Warcraft: A Conquista
2 Capitulo 4: Dinheiro e Morivação
Arius voltou para sua base juntamente com os Orcs, e imediatamente tentou construir o moinho de guerra, mas o sistema mostrou a mensagem:
[Construir o moinho de guerra custa 5.000 moedas de ouro. Construir?]
Ele suspirou com o custo, e escolheu construir o moinho de guerra. Após construir o moinho com a ajuda dos peões, ele checou as melhorias através do sistema. Todas as melhorias podem ser pesquisadas, mas o armamento deve ser feito para cada Orc de forma individual.
E não somente isso, são duzentas moedas de ouro para cada Orc mesmo com o metal sendo provido.
(Arius): “Ainda bem que eu não tenho que pagar pela comida... eu preciso de dinheiro urgentemente. Não somente isso, o equipamento para Grom é três vezes mais caro!”
Ele pensa. Montando seu cavalo, ele imediatamente retorna para sua cidade. Enquanto cavalga, ele pensa:
(Arius): “Eu preciso de dinheiro... espera, eu posso pegar do meu Tesouro Pessoal com o Velho Long!”
Ele pensa. Chegando na cidade pela manhã, ele imediatamente procura por Long, que quando o encontra em frente ao escritório dele, fala rapidamente, antes que Arius possa falar.
(Long): “Jovem Mestre, eu tenho algo importante a falar com você.”
Arius hesita por um momento, mas responde:
(Arius): “Diga, Velho Long.”
Long suspira, e diz:
(Long): “Jovem Mestre, com o exército de Mener vindo atrás de nós, eu tentei convencer as madames a fugir, e agora eu faço o mesmo com você.”
Ele disse, apontando para dentro do escritório, mostrando alguns sacos de estopa cheios com alguma coisa.
(Long): “Jovem mestre, aqueles sacos contêm quarenta mil moedas de ouro, ele é o tesouro pessoal deixado por seu pai antes das campanhas de guerra. Jovem Mestre, leve o dinheiro. Deve ser o suficiente você sobreviver por um tempo e se estabelecer em algum lugar longe daqui.”
Arius ficou sem palavras por um momento. O Arius do passado não dava valor a Long, e até o maltratou algumas vezes. E mesmo assim, aqui está ele, oferecendo ao garoto que ele não gosta a oportunidade de se salvar e ficar para trás.
Arius inspirou e disse firmemente:
(Arius): “Velho Long, eu não vou fugir. Recentemente, eu encontrei um grupo de mercenários na floresta, e eu vim lhe pedir dinheiro para pagá-los. Mas agora que você me entregou este dinheiro, eu farei bom uso e salvarei esta cidade!”
Ele disse. Long somente sorriu e se virou, andando para longe. Arius sabe que ele não acreditou nas palavras que ele disse. Ele entrou no escritório e pegou os sacos de ouro. Mesmo que sejam sacos pesados, com o nível de seu corpo aumentado ele consegue carrega-los com certa dificuldade.
Ele carrega o ouro para os estábulos, prende os sacos no cavalo e parte de volta para a base dos Orcs. Um par de olhos o observa com desgosto enquanto ele deixa a cidade. Esse par de olhos azuis pertencem a viúva do segundo irmão de Arius, Senna.
De uma família de cavaleiros do Sul, ela se casou para ajudar sua família financeiramente, mas se marido morreu antes mesmo de poder conhece-la direito. Uma guerreira competente, ela sempre desprezou Arius, principalmente por suas tentativas de espiar as cinco durante o banho.
Não somente isso, fraco, bêbado e viciado em apostas. Ele é praticamente a encarnação de tudo que ela odeia. Porém, o respeito pela família Dracul a mantém aqui, com respeito falecido general e ao seu falecido marido.
Soltando um “Humpf” ela volta para o jardim da mansão, e treina com sua espada.
Arius troveja pela floresta, de volta ao acampamento com um cavalo muito cansado de carregar tanto peso. Com a ajuda dos Orcs, ele deposita tudo no Grande Salão e cria mais Grunts. Os Grunts serão mais uteis do que acampamento no momento.
