Vongola QG
8 Capitulo 7 - Reborn é um Demônio!!!
Notas iniciais
Os braços firmes lhe apertaram-lhe a cintura protetoramente, enquanto o aconchegava mais perto de seu peito. Pode sentir o cheiro de Mukuro. Um cheiro agradável de abacaxi. Suspirou baixinho deixando o cheiro lhe embriagar, enquanto colava seu rosto contra o peitoral do outro. Suas bochechas ganhavam um tom mais brilhante de vermelho.
Sabia para onde Mukuro o levava. Era para o quarto do Vongola, na qual ele teria privacidade para fazer o que quiser com o corpo do menor. Sentiu um arrepio percorrer sua espinha.
Tinha certeza que coisa boa dali não vinha. Só pelo o jeito de Mukuro, sabia que o seu guardião da névoa, era um sádico.
Ainda tinha suas costas e quadris doendo por tudo o que passara. Quantas pessoas tinham feito aquilo com ele? Amigos íntimos na qual sua mente nunca pensou que tal coisa pudesse ocorrer.
Deuses! Seu tutor. Seu irmão mais velho de consideração. Seus guardiões... E sua Intuição dizia que a lista não iria parar por ali.
Retirou-se de seus devaneios ao ouvir o som das dobradiças de sua porta fizeram um rangido irritante. Mukuro agora lhe segurava com somente um braço.
Arregalou os olhos. O quão forte era Mukuro? Ou ele que era leve de mais? Talvez os dois.
Sua linha de raciocínio foi interrompida ao ter seu corpo jogado em uma das camas de seu quarto. A cama de casal. Mais uma vez os lençóis da cama teriam que ser trocados.
Mukuro fechou a porta. E mais uma vez o rangido das dobradiças quebraram o silêncio envergonhado que se estabelecera no quarto.
Os olhos do ilusionista se voltaram para o Sawada. Brilhavam em luxuria e desejo. E prometia algo inesquecível para o menor.
Outro arrepio subiu a espinha de Tsunayoshi. Definitivamente, ele não esqueceria daquela noite.
Em par de segundos, as mãos do Sawada estavam presas em cima de sua cabeça. Por cordas. Aquilo era uma ilusão? Por mais que se concentrasse, Tsuna não conseguia sair de tal aperto. E agora, Mukuro se aproximava rápido de mais do menor.
– Não vai conseguir se livrar. – começou, a centímetros do Sawada. A mão do Rokudo começou a caminha pela perna do menor, até chegar ao cós calça, desabotoando a peça de roupa. O Sawada mais uma vez tentou livrar suas mãos daquilo. Estava nervoso como nunca antes. – Estou usando o equipamento de Verde, Tsunayoshi-kun. Essas cordas são reais. E muito bem amarradas. – comentou o ilusionista, abaixando a calça do menor até os calcanhares do mesmo.
Tsuna gemeu aos toques do maior. O mesmo começou á a carecia-lhe a coxa. Enquanto com os dentes e o auxilio de sua outra mão livre, rasgava sua blusa.
Os mamilos já enrijecidos do menor estavam expostos, levemente avermelhados. Mukuro passou a língua pelos seus lábios, antes de começar a chupa-los.
– Aaah! – gemeu ao sentir a língua do maior se enroscar em seu mamilo, lambuzando-o com sua saliva. A mão do Rokudo desceu até seu membro, aquerenciando-o por cima da box.
Começava a se sentir excitado.
O maior sorriu, ao ver o leve volume que começava a se formar entre as pernas do menor. Tsunayoshi corou ao ter os olhos heterocromáticos brilhando para si, em tom de desejo.
Mukuro roubou um beijo dos lábios do Sawada, e quando a falta de ar fez jus, Mukuro se separou do menor.
Deu um sorriso sádico. E em segundos, um canivete apareceu em sua mão.
O Sawada arregalou os olhos. O que Mukuro faria com aquilo?
Deuses! Ele não era masoquista! O que Mukuro faria?
Tentou se debater mais que nunca para sair das cordas, ao ver Mukuro aproximando o canivete de seu corpo. Mexeu-se tanto, que as cordas acabaram por ferir seu pulso, arrancando sangue.
Mukuro tinha o canivete entre suas pernas.
Não... Mukuro não faria o que ele estava pensando.
O maior puxou o pano da box do Sawada, cortando o pano, bem na região em que ficava o orifício do menor. O resto da box do menor estava intacta.
Aliviou-se ao maior jogar o canivete em qual quer canto de seu quarto. Enquanto soltava um riso divertido para a expressão do Sawada.
– Kufufufu. Não relaxe, eu ainda nem comecei – e antes que o Sawada pudesse falar mais alguma coisa. O azulado tinha seu rosto bem próximo à entrada do menor. Os dedos longos e finos do ilusionista separaram as paredes do canal do castanho, enquanto a língua do azulado penetrava dentro de si.
– Aaaahh! – gemeu sentindo a língua quente e úmida do maior penetrar-lhe. Arqueou as costas, ao ter seu interior lambuzado pela saliva do maior. – Mu-Mukuro. – gemeu tentando trazer mais para perto de si com os pés, a cabeça do maior.
Em menos de alguns segundos, as cordas de suas mãos desapareceram. Livre, entrelaçou-as no cabelo do azulado, trazendo o rosto maior para mais perto de seu orifício.
Depois de algum tempo, o maior parou de lambuza-lo por lá. O espaço antes ocupado pela língua do Rokudo, deu lugar a um de seus dedos. Penetrou rápido e forte. Acertando a próstata do menor. Ouvindo-o urrar delirante com o prazer.
Os lábios do Rokudo atacaram os do Sawada. As línguas brincavam e a cariciavam-se em uma batalha. A saliva escorria pela boca do menor. Enquanto sentia o dedo do azulado saindo e penetrando-lhe rápido e forte em seu interior.
Gemeu inúmeras vezes entre o beijo. Arrancando sorrisos maliciosos do maior.
A outra mão do Rokudo cariciava o próprio membro, vendo o Sawada se contorcendo aos seus toques.
Uma mão do Sawada prendia-se nos lençóis da cama e a outra agarrava os cabelos do azulado.
Mukuro sorriu, antes de pegar a mão que prendia o lençol. Levou a mão pequena e quente do Sawada para o interior de sua calça. Depositou-a em cima de seu membro.
O Sawada agarrou o membro alheio, em um ato inconsciente. Estava em êxtase e a sanidade sumira de seu corpo há minutos atrás. O Rokudo colocou sua mão em cima da menor, e começou a movimentar seu membro, sentindo cada vez mais, o castanho lhe apertar.
Gemeu baixinho no ouvido do Sawada, fazendo o excitar-se ainda mais. Os olhos pediam em um desejo intenso para que o ilusionista lhe penetra-se.
O maior retirou o dedo do interior do menor. Recebendo um protesto do mesmo.
Mukuro riu-se rouco no ouvido de Tsunayoshi, antes de sua mão entrar na cueca do menor. Apertou e massageou por alguns segundos o membro do Sawada que clamava por atenção. Antes de descer mais.
Seus dedos voltaram-se novamente para o interior ainda apertado do castanho. Colocou novamente o digito dentro do menor, enquanto a palma de sua mão desdobrava-se para massagear o membro do menor.
Seu membro ainda envolto da mão do castanho, logo se desfez, melando a mão do Sawada. Mas Mukuro não parou os movimentos. Masturbava-se com a cena do menor gemendo e contorcendo-se para si. Enquanto delirava-se com as caricias que o proporcionava.
O menor chegou ao ápice na mão do Rokudo o mesmo sorriu.
– Vire-se – comentou baixinho e falho no ouvido de Tsuna. Tomado pelo desejo intenso, o moreno só pode obedecer ao ilusionista. Virou-se. Ficando de bruços na cama.
Sua cintura foi capturada em um movimento rápido. As mãos do ilusionista apertaram seu quadril, e o ergueu, fazendo-o ficar de quatro.
Sua box ainda estava em seu corpo. Mas nenhum dos dois ligava. Afinal, tinha espaço para o Rokudo lhe penetrar.
Sem aviso e sem pudor, o membro do maior entrou em si. Gemeu prazerosamente ao ter o maior completamente em si.
As investidas e estocadas rápidas e fortes do guardião da névoa logo começaram.
A mão do ilusionista envolveu o membro do Sawada, começando a estoca-lo de forma lenta. Mas prazerosa.
O som dos corpos se chocando começou a se fazer presente, junto aos gemidos em quase grito, abafados de Tsuna.
Mukuro gemia, mas fazia questão de ser baixinho, no ouvido do menor, o fazendo contorcesse de prazer.
Empinou a bunda somente para sentir mais e mais o Rokudo dentro de si. As investidas não cessavam, e o Sawada agora se encontrava requebrando em cima do membro do maior.
Não demorou muito para que logo chegasse ao ápice. Completamente exausto. Gozou nos lençóis da cama, apertando o membro do Rokudo, que logo se desfez dentro do menor.
Caiu na cama, exausto. Ao lado de Mukuro.
O roxeado ainda estava em si.
Seus olhos fechavam-se involuntariamente. E a última coisa que sentiu, foi Mukuro lhe abraçar protetoramente, sem se que fazer menção de sair de dentro de Tsunayoshi e puxar um cobertor, para cobrir os corpos desnudos – ou quase.
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Acordou sentindo um peso reconfortante sobre sua barriga. Não era novidade para si que Natsu havia saído sem sua permissão da caixa. O mesmo encontrava-se encolhidinho em cima de sua barriga desnuda, com as garras levemente cravadas em sua pele.
Brincou com uma mexa do pelo – ou fogo? -, na qual enfeitava a juba do pequeno leão. Não tardou muito para que os olhos alaranjados do pequeno animal se abrissem.
Tsunayoshi recebeu um pequeno ronronado do leãozinho, enquanto o mesmo esfregava sua cabeça contra a palma de sua mão.
O castanho sorriu levemente antes de sentar-se na cama, com a menção do movimento de seu dono, Natsu não tardou a levantar-se do colo do moreno, pulando logo em direção ao chão.
Calçando um par de sandálias qual quer, Tsunayoshi caminhou em direção ao banheiro, seguido por Natsu que o olhava curioso. Sentando-se na borda da banheira, não tardou a ligar a torneira da mesma, na qual indicava a água gélida.
