Notas iniciais
Agradeço aos comentários, os que favoritaram! Boa leitura! espero que digam que acharam!

View Sam:

– Ele me pediu em casamento... – Contava para Spencer que dirigia enquanto comia um belo hot-dog.

– E aí? – Spencer me olhou ansioso.

– E aí que disse não você é louco... –Ainda mastigava. – Somos muito jovens.

– Ele chorou? – Spencer quis saber quando olhei já havíamos chegado à casa do velho Shay.

– Deve ter chorado, sabe como o nerd é...

– Isso foi algo terrível Sam.

– Mas eu ainda sou a namorada dele, não fui tão má assim! – Me defendi do olhar de Spencer.

– Tudo bem, nosso segredo?

– Era meu e dele agora é seu também e da Cat ...aqui apouco da Carly...- Dei de ombros e sai do carro.

A casa era realmente bonita e o clima de como dizem mediterranio. Freddie e o Velho Shay estavam na varanda conversando. Olhei meu namorado vir ajudar com minha bolsa.

– Como foi a viajem?

– Só sei que estou faminta! – Freddie ficou beijando o ar, pois não correspondi e simplesmente sai andado.

– Como você consegue?

– Eu não sei! – Freddie respondeu para Spencer quando seguimos para dentro.

– Como cresceu já é uma jovem!

– E o senhor envelheceu! – Eu abracei o velho Shay, Spencer e Freddie chocados entraram.

–Sam! – Ouvi aquela voz feminina e doce tão familiar, busquei com olhar e minha amiga me abraçou jogando sua cabeleira em meu rosto.

–Carly, eu estou comendo cabelo aqui! – Comentei e nos largamos para voltar para um novo abraço.

Foram mais três abraços que contei, antes que Carly me servisse de limonada e bolo de milho, coisa de roça sabe como é.

Spencer e Freddie conversavam sobre novo console de jogos, enquanto Carly dizia como estava feliz e surpresa, eu apenas mastigava.

– Vamos caminhar? – Questionei Carly quando já não suportava mais ficar ali ouvindo os homens e suas conversas.

– Tudo bem... – Vi Carly olhar para Freddie e meu namorado desviar constrangido. – Quer ir Freddie?

– Não, vão vocês... – Apenas me inclinei e beijei o rosto de Freddie o fazendo sorrir e Spencer fazer uma careta antes de sairmos.

– Tchau mano! – Carly abraçou Spencer pelo pescoço e me seguiu para fora.

– Então, você e o Freddie? – Carly bateu seu ombro ao meu para fazer menção a insinuações.

– Cara, eu nem sei que dizer... – Admiti puxando alguns galhos da mata fechada nós dando passagem.

– Vocês se amam, — Ela vibrou, eu feitei a irritada. – Amor resolve o mundo, não é?

– Se você diz, mais tente namorar um nerd que agora tem um emprego importante e confidencial...

Finalmente chegamos à pequena passagem de água peguei pedras e comecei a taca-las. Carly foi para um pneu pendurado na árvore alta.

– Freddie não é ruim e nem você é para ele...

– Eu sei, mas ele me pediu em casamento! – Gritei em fúria. Não conseguia conviver com aquilo.

– Como, ah! – Carly escorregou para fora do pneu corri apara ajuda-la. – Ele fez isso?

– Sim, acho que ele bebeu demais, era seu aniversario de 21 , sabe podemos beber legalmente...- Carly tinha os olhos espantados, os meus também se arregalavam. – ele pediu e eu disse não!

– Mas por quê? – Carly tinha uma voz ferida. – Você o ama, o amou todo esse tempo!

Acho que a morena estava irritada e ferida chutando uma pedra e gemeu de dor.

– Ei, eu tenho 21 anos, a última coisa que eu quero é casar! – Simplifiquei, mas acho que Carly não entendeu, seu olhar estava desconsolado, ela estava sofrendo por mim ou por Freddie. Mais que Merda.

– Ele todo seu, mas você o dispensa com seu orgulho!

– Quê você tá louca?

– Não quero mais saber de vocês, já desisti há anos e agora, bem eu agora vou ignorar esse seu drama com Freddie!

– Eu não pedi que se importasse.

– Ótimo!

– Ótimo então! – Carly saiu para trilha a passos rápidos.

View Spencer

– Não cara, — Freddie dizia a meu avô frente ao leitor de movimentos.

Porta se bateu e passos rápidos pela escada, consegui ver a cabeleira castanha escura.

– Quê foi isso?

– O vento! – respondi ao meu avô e corri para o andar de cima.

Minha maninha havia entrado pelo quarto de hospede, a janela aberta coloquei a cabeça para fora ela permanecia sentada no telhado.

Certo tive medo, contudo, atrevi a ir até lá, com pernas bambas engatinhei.

– Quê faz aqui?

– Vim ver o pôr do sol?

– Sério?

– Não você bateu a porta, e a Carly Shay não bate portas a não ser que esteja aborrecida. – Anuncie com a voz engraçada ela sorriu.

– Claro!

– Diz aí...- Insisti a abraçando.

– Sou uma tola, invejosa...

–Nossa, inveja é coisa feia...- A olhei ela baixou seu olhar triste. – Mas fique feliz, vovô está contente em nós receber seus melhores amigos estão aqui, eu estou aqui!

– Fico feliz...- Ela suspirou.

– E a Sam?

– Está bem, só não entendo ela e o Freddie e isso me deixa irritada. Eles se amam, encontraram suas almas gêmeas..etc e etc...

– Ei, menina , você sabe esses dois são loucos...

– De amor?

– Sim, — Senti que Carly poderia chorar e a segurei mais forte. – Vai mana, o quê aconteceu?

– O que aconteceu, já percebeu ser tarde demais?

– Sim, tarde demais, velho demais, errado demais! – confidenciei a fazendo sorrir.

– Você não é velho, e ser adulto não e ser um velho.

– Só não quebre as portas do vovô, ok? – Pedi e ela revirou os olhos. – não revire os olhos para mim mocinha...!

– Spencer você já amou quem não deveria?

– Tive encontros com umas 1000 mulheres que eu não deveria, Carly! – Disfarcei a verdade.

– Não! Gostar mais que tudo, saca?

– Saquei, gostar de um sorriso, enxergar além dos olhos, sentir tanta saudade que chega a doer? – Esganicei.

– É exatamente isso! – Carly me sorriu.

– Já me senti menos tolo e um verdadeiro gênio perto de uma garota! – Uma loira de lindos olhos azuis. Suspire. Sou um homem e tolo afinal tentando ajudar minha irmã quando meu problema é ainda pior.

– E você conseguiu a garota?

– Não eu sabia perceber tanto ela, que sabia que ela ama outro cara...

– Lamento.- Carly baixou o sorriso e olhar segurei seu rosto.

– Dizem que a vida tem dessas coisas!

– Fui uma atrasada mesmo, a culpa foi minha. – Ao ouvir aquilo sabia do quê e quem Carly falava, conhecia minha irmã ela cresceu, entretanto, percebi que sentimentos que para ela pareciam errados também cresceram.

– Venha aqui me consolar! – A puxei e a abracei forte.