Warcraft: A Conquista

8 Capitulo 9: Guerra (Parte 1)


(PDV 3° pessoa)

Arius voltou para sua cidade. De acordo com as informações coletadas por Strag, comandante dos guardas da cidade, o exército de Mener chegará em dois dias. Dez mil soldados, sendo que mil são soldados de infantaria pesada.

Sem cavalaria ou armas de cerco. Arius fica feliz em ouvir isso, afinal ele não possui nenhuma arma de cerco ou elfos para contra-atacar com ataques a distância. Arius já tem uma ideia de como lidar com o exército de Mener.

Ele já completou seu número máximo de Orcs, 500. Neste último mês e meio, ele saqueou enormes quantidades de ouro, cerca de 150.000 moedas de ouro. Foi o suficiente para melhorar o equipamento de seu exército para armaduras e armas muito melhores, assim como melhorar o equipamento de Grom algumas vezes.

Ele também ordenou que o Moinho de Guerra criasse uma Armadura para ele mesmo, assim como uma espada nova que é bem melhor que a espada que ele conseguiu de Lorde. Enquanto as espadas deste mundo são bem simples, sem nenhum adorno, ele agora tem uma espada comum do mundo de Warcraft.

Uma réplica de uma espada de nível baixo, uma cópia da Espada da Viúva, com o mesmo poder da original. É uma espada simples, no final das contas. Tanto Arius quanto Grom subiram de nível, Arius está no nível seis e Grom no oito, perto do dez. Isso fora cinco níveis, e agora Grom possui as skills nos níveis:

Wind Walk: 3

Omnislash: 4

Ataque Crítico: 2

Arius está segurando seus pontos, colocando somente um em Omnislash, ficando com três pontos sobrando. Com isso são dois pontos em Omnislash e dois em Wind Walk.

Ele volta para casa, com dois dias para o ataque de Mener, somente com a espada na cintura. Armadura ainda está para ser acabada amanhã, no Moinho de Guerra, um dia antes do combate. Andando pelos corredores da mansão, em direção a seu quarto, Arius é abordado por Long.

(Long): “Jovem Mestre.”

(Arius): “Velho Long.”

Eles se cumprimentam. Long olha seriamente para Arius, dizendo:

(Long): “Jovem Mestre, mais uma vez eu lhe imploro para fugir! Mener não terá piedade!”

(Arius): “Não se preocupe, velho Long.”

Disse Arius, agarrando firmemente os ombros do idoso.

(Arius): “Meus mercenários vão nos ajudar, eu os liderarei contra Mener. Se for para que eu morra, que seja com uma espada na mão, matando meus inimigos.”

Ele diz. Long arregala os olhos. Por um momento, ele acredita em Arius, olhando para seus olhos. Mesmo assim, as memorias de bebedeiras e apostas o fazem perder a confiança imediatamente. Suspirando, ele finalmente desiste de tentar convencer Arius, e volta para seu escritório.

Ele também não conseguiu convencer as cinco viúvas. Elas insistiram em ficar até o fim. Ele não sabe se deve ficar feliz ou triste com a teimosia dos jovens, enquanto ele volta para seu escritório.

Arius volta par seu quarto e dorme, amanhã, ele trará seus Grunts para a cidade. Claro, cobertos em mantos. A identidade dos Orcs não deve ser revelada prematuramente.

(no dia seguinte)

Arius acordou com o raiar do suo e cavalgou para o acampamento Orc. Vestindo sua armadura simples, ele fica até a metade do dia, conversando com os Orcs e passando a estratégia. Ele os cobriu em mantos, que corem todo o corpo dos Orcs.

Claro, os mantos foram feitos pelos peões ou no Moinho de Guerra, por poucas moedas de ouro. Ele tem 20.000 moedas sobrando depois de melhorar os armamentos de suas tropas. Terminado o encontro estratégico, deixando os guerreiros cientes do combate, ele decide mudar de plano.

Pelo o que ele sabe, Mener chegará pela tarde, então ele ordena que Grom lidere os Orcs para Drake, para chegar pela manhã. Isso daria mais moral para o pessoal da cidade e para os guardas. Ele fica até o entardecer com os Orcs, e retorna para Drake com sua armadura em um saco de estopa.