Retirou a peça de roupa que ainda compunha seu corpo, antes de entrar na banheira. Mal esperou se acostumar com a temperatura gelada da água, e ficou submersa sobre a mesma.
Natsu olhou curioso o movimento de seu dono, soltando um ‘Gao’ preocupado com o moreno.
Mesmo submerso, de relance Tsuna pode ouvir o pequeno rugido – ou tentativa – de seu pequeno leão.
De seus olhos castanhos, saíram-se lágrimas quentes, misturando com as gotículas gélidas da banheira. Podia senti-las escorrendo por suas bochechas coradas pelo frio, antes de dispersar-se em meio às gotas geladas.
O que não captou, foram passos vindos em direção ao seu quarto.
O coro do sapato fazia um certo barulho ao chocar-se contra o chão de mármore de seu quarto, seguindo direto em direção ao banheiro.
Tal pessoa pareceu parar por alguns milésimos de segundos na porta do banheiro, antes de seguir em linha reta, até a banheira.
Os olhos alaranjados do pequeno leão chocaram-se contra os negros, soltando mais um ‘Gao’. O dono de olhos tão escuros suspirou um pouco preocupado, antes de andar em direção a banheira.
Agarrou um dos braços finos de Tsuna, antes de levanta-lo de dentre o meio da água.
Os pulmões do castanho quase gritaram um agradecimento a quem lhes tiraram daquele sufoco. A vista do Sawada já estava um pouco negra e sua cabeça começou a latejar, piorando mais ainda, quando tossia freneticamente, tentando repelir algum resquício de água de seu corpo.
– Estava por acaso tentando se matar? – os olhos negros se chocaram em um impacto contra os castanhos, por segundos, Tsuna esqueceu de sua nudez, somente assustando-se por completo ao ver Reborn a sua frente.
– Eh? NÃO! E-Eu... Eu n-nem p-p-percebi – murmurou com a coragem e pouco fôlego que lhe faltava, inutilmente tentou controlar sua respiração e o coração acelerado. A adrenalina era bombeada com toda a força em suas veias.
– Idiota – Reborn estava tentado a agarrar o pequeno castanho naquele local, e brigar com o mesmo, dizendo que ele não tinha aquele direito de preocupa-lo. E depois de um longo discurso, ficaria tentado a beijar os lábios do pequeno. Mas não machucaria seu orgulho com aquilo. E agora, tinha certeza que o pequeno precisa de espaço – Vista uma roupa. Lhe esperamos lá embaixo. E principalmente, prepare-se para treinar. – avisou ao menor, o mesmo corou ao perceber que ainda estava nu.
– Hiiiiie! – gritou com toda a força que tinha antes de ficar em pé na banheira e enrolar sua cintura com uma toalha qual quer.
Reborn quase riu do pequeno, mas contentou-se em somente sair do cômodo, dando privacidade – na qual não queria dar -, ao pequeno moreno.
Natsu olhava tudo com a cabeça inclinada, sem entender muito a situação. Por fim exclamou um ‘Gao’.
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Vestira uma regata laranja, um casaco branco por cima e uma bermuda branca com preto. Um par de sapatênes branco com marfim.
Natsu via atentamente o seu dono ajeitando sua roupa e em uma tentativa completamente falha, fazer com que seu cabelo obedecesse a gravidade. Mas a negação e insistência dos fios desgrenhados eram maior que a paciência do Sawada.
Por fim, saiu do jeito que estava.
Tsunayoshi tentou ainda colocar o pequeno leão na caixa. Mas o mesmo estava preocupado de mais com seu dono para deixa-lo sozinho agora.
Fazendo birra, acabou que Natsu ficou, pulando e apegando-se aos braços do castanho, na qual o mesmo brincava com sua pelagem.
Tsuna saiu do quarto, e no mesmo momento em que fechava a porta do mesmo, pode ver Enma fechando a porta do dele, como sempre atrasados.
– Bom dia Tsuna-kun – o ruivo sorriu com as bochechas coradas em direção ao pequeno moreno, que tratou de retribuir o pequeno gesto, igualmente corado.
– Bom dia Enma-kun – o Kozato chegou perto do pequeno, brincando com Natsu por alguns segundos, antes do pequeno leão pular para os braços do Shimon.
– Por que ele está aqui? – as mãos pequenas do ruivo faziam um carinho agradável ao leãozinho, fazendo-o ronronar gostosamente.
– Está fazendo birra – o beicinho de desgosto não pode deixar de enfeitar os lábios finos do menor.
– Haha – o Kozato riu. Andavam em direção à sala de jantar, onde o resto da turma provavelmente estava lhes esperando – Parece que estamos atrasados de novo, né Tsuna-kun? – o ruivo sorriu, tão encantadoramente quanto o mesmo. O blush nas bochechas do Sawada somente pôde aumentar.
– Como sempre – mas tal vermelho brilhante nas bochechas do menos não o impediu de sorrir tão adorável como sempre fizera.
Andaram calmamente em direção à sala de jantar, no meio do caminho, o leãozinho ainda fizera questão de pular do como de Enma para o chão, enroscando-se nas pernas do Sawada. Vendo que tal coisa com toda certeza resultaria em sua queda, Tsunayoshi pegou seu animal no colo.
As portas da sala de jantar foram abertas, o silêncio se predominou ao ver as pessoas que passavam pela a mesma.
Sawada Tsunayoshi , Kozato Enma e o pequeno leãozinho: Natsu.
Os olhos se chocam-se contra as duas pessoas na porta e o pequeno animal.
A turma observava os movimentos dos dois – mais precisamente Tsunayoshi -, e não puderam deixar de ver as fazes brilhando em tom de vermelho escarlate nas bochechas dos dois.
Em silêncio, os dois sentaram-se em um canto qual quer na mesa. O ritmo não tardou ao voltar. Primeiramente as pessoas voltaram a comer, e logo após a gritaria e conversas voltaram.
Claro que alguns cochichos foram percebidos das partes de alguns alunos.
Tsuna e Enma também começaram a conversa, e de vez em quando, o Sawada dava alguma coisa para seu leão comer – inexplicavelmente, o mesmo se apaixonou por morangos -, enquanto acariciava a juba do mesmo.
– Tsuna – Tsunayoshi ouviu alguém lhe chamando, virou a cabeça em direção ao chamado, viu os olhos laranjas de seu outro eu bem perto do seu. Quando ele havia chegado ali? – Reborn está nos chamando para treinar – avisou ao menor, o mesmo somente acenou com a cabeça, atrapalhado – Enma, Reborn te chamou também – comentou
– Vamos então Tsuna-kun! – o ruivo exclamou, antes de segurar a mão de seu amigo, em um movimento observados por praticamente todos da salas e seguirem Natsu por um corredor aleatório.
Um grupo mais perto da mesa, começou a conversar sobre o corrido, em leve curiosidade e pensamentos pervertidos rondando-lhes a mente. Afinal, que treinamento era aquele?
– O que eles vão fazer? – um aluno de cabelos castanhos, levemente desgrenhados perguntou, seus olhos em um tom meio acinzentado olhava para alguns de seus amigos mais próximos em tom de curiosidade, o fone de ouvido branco com preto pendurado em seu pescoço. Gabriel D’ Luca. Sempre curioso.
– Ah! Eles vão treinar? – Yuki Harasawa perguntou, cabelos descoloridos longos, os olhos castanhos-avermelhados em excitação – Vai ficar sexy de mais! Ainda mais com as roupas molhadas de suor e colando na pele! – exclamou sem pudor algum. Era pervertida e qual quer um sabia daquilo.
– Espero que comecem a se agarrar no meio da sala – carinha de anjo Juumonji Momo tinha. Mas não deixe se encanar pelos cabelos rosados e longos, olhos azuis em quase tom petróleo encantadores, a face delicada e corada naturalmente, um pequeno sorriso cativante em lábios. Momo era uma completa pervertida e não ligava para os comentários pecaminosos que sempre fazia. Era natural.
Alguns de seu grupo de amigos riram, acostumados com o jeito da garota, outros coraram, imaginando a cena e consecutivamente, corando mais ainda.
– Hayato-kun! – Yuki chamou o albino que conversa distraidamente com o Yamamoto
– O que foi mulher estupida? – perguntou o prateado, já estressado com Yukyuu Baka, e agora tendo que aturar uma mulher estupida. Claro que em sua opinião todos eram estúpidos.
– Quem você acha que é para me chamar de mulher estupida, cabeça de polvo? – a Harasawa não deixaria nunca ninguém falar assim com ela. Era explosiva, tanto quanto o Gokudera.
– Da para calarem a boca? – D’ Luca não estava com paciência para ouvir aquilo dos dois, queria mais era saber onde Tsunayoshi, Natsuyoshi e Enma estavam. Preferiu acabar com a briga infantil dos dois. – Gokudera, onde eles foram treinar? – perguntou curioso e animado.
– Não digo! – exclamou indignado o prateado.
– Mama Hayato-kun, não seja tão mal – Yamamoto sorriu para o cabeça de polvo, que comente estalou a língua em seu céu da boca, indignando-se mais – Olha, não sei se ver o treinamento do Tsuna é boa coisa o garoto nunca pega leve e pode sobrar para vocês – alertou
– Aposto que estão falando isso para não ver os três se comendo no meio da sala – Juumonji fez muitos engasgarem-se com o que acabavam de comer ou beber.
– MOMO! – metade da turma exclamou em coro, corando com o pensamento pervertido da aluna, enquanto a mesma somente dava de ombros, antes de pegar um sonho na mesa e come-lo. Alguns se limitavam a rir.
–--- Treino ----
Reborn estava impecável como sempre esperando seus alunos, e Kozato Enma, que no momento, ele também adotaria como um pupilo.
Não tardaram para que os três logo chegassem a sala, Tsunayoshi e Enma tinha as mãos juntas, enquanto Natsu, a pequena box de Tsuna engrenhava-se em suas pernas, ronronando levemente. Já o Sawada de orbes alaranjadas somente olhava a cena, suspirando pesado.
Reborn tinha que admitir, ficar com raiva de Enma era meio impossível. E ele tinha a certeza de que o outro eu de Tsuna, Natsuyoshi, tinha uma pequena queda por coisas fofas.
– Vamos treinar – Reborn colocou um sorriso de lado em seus lábios, vendo os três ali engolirem seco. – Quero que os três lutem um contra o outro, sem limites e escrúpulos. O vencedor terá uma recompensa. A prova de hoje não será necessária para ser feita. – o Arcobaleno sorriu antes de ver os três se encararem.