Claro, ele gasta todo o dinheiro, e em breve, ele terá 450 Orcs sob seu comando. Mas antes disso, eles tem de ser produzidos. Sentando num tronco com um copo de agua tirada do riacho, ele olha para a água corrente, pensativo enquanto os Orcs bebem do vinho e cerveja saqueados dos bandidos.
Ele estava com eles até alguns momentos atrás, se divertindo, mas agora, ele está esfriando a cabeça. Ele beberica o copo quando alguém para ao seu lado. Olhando para cima, ele vê a figura gigantesca de Grom.
(Grom): “Mestre.”
(Arius): “Sente-se, Grom.”
Ele disse, indicando o espaço bago ao seu lado no tronco. Grom assente e se senta, ficando em silencio.
(Arius): “Quer falar alguma coisa?”
(Grom): “Porque nos invocou?”
Ele perguntou simplesmente. Ele olhou para os olhos de Grom. Olhos dourados, inesperadamente sábios e olhando para Arius somente com dúvida sem nenhuma raiva. Arius pensou um pouco, e falou:
(Arius): “Por desespero, eu acho. Eu ainda não expliquei a situação, expliquei?”
(Grom): “Não.”
Ele respondeu simplesmente.
(Arius): “Eu fiz besteira... ou melhor, o velho eu fez besteira.”
Arius disse, olhando para o rio.
(PDV Grom)
Eu fiquei confuso ou ouvir as palavras dele.
(Grom): “Como assim?”
Ele olhou para mim de novo, me encarando com aqueles olhos vermelhos. Na primeira vez que eu o vi, eu achei que ele fosse um demônio que tivesse me trazido de volta a vida. Porém, ele não cheira como um demônio. E eu sei o motivo de ele me invocar. Mas ainda assim, eu não seguirei alguém sem objetivos.
E é por isso que eu vim falar com ele. Ele bebe conosco, ele fala nossa língua, ele nos trata como iguais, e mesmo que ele seja fraco ele é valente, e merece algum respeito. Se ele nos trata assim então...
(Arius): “Primeiro, eu tenho que deixar claro que eu sou... uma mistura de duas pessoas. Minha alma foi forçada a este corpo.”
(Grom): “Magia negra?”
Eu perguntei, franzindo o cenho. Ele sorriu, e me disse:
(Arius): “Não. Pode-se dizer que eu simplesmente reencarnei. Eu, Arius, reencarnei no corpo deste Arius, Arius Dracul. Porém, esse idiota mimado apostou alguém de sua família e perdeu, e agora um exército chegará em dois meses.”
(Grom): “Lixo...”
Eu disse sem pensar, somente depois percebendo que eu posso tê-lo ofendido grandemente. Porém, ele somente riu e disse:
(Arius): “Eu concordo. O velho Arius Dracul não passava de um bêbado, que só sabia apostar e tirar vantagem dos outros. Eu detesto esse tipo de personalidade. E mesmo assim, eu fui forçado neste corpo... eu me desesperei com a situação em que ele me deixou, até que me vieram os meios de invocar vocês.”
Eu me levantei e me virei para ele, dizendo com firmeza.
(Grom): “Então, o que você oferece em troca da nossa lealdade?”
Ele se levantou, ficando de frente para mim.
(Arius): “Eu lhe prometo um lugar neste mundo.”
Eu franzi o cenho.
(Grom): “Como assim?”
(Arius): “Nesta era, os Orcs são tratados como monstros e escravos, e estão á beira da extinção.”
Eu arregalei meus olhos, mal podendo acreditar nas palavras que eu acabei de ouvir. Meus irmãos... tratados como escravos! Raiva começou ame preencher, parando quando Arius falou:
(Arius): “O velho Arius não poderia fazer nada. Mas eu sou diferente. Marche comigo, Grommash Hellscream, e eu conquistarei um lugar para sua raça neste mundo, nem mesmo que tenha que conquista-lo!”
(Grom): “Você conhece meu nome...”
(Arius): “Eu sei muito mais do que você imagina, Grommash. Como você e os outros chefes de guerra se renderam ao sangue de demônio, como você morreu de forma heroica para salvar seu povo da maldição.”
Ele estendeu a mão para mim, dizendo:
(Arius): “Venha comigo, e lidere os Orcs em mais uma era de glória!”
Não restam dúvidas. Eu segure a mão dele, e disse:
(Grom): “Eu o seguirei até os portões do inferno!”
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