Chegando em casa, ele se encontra com Long para ajudar a administrar o território. Arius age de forma simpática, dando uma sensação de segurança e relaxamento. Isso faz as pessoas ao redor dele ficarem confusas, tanto os servos da mansão quanto Long e as suas noras.

É como se o ataque de amanhã nunca fosse acontecer.

(no dia seguinte, antes do sol raiar)

Arius acordou antes do sol raiar. No decorrer dos anos, o Arius da terra conseguiu a habilidade de acordar na hora que ele quisesse se um despertador. Se levantando e se vestindo em sua armadura, ele saiu e montou seu cavalo, indo para os portões da cidade que estão em uma comoção.

Na frente dos portões, quinhentas figuras vestidas em mantos estão paradas em formação, o volume por baixo dos mantos deixa claro que estão vestindo armaduras. Long e Strag, um homem grande de cabelos pretos curtos e pele cor de bronze, corpo musculoso.

Ambos veem Arius se aproximando. Eles se aproximam dele em pânico dizendo:

(Long): “Jovem Mestre! Um grupo de inimigos está parado na frente do portão!”

Arius simplesmente ri, dizendo:

(Arius): “Eles são meus mercenários, velho Long. Eu falei que eu havia os contratado. Abram os portões, eles precisam estar do lado de dentro se quisermos defender a cidade! Hahahaha!”

Ele diz, rindo abertamente. Long e Strag olham para ele sem acreditar. Era verdade! Os mercenários são reais! Imediatamente, eles abrem os portões, e Arius sai da cidade, parando em frente do encapuzado mais à frente.

Obviamente, é Grom. Arius sorri e diz:

(Arius): “Chegou bem a tempo, meu amigo. Posições de batalha, derrubaremos os inimigos das nossas muralhas!”

(algumas horas depois)

Strag olha para seu lorde, Arius. No topo da muralha, acima do portão que está na direção da qual Mener virá, Arius está sentado em uma cadeira... comendo frutas e bebendo vinho, completamente relaxado.

Strag não sabe, mas Arius está dando seu melhor para aumentar a moral de seus combatentes. Strag pode não estar sentindo o mesmo, mas os Orcs e vários dos humanos, vendo seu comandante tão tranquilo, se sentem estranhamente reconfortados.

Se ele está tão tranquilo, o inimigo não deve ser tão perigoso, certo? A vitória parece garantida! Esse é o objetivo de Arius. Um soldado certo da vitória luta com mais convicção e não foge do campo de batalha.

Arius organizou seus soldados de uma boa maneira. Ele colocou seus Orcs ao longo da muralha, ocupando uma boa extensão da mesma. Logo atrás dos Orcs, algumas linhas de homens que são os guardas desta cidade.

É uma defesa bem sólida, Arius está pronto para segurar a cidade até o último homem. Logo, Mener chega com seu exército. No terreno plano que cerca a cidade, um exército de dez mil marcha. Na retaguarda, cercada por alguns soldados, uma carruagem luxuosa é puxada por quatro cavalos.

A carruagem é diferente, sem teto, parecendo uma carroça ricamente decorada. Em uma forma circular, ela tem uma mesa no centro, com várias garrafas de vinho e petiscos em cima. Sentado no banco acolchoado, está um garoto alto e bonito, de cabelos castanhos ondulados um pouco grandes, mal chegando a metade do pescoço.

Ele beberica de seu cálice enquanto sua carruagem encantada o leva sem vibrar pelo terreno um pouco irregular, com um sorriso arrogante em seu rosto. Este é Mener, o filho arrogante, mimado, cruel e esquentadinho do lorde de um território longe do território de Arius.

Dois meses é o tempo que leva para um exército andar da capital do território do pai de Mener para Drake. Quando ele avista as muralhas de Drake, ele sorri maldosamente. Ele já pode imaginar o que ele fará com as cinco viúvas.

Claro, ele ganhou a aposta pela quinta, mas depois de chegar aqui ele jamais voltaria sem roubar todas as cinco, e toda serva e mulher bonita que ele pudesse encontrar depois de saquear e queimar a cidade, e seu homens terminarem de estuprar as mulheres e matar os homens.

Pegando a ferramenta mágica que ele trouxe consigo, algo parecido com um megafone, ele diz para Arius, que ele pode ver acima da muralha:

(Mener): “Arius, eu vim reclamar meu premio! Abra os portões e eu vou te matar rapidamente!”

(Espada da Viúva)