Agora ele iria tirar algumas duvidas.
Tsunayoshi pegou as pílulas e luvas de seu bolso e também não tardou a ficar em Hyper Modo. Só que diferente do normal seus olhos não se estreitaram, ficaram tão grandes como sempre e tão expressivo como nunca. O pigmento em laranja ficou em um tom dourado.
Chamas do céu completamente puras. Calmas e pacificas.
Natsuyoshi e Enma entraram em Hyper Modo logo, somente precisam se concentrar levemente para fazer tal feitio. As chamas de Natsuyoshi eram um tanto mais escuras. Mas não deixavam de ser puras em uma raridade excepcional. Balançavam ferozmente a cima de sua cabeça. Eram indomáveis. Tanto quanto o próprio.
Enma olhou um pouco curioso, mas como estava em Hyper Modo muito não foi mostrado em seus olhos carmesim.
Depois de se entreolharem e um aceno vindo dos três, os três pularam um passo para trás, a luta havia começado.
–--- x ----
– X-Cannon! – foi o último recurso de Natsuyoshi, ele estava sem forças, tanto quanto os outros dois na sala, ofegavam e usavam suas últimas forças para esquivar-se de ataques e tentar acertar alguns certeiros.
E ainda por cima Reborn no meio do treino, havia sumido!
A bola em chamas descontroladas voou em direção ao alvo.
O alvo dessa vez foi Enma, e para desviar, o Kozato usou de sua gravidade desviando as bolas de fogo em outra direção, o que ele não previu foi Tsunayoshi parado naquele local.
– Natsu! Capa do Primo! – exclamou o menor, de última hora o pequeno leão transformou-se em uma capa preta cobrindo parcialmente e anulando na mesma intensidade o ataque de Natsuyoshi.
– Tsuna! – os dois gritaram juntos. A luta por mais que fosse algo para treinar e ganhar – afinal, não fazer as provas sádicas de Reborn era uma benção -, cada um ficava preocupado com o outro ao receber um ataque certeiro como aquele.
– Cof, cof – do meio das fumaças e dos escombros, mostrava-se o pequeno um pouco ensanguentado pelo ataque. Não que sua condição fosse das piores, mas só de ver sangue, o outro Sawada e o Kozato preocuparam-se em quantidade absurda.
– Enma, procure o Sasagawa, vou levar Tsuna para enfermaria. Cadê Reborn quando se precisa? – exclamou Natsuyoshi, Enma não tardou a obedecer a ordem do mesmo.
– E-E-Esto-tou b-bem N-Na-Natsu-kun, n-não sem p-pre-reocupe – o pequeno ofegou bastante entre a fala, Natsu teve uma certa dificuldade para entende-la, mas ao interpreta-la não tardou a olhar em um tom quase sarcástico para o menor.
– Está bem? – riu descontroladamente com a pergunta retorica que acabara de fazer – Tsuna, Tsuna... – pegou o moreno no colo em estilo noiva, arrancando um grito de surpresa do mesmo – Não minta – sussurrou no ouvido alheio, arrancando um arrepio do menor.
Controlou-se para não rir, e andou em direção à enfermaria. A mesma não era muito distante da sala de treinamento, afinal quem treina algumas vezes se machuca.
Natsu, o pequeno leão, não tardou para que volta-se para a box, se ficasse ali no momento, poderia causar mais preocupação aos seus donos.
Chegando a sala, colocou Tsuna em cima de uma maca, o mesmo pareceu corar por alguns segundos ao ver o local em que estavam. Ainda se lembrava do que tinha feito com Reborn naquele local tão inapropriado.
Um silêncio um pouco constrangedor se formou entre as duas partes separas, mas para a sorte dos dois, Enma não tardou a chegar com Ryohei na sala.
– Que machucados EXTREMOS Sawada! – o albino logo gritou ao seus olhos cinzas baterem no pequeno corpo acabado de Tsunayoshi.
– Hehe... – o moreno riu um pouco sem graça.
– Bem, vamos dar-lhes privacidade para Sasagawa curar Tsuna – comentou Natsu. Ao menos ele esperava que nada de errado acontecesse naquele lugar.
Enma sorriu e despediu-se brevemente dos dois, seguindo Natsuyoshi.
Guiaram-se até a sala de treinamento novamente, Enma estava curioso para que o moreno iria fazer ali, o mesmo parecia não se incomodar com a presença agradável do ruivo.
Chegando ao local, o maior jogou-se no chão, o Kozato somente sentou olhando para Natsu, estavam cansados, mas priorizavam a saúde de Tsunayoshi em primeiro lugar, principalmente depois daquele golpe.
– Por que veio ara cá, Natsu-kun? – o ruivo perguntou com certa curiosidade. Natsu lhe dava mais insegurança que Tsunayoshi, e por isso, não estava muito confiante em segui-lo, ou até mesmo pergunta-lo algo.
Eles deveriam ser a mesma pessoa, não entendia o porquê disso.
– Enma – o castanho sentou-se, os olhou laranjas junto com os vermelhos, fez as bochechas do pequeno Kozato brincarem em vermelho, as testas colam-se em um movimento rápido do Sawada – Desculpe-me – foi tudo que o Shimon pode raciocinar depois de ter seus lábios colados ao de Natsu.
–--- Enfermaria ----
– EXTREMO Sawada! Tire a blusa para que eu possa avalia-lo – falou o albino, para o desespero do pequeno moreno, o mesmo somente pode corar furiosamente, lembrando de que sua blusa e jaqueta, cobria suas marcas no corpo.
– N-N-Nã-Não! – exclamou inseguro, será que o Sasagawa não poderia cuidar do Sawada com as roupas...? Mas a sorte de Tsuna era pouca de mais para aquilo.
– Horas Sawada. – o albino virou-se em direção ao menor, os olhos acinzentados brincando com as orbes castanhas – O que quer me esconder ao EXTREMO? – Tsuna não reconheceu o sorriso nos lábios do outro, e antes mesmo que pudesse falar alguma sobre o mesmo, Ryohei retirou seu casaco e blusa em movimentos tão rápidos que mal teve tempo de pensar em algo – O que é isso Sawada? – as marcas avermelhadas do corpo do Sawada eram intrigantes.
– N-N-Nada! F-Foi da l-luta! – falou a primeira besteira que veio em sua mente, torcendo para que o seu guardião do sol acreditasse na mentira deslavada que acabara de contar.
– É mesmo Sawada? – arqueou uma sobrancelha em indignação ao pequeno, o mesmo concordou com a cabeça freneticamente, as bochechas nunca poderiam ficar mais escarlates. Corara até em partes indevidas!
Ryohei deu mais um sorriso na qual Tsunayoshi não sabia identificar o significado daquilo.
Tombou o menor na maca, em um movimento rápido, colocando uma de suas mãos sobre o mamilo do mesmo, massageou momentaneamente, arrancando um gemido involuntário do Sawada, enquanto jogava a cabeça para trás, apreciando mais da situação.
– Eu não sou idiota Sawada... – chupou o pescoço do menor com força, arrancando mais um gemido do mesmo.
– O-Onii-chan? – perguntou incerto ao albino, sentindo a perna do mesmo lhe massagear o membro. Começava a se sentir excitado.
– Sawada... Eu quero você – quantas vezes Tsunayoshi já tinha ouvido aquilo de diferentes formas? Quase deixou um sorriso irônico brincar em seus lábios, mas antes mesmo que pudesse fazer tal coisa, sentiu o boxeador colocar a mão dentro de sua bermuda.
– Anw... O-Onii-chan... – gemeu o nome do outro, o mesmo brincava com toda a extensão de seu falo, com a outra mão acariciava seu cabelo, enquanto a boca do albino lambuzava seu mamilo.
– Sawada! – exclamou em um sussurro no ouvido do menor, ao sentir que o mesmo estava perto de seu ápice. O menor corou levemente com os olhos cinzas do maior lhe fitando.
Ryohei agarrou a cintura do menor, colocando-o sentado em cima de seu colo, sua boca brincou voltou a brincar com o mamilo do pequeno moreno.
O mesmo requebrava-se em cima de seu colo, o excitando-o mais ainda.
De forma provocativa, pegou uma das mãos do castanho e colocou-a dentro de sua blusa, não tardou para que as unhas de Tsuna cravassem-se em sua pele, arranhando-a com gosto.
Tomou os lábios do menor em um beijo quente, sua mão voltou à bermuda do menor, o falo rígido do moreno pedia por atenção. Desabotoou a peça de roupa incomoda para o menor, e colocando-as até o calcanhar do moreno, o mesmo foi feito com box do pequeno.
Com movimentos rápidos, movimentou o membro do castanho, enlouquecendo-o e mais que nunca, o fez requebrar em cima do membro de Ryohei. O boxeador podia sentir a entrada do Sawada pulsando em seu membro igualmente pulsante. Pediam por atenção.
Em um movimento desabotoou sua calça e retirou seu membro do interior de sua calça. Olhou por alguns segundos para os olhos dos castanhos.
Os mesmos brilhavam em desejo e luxuria. Não tinha como não se apaixonar por aqueles olhos tão expressivos, ainda mais brilhando com as lágrimas de prazer, o fio de saliva escorrendo de sua boca... Ryohei queria sentir-se dentro do menor.
Tomou os lábios do Sawada e o segurou pela cintura, posicionou o mesmo sobre seu membro e em um movimento rápido, colocou-se dentro do menor.
Pode sentir o mesmo morder sua língua durante o beijo, o gosto de sangue misturando-se com as salivas e pintando de vermelho as mesmas.
Por um tempo ficou parado esperando o mesmo acostumar-se com seu falo. Começou a distribuir caricias pelo corpo do mesmo com uma de suas mãos e às vezes a boca, quando não estavam se beijando claro. Sua outra mão, continuava a estimular o pequeno.
– O-Onii-chan — Quando o Sawada requebrou em cima do mesmo, cravou suas unhas na pele leitosa de Tsuna, começou a movimentar o quadril do pequeno para cima e para baixo, com o auxílio do mesmo, os movimentos iam ficando mais rápidos e fortes, o barulho dos corpos se chocando, o cheiro de sexo e as salivas misturando-se.
