Volver a verte

4 Y el dolor… No desaparecerá.


Notas iniciais
Voltei, eu tive que alterar algumas coisas neste capitulo por que eu tive uma linda ideia pra prolongar essa história que é curtinha *o* Gente o titulo desse capitulo é com base na musica "No desaparecerá - Reik" é linda demais *-* E a musica que elas dançam é outra linda do Reik com a Maite Perroni que eu AMO . Se quiserem escutar. Obs.: Amo Reik, amo musica latina *-* Boa leitura, nos vemos lá embaixo.

Emma foi para casa de sua mãe, estão tendo a oportunidade de um recomeço como mãe e filha, ela e Regina não se viam desde o sábado. Regina estava muito ocupada com seus assuntos e não pode ir até a casa da sogra e Emma estava empenhada em ajudar sua mãe e Mary com os últimos preparativos do casamento que seria no sábado.

Terça-feira, Regina saiu logo sedo para o lar amanhecer, as crianças estavam todas prontas hoje — infelizmente — era o dia da mudança, estavam indo para um outro lar na cidade ao lado, até que não era longe mas para Regina era o fim, ela amava aquelas crianças e seria muito difícil ficar longe delas. Regina ajudou todos com suas coisas e quando ônibus chegou para busca-los ela fez questão de ir junto, ao todo eram 7 crianças que habitavam o lar amanhecer.

Três adolescentes, Fernanda, Marina e Lucas. Que tinham entre 14 e 16 anos. Matheus de 11 anos, Gabriela e Gabriel que eram gêmeos e tinham 7 anos. Rafaela de 5 e por fim a mais jovem, Sophia com 2 aninhos de idade, a única que Regina cuida desde bebê. Como Regina tinha que trabalhar, Dona Lourdes era a responsável de morar com as crianças, essa estava em desespero, pois estava perdendo seus chiquitos e junto seu emprego e nada podia fazer.

Quando chegaram ao novo orfanato Regina resolveu passar a noite lá para ver se ficava tudo bem, sua Maior preocupação era com Sophia, era muito pequena e estava assustada com toda a mudança.

Já era manhã de Quarta-feira, Emma saiu logo cedo em direção a mobiliaria e fechou o contrato de compra do terreno, estava super feliz. Acabara de assinar os papeis que colocaria o sonho de sua avó em pratica. Não quis esperar mais nada para começar, com os papeis nas mãos já contratou a construtora e já deu inicio a obra. Havia muito a fazer e Emma tinha ânsia que ficasse tudo pronto logo.

Regina chegou em sua cidade acabada, estavam em cacos, sentia como se tivessem tirado um pedaço de si mesma, amavam tanto aquelas crianças. Ela foi direto a costureira, hoje seria a ultima prova do vestido, foi a primeira a chegar, havia combinado de todas as madrinhas experimentarem juntas, isso deu um animo a morena pois por fim veria sua amada.

Assim que Emma chegou viu Regina sentada no sofá, se aproximou cheia de saudades, nunca havia se sentido assim com ninguém, se sentia uma boba apaixonada.

— Oi minha linda, que saudades!

Se abraçaram forte, Regina precisava de um apoio estava muito triste e Emma queria comemorar estava muito feliz. Trocaram um beijo rápido e se afastaram um pouco para se olharem nos olhos, Emma queria contar as novidades so que reparou um brilho triste nos olhos de Regina.

— O que aconteceu Gi, está tudo bem?

Emma passou as mãos pelos cabelos negros da namorada e fixou seus olhos nos dela.

— Está sim meu amor. Também estava cheia de saudades.

Regina não queria demonstrar sua tristeza, nunca foi de se lamentar com as pessoas, preferia guardar para si. Emma desconfiada porém com receio de ser invasiva.

Assim que Regina experimentou o seu vestido apenas esperou com que Emma o fizesse, ficou sentada observando a bagunças de algumas de suas primas, tias e colegas que seriam madrinhas também. Assim que acabaram foram embora no caminho passaram na padaria e compraram algumas besteiras para comer.

Estavam abraçadas no sofá assistindo televisão quando Mary e David chegaram eufóricos.

— Chegamos em má hora mô, elas estão em acasalamento...

David já chegou ascendendo as luzes.

— Que gracinha minhas cunhadas-barra-irmãs. Era com vocês mesmo que nós queríamos falar. – Mary pulava que nem canguru.

— Fale! – Disse Emma curiosa.

