Wanted

7 Capítulo 7 - Em direção ao Egito


Notas iniciais
Olá pessoas!
Me desculpem pela demora! Tive imensos problemas no trabalho além de ter perdido grande parte dos meus arquivos do pc, graças a minha linda irmanzinha que fez o favor de pegar três viros masters. Dentre eles estavam todos os capítulos de Wanted, escritos até o 8°, que graças aos céus tenho algumas anotações. Além disso foram perdidos a minha monografia que terei de digitar tudddddddddddooo novamente! TToTT oh vida cruel!
Mas enfim, espero que gostem do capitulo, e que talvez eu demore um pouco para postar novamente. Espero pelo menos receber 5 comentários para postar novamente.
Ah! Um Obrigada espacial pelas palavras de motivação Demon-chan! ^^

Capitulo 6 – Em direção ao Egito

A lua brilhava em um céu sem estrelas. Um cenário magnífico para amantes, no entanto para aquele homem era o cenário perfeito para sua vingança. Um passarinho raro que havia comprado, teimoso e incrivelmente belo havia fugido de suas mãos. Não descansaria enquanto não o recuperasse, pois aquele passarinho lhe garantiria algo mais que todo ouro e diamantes podia obter, lhe garantiria poder para deter o controle de tudo, e por assim ver o próximo século e o seguinte. Pobres criaturas infelizes, ele não gastara sua vida inteira para recuperar o que era por seu direito. Conseguira encontrar com muito custo, mas sim, sua sorte estava ao seu favor e os deuses o agraciaram com três espécimes que lhe garantiriam o que necessitava.

A primeira, conseguira quando parava em Tortuga para abastecer-se, lembrava-se de como era linda o passarinho de apenas 14 ou 15 anos. Jamais imaginara, que fosse tão bela aquela garota, as memórias contadas por seu bastardo pai, que o inferno o condene, não fazia jus a ela agora. O corpo formado e incrivelmente belo, achou que pela primeira vez na vida havia se apaixonado, no entanto descobrira que estava hipnotizado, sim, pois era isso que sua raça fazia, confundia os homens e depois lhe arrancava o coração. Descobrira que ela trabalhava no bordel mas famoso da região, como um tipo de guarda-costas das damas da noite, ao que lhe pareceu cômico á época, pois uma garota não devia saber lutar, nem uma que era rara. Mas bastou, que visse a agilidade ao derrubar dois trogloditas que eram o dobro de seu tamanho para perceber que ela era especial. A comprou por menos que um baú cheio de ouro e diamantes, coisa que para ele era muito insignificante e é claro que a velha senhora do bordel, sabia o segredo da garota.

A segunda e a terceira, tivera que obter por meios mais eficazes. Em ambos os casos, seus respectivos familiares não queriam vender-las, então teve que tomar medidas drásticas para o faze-lo, cortou-lhes a garganta na frente de suas respectivas presas, para essas o saberem que não havia pra onde voltarem, não havia como fugir. Sim estava matando, mas ninguém era inocente, para ele todos eram sacrifícios a serem investidos em prol de um bem comum. Elas seriam seu trunfo, para a garantia da vida eterna, e as tratara com a amabilidade que tratava seus escravos, pois elas só serviam para lhe servir. Obrigava a mostrar sua verdadeira face, era tão prazeroso e incrivelmente belo a ser admirado.

Se havia uma forma de demonstrar sua obsessão era pela primeira. Linda e incrivelmente teimosa, um olhar de ódio fascinante e perturbador que jamais vira nas outras, que eram completamente submissas aos seus desejos. Não era de se admirar que fosse sua favorita, e que toda as vezes que ele se deparava com aqueles olhos de cigana dissimulada e ardente, sabia que a traição era eminente, a impregnava de chicotadas e açoites, como também tocava-lhe toda a extensão de seu corpo. Mas não poderia ir ao seu intimo, sem o devido ritual profano que estava preparando e que logo aquela garota iria lhe pertencer-lhe e lhe daria a dádiva divina da imortalidade. As demais eram apenas peças em seu tabuleiro de xadrez, que ao seu próprio tempo seriam usadas e descartas dada a sua insignificância.