– O-Onii-chan — Tsunayoshi arfou, não aguentava mais cavalgar no falo de Ryohei, em outras condições até poderia aguentar, mas ainda estava cansado da luta de mais cedo.
Percebendo a situação do pequeno, Ryohei o colocou de quatro na cama, e começou a bombear a entrada do pequeno.
Os movimentos aumentaram, juntamente ao ritmo de suas mãos no membro do Sawada. Colou seu tórax com a costa do menor, e segurou Tsunayoshi pelo peitoral, e assim, começou a estimular um dos mamilos do pequeno.
Tsuna tentava controlar os gemidos, seu rosto comprimia-se contra a fronha da maca, abafando os gritos de excitação.
Ryohei apesar de ser bem extremo e um pouco sem noção, parecia querer excita-lo com gemidos curtos e roucos. Coisa que estava dando certo.
Em mais algumas estocadas o moreno pode sentir seu ápice, gozou sujando a fronha da maca, pouco se importou com aquilo. O Sasagawa sentindo seu membro ser mais comprimido ainda pelo interior quente do pequeno, não tardou a fazer a mesma coisa, só que no orifício do menor.
O Sawada ofegou e desabou na cama, a vista nublada de pontinhos pretos, estava mais cansando do que havia chegado à enfermaria.
– EXTREMO Sawada – sentiu Ryohei beijar-lhe em um afeto na testa, sorriu levemente – Bom sonhos ao EXTREMO! – foi tudo o que ouviu antes de perder a consciência.
–--- Sala de treinos ----
– N-Natsu-kun...? – os olhos carmesim de Enma não acreditavam no que tinha acabado de ver, de sentir. Os lábios de Natsu eram macios, como aparentavam ser, e o gosto já o viciara com aquele simplório ato.
– Eu tenho uma atração física por você Enma – respondeu o maior, os olhos laranjas perfurando os carmesim. O Kozato sentiu suas bochechas ficarem mais vermelhas que escarlate.
– O q-que? – o pobre Shimon acabara de engasgar com sua própria saliva. Seus olhos carmesim se arregalaram levemente pelo susto que acabara de tomar. Como assim uma atração física?
– Não é amar... – o maior chegou bem perto da face do ruivo, o mordendo de leve em sua bochecha, o Kozato somente corou mais – Coisa física entende...? – desceu a mão pelo peitoral magro e fino do pequeno ruivo, arrancando-lhe um gemido breve.
– N-Não e-en-entendo – a voz do Shimon saiu rouca e falha, para o delírio do Vongola, que só pode sorrir de leve, antes de aproximar sua boca do ouvido alheio.
– Eu quero você – sussurrou no ouvido do menor, mordendo logo depois o lóbulo da orelha alheia. Enma jogou a cabeça para trás, sentindo um pouco mais da sensação prazerosa que a voz de Natsu lhe fizera.
Levando aquilo como um sim, Natsu pegou uma das mãos e colocou dentro da camisa do ruivinho, acariciando um dos mamilos do jovem Kozato, o fez quase urrar de prazer com a nova sensação sentida.
Os lábios mais uma vez se grudaram, as línguas brincavam na boca pequena e quente do Shimon, o mesmo agarrava descontroladamente os cabelos castanhos do maior, procurando mais de sua companheira.
Sentiu o joelho de Natsu massagear seu membro, fazendo-o excitar-se. Somente não jogou a cabeça para trás com tal sensação, por que ainda queria sentir a língua do Sawada brincando com a sua.
Natsu repousou o pequeno ruivo no chão do cômodo, retirando a camisa do menor, sua mão apertou a coxa de Enma fazendo-o arfar, jogou a cabeça para trás junto a um gemido e nenhum um pouco discreto.
Estava gostando das novas sensações que estava sentido a partir do outro Sawada. Queria cada vez mais.
A mão de Natsu entrou em contato com o membro já pulsante de Enma, envolve-o, apertando-o na base. Não pode deixar de arrancar um gemido longo do Kozato.
Natsu sorriu minimamente antes de juntar seus lábios ao pequeno Shimon. Sua mão começou uma movimentação com o falo do outro, fazendo o pequeno gemer contra seus lábios e sua língua perder-se entre os movimentos.
Enma já estava fora de órbita.
Sentiu um liquido quente jorrar em sua mão, pode sentir a face Enma esquentando. Separou seus lábios do menor, rindo da face de prazer e constrangimento que o mesmo adquirira.
– Enma-chan – sussurrou no ouvido alheio, ganhando um arrepio do pequeno Kozato. Não entendia, mas brincar com o menor era agradável. Ainda mais quando com poucos movimentos, o mesmo explodia sua face em um blush adorável.
Enma respirou fundo. Tinha um pensamento pervertido em sua mente. E ele precisa fazer aquilo. Ele queria.
– P-P-Po-Posso? – Enma perguntou timidamente, se possível suas bochechas ficaram mais escarlates ainda.
Natsu arqueou uma sobrancelha. Não entendeu o que o menor queria.
– Pode o que? – viu as bochechas do outro chegar a um breve roxo, antes do mesmo respirar fundo, parecia querer se concentrar – ou ganhar coragem -, para a fala que faria.
– T-Te... T-T-To-Tocar... – o ruivo falou tão baixinho, que se ele não estivesse perto na hora, com toda a certeza não teria escutado. Afinal, até mesmo a milímetros da boca convidativa do Shimon, mal pode escutar as duas palavrinhas.
Riu. Foi o que somente pode fazer, fazendo o ruivo somete corar mais.
– Por que não tenta? – era alucinante como a voz do Sawada tirava a concentração do ruivo. Era sexy. Rouca. E falha. Sentiu seu coração por alguns segundos parar de bater. Mas a adrenalina que foi pulsada em suas veias o fez retornar com mais força ainda.
Timidamente, juntou seus lábios ao do Sawada. Trocou as posições, as costas do moreno ficaram contra o chão, e sem nem mesmo pensar uma segunda vez, sentou sobre os quadris de Natsu.
O mesmo soltou um gemido abafado ao ter seu membro prensado contra o bunda do Shimon.
Mas logo tratou de olhar as orbes carmesim do ruivo.
Viu excitação e desejo nublando-as.
Com mãos tremulas, o Kozato desabotoou os botões da camisa de Natsuyoshi, enquanto seus lábios se juntavam em movimentos suaves. Natsu entrelaçou os dedos pelos fios vermelhos, as unhas de Enma cravaram-se na pele pálida do maior.
O beijo cessou, fazendo o Shimon corar brevemente, antes de voltar a respirar fundo. Sua mão desceu pelo abdômen do Sawada, até o cós da calça do outro. Onde a desabotoou.
Natsu olhava atentamente o movimento de Enma, mas a última coisa que pode raciocinar antes de se perder em desejos, foi o Shimon retirando seu membro de dentro da box, apertando seu glande, enquanto seus lábios desciam até o mesmo.
De forma um pouco desajeitada, Enma colocou o membro de Natsu em sua boca, de começo lambendo somente a extensão do falo do maior, com movimentos sem jeito, mas que pareciam ser apreciados pelo Sawada.
Afinal o mesmo gemia incessantemente.
Finalmente, colocou o membro alheio em sua boca, de forma tímida, começou a fazer os movimentos em seus lábios, vez o outra atrapalhando-se com os mesmo, segurando por alguns segundos em suas mãos pequenas, na qual na opinião do Sawada envolviam muito bem seu membro, antes de voltar a colocar em sua boca pequena.
Com o clímax da situação, Natsu envolveu os fios vermelhos de Enma, trazendo mais perto ainda a boca do Shimon para seu membro, claro que tomou cuidado para não machucar o mesmo. Ou não muito.
Não demorou muito para que gozasse na boca do pequeno ruivo. O mesmo momentaneamente se engasgou com o liquido. Entretanto, tal fato não o impediu de engoli-lo.
Respirando fundo e se recuperando, o Sawada olhou para a face do Shimon. Não conseguiu resistir à vontade de colar seus lábios ao do menor, e novamente as posições foram invertidas.
As calças do Shimon foram brutalmente arrancadas e postas até seu calcanhar, sua box também conteve o mesmo destino.
As bochechas ficaram mais vermelhas ainda. Natsu sorriu em reconforto para o ruivo, antes de passar dois dedos na entrada do ruivo, a mesma clamava por atenção.
Desceu seus lábios até a entrada do pequeno, fazendo-o momentaneamente se assustar ao sentir sua língua passar pelo seu órfico. Mas antes mesmo de qual quer pergunta, o Kozato se entregou aos poucos a sensação que sentia, e em menos de alguns minutos, suas mãos entrelaçaram-se nos fios castanhos, estimulando-o a continuar o trabalho.
Depois de umedecer o local, voltou seus lábios novamente a boca de Enma, arrancando-lhe um beijo.
Aproveitando o momento de distração, começou a colocar seu membro dentro da entrada apertada do pequeno Shimon. O mesmo se contorceu ao sentir a dor invadindo seu corpo.
– Aaaah! – o membro estava completamente posto, o Kozato não pode impedir que o grito de dor deixasse seus lábios, suas unhas cravaram-se na pele do Sawada, e quem ao menos achava que Natsu reclamaria de dor, enganara-se. O castanho somente sentiu mais prazer ao sentir tal dor.
Virou-se para ver a face arfante e corada do ruivo, o mesmo aos poucos se acostumando com o volume dentro de si. Com os lábios entreabertos, como se pedisse por mais, o Sawada beijou novamente a face arfante do menor, antes de começar a se movimentar no pequeno.
As unhas ainda cravadas em suas costas aumentaram o aperto, e as costas do ruivinho foram arqueadas, cada vez mais procurando sentir as estocadas do Sawada.
A mão de Natsu foi para a curva das costas do menos, dando-lhe apoio e às vezes, passando de leve, a mão pelo local, gerando alucinações de prazer ao Shimon. A outra foi para as coxas do mesmo, onde a apertava levemente, mas tal ação só piorava a situação arfante do pequeno.
– N-Na-Natsu-kun – arfou entre gemidos, enquanto sentia cada vez o membro alheio entrando e saindo de seu interior.
Tentado a fazê-lo sentir mais, levou a mão ao membro abandonado do outro, fazendo-o delirar, as mãos de suas costas foram soltas e presas aos cabelos castanhos, puxando-os pela raiz, de forma tentadora.
Seus lábios se juntaram mais uma vez, e os gemidos eram abafados pelas bocas um dos outros.
