Notas iniciais
Gente, me senti inspirada e postei mais um hoje, bom é a primeira ultra da Elena e vai ser difícil por que ela está muito triste, calma gente, isso não vai durar pra sempre ok? espero que gostem ((:

Voltei pra casa, pensei em tudo o que eu e Jared conversamos, seria bom para os dois, sem envolvimentos. Cheguei em casa e liguei pra Bonnie.

-Alo? Bonn?

-Oi lena.

Ela respondeu.

-Eu liguei para dizer, pra dizer que resolvi aceitar a proposta do meu pai.

Eu falei rápido com medo dela me interromper.

-Como assim Elena? Você perdeu o juízo?

Ela gritou ao telefone.

-Calma, deixa eu explicar. Eu encontrei com o tal do Jared, e ele me tratou super bem, bom resumindo, nós nos casaremos, mas decidimos que não vamos ter envolvimento, é só uma fachada para os nossos pais.

Eu disse, a ideia parecia muito melhor agora.

-Elena, você está fazendo a maior burrada da sua vida!

Bonnie ainda estava alterada ao telefone.

-Ei eu liguei pra Bonnie e não pra Carol!

Eu disse impaciente. Ela respirou pesadamente ao telefone.

-Ainda acho que é uma burrada, mais como você disse não sou a Carol, não vou tentar te convencer do contrario, você que sabe Lena.

A voz de Bonnie era mais branda agora.

-Obrigada amiga, eu marquei a consulta pra hoje as quatro, queria que você e a Carol fossem comigo...

Eu falei.

-Claro, nós dissemos que íamos te apoiar e é isso que faremos.

Bonnie disse. Me despedi dela e desliguei o telefone. Olhei ao meu redor e a casa parecia tão grande agora, tão vazia sem Damon. Sentei no sofá e fui invadida pelas memórias da nossa primeira noite, lágrimas quentes inundaram meus olhos, deixei-as cair, a dor, o buraco permaneci lá, algo que e sabia que não iria sumir... nunca.

Me levantei e fui tomar um banho, fiz algumas coisas no computador até dar o horário da consulta. O tempo não parecia querer passar e aquilo me deixava irritada, desci para o térreo do meu apartamento e esperei Bonnie e Carol, elas viriam me buscar, eram dez para as quatro quando ela chegaram buzinando.

-Vamos Lena!

Carol gritou do bando da frente. Entrei no carro e seguimos para o hospital. Quando chegamos, sentamos e ficamos esperando chamarem meu nome.

-Srta. Elena Gilbert, sala três.

A moça da recepção chamou. Fui com Bonnie e Carol até a sala três e logo a médica nos recebeu.

-Olá!

Ela disse simpática.

-Oi.

Eu disse, não pude deixar de mexer minhas mãos freneticamente, eu estava nervosa.

-Ei Lena, fique calma, vai dar tudo certo.

Carr, cochichou no meu ouvido.

-Deite aqui.

A médica apontou a maca e eu deitei, fiquei rígida, quase como uma estátua.

-Está nervosa Elena?

A médica perguntou afável.

-S-sim, um pouco.

Eu disse.

-Ora, não se preocupe, é rápido.

Ela disse e colocou um gel gelado na minha barrida e depois passou um aparelho sobre ela, a médica olhava atentamente o monitor que pra mim era apenas um borrão preto e branco. O silêncio dela já estava me preocupando.

-Aconteceu algo doutora?

Eu disse, ela sorriu e me olhou.

-Seu bebê está ótimo, olhe! Aqui está a cabecinha, os bracinhos e os pés aqui em baixo.

Ela foi apontando no monitor que com as coordenadas dela, ficou mais fácil de ver, eu vi um pequeno ser ainda tomando forma dentro de mim e não pude evitar de chorar.

-Você está com seis semanas de gravidez ou dois meses.

Ela disse.

- E já pra ver o sexo?

Disse Carol chorosa.

-Não, ainda não! Só a partir de nove semanas, mas você vai ver, passa muito rápido.

Ela disse. Eu senti uma falta tão grande de Damon naquele momento, era pra ele estar junto comigo na primeira ultra do nosso filho. Minhas lágrimas logo passaram de uma simples emoção para uma tristeza devastadora.

-Não chore tanto meu bem, seu bebê está perfeito.

A médica disse docemente.

-Mas não é isso.

Eu disse me levantando e limpando o gel da minha barriga.

-Bom Elena, foi um prazer conhece-la e não se esqueça de manter uma boa alimentação e dormir bem, e o mais importante, não tenha emoções forte, o bebê sente tudo o que a mãe sente.

Ela finalizou, a doutora não quis perguntar , mas ela entendeu o por que do meu choro e por que eu estava com as minha amigas. Meu filho não tinha pai.

Notas finais
eu fiquei triste por ela... ):