No entanto, nunca havia imaginado a possibilidade de conseguirem escapar, sempre achou que seus guardas jamais cairiam na tolice de aproximar-se delas, e que elas usariam seus dons para escapar. E por mais irado que estivesse por tamanha ousadia, ainda estava curioso a saber do que elas seriam capazes. Mas malditas sejam elas, quando as reencontrassem as aprisionaria e as demonstraria quem era o seu senhor, pois se em suas mentes pequenas achavam que chicotes e açoites eram objetos de crueldade, nada se comparava com o que tinha em sua mente profana. Mas para isso, necessitava recupera-las e conseguir um adorno de valor inestimável que encontrava-se com um parente distante. Provavelmente teria de mata-lo, pois para alcançar seu propósito, sacrifícios e sangue seriam necessários.

- Senhor, descobrimos algo a respeito do paradeiro das fugitivas – disse um soldado – encontramos o rastro delas na enseada da uma ilha pirata, Tortuga senhor.

-E o que raios está fazendo ainda aqui, oficial? – disse Reino alterando sua voz – Vá e pegue-as!

-Esse é o problema senhor, elas escaparam de meus homens – disse ele – mas tenho uma pista sobre uma embarcação pirata que tem a bordo duas mulheres e uma criança, que batem com as características das fugitivas. O problema é que...o navio denomina-se Black Bird.

Reino, ao primeiro instante espanto-se com o nome da embarcação. Conhecera muitas histórias de piratas durante a sua infância, para saber que a tripulação deste navio era amaldiçoada. Segundo as lendas que circulavam o capitão do navio havia dado seu coração a uma bruxa e em troca conseguira o controle das águas. O que raios aquelas pirralhas estavam pensando?! Acham mesmo que um nome iria impedir do seu objetivo estavam enganadas.

-Não quero saber se eles tem Poseidon entre eles – disse ele – Achem-nas!- seu urro ecoou por todo o castelo, pois era tamanha a raiva que sentia. A teria de volta, nem que pra isso tivesse que desafiar os Deuses do Olímpo, ou não se chamava Duque Reino Sawara, e em breve Grã-Duque de Port Royal e senhor dos mares.

Neste mesmo instante Kyouko acordou sobressaltada. Havia tido um pesadelo, tão terrível como os que tinha quando criança. Sonhava que estava a bordo de um navio e uma onda gigante com um rosto humano ao seu centro ia à direção dela e tentava engoli-la. Não conseguia controlar o nervoso e tentou-se levantar, mas quando o fez fora envolvida por braços que a apertaram em torno de si.

A respiração pesada sobre a sua nuca e, os lábios daquele homem na base de sua coluna, lhe deram um arrepio ao mesmo tempo prazeroso, era perigoso ao seu coração. Sabia que não podia escapar dele, mas também sabia que não poderia jamais ser uma mulher comum. Mas estar nos seus braços naquele momento era a coisa certa a fazer, pois sabia que um dia Reino iria atrás dela, e desse encontro não havia outra escolha a ser feita, era matar ou ser morta. E o pior, se descobrisse qual era sua maior fraqueza e a atingisse, não sabia responder o que faria, não sabia o que sua raiva podia causar, ainda mais sendo o que era.

Novamente, tentou-se desvencilhar dele e ele a apertara mais ao seu encontro. Ren já estava acordado a um certo tempo, e sabia que ela estava tentando se afastar, provavelmente constrangida, mas no momento não queria se afastar dela naquele instante. Era incrível acordar ao lado dela, nunca em toda a sua vida podia descrever o que era a sensação de te-la em seus braços, coisa que jamais o fez era acordar na mesma cama de uma mulher, de preferência as deixava na calada da madrugada. Mas com aquela garota, pode dormir pela primeira vez em anos como uma criança. Ela lhe passava uma calma e tranqüilidade que apenas sentia quando era criança e é claro, quando estava ao lado da pequena companheira de aventuras.

Olhando para si mesmo a alguns anos atrás não poderia imaginar levar este tipo de vida. Sonhava em virar um grande descobridor, ir a lugares que jamais foram vistos, tesouros que ainda não foram descobertos, e registrar tudo em seus desenhos. Mas jamais pensou que seu tio queria mata-lo. Sabia que quando alcançasse a maioridade, herdaria o titulo, e não poderia ser livre para fazer o que gostaria. Ainda lembrava-se da maneira fria que o tio o tratava, apesar de ser sangue do seu sangue jamais o tratara como um igual. Soube anos depois que o tio falecera, deixando apenas como herdeiro, um filho que nem sabia que existia, mais que ele o reconhecera enquanto em vida.