— Fala você David.

— Ah fala você mô.

— Não bebê, fala voxê.

— Fala logo caralho. — Regina disse já nervosa e curiosa.

Os dois as olharam assustado.

— O que acham de serem minhas madrinhas. – Mary disse muito animada batendo palminhas. E David afirmando com a cabeça.

— Er.. Mais já somos madrinhas. – Emma falou não entendendo nada.

— David Nolan, você deixou a Mary beber? – Regina se ajeitou no sofá com uma expressão séria.

— Ei calma, eu não bebi, eu sei que já são minhas madrinhas mas queria que fossem madrinhas especiais.

— Como assim?

— David explique! – Mary ordenou.

— Pau mandado. – Regina disse baixo, fingindo estar tossindo.

— Cale a boca e escuta energúmena. Vocês vão entrar juntas, uma com a outra.

— Isso, pensamos bem e por que não, são um casal e amamos vocês...

— ... E queremos fazer um casamento diferente.

Emma olhou pra Regina, que lhe sorriu, era maravilhoso, as duas adoraram essa novidade.

— E pode? – Regina perguntou receosa.

— o Padre não vai implica? – Emma completou.

— Foda-se. Eu quero vocês juntas e acabou!

— David! – Mary deu um tapa na cabeça do futuro esposo. – O casamento vai ser no sitio e não na igreja acho que não vai ter problema, e ele só vai ver quando vocês estiverem entrando, duvido que ele pare a cerimônia por isso.

— Eu aceito, vou adorar ver a cara desse povinho quando nos verem juntas, o que acha Regina?

— Por mim maravilha! – Regina sorriu, mas estava sem muito animo não tirava suas crianças da cabeça.

Mary conhecia muito bem a cunhada, sabia que ela não estava muito bem, e acertou, sabia que tinha que conversar com a amiga, mas agora não era hora tinha que ser quando estivessem sozinhas.

Quando a quinta-feira chegou Regina levou Emma até a casa de Eva e de lá foi trabalhar, como havia dois dias que estavam sem aparecer tinha muito serviço acumulado, a prefeitura tinha somente ela de funcionaria, então era correr pra por tudo em dia.

Regina fez tudo pode no escritório até o horário de seu almoço, pela tarde ela teria uns trabalhos externos, um deles era levar as escrituras das terras onde ficava o lar amanhecer para o novo dono. Ela não estava nem um pouco animada para ver a cara do infeliz. Pegou os papeis nas mãos e seguiu até o local. Quando chegou lá ela viu Emma e sua avó saírem da casa velha. Ela abriu a pasta da escritura, e leu o nome do novo proprietário, estava em choque.

— Emma Marie Blanchard.

Emma assim que viu a namorada foi toda sorridente em sua direção, já que ela estava ali contaria a novidade.

Para Regina aquelas crianças eram tudo, ela nunca perdoaria Emma por ter feito aquilo, tirou o lar de crianças órfãs. Quem tão mal faria isso, era imperdoável, Regina se sentiu mal por estar apaixonada por aquela pessoa.

Assim que a loira chegou perto, logo foi à abraçando, mas Regina se afastou bruscamente.

— Não toque em mim.

— Calma Regina, o que aconteceu?

— Aqui está! – Regina jogou a escritura com raiva no chão mesmo.

— Não estou entendendo!

— A única coisa que tem que entender é que eu não quero Mais te ver! Você é ridícula Emma, como pode fazer isso? Eu nunca esperaria uma coisa dessas de você, me dei conta que não te conheço, pensei que você era uma pessoa e você se mostrou outra completamente diferente.

Regina foi saindo em passos largos. Emma tentou segui-la. Mais sua avó não deixou.

— Deixa ela Ems, ela está de cabeça quente...

— Mas vovó eu não sei o que aconteceu! Preciso de uma explicação! – Tentou Mais uma vez mas a mais velha a segurou pelo braço.

— Você terá sua explicação, mas agora pelo que eu vi Regina está muito nervosa, se ir atrás dela será pior.

Emma estava muito alterada, queria saber o que havia acontecido com Regina. Por que a tratou daquele jeito. Não tinha motivos, não que ela saiba.

Regina voltou pro seu trabalho Mais sua cabeça estava a mil, não conseguia se concentrar com nada, tudo o que pensava era na maldade de Emma, e nas suas crianças.

Regina não entendia como podia alguém como Emma, alguém que ela tanto esperou por anos, ter coragem de fazer isso com pobres crianças.

