombros tremerem como a mesma. – Eu te amo Rogue, mas desse jeito nos não podemos ficar juntos... – Eu me levantei, agarrei-lhe e a impedi de partir novamente.

__Nanami... Isso é algo que escondo de todos, é algo que é doloroso e ao mesmo tempo vergonhoso a mim. – Eu seguro suas mãos carinhosamente. – Por favor... Eu tenho medo, medo pelo que pode ocorrer se você souber.

__Eu nunca te deixaria. – Ela insisti e gemo, forçando minha boca contra a sua. Ela, de primeiro não cedeu, mas aos poucos foi se entregando a mim.

__Eu confio em você, sabe disso. Eu não confio em mim... Não confio nesse corpo. – Sussurro.

__Me conte. – Pede por fim, colocando as mãos sobre o meu pescoço.

__Quer mesmo que eu faça isso? – Tento ao máximo convence-la, mas a Lohr é inabalável no final das contas. – Vamos, é melhor você sentar.

Abro meu coração a ela, inevitavelmente, chorando.

Depois que contei que fui abusado ela começou a chorar, soluçando mais que eu.

__Rogue... – Murmura e se joga em meus braços. Eu tremo, me arrepio e choro.

__Eu... Me desculpe... – Peço e ela nega, secamente:

__Voce deveria ter matado aquele idiota. – Diz e rio, ainda entre lagrimas. Como amo essa garota.

__Eu te amo Nanami... – Sussurro, e miro o meu reflexo em suas orbes amantegadas. – Eu temia que você ficasse com nojo de mim... – Ela me para, beijando meus lábios calmamente:

__Eu te amo idiota! – Encostando sua testa na minha diz essas palavras, meu coração só falta pular do peito. – Vou me casar com você. – Ela termina e me entrego as lagrimas novamente.

__Nanami... – Eu não sabia se estava chorando de felicidade ou de vergonha. Ela me acolheu em seus braços, suspirando:

__Não precisa ficar desse jeito, esta tudo bem Rogue. – Nanami insisti e eu respiro fundo, controlando a respiração e as lagrimas. – Teremos muito tempo para superar isso.

__Voce é incrível minha flor. – Digo de maneira romântica, e nada habitual, acariciando seu rosto. – Fico feliz de estarmos noivos. – Completo e ela se ajeita melhor sobre o meu colo.

__Eu também fico feliz... – Eu a beijo. – De... – Mais um beijo – Estarmos noivos... – Não consegui beija-la novamente e vi uma silhueta pequena abrir a porta e entrar ainda receosa.

__James? – Eu e ela dissemos juntos. Pude sentir meu coração vacilar novamente quando ele enxugou as lagrimas.

__James! – Nanami levantou num pulo e fiz o mesmo, indo rapidamente em sua direção. – O que aconteceu? Esta tudo bem? – Ele treme.

__Sabe que pode contar tudo a nos dois. – Digo, e meus olhos ainda devem estar vermelhos.

__Eu... Eu... – Ele começa a soluçar. – Eu quero ter uma família de novo. Não quero que briguem... – James segurou mais forte em Nanami e nos dois trocamos olhares preocupados.

__Esta tudo bem James. Prometemos isso. – Completo limpando suas lagrimas. Fro estava ao nosso lado em silencio. – Esta tudo muito bem. – Dou um sorriso calmo, para depois ser abraçado por James. Era o tipo de coisa que eu não esperava e que me deixou feliz.

Estamos dando o primeiro passo para ser verdadeiramente uma família.

Sting:

__Pai! Vol... – Eu não deixei que terminasse, mandei que fizesse silencio. – Oh, desculpe. – Sussurra por fim, vindo para a cama de mansinho.

__Cuidado, sua mãe esta dormindo... – Regulo as palavras, pois Lucy estava aninhada em meus braços, dormindo sobre o direito e sendo ninada pelo esquerdo.

__Tudo bem com ela?

__Sim, só pesadelos Alois... – Respiro fundo, ele se ajeita bem perto de nos dois. Ryuu voa para a minha cabeça, apenas para mirar a dama adormecida em meus braços.

__Pesadelos são coisas ruins. – Comenta o loiro, com uma expressão seria.

__Eu sei, por isso temos que deixa-la descansar. – Me ajeito melhor nos travesseiros e depois vejo que Alois faz o mesmo e pega Ryuu nos braços. – Tenham uma boa noite.

__Voce também papai. – Eles respondem, de maneira carinhosa.

Continua...

Notas finais
Bem o que acharam? Algo ruim no capitulo? Como estão reagindo ao passado do Rogue-kun? Eu tambem chorei okay? E a Bruna quase me matou.
Eles vão se casar!!! UP!UP! ~Le sendo morta pela Bruna. *0*
Mas, pode ser um casamento duplo não? Ou um triplo?
Bem, especifiquem as suas criticas a mim, por favore.
Amy
Reviews? *¬*