Não tinha como negar, que parte de si perdeu-se no dia em que entrara no navio de Lory e a outra parte, quando Kyouko fora deixada aos cuidados de Madame Fiona. Se pudesse prever que a amiga sofreria tanto, teria insistido para que ela permanecesse na embarcação. Mas por uma estranha razão, a que até hoje Lory era omisso, não queriam uma mulher naquele navio, ao que contavam, a mulher de Lory teve que sacrificar-se a Poseidon, para que ele conseguisse sair do meio de uma tempestade. Nenhum sabia como explicar o que acontecera realmente, e parecia que cada vez que era contada ganhava uma nova versão, tanto que parou de perguntar.

Passara por um treinamento árduo, não era apenas lutar com espadas e saber atirar ou saquear, era uma questão a sobreviver e respeitar o código. Esta era a única lei, que um pirata seguia, no entanto para alguns era apenas instrumento de guia e não de cumprimento. Mas para piratas como Lory, o código representava muito mais do que apenas regras. Ele mostrara que, suas escolhas determinaram como lutar e que se sua mente for fraca seu espírito também enfraqueceria.

Aprendera sobre tudo um pouco, ele o ensinara como um verdadeiro pai, pois era isto o que ele era, seu pai. Quando o enfrentara e assumira o posto de Capitão, soube que era a hora certa para ser guiado por seus extintos, e sabia que precisava buscar uma pessoa para ajuda-lo. Mas, quando soube que esta não estava mais neste mundo, pareceu que todos os objetivos que planejara haviam se dissipado em pedaços. Entrou em um mundo de bebidas, saques e prostitutas, para esquecer da amiga de infância e a si próprio. Lory, não conseguira controla-lo naquela época, e para falar a verdade ninguém o podia. A dor que consumia em si, o afundava a uma escuridão infinita da qual não podia sair e todas as ações que cometia desde brigas em que não saia até deixar o adversário inconsciente, ou a cair de bêbado como um completo imbecil, como daqueles que tanto recriminava.

Anos mais tarde, para sua surpresa encontra a mesma garota que a todos pensaram estar morta, tudo isso para encobrir algo mais terrível, ser vendida como uma escrava. Jurou a si mesmo, que vingar-se-ia de todos que a fizeram sofrer, mas para isso precisava mudar. E só de tela em seus braços, o fazia capaz de suportar qualquer desafio.

— Ren, eu sei que você está acordado – disse ela – Será que por favor você faria a gentileza de me soltar?

- No momento eu estou ainda dormindo – disse ele com os olhos ainda fechados – e você vai ficar quietinha.

-E se eu me recusar a ficar quieta?! – disse ela elevando seu tom de voz, fazendo com que Ren a encarasse. Kyouko, ficou sem reação, estava preza a aquelas duas safiras e por mais que quisesse não conseguiria se desvencilhar dele.

- Eu posso faze-la mudar de idéia – disse ele, fazendo com que ela ficasse debaixo de si e a prendendo sobre seu aperto de ferro. Aproximou-se de sua face e roçou a ponta do nariz com o seu e logo em seguida em toda a extensão de sua face. Ele iria beija-la. Estava claro para ela que ele iria fazer isso, e estava mais claro ainda para si mesma que ansiava para que ele a tocasse com seus lábios e faze-la esquecer-se mesmo que por um breve momento de quem era. Mas ele fizera algo mas que surpreendente, ao contrário de seus lábios, ele beijara demoradamente em sua face, para a total surpresa desta.

- Eu disse que somente irei toca-la quando você implorar – disse ele – e bem pelo visto você queria sentir novamente meus lábios sobre os seus, mas se isso acontecer você já sabe o que a espera.

Levantou-se e tratou de sair do recinto pois se ficasse naquela mesma posição acabaria por cometer uma loucura insana, mas que ela não estava ainda pronta para tal ato. Kyouko permaneceu na cabine, não entendo as ações de Ren, estaria ele enfim cumprindo o que prometera? Que não iria toca-la a menos que ela almeja-se? Não sabia responder tal pergunta, por que parte si entrava em uma grande confusão, achando que ele estava tramando algo e outra parte, estava completamente triste por não ter tocado os lábios dele. Não queria admitir para si mesma tal sentimento, por conta de sua natureza, mas era tarde demais, o que sentia por ele quando criança não era comparado a este, e não importava o quão grande fosse esse sentimento, sabia que de certa forma jamais poderiam ficar juntos.

Levantou-se da cama e rumou-se para o quarto onde Maria e Kanae estavam. Quando chegou lá, não as encontrara. Decidiu então trocar de vestes, optando pela calça preta, botas de cano alto, um espartilho preto que usaria por cima da blusa vermelha, que havia escolhido. Prendeu os cabelos em um rabo de cavalo alto, mas mesmo assim eles tendiam a ficar abaixo da cintura. Quem quer que a olhasse no momento, pensaria que se tratava de uma pirata, uma bela pirata por sinal. Prendeu as espadas na cintura, e saiu do recinto em direção ao convés.

O navio já havia zarpado durante a aurora, dando um belo dia de sol sem nuvens a seu horizonte e a ilha pirata em que passava a infância, já não aparecia no horizonte. Estava tão concentrada em suas memórias, que nem percebeu que os marujos que limpavam todo o recinto haviam parado de fazer suas tarefas para deslumbra-la. E nem sequer se deu conta que estava sendo uma distração quando ouvira o capitão gritar, pois sua voz não passava de um completo zumbido.

-O que pensam que estão fazendo seu bando de imbecis! – disse ele – Á velas a serem enseadas, o mastro a ser mantido no curso e um convés a ser limpo! Temos muito trabalho para fazer até atracarmos novamente, e que raios estão fazendo parados como se tivessem visto ouro?

-Desculpe pela impertinência Capitão, mas o senhor deve concordar que – disse Hikaru apontando para a direção de Kyouko –a visão que estamos tendo, é mais bela e formosa que muito ouro.

Ren deparou-se com a visão de Kyouko, incrivelmente bela vestida em roupas que com toda a certeza lhe valorizavam suas curvas, deixando-a certamente mais atraente, tinha que dar um jeito nessa garota, e mais precisamente antes que todos no navio estejam completamente enfeitiçados por ela.

-Voltem ao trabalho seus cães do inferno! – vociferou ele – Ou eu jogarei ao mar, cada um que cobiçar aquilo que me pertence!

O efeito foi imediato, a tripulação detinha um medo terrível do capitão, quando o mesmo usava esse tom de voz. O mesmo tom, que usava com seus adversários, que depois de alguns toques de espadas, acabavam com seus corpos sem vida. Andou em direção a aquela garota, que tanto era alvo de cobiça de muitos homens daquele navio, inclusive a si próprio. Tentava a todo custo controlar seus impulsos, mas ela estava tornando isso incrivelmente impossível. Por que, em nome dos Reis dos Mares essa garota tem justamente que vestir roupas que a deixem atraente?

-Kyouko, por que raios você tem que distrair a minha tripulação? – disse Ren – Já não basta o treinamento de ontem?

Kyouko não conseguia ouvi-lo, estava olhando para o mar e relembrando o sonho que tivera de uma imagem de uma estatua de ouro da Deusa Vênus, apareceu em sua mente, e com ela um deserto repleto de areia e a imagem distorcida de um castelo. Possivelmente era a direção que ela deveria tomar, dada as palavras de Maria e o sonho com aquela estranha mulher, tinha mais que a certeza de que encontraria algo de muito valor no Egito.

-Capitão – disse por fim sem encara-lo – não sei o motivo pra tanta discussão, entretanto o senhor me nomeou navegadora desta embarcação, e a rota que seguiremos será rumo a noroeste e atracaremos em Cairo, no Egito.

-Egito? Isto é totalmente inesperado e louco – disse ele – Por que raios você quer ir a esse lugar?

Ela não podia contar sobre as visões de Maria, ou até mesmo dos sonhos que estava tendo, tinha que arrumar uma maneira de fazer ele se interessar, sem contar a verdade e sem mentir, pois era péssima mentirosa.

-Acontece que soube por conversas em Tortuga que a grande estatua da Deusa Vênus desembarcara no porto do Cairo, e se não me engano será oferecida como presente a um Sheik. Achei que lhe interessaria.

-Você está falando daquela estatua completamente banhada em ouro e pedras preciosas? É a aposentadoria dos sonhos para qualquer pirata – disse o Capitão – Garota você está me saindo uma ótima aquisição.

-Capitão, então o que acha de mandar seus marujos preparem o rumo a Noroeste?- disse ela olhando enfim para ele dando um sorriso travesso nos lábios.

-Minha cara Navegadora, seu pedido é uma ordem para mim. – disse Ren, demonstrando o mesmo sorriso, e beijando-lhe a palma da mão sem tirar seus olhos da jovem.

Bastou que vira-se, e o Capitão desse suas ordens a tripulação do Black Bird, estava em uma correria para acatar as ordens de seu superior. Kyouko ainda estava em choque com o frenesi que aquele simples beijo causara a si e imaginava que surpresas trariam essa jornada. Mas não podia negar a si mesma, que estava ansiosa para conhecer este vasto mar, e que agora a bordo deste navio, talvez pudesse pelo menos viver em paz.

Enquanto isso, próximo a enseada Tortuga, Reino esperava por informações de seus subalternos, sobre o paradeiro das “suas garotas”, como costumava falar para si. Segundo as informações parecia que Kyouko havia nocauteado dois piratas sem importância e causado um grande tumulto no bar Covil do Bagre e despistando seus homens seguindo em direção oposta e subindo na embarcação maldita. Não importava seus nomes, era insiguinificântes para ele a essa altura, pois mataria todos aqueles que se pusessem em seu caminho para recupera-las.

Mas havia uma marte de sua mente que estava terminantemente preocupada com a possibilidade de sua primeira ter sido corrompida, quando deveria ter sido ele e somente ele a faze-lo. Aquela criatura sabia ser incrivelmente atrevida e se defender muito bem quando queria, então a possibilidade de estar perdida era incrivelmente remota. Mas também não havia certezas, pois a conhecia muito bem. As outras duas, não fariam nada, já que não tinham capacidade de contraria-lo em nada, pelo contrario, obedeciam cada capricho seu com mestria e que se não fosse pela primeira ter tramado tudo, e as obrigado a fugir com ela, elas ainda estariam aonde era seu devido lugar, na masmorra ou em seu aquário especial onde gostava de demonstra-las.

E nada poderia impedi-lo no momento, e em breve dominaria o mundo. Havia conseguido a ultima parte para tal profanidade, matara seu parente durante sua visita, e fizera com que parecesse com apenas com um acidente de esgrima, ninguém iria notar, afinal a importância daquele verme em resguardar algo que pertencia a si por direito, lhe fora negada, dizendo que somente o verdadeiro Grã-Duque que carregasse o sangue direto de seus ancestrais poderia usa-las. Tal afronta fora punida com a morte, pois ele ERA e seria o ÚNICO, herdeiro do título.

Um oficial então adentrara na cabine principal do navio onde se encontrava em meio a seus devaneios, e esperava que trouxesse noticias boas.

-Eminência, descobrimos a localização da embarcação onde as garotas com as mesmas descrições foram vistas.

-Então? O que descobriram?

-O navio parece que seguia curso ao Sudoeste e segundo informações sobre embarcações que passavam por ele, ele mudou de curso bruscamente para Noroeste.

-E o que está esperando para seguir este curso, seu imbecil! – disse ele gritando a plenos pulmões – Temos que encontra-las o mais rápido possível!

O oficial saira do local deixando Reino, com seus pensamentos profanos, nada podia estar melhor, ela estava seguindo a direção ao seu fim, e ela nem se quer se dava conta disso, afinal para fazer o que pretendia, tinha um local próprio e que ficava aos confins do mar e era pra lá aonde ela se dirigia. Segundo ao diário de seu tataravô, que continha informações para o ritual, o local em si era o local de nascimento aonde a maioria daquelas criaturas vinha, e ela estaria indo justamente a esse lugar.

- Mal posso esperar para lhe encontrar novamente minha linda flor do mar.

Notas finais
Então?
Mereço comentários?
*O*
As pessoinhas que leem a fic, aos visitantes que não deixam comentário, aos fantasmas das lanhouses, por favor não esqueçam de comentar, viu?
Ja ne