Já Emma foi atrás da sua irmã – Mary – pra ver se ela sabia de algo. Já que eram amigas, ela com certeza deveria estar a par do que estava acontecendo.

Mary estava em casa, já que havia pegado férias do trabalho para a lua de mel.

— Mary! Me conta, eu não entendi nada, o que aconteceu com a Regina?

Emma entrou no quarto sem rodeios já foi perguntando. Mary estava em pé ao lado da cama dobrando roupas pra por na mala, olhou para Emma e levantou uma sobrancelha.

— Que paso Ems?

— Conte-me tudo, não esconda-me nada!

— Contar o que maluca? Eu que não estou entendendo nada.

Emma relatou para Mary o que havia acontecido, jogou a escritura em cima da cama e se sentou cansada e chateada com toda aquela situação. Mary pegou o papel e leu.

— Que escritura é essa Emma?

— É do terreno que brincávamos quando éramos crianças lembra? Eu e Vovó compramos, não é o máximo? – disse em um tom animado.

— Puta que pariu! – Mary colocou as mãos na cabeça. – Não acredito que fizeram isso, vocês não tem coração! Regina fez aquilo com toda razão eu no lugar dela tinha até feito mais! – Disse brava com a irmã.

— Ei Mary! Por que? Não estou entendendo, porque isso, é só um terreno com uma casa velha!

— Pois essa casa velha era o Lar Amanhecer! Lá moravam as crianças órfãs da cidade, as quais Regina é loucamente apaixonada, ela trabalhava pra praticamente sustentar o lar.

— Não acredito! – Emma arregalou os olhos – Agora eu entendo o porquê ela foi tão rude e por que estava tão nervosa. Mary acredite em mim quando digo que não sabia disso!

— Regina nunca falou pra você sobre as crianças?

— Não! Se tivesse falado eu teria insistido para conhecê-las. Eu e vovó compramos aquele terreno para abrir um centro de educação para crianças. Esse sempre foi o sonho dela lembra? Não faria nada se soubesse que lá era um lar.

— Regina não vai querer te ver nem pintada, quando mexem com suas crianças ela vira o bicho.

— Ah não, ela vai ter que me ouvir, não tive culpa. Você sabe pra onde as crianças foram?

— Acho que pra algum orfanato em uma das cidades vizinhas.

Emma voltou para o terreno onde Dona Emma terminava de passar todas as plantas pro arquiteto, na próxima semana as obras já estariam começando a todo vapor.

Quando Regina saiu do trabalho ligou seu celular que estava desligado. Tinham, 5 ligações da Mary e umas 25 de Emma, ela bufou e foi andando para seu local de sempre, precisava pensar e chorar...

Nas margens do laguinho Regina pode liberar suas lagrimas, e o frio da noite mais uma vez foi quem a consolou. Se sentia decepcionada, seu coração doía demais, abria e fechava os olhos queria que tudo aquilo não passasse de um sonho. Não queria acreditar que quem provocou todo o sofrimento de suas crianças era a pessoa por quem ela sempre fora apaixonada, grande tapa o destino lhe deu, agora que parecia que tudo ia melhorar, piora.

Quando se sentiu bem para se levantar Regina ligou para Mary avisando que não dormiria em casa essa noite. Mary preocupada insistiu para que a garota viesse, não obteve resultados. Regina tomou seu rumo e foi parar na casa de David e de sua mãe. Precisava de um colo, Regina era daquelas filhas que contava tudo para a mãe, só que depois da chegada de Emma não tiveram muito tempo para conversarem, e hoje poderia ser um ótimo dia para o desabafo.

~

— Emma, será que a Regina vem? – Mary estava sentada já pronta para o casamento.

Sábado chegou em um piscar de olhos, Emma havia tentado de tudo para se explicar com Regina, mas nada, a morena a ignorava totalmente.

— Claro que vem, ela não vai faltar no casamento da melhor amiga e do irmão, calma Mary. – Emma dizia da boca pra fora, por dentro estava torcendo pra que Regina aparecesse, estava se sentindo mal por tudo.

— Mary, vamos, está na hora de ir pra igreja. – Eva disse pegando a bolsa e o buquê da filha.

Mary respirou fundo, colocou as mãos no rosto. Emma observando toda a cena, saiu apressada do local, estava decidida a trazer Regina para o casamento da irmã, Mary não tinha culