Notas iniciais
Oi gente, então, esse é o ultimo capitulo que eu vou postar aqui, porque agora vou passar a modificar os nomes para transformar em original. Enfim, espero que continuem entrando para acompanhar e DEIXEM REVIEWS!

{Arthur POV}

Sai correndo da casa de Thomas o mais rápido que pude, dando um espaço de tempo vantajoso entre nós. Como aquele garoto pode ser tão irritante e tão fofo ao mesmo tempo? Já não me importo mais em manter a compostura de “garoto hetero atrás de diversão”, pois depois que comecei a “brincar” com o McCracken, as coisas mudaram um pouco de figura. Apesar de saber que nossa relação é mais de amizade do que de qualquer outra coisa, isso modificou meu modo de pensar, já não me sinto atraído efetivamente por humanas. Ela já não tem tanta graça. Não tanta quanto os garotos. Menos frágeis, mais fortes, poucos têm TPM, gostosos e com certeza, menos complicados. Boas vantagens em comparação a mulheres.

A uma distancia considerável, parei em frente a um estabelecimento, um bar para ser mais exato, onde havia muitas pessoas bebendo e fumando, tanto do lado de fora quanto de dentro. Entrei e me dirigi primeiro ao balcão, onde peguei um pouco de wiskey com vodka, depois indo para os fundos do lugar, onde subi as escadas até o telhado sem ser percebido, assim teria pelo menos o mínimo de privacidade. Saquei o celular, ligando para McCracken em seguida.

- Oi. O que te faz pensar que pode me ligar a essa hora?

- Acho que estou ferrado e preciso da sua ajuda.

- Como assim? O que você fez?

- Eu fui à casa do Iero e a mãe dele ficou me encarando sem parar. Ela não parecia ter ido muito com a minha cara, mas foi simpática. Ai eu comecei a pensar, porra, sou Arthur Way, quem não ia gostar de mim? Eu sou lindo, gostoso, inteligente, engraçado, lindo, simpático e todos morrem por mim... Ah, eu já disse que sou lindo? Então. Bom, eu acho que deve ser outra coisa por que afinal, eu sou perfeito, né? Eu sou maravi-

- PERA! Como assim foi na casa do Iero? Eu disse pra você ter cuidado com ele e ai você resolve sair por ai saltitando com o garoto? O que vocês fizeram? Arthur, se você contou alguma coisa pra ele eu juro que eu-

- Eu não contei nada! – falei mais alto que o necessário. — Por que sempre é tão desconfiado? Não se trata só de você ok? Minha natureza está em jogo também. Acha mesmo que eu ia ferrar comigo mesmo? Isso nem fez sentido, mas não, eu não iria.

- Tudo bem, não tenho tempo de discutir isso agora! Fala logo, o que tem a mãe dele? Você se elogiou mais do que falou dela, falando nisso, nunca vi garoto mais iludido.

- Eu não sou iludido, sou realista. Ela me pareceu um pouco estranha, entende? Não parava de me encarar e eu senti algo diferente nela. Acho que ela pode, sei lá, saber de alguma coisa.

- Parabéns Arthur, acabou de chamar a atenção de uma caçadora para nós. Eu devia arrancar suas vísceras. Se bem que se ela descobrir alguma coisa sobre onde estamos, nem precisarei sujar minhas mãos.

- Eu não fiz por mal. E não sabemos se ela é mesmo caçadora. Sei lá, ela podia estar só curiosa. E ainda podemos falar com nossos pais, se ela for mesmo algo de mais, eles vão saber. Mudando de assunto, onde você está?

- Fazendo meu lanchinho, claro. Já faz algum tempo que não me alimento de verdade. A última vez foi com você e Rolland. Se quiser, posso guardar alguma coisa para você, mas terá que vir rápido para cá. Sinto que teremos companhia.

- Suponho que esteja na estação, acertei?

- Como sempre, meu querido. Rápido. Logo a policia deve aparecer aqui e a não ser que você nos salve, não tenho mais dinheiro para limpar nossas barras. Não vai querer se meter em mais encrenca, não é?

- To indo. – Desliguei o telefone.

*************

{Rolland POV}

Que droga! Preciso encontrar o pequeno Way. Como eu fui perder o garoto? Arthur vai literalmente me arrancar os órgãos internos. Ainda bem que a tal coisa parou de nos seguir, mas estou com o celular de Jimmy, e ele correu para o lado oposto ao meu.

Cheguei em casa e fui direto para o meu quarto. Precisava falar com Joe, e já tinha um palpite de onde ele estava, mas com o negócio lá a solta por ai, era melhor confirmar.

- Joe, onde você está?

- Ah que lindo, meus amigos me esquecem por um bom tempo e depois ligam querendo saber onde eu estou... Sabe, eu não deveria nem atender... Mas eu sabia que iria ligar, então, considere-se sortudo.

- Não estou de brincadeira McCracken, estou com problemas.

- Porra, vocês não conseguem se manter a salvo por um só dia?

- Do que está falando?

- Do Way, meu querido. Outro que está ferrado na vida e quer minha ajuda, eu não sei o que ele tomou, mas não parava de falar... Enfim, respondendo sua primeira pergunta, estou na estação.

- Já chego ai.

Subi a escada lateral até o telhado de minha casa e pulei, sendo assim mais fácil de fugir de meus pais do que descer as escadas. Não queria correr o risco de encontrar minha mãe sentada no sofá reclamando com meu pai sobre o jantar enquanto ele se enchia de bobagens.

Fui o mais rápido que pude pela avenida principal, por mais que eu tivesse me alimentado á pouco tempo, estava ficando fraco, e precisava me alimentar antes que as coisas saíssem do controle. Falando em sair do controle, torço plenamente para que Arthur já tenha achado Jimmy, ou eu vou estar completamente acabado.

Chegando a estação, desci as escadas, já podendo ouvir os tão típicos barulhos de carne sendo rasgada e ossos sendo quebrados. Por já saber quem estava produzindo aqueles sons agradáveis, segui caminho, dando de cara com Joe arrancando o braço esquerdo de uma mulher pouco vestida. A cena era bem agradável, devo admitir.

- Rolland, meu querido, como vai? – Disse parando para me olhar. – Senta ai...

- Sem me enrolar McCracken! Onde está meu corpo? – Procurei em volta, avistando mais a longe um vulto devorando outro corpo.

- Advinha! Arthur está aqui. Ele pegou o ultimo, mas se quiser podemos dividir.

- Eu devia te matar Joe. Mas que merda, custava guardar um para mim?

- Que culpa eu tenho se o “comedor de filhos de caçadores” chegou antes? – Fez aspas com as mãos.

- Que? Como assim?

- Não importa depois te explico. – O olhei desconfiado. – Tudo bem, olha, eu divido com você, mas, por favor, para de discutir que depois eu prometo que explico tudo que eu entendi.

- Você pedindo “por favor”? – Coloquei a mão sobre o peito dramaticamente. – A coisa é séria. Okay, você venceu. – me joguei ao seu lado para apreciar o delicioso gosto de coração recém-parado.


Notas finais
Depois eu respondo os reviews (se tiver #chorando) por que resolvi ficar viciada em Gossip Girl e ainda to escrevendo outra fic, enfim... Até o próximo :3
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.