Por final, Enma despejou entre os corpos, sujando ambos, e comprimindo seu interior, na qual apertara o membro de Natsu, e consecutivamente o fez gozar dentro do pequeno Shimon.
Desabaram no chão. Enma mal era capaz de se mover, rafava com o pouco de ar que tinha em seus pulmões, enquanto Natsu arfava com um pequeno sorriso nos lábios, um de seus objetivos tinha sido completado.
– Consegue colocar a roupa, Enma? – perguntou o castanho, abotoando suas calças e vendo o menor ainda arfando no chão.
– A-Acho... Q-Que sim – murmurou baixinho, ainda envergonhado pelo que acabara de fazer com uma das partes de seu melhor amigo.
– Vou te ajudar então – sorriu para o menor, fazendo-o corar ainda mais.
Com cuidado, sentou-se em cima do pequeno, abotoando os botões de sua camisa, o mesmo corou em extremidades, ainda ais quando o Sawada sorriu para si mais largamente.
Ainda encabulado, falou que poderia por as outras peças de roupa, sozinho. E não tardou a que subisse sua calça e box, sobre os olhar divertido do castanho.
Cansado, tentou dar um passo para se retirar do local, mas antes mesmo que tal coisa ocorresse viu suas forças esvaindo-se, mas quando pensou que iria se chocar contra o chão, eis que os braços do Sawada envolveram sua cintura.
Pode ver s olhos alaranjados brilhando em divertimento, juntamente ao sorriso e o movimento de negação com a cabeça.
– Enma-kun, não faça o que não consegue – sussurrou em seu ouvido, por fim, quase lhe tirando um pouco de sanidade que seu ser ainda abrangia.
Somente pode corar e no outro momento quando foi perceber, o mesmo havia lhe pegado pela coxa e o posto em suas costas, com facilidade.
O blush de suas bochechas aumentou, principalmente quando o Vongola passou pela porta da sala de treinos, com si ainda em suas costas. A única coisa que fez, foi esconder seu rosto vermelho no cabelo do Vongola.
–--- Enfermaria ----
Alguns alunos foram à enfermaria, um deles havia se machucado, e no final, não demoraram a achar o local, quando um dos empregados, os mostraram. Luiz Fernando Yamaji havia sem querer se machucado, e agora como auxilio ele e mais três pessoas, duas meninas e um menino, iriam o ajudar na enfermaria.
Uma das estudantes, Chibina Nekomari, abriu a porta da pequena sala, que aparentemente estava normal.
Não tardou que logo os outros três entrassem a sala.
– Eu não gosto muito do clima desse lugar – o Yamaji pronunciou, seus olhos castanhos lama levemente tremeram, e seus cabelos pretos, caídos um pouco de lado – mas que seguia reto -, parcialmente tamparam um de seus olhos trêmulos.
– Eu tenho a leve impressão de alguém aprontou aqui – Lucas Black pronunciou, cabelos entre preto, curtos e levemente bagunçados, seus olhos em azulados, brilhando em puro êxtase por de trás das lentes de contato que seu óculos negro o proporcionava. Aparentemente tímido e fofo, mas as aparências sempre enganam.
– Pode ter certeza que não é somente você – os olhos violetas de Neko brilharam em emoção. Seu cabelo preto, mas com reflexos roxeados, balançaram juntamente a sua cabeça, quando a mesma se virou para uma de suas amigas.
Hitori Hoshi, tinha seus olhos heterocromáticos, verde no esquerdo e seu direito em dourado, virado para uma maca jogada no canto do pequeno local, seus cabelo negro, curto e um pouco repicado, virou-se em direção a Chibina, enquanto seus lábios tinham um sorriso nenhum pouco inocente.
Hoshi não era pervertida, talvez um pouco, mas era observadora, já que amava observar os diversos lugares na qual passava e gravar em fotografias vários momentos de sua vida ou de vida alheia.
Nisso era igualmente a Neko, adoravam fotografar os momentos da vida, mas diferente da morena de cabelos curtos, a roxeada, ou quase uma, era uma completa pervertida, e neste caso, eram uma dupla perfeita para tirar fotos.
– O que acha? – Hitori perguntou, o sorriso não abandonara seus lábios, estava animada.
– Vão nos render boas fotos essa viagem – sorriu pervertido a Nekomari.
– Acha que eu tenho chances de minha foto dos sonhos? – os olhos bicolores brilharam imaginando sua foto perfeita.
– Por que não? – exclamou a roxeada também pensando nas suas.
– Ano... O que... Vocês duas planejam? – o pequeno Yamaji perguntou, com medo do que aquelas maníacas por fotografias iriam aprontar.
– Sabe que elas são... Malucas, certo? – comentou o Black timidamente, enquanto dirigia-se a maca, a fim de pegar um pequeno kit de primeiros socorros que a mesma tinha em cima.
– Espera! – a Chibina e a Hitori gritam juntas, Lucas paralisou levemente pelo grito agudo das duas, e aproveitando o momento, maquinas fotográfica apareceram em suas mãos, onde algumas fotos da pequena maca foram tiradas.
– O que vocês estão fazendo? – sinceramente o Black não estava entendendo nada, juntamente a Luiz.
– Aconselho a não sentarem nessa cama – Neko murmurou, com os olhinhos brilhando, somente por imaginar quem estaria ali. A ela iria descobrir.
– Por que...? – o Yamaji se pronunciou, com receio do que passava na mente das duas.
Já Lucas somente olhou com mais atenção para a cama, antes de perceber o motivo. Realmente não era uma boa opção se sentar ali, mas não pode deixar de sorrir com aquilo.
– Sendo direta – Hitori começou, tentando tirar a confusão do moreno.
– Transaram ali – Lucas simplesmente respondeu, fazendo o outro garoto engasgar com sua própria saliva, e corar em vermelho brilhante.
– Transa yaoi – Neko respondeu com seus olhos brilhante e aquilo foi definitivo para que o pobre Yamaji corasse dos pés a cabeça.
Os três saíram da sala, deixando o moreno para trás, enquanto conversavam que poderia ter estado ali, com muitas opções em suas mentes e consecutivamente, esquecendo o principio de terem chegado lá. Ajudar o Yamaji.
Mas agora nem mesmo ele se lembrava do machucado, somente olhou mais uma vez para a maca na enfermaria, antes de corar novamente e sair correndo do local.
–--- Pulando algumas horas ----
As pálpebras levemente se moveram, sues olhos castanhos se revelaram, brilhando em curiosidade para saber onde estava. Não demorou muito para que logo reconhecesse seu quarto, enquanto ainda estivesse na Vongola.
Sentou-se na cama, ignorando a dor súbita que sentira a fazer tal movimento. Seu corpo inteiro doía, doía principalmente nos quadris.
Suspirando, e com as memorias já repostas em seu lugar, andou em direção ao banheiro.
Como qual quer outra vez, se sentia sujo e nem mesmo os diversos tipos de sabonetes lhe limpariam aquela sujeira na qual sentia em seu corpo inteiro.
Em um suspiro, andou em direção ao banheiro, ou ao menos assim achava, não tardou para que alguém batesse na porta de seu quarto, lhe interrompendo o ato planejado.
– Tsuna, abre a porta – a voz de Natsuyoshi foi ouça do outro lado da porta, enquanto as batidas incessantes na mesma, ainda eram ressoadas.
– Há-Hai! Espera Natsu-kun – falou o castanho, não tardando a andar em direção a única entrada de seu quarto.
– Yoo – sorriu seu outro eu, ao terminar de abrir a porta. Sem nem mesmo pedir permição, entrou no quarto alheio.
Deu um passo a frente, ficando cara-a-cara com Tsunayoshi, estava maior que Tsuna e isso não passou despercebido pelo menor.
– Hey, c-como você p-pode ser maior q-que eu? – perguntou inflando as bochechas, deixando-as mais gordinhas que o normal. E tal coisa fez com que Natsuyoshi minimamente corasse.
– Não sei... Chi-bi – soletrou a última palavra, somente para ver o menor emburrar-se mais ainda. Tão adorável que pouco faltava para não tomar aqueles lábios formados em um pequeno bico.
– Que mau – choramingou, desinflando as bochechas.
Sorrindo, Natsuyoshi jogando-se na cama de casal que o mesmo tinha. Formando um silêncio agradável, mas indesejado, Natsu não sabia por onde começar a falar. E Tsuna parecia ter percebido um certo desconforto com seu outro eu.
– P-Precisa de a-algo Natsu-kun? – o castanho perguntou, com certo receio, virando levemente a cabeça de lado, o pequeno blush, já normal, espalhando-se pelas bochechas.
– Precisar eu preciso, mas fica para outra hora – sorriu para o menor, que sorriu um pouco corado.
Para não cansar-se Tsunayoshi sentou na extremidade da cama de casal, com os olhos alaranjados do outro Sawada observando-o, sem se quer perder um único movimento.
– A-Ano... N-Natsu-kun? – chamou-o.
– Sim? – perguntou, comprimindo sua face contra o travesseiro macio que a cama lhe proporcionara.
– E-Está... B-Bravo c-co-comigo? – o receio era evidente em sua voz, enquanto mordia seu lábio inferior, com medo da resposta que seu outro eu lhe daria.
– Bravo? – indignou retirando o travesseiro de sua face, com a ira presente em sua voz. Estava com raiva. Muita raiva, mas nenhuma era direcionada a Tsunayoshi – Muito bravo – exclamou irado para o desespero do menor, que silenciosamente deixou algumas lágrimas rolas as bochechas – A Tsuna... Estou irado – aproximou-se do menor, o mesmo tinha medo do que seu eu poderia fazer consigo mesmo, mas acalmou-se ao ver Natsu secando as lágrimas que escorriam em suas bochechas com o polegar – Mas nada com você – encostou sua testa na do pequeno, as respirações coladas, e os lábios a centímetros.
– E-Então...? – perguntou ainda inserto.
– Eu sou possessivo – passou uma de suas mãos pela barriga do menor, fazendo-o arfar – Cuidado com o que brinca – sussurrou na orelha do menor, fazendo-o conter o gemido que com toda a certeza escaparia de seus lábios.
– Na-Natsu-kun – gemeu o nome do outro, de forma tão inocente que o fez perder momentaneamente a sanidade.
