Nós já estávamos perto do hospital, quando vejo Gerard saindo de dentro de uma casa, xingando Deus e o mundo. Parei o carro e abri o vidro, o chamando logo depois.

- Gerard! — ele olhou para os lados, se virou para a casa e fez um gesto obsceno. — Gerard!- chamei mais uma vez, e ele me olhou abrindo um sorriso.

- Bert! — falou chegando perto do carro, viu que minha mãe estava junto e acenou sorrindo — Bom dia, tia! — minha mãe lhe deu um sorriso triste. — O que está fazendo por aqui??- perguntou.

- Eu \'tava levando a minha mãe no hospital. Meu pai a mordeu! — expliquei, e ele arregalou os olhos.

- O bob quis me morder... — ele falou apontando para a casa. — você se lembra do bob, né?!- perguntou.

- É claro! Eu apresentei vocês dois... — falei e ele sussurrou um \"Ah, é mesmo!”. — Você quer entrar?? — perguntei indicando o banco de trás.

- Quero!- falou voltando a sorrir. Levantei o pino da porta de trás, e ele entrou.

- Oi Bowie!- falou acariciando o cachorro, que começou a lambê-lo.

Voltei a dar a partida.Mas quando pensei que ia começar a andar, alguém para na frente do carro me fazendo frear. Quando olho para a pessoa parada na frente do carro, escuto Gerard perguntando:

- Não é seu namorado?

- Quinn? — abri a porta e fui ver o que tinha acontecido. Ele estava com o rosto numa mistura entre o pálido e o vermelho, e segurava um taco de baseball em umas das mãos. — O que aconteceu?- perguntei tirando o taco da sua mão.

- Meu pai... Eu acho que ele virou um zumbi... — falou com a respiração rápida. — Ele tentou me morder. Só deu tempo de pegar o taco e bater com toda a força possível. — falou sentando no capô do carro.

- E... Ele ‘tá vivo? — perguntei preocupado.

- Que parte do \"ele virou um zumbi\" você não entendeu? — perguntou me encarando irritado. — Ele \'ta morto. MORTO! — gritou.

- Você quer... Carona?- perguntei apontando para o carro.

-... — ele me olhou com o cenho franzido, suspirou fundo, e sorriu tristonho. — Não tenho pra onde ir... E se tiver mais deles por ai?

- Você fica na minha casa ate arranjar um lugar... — falei sorrindo.Ele murmurou um \"okay\", eu o acompanhei até a porta do carro e a abri. Ele entrou e a fechou logo em seguida.

- Um cachorro! — falou sorrindo e acariciou Bowie. — Ele é seu, Bert?- perguntou e eu confirmei com a cabeça.

- É o Bowie! — falei sorrindo.

- É! Ele é um amor, mesmo! — falou acariciando o cachorro.

- Não vai me apresentar ao seu amigo Edward? — minha mãe falou me encarando um tanto seria. Mais que o normal. Fiz alguma coisa errada?

- Edward? — Gerard perguntou às gargalhadas. – Seu nome é Edward?

- É... Robert Edward McCracken, prazer!- falei girando os olhos. — Agora cala a boca Artur!- falei fazendo-o calar a boca.

- Awn, que bonitinho! Artur... — Quinn falou me fazendo rir. Sentou entre os dois bancos da frente e estendeu a mão para a minha mãe que ficou olhando de sua mão para o seu rosto. — Sou Quinn Allman, amigo do Ed...-falou dando ênfase ao \"Ed\". — Da faculdade!

- Sou Rebeca, mãe do Robert. — falou cumprimentando Quinn.

- É eu percebi! O Bert é muito parecido com a senhora. — sorriu. Minha mãe deve ter gostado de escutar isso, porque ela abriu um sorriso maior que os do Gerard. — Agora eu sei de quem o Bert puxou a beleza! — falou a fazendo corar.

- Okay, para com a bajulação!- Gerard falou cruzando os braços. Acho que ele não gosta quando outras pessoas elogiam a minha mãe. — Só eu posso elogiar a tia Becky, né tia?!- perguntou olhando para minha mãe.

- Claro querido!- minha mãe falou sorrindo.

- Viu?!- falou mostrando a língua para Quinn. Que criança!

Dei a partida no carro, e fui à direção ao hospital, onde já deveria estar à uma hora, se não tivesse parado.

Notas finais
Gerard criança *__*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.