– Você não sabe o quanto eu quero... – e com o inicio de tal frase, jogou o menor contra a cama, rasgando seu pudor sua blusa, expondo as marcas de seu corpo, e os mamilos já excitados, passou a língua pelos lábios, apreciando a visão — ... Retirar sua inocência por completo. – apertou com uma das mãos o mamilo do menor, fazendo-o arfar em pura excitação.
Seus lábios foram tomados sem pudor algum, às línguas começaram a brincar uma com a outra, se entrelaçando. Tsunayoshi fechou os olhos castanhos, ao sentir a mão de seu outro voltando a massagear seu mamilo.
Suas costas se arquearam ao sentir o toque alheio, e um gemido foi abafado pelos lábios de Natsuyoshi.
As mãos do maior começaram a passar pelo corpo pouco definido do menor, sentindo o mesmo se contorcer sobre os toques nenhum pouco inocente. Seus lábios, que antes brincavam com o de Tsunayoshi, desceram pelo corpo alheio, deixando suas marcas.
– Por que...? – perguntou o maior em um quase gemido, mordendo o pescoço de Tsunayoshi, fazendo o mesmo arfar mais ainda e murmurar algumas palavras sem nexos em meio a gemidos constantes e agudos – Sua pele tem que ser tão convidativa...? – mordeu desta vez o ombro do menor, fazendo-o levemente gemer em protesto – Talvez se você menos passivo... – murmurou, perto da pele do castanho, o mesmo se contorceu ao sentir o hálito quente do outro Sawada fazendo cosquinha em seu pescoço – Talvez você fosse só meu... – mordeu o lóbulo da orelha de Tsuna, enquanto sua língua rodeou a mesma.
– D-De-Desculpe... – baixinho, despejou a palavra em um murmúrio, sua voz rouca e falha pelos gemidos, excitaram mais ainda o maior.
– Você é Sawada Tsunayoshi-kun no final... – pode sentir o sorrisinho de desgosto no final da frase. Algo não diretamente relacionado a si ao menos.
Mas antes mesmo que Tsuna pudesse indignar alguma coisa, seu corpo foi prensado contra o de Natsu e a blusa que antes estava rasgada em seu corpo, foi calmamente retirada pelo maior.
O castanho maior voltou a tomar os lábios do outro, enquanto suas mãos rasgavam a blusa de Tsunayoshi em partes relativamente grandes.
Ainda beijando o pequeno, com habilidade, amarrou as mãos do castanho em cada extremidade da cama, sem que o mesmo se quer reparasse em tal fato.
Quando o mesmo foi reparar que suas mãos encontravam-se amarradas, era tarde de mais, Natsu alisava seu corpo inteiro com suas mãos, enquanto sua boca fazia questão deixar os lugares marcados sem piedade alguma.
– Aaah! – em um movimento um pouco limitado, arqueou as costas, ao sentir o maior abocanhando um de seus mamilos, enquanto uma de suas mãos começava a desabotoar sua calça.
A peça de roupas incomoda não tardaram a ser jogadas em qual quer canto do quarto, expondo por completo o corpo do menor.
Natsuyoshi desceu seus lábios em uma trilha de beijos e caricias pelo abdômen de Tsunayoshi, antes de sua língua começar a enroscar no membro já ereto de seu outro eu.
Sentiu o moreno menor arquear as costas quando os típicos movimentos de vai e vem deram inicio em sua boca. Tsunayoshi gemia baixinho enquanto soltava alguns protestos desconexos em meio às sensações de prazer.
Era adorável, e essas reações feitas por Tsunayoshi só estimulava mais ainda Natsuyoshi a brincar com o pequeno moreno.
Uma das mãos de Natsu foi em direção à boca do menor, desferindo dois dedos dentro da mesma, que se encontrava aberta devido à caricias, na qual geravam prazer a Tsuna. Seus dois dedos começaram a brincar com a região da boca do menor, ao mesmo tempo lambuzando-se.
O maior podia sentir o castanho abaixo de si, remexendo-se e a tudo o custo, tentando tirar as amarras de suas mãos. No entanto, tal fato não era para que Natsuyoshi parasse seus estímulos, muito pelo contrario, era para que os toques aproximassem.
O loiro sorriu, aumentando as sucções, e sentindo cada vez mais o pequeno gemendo contra seu dedo e consecutivamente, perto de seu ápice.
E tal coisa não tardou a ocorrer, não foi preciso muito para que o gosto do menor preenchesse a boca do outro Sawada, junto ao um suspiro de alivio.
Agora Natsuyoshi podia ter uma noção por que Tsunayoshi era tão desejado, o gosto do mesmo era viciante, desde aos lábios, corpo, qual quer coisa.
Atacara novamente os lábios do Sawada em um beijo de puro prazer o luxuria. Automaticamente, Tsuna sentiu seu próprio gosto, junto à língua de seu outro eu, brincando com a sua e vez enquanto chupando-a.
As caricias desceram, atacando o pescoço do Vongola menor, deixando marcas avermelhadas, que com toda a certeza ficariam roxas. Seus lábios ainda fizeram questão de chupar com mais força e até mesmo morder, a marca em que Reborn fizera.
Arrancando um gemido longo, junto há um pouco de dor, Natsu desceu seus lábios, dando de encontro com os ombros de Tsunayoshi, depositou leves mordidas no mesmo, enquanto sua língua arrastava-se por aquela região.
Subiu uma trilha de beijos pelo braço do menor, fazendo questão de colocar parcialmente seu corpo por cima do outro, ajoelhado na cama, com cada perna de um lado do corpo de Tsuna. Seus lábios sutilmente tocaram as mãos do menor, antes de sua boca, lambuzar parcialmente os dedos do menor.
Começara movimentos sinuosos, brincando com a língua, pelos dedos do castanho, o suficiente para fazê-lo gemer abafadamente, antes de suas mãos cravarem quatro dedos na costa de Tsunayoshi e com o polegar, esticar os mamilos do mesmo.
As costas do menor foram parcialmente erguidas pelas mãos de Natsu, enquanto sua cabeça era jogada para trás. Como se ainda quisesse mais, Natsu sentara em seus quadris, estimulando-o com os quadris.
A boca do mesmo voltara a descer, indo em direção à face do mais novo, pequenos beijos foram depositadas na mesma, primeiramente na testa, depois se seguiu para os olhos tão amados do maior, bochechas levemente rosadas, nariz e terminara com um beijo nos lábios.
Mas aquele beijo não ficou somente em um simples selinho. Tsuna separou os lábios, dando a permissão para Natsu prosseguir, o mesmo não pensou duas vezes antes de mais uma vez outro beijo ocorresse.
A falta de ar no final fez jus, separaram-se com leves selinhos, antes do maior morder e chupar o lábio inferior do menor. Tsunayoshi acabou por gemer pelo ato que o outro fizera.
Sorriu de lado, descendo um pouco. Estava se preparando para entrar no menor. O mesmo estremeceu levemente, mas já deveria estar acostumado com aquilo, ou assim deveria ser.
Desabotoou sua calça sem muitos esforços e entrara no menor em somente uma estocada, antes de mais uma vez seus lábios chocar-se em mais um beijo, aliviando um pouco a dor que o menor sentira.
Sem muito esperar, começou a estocar, notando o pequeno abafar os gemidos contra seus lábios, o mesmo começara a se agitar e mais que nunca, procurava-se arquear as costas.
Os dedos de Natsu percorreram em um leve encontro contra o corpo do menor, subindo em direção as mãos amarradas de Tsunayoshi, e quando o menor finalmente pensara que se veria livre das amarras, eis que para sacanear, Natsu somente faz questão de amarrar cada laço em seus braços com mais força.
Sentiu-o gemer em desaprovo. Mas compensou-o, suas mãos foram para a cintura do menor, agarrando-a com a força, estilando mais ad investidas em seu interior, sua boca foi em direção aos mamilos alheios, mordendo e mordendo sofregamente.
– N-Na-Natsu-kun — Tsunayoshi somente pode gemer pelas sensações sentidas. Era certo? Com os outros poderia ser mais relevante, mas tecnicamente, ela estava fazendo com sigo mesmo... Da mesma forma que era prazeroso, era de certa forma estranho.
Mas por hora, seus pensamentos foram esquecidos, quando a mão do maior envolvera seu membro, começando a masturba-lo em movimentos rápidos e longos. Apertara seu membro entre os dedos, arrancando cada vez mais do pequeno castanho, gemidos desconexos.
– T-Tsunayoshi – gemeu o maior, seus lábios foram em direção ao rosto do menor, mais especificamente, em direção ao lóbulo de sua orelha, onde mordera de leve, e sua língua deslizara pela extensão da orelha do menor.
– Unw – gemeu. Natsuyoshi lhe excitava por completo. Era como se a cada toque, precisasse de o dobro.
Natsu não aguentara mais, mais que nunca precisava do corpo do menor colado ao seu, e em um ato de alívio aos dois, desamara os braços do menor.
A primeira coisa feita por Tsunayoshi, foi levar suas mãos as costas de Natsuyoshi, cravando suas unhas na mesma, algo que necessitava. Pode sentir o maior de leve jogando a cabeça para trás pelo prazer sentido, suas mãos apertaram ainda mais a cintura do pequeno castanho, trazendo-o mais para perto de si.
Os movimentos cada vez ficavam bruscos e Natsu sentia Tsunayoshi mexendo-se no mesmo ritmo que si, mas o desejado para o maior não era chegar ao ápice por agora.
Retirou-se de dentro do menor, recebendo um gemido de desaprovo, mas momentaneamente, ignorou-o, sentara-se na cama, sobre o olhar atento do menor, que acabou por ajoelhar-se, mas antes mesmo que o outro pudesse falar mais alguma palavra, agarrou-o pela cintura e o fez sentar-se em seu colo.
O movimento assustou-o e enquanto gritava, Tsunayoshi colocou suas mãos ao redor dos pescoços do maior. Corou brevemente ao ver os olhos alaranjados brilhando com tantos sentimentos para si. Merecia tanto?
Entretanto, o mais importante era que estavam cara-a-cara. Natsu sorriu levemente, agora poderia ver as faces que seu castanho fazia.
Encabulado, Tsunayoshi desviou os olhos do seu outro eu, estavam perto de mais, e mesmo que aquilo ainda fosse bom, não deixava de ser de certa forma, constrangedor.
Natsu levara uma de suas mãos ao queixo do menor, voltando-o novamente para si, em um movimento rápido, mas ainda sim, delicado. Sorriu para o jeito tímido de sua outra parte, antes de novamente seus lábios voltarem a se encontrar em um beijo calmo.
Suas mãos circularam a cintura do menor, ajustando-o para a penetração, enquanto o mesmo ainda encontrava-se parcialmente distraído, tentando acostumar-se ao ritmo do beijo e preocupando-se com a língua alheia.
Pode sentir as mãos de Tsunayoshi apertando suas costas, quando o gemido de dor soltara de sues lábios, interrompendo momentaneamente o beijo que aos poucos se tornava mais quente.
Quando o menor viu-se preparado, começou a movimentar seu corpo para cima e para baixo, com a ajuda das mãos de Natsu, rodeando sua cintura em um aperto confortável.
Seus lábios mais uma vez encontravam-se, misturando salivas entre as penetrações que a cada vez tornavam-se mais ferozes. As salivas misturavam-se junto aos corpos, e o sangue também não tardou a fazer tal coisa. Em um ato um tanto irracional em meio às sensações, Natsuyoshi mordera a língua do menor, querendo saber também o gosto de seu sangue.
Os movimentos continuaram, a falta de ar fazia-se mais presente a medida do tempo, mas o maior parecia somente excitar-se mais. Desceu seus lábios pelo pescoço do mais novo, lambendo-o, fez o pequeno estremecer em maio aos movimentos, desceu mais um pouco, chegando aos mamilos do mesmo, voltou-a estimula-los com a boca, vendo-o jogar a cabeça para trás e as unhas cravarem-se cada vez mais em sua pele.
De certa forma, a dor também era prazerosa para Natsuyoshi. Talvez isso, ele devesse descobrir depois, com outro alguém.
Terminou os subidos pensamentos, ao ter seu membro comprimido pela entrada de Tsuna, o mesmo estava para desfazer-se e não tardou para aquele aperto, desse o impulso necessário para que Natsuyoshi também gozasse.
Chegaram ao ápice com um último beijo, as línguas brincando, e os fios de saliva escorrendo pelo canto da boca. Era uma sensação boa.
– Tsunayoshi – os movimentos cessaram, mas o nome do moreno mais uma vez fora proclamado em voz baixa, profunda, característico de seu ser no Hyper Mode, em seu ouvido – Seja meu... – sussurrou novamente, tentando levar o mais novo a loucura.
O que parcialmente dera certo. Tsuna não tinha muita sanidade em seu corpo, mas o pouco que tinha, ainda era capaz de concluir uma resposta. Entretanto, no momento somente pudera colocar seu rosto contra a camisa de seu outro eu, suas mãos agarrando-se ao pano encharcado de suor que cobria o outro Sawada.
Natsu entendia que o moreno não queria responder tal coisa. Eram muitos pensamentos, casos, acasos, para somente uma mente pensar. Era gente de mais... Tsunayoshi não conseguia entender, por que nos últimos dias, o mundo se virara para si.
O maior suspirou, afogando os cabelos do menor, mas não retirara a proposta, era de fato que ele queria o seu pequeno, tanto ou mais que muitos.
Esperou a respiração do menor estabilizar-se, e sabia que o mesmo também já havia pegado ao sono, com as mãos ainda firmemente agarradas a sua camisa. De fato foi complicado retirar-se do aperto que o mesmo lhe casou.
Tsunayoshi precisava de alguém para ficar com si, alguém que conseguisse perceber que o menor precisava de tempo, e que esses dias tão cheios não teriam seu termino.
Mas o Sawada tinha certeza, de que por agora ele, ou até mesmo ninguém, estava apto para aquilo.
Suspirando, viu o menor agarrado aos lençóis da cama, que parcialmente o cobriam. Despediu-se com um beijo na testa, enquanto seus dedos percorriam os cabelos acastanhados do menor.
Com um último olhar, retirou-se do quarto.
–---- Quebra de tempo -----
Tsuna remexeu-se na cama, tinha a estranha sensação de que estava dormindo de mais e que se continuasse deste jeito, acabaria esquecendo-se algo importante, ou simplesmente que lhe traria muita dor.
Os olhos castanhos abriram-se, e o despertador em cima da mesinha de quanto de seu quarto marcava mais ou menos duas e vinte e cinco.
Sua mente apitava em algo para mais ou menos aos três horas, só não sabia o que.
Fechou seus olhos por alguns segundos, tentando lembrar-se do que tinha esquecido e por que de sua mente começar a latejar tanto.
Finalmente lembrara-se.
As provas terríveis que Reborn fazia sobre a máfia. Agora com questões sobre o Nono também... O que se lembrava de que na reunião com o Nono, fugira da sala por que seus guardiões e avô tinha a boca grande de mais.
Ao menos Reborn tinha perfurado tudo em sua mente.
Abriu novamente os olhos, pronto para preparar-se para o maldito teste. Olhou novamente o despertador para conferir a hora.
Duas e cinquenta... ESPERA? O que?
A menos de dois minutos eram duas e vinte e cinco! Como assim?
– Maldita hora! – gritou enquanto pulava da cama, antes de sentir suas costas reclamarem de dor. E claro que o fato de estar despido não ajudou muito. Até se lembrar de algumas horas atrás.
Corou violentamente ao ter os pensamentos... De fato aquilo não ajudava muito.
Entretanto, no momento não tinha tempo para desperdiçar. Reborn com plena certeza não teria piedade.
Correu em direção ao banheiro, e ligou o chuveiro, sem nem ao menos esperar a água esquentar, seu corpo chocou-se contra as águas gélidas do chuveiro. O que de fato era reconfortante para o desgaste físico de seu corpo e mente. Também era uma ajuda para acordar.
Colocou uma roupa simplesmente casual, mas nunca sem se esquecer de ser comprida. Afinal, marcas indesejadas não deveriam mostrar-se. Com uma simples blusa de manga comprida e uma bermuda jeans, que definitivamente, muito lhe mostrava a perna, por somente ir até um pouco mais que a metade da coxa.
Calçou um simples par de sapatilhas masculinas, antes de correr em direção à sala que da última vez fizera a prova.
Pelo relógio de pulso, podia ver que tinha mais ou menos dois minutos, e certeiramente chegara à sala no tempo certo. Algum milagre talvez.
Abriu a porta com pressa, vendo que os alunos já estavam sentados em sua mesas, conversando com seus grupos de amigos, entretanto, pareceram parar tudo que faziam para olhar para si. Os olhares diferentes variavam a cada pessoa, mas todos tinham algo em comum, suspeitas.
Do final da sala podia ver seus amigos acenando para si. Takeshi, Hayato, Enma e Natsu, por alguma coisa, Giotto também estava na sala de aula.
As roupas de cada um eram no estilo casual, Yamamoto por exemplo, usava simplesmente uma regata azulada, na qual de seu pano desenhava-se uma pequena bola de baseball em preto no canto esquerdo de seu peito, usava uma simples bermuda branca, com listras verticais em negro, e por último um tênis branco.
Hayato limitava-se a usar algo como uma blusa de mangas vinho, quase roxo, calças jeans claras, na qual eram mais desabotoadas em suas coxas e joelho, seguia correntes caindo verticalmente pelos seus quadris, na qual em seu final, terminavam tão finas, que sem muitos esforços cortaria alguém. Em seus pés, um simples sapatênis.
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Seu apoio é fundamental. Torne-se um herói!Enma usava algo como uma bermuda abaixo dos joelhos, cor bege, sua blusa era um verde musgo, na qual em branco encontrava-se algumas coisas escritas em inglês. Algo ao básico, por cima uma jaqueta quadriculadas em diferentes tons de cinzas escuros, grafite e preto, eram abotoadas nos botões do meio e o resto era simplesmente aberto. Em seus pês, algo como sapatilha masculina azul marinha.
Natsu usava algo mais... Formal. Usava uma blusa branca de abotoar e uma gravata também branca, perto de um prateado, por cima, um moletom simples na cor preta. Sua calça era branca e destacavam suas pernas, e para completar o visual um sapatênis branco com quadriculados pretos.
Giotto destacava-se por somente usar algo como uma blusa laranja, com o desenho em preto de um fone de ouvido, da qual no mesmo destacavam-se notas musicais. Usava uma bermuda jeans escura, meio rasgada nos bolsos, e por último, calçava algo como um tênis preto com detalhes azuis e amarelos.
Tsuna sorriu para seus amigos, ainda meio encabulado com Natsu, e com Takeshi a coisa estava até que normal.
Cumprimentaram-se e começaram a falar sobre alguns assuntos banais. Perguntara também por que Giotto estava ali. A resposta fora de flato simples e comum: Reborn. No final, o maldito era a culpa de tudo mesmo.
Não tardou também, para que o demônio entrasse com sua postura de Reboyama-sensei em sala, na qual era incrível que ninguém percebia a mudança de um bebê para um adulto formado, para começar a aplicar sua tortura em palavras redigidas discursivamente ou simplesmente para marcar.
– Boa tarde turma – cumprimentou, colocando pilhas de papeis em cima da mesa, ao seu lado tinha Nezu, carregando mais algumas, Skull também acabava por ajudar, obrigatoriamente por ameaças, seu senpai.
O cumprimento não tardou a ser respondido em coro pela classe inteira. De quebra, algumas meninas suspiravam pela figura do sensei sexy.
– Reboyama-sensei... Vamos mesmo dar essa prova? – perguntou Nezu, levemente apavorado pelas quantidades de folhas que a mesma continha. E claro, as perguntas não poderiam ser mais complicadas.
Era com quem tinha prestado atenção nas reuniões inteiras.
– Essa será a prova final de vocês, avaliarei tudo que sabem sobre a Vongola, e quem não passar nela, perderá de ano... Explicados? – perguntou enquanto seus olhos onixes viam os olhos da turma se arregalarem, e quando uma inocente, de aparência, aluna foi perguntar algo ao sensei, eis que o mesmo interrompeu-a, antes mesmo que algo pudesse sair de seus lábios – Então muito bem, antes de começar a prova... Sawada Natsuyoshi, Sawada Tsunayoshi e Kozato Enma em pé – chamou os três, sobre os olhares curiosos de muito.
– Sim? – perguntou Natsu desinteressado, e levantando-se, de fato, ele estava melhor conversando com Giotto e às vezes Tsuna e Enma, antes de ser interrompido por Reborn. Seus assuntos sobre sabores de bolos estavam muito bons para serem interrompidos.
– A-Ano... O-O que? – Enma e Tsunayoshi praticamente juntos exclamaram, assustando-se por serem chamados de súbito por Reborn, até mesmo pularam da cadeira, arrancando alguns risinhos de alguns.
– Qual dos três ganhou a luta? – pergunta desinteressado, folheando alguns papéis em mãos, seus olhos de relance desviaram-se das folhas, fitando as faces dos três.
Enma e Tsuna pareciam corar encabulados e sem saber o que realmente responder. Natsu tinha uma veia pulsando em sua veia, pronto para gritar.
– Se você fosse à porra de um bom tutor, poderia ao menos saber responder ao invés de perguntar! Porra, para onde se meteu depois de quinze minutos de luta? – gritou, perfurando as palavras em gritos histéricos e estressados na cabeça de muitos.
– Só lhes dei privacidade para fazer o que quisessem – Reborn respondeu com um bom duplo sentido, e claro, muitos perceberam um sorrisinho vitorioso de certa rosada no canto da sala, como se exclamasse, eu avisei. Mas de forma decepcionada por não ter visto a cena.
Ela ainda teria suas chances.
– Oy, REBORN! – gritou Natsu, querendo no mínimo decapitar seu tutor a frente.
– Só me responda... Quem ganhou? – perguntou mais firme que da última vez, os olhos negros como a noite perfurando a alma de quem os fitasse, de forma, assustador, como o cara inteiro.
– Tsch, empate – emburrou-se Natsuyoshi, de todos, o único que com poucas palavras era capaz de retirar sua calma, era Reborn.
Mas não ficou assim por muito tempo, tremera de medo, mesmo que mais disfarçadamente do que o resto da turma, incluindo Enma e Tsuna que pareciam uns gatinhos enfrentando uma pantera, ao ver o sorriso do tutor sádico.
– Então para vocês o teste será diferente... – começou ganhando gemidos de desagrado de muitos, na qual pensavam que eles receberiam um desconto, coitados dos três, os mesmo sabiam que as suplicas deles deveriam ser ouço por Kami se quisessem viver – Quero um resumo completo da briga entre a Shimon e Vongola, na época Primo, isso inclui a visão de Daemon sobre os resultados e do Primo Cozart e Ieyasu... – Gitto gemeu em protesto quando ouviu seu nome verdadeiro –... E também, quero que falem sobre os acontecimentos com Dameon ano retrasado... Ah, quero que falem também de Ieyasu ter fugido do segundo Don Vongola na visão da segunda geração e na visão de Giotto, além do resto dá matéria que pedi para estudar – de fato... Reborn era um pesadelo.
– ESPERA! – Giotto gritou – Eu não fugi do Ricardo-kun! – exclamou em desgosto, virando sua face de lado, um simples bico formara em seus lábios.
Agora alguns sabiam de onde Tsunayoshi tinha herdado aqueles genes. Claro que Giotto não os usava de mais, afinal fora ensinado a viver como um chefe de máfia, sem mostrar expressões.
– Não é o que consta os arquivos – Reborn sorriu, antes de aproximar-se da mesa de Tsuna, Enma e Natsu, depositando uma prova com mais ou menos umas vinte folhas, sem contar o vice-versa.
Enquanto os três, e boa parte do resto da turma ficaram boque abertos, Giotto grunhiu em desgosto, arrancando um sorriso de lado de Reborn.
Estressar chefes fodões de máfias com temperamentos infantis e/ou explosivos era divertido.
E depois de tal coisa, não tardou para que Nezu e Skull começassem a distribuir as provas para a classe, quando o roxeado se aproximou da carteira de Tsuna, para entregar a prova de um aluno, pode ver o menor sorrir para si, amplo, somente pode encabular-se e atrapalhar-se com um sorriso, claro que aquilo arrancou uns grunhidos de alguns.
–---- Quebra de tempo -----
Liberdade!
Depois de mais ou menos umas duas horas inteiras fazendo aquela maldita prova, Tsuna acabara. O mesmo agora ia em direção à cozinha. Lembrava-se não ter comido desde manhã, e de fato, agora mais ou menos quase seis horas, tinha certa fome.
Lembrava-se de ser o último a acabar a prova, Reborn o esperava calmamente na mesa do professor, era somente entregar a ele. E tal ação não tardou a ocorrer para que agora estivesse percorrendo os corredores Vongola.
Alheio, om pensamentos envolvendo sua mente, nem percebera que se esbararia com alguém, Giotto mais exatamente.
Mas antes mesmo que seu corpo pudesse ir contra o chão, sentira o maior agarrar seu braço, salvando-lhe da queda, que provavelmente machucaria e muito.
– G-Giotto-san – sorriu pequeno para o Primo, vendo o mesmo lhe retribuir o sorriso, amplamente. Somente pode corar com o sorriso direcionado a si. E de fato, estranhou Natsu não estar com o Don... Os dois estavam tão juntos por esses dias que era de se impressionar.
– Tsunayoshi-kun... – murmurou o outro, com olhos azulados brilhando perto de um alaranjado – Estava indo para onde? – perguntou, curioso para com que o menor estava para fazer, o mesmo somente corou um pouco mais pela atenção dirigida a si.
– Ah... E-Eto... C-Co-Cozinha... – sussurrou baixinho, estava levemente envergonhado por aqueles olhos azulados fitar-lhe com tanta intensidade. Tsuna estava começando a ver problemas com sua ida à cozinha.
– Ah! Eu também vou! Quero um bolo, vamos juntos Tsunayoshi-kun – convidou o mais velho, bagunçando levemente os cabelos do menor, que só pode aumentar o blush de suas bochechas.
Alguns segundos de silêncio um tanto agradável, mas ainda um pouco constrangedor, instalara-se entre os dois, antes de por milagre, Tsuna resolver quebra-lo.
– A-Ano... N-Natsu-kun não e-está com v-você? – perguntou enquanto brincava com os polegares. Estavam perto da cozinha, e Giotto desviou seus olhos da porta da mesma, somente para ver a reação adorável do menor.
– Parece que ele está cansado da prova mostro do Reborn – sorriu divertido o mais velho, vendo baixinho o castanho grunhir ao lembrar-se de sua tortura – Ele parece pegar bem pesado com a máfia... – por alguns segundos os olhos de Giotto ficaram tristes, por ter que envolver uma criança tão inocente nesse mundo obscuro.
– A-Ah... R-Reborn é um e-espartano! – exclamou o menor, um pouco emburrado e com medo ao lembrar-se das formações variáveis de seu tutor – M-Mas se n-não f-fosse por e-ele... A-Ano... E-Eu o a-agradeço de mais – sorriu, deixando as lembranças invadir sua mente.
– Serio? – Giotto pareceu deixar seus olhos iluminarem-se com a resposta do menor, que somente concordou timidamente com a cabeça, enquanto o loiro abria a porta da cozinha.
A mesma tinha duas garotas sentadas na mesa conversando, poderiam identificar-se com a aparência de uma com cabelos castanhos, longos e lisos, duas fivelas avermelhadas separavam mexas de seu cabelo de sua franja, enquanto seus olhos avermelhados fitavam um pote de sorvete de chocolate com morango a sua frente, suas mãos tingidas com um esmalte avermelhado. Brincava com a pequena colher prateada, sua outra mão livre dirigiu-se para a borda de seu cachecol da mesma cor que suas unhas, endireitando-o.
Sentada na outra extremidade, uma menina de cabelos pretos, lisos, as mexeras negras, parcialmente caiam em seus olhos azulados, enquanto o mesmo dirigiam-se a um pote de sorvete sabor Blue Ice, a colher prateada prendia-se entre seus lábios, enquanto suas mãos, na qual as unhas eram pintadas de azul celeste, endireitavam o cabelo caia em seus olhos.
– A-ano... B-Boa tarde A-Ai-Aizawa-san... W-Wa-Walker-san... – cumprimentou Tsunayoshi levemente encabulado, vendo as duas retribuir-lhe o cumprimento, com um sorriso alegre em lábios.
As mesmas voltaram a olhara para o sorvete, enquanto algo era parcialmente sussurrado entre as duas, uma brincadeira talvez...?
Giotto olhou-as com atenção, enquanto Tsuna preparava um pequeno sanduíche com suco de laranja, sua Hyper Intuição lhe dizia que algo bom viria... Somente bastava saber o que.
Pegou um pedaço de bolo na geladeira, e enquanto o menor comia, ainda podia ver as duas garotas conversando sobre algum assunto misterioso, a da morena, alguns risinhos abafados, já a castanha limitava-se a somente sorrir em divertimento.
Por final, Tsuna e o loiro acabaram de comer, colocaram a louça em cima da pia, e ficaram conversando algumas bobeiras na cozinha, antes de retirarem-se.
Mas antes que pudessem sair da cozinha sem que algo anormal ocorresse, as duas meninas levantaram-se da cadeira, indo colocar a louça na pia também. Entretanto, tal coisa não ocorreu, a Walker acabou por acidentalmentetropeçar em seu próprio pé, sendo agarrada pelo braço como ajuda pela a Aiazawa, que escondeu o risinho. O pequeno pode com sorvete azulado, que a mesma tinha deixado derreter por não querer mais, voou de suas mãos. Destino?
Sawada Tsunayoshi.
Giotto sorriu para o plano simples, mas que ajudaria bastante das garotas.
– DESCULPE-ME! – os olhos azulados se arregalaram demonstrando arrependimento, entretanto nenhum existia, ao ver o castanho completamente sujo pelo doce.
– Ah... S-Sem p-problemas... – sorriu tentando tranquiliza-la, a mesma pareceu se alegrar antes de acenar com a cabeça.
– Não se preocupem – Giotto sorriu, ficando na frente de Tsunayoshi, antes de pega-lo em um movimento rápido no colo, em estilo noiva, assustando-o e o fazendo gritar no meio a ação – Eu cuido dele – e como agradecimento as duas, mandou-lhes um olhar e um sorriso caloroso, quase que exclamando: Obrigado.
Com tal ação feita, retirou-se da cozinha, com um pequeno moreno agarrado ao seu colo, escondendo seu rosto, na qual corava em demasia, em sua blusa.
– Katharina-chan... Eu posso morrer em paz! – exclamou a morena, antes de cair para trás, com um sorriso pervertido no rosto. A Aizawa limitou-se a sorrir, levemente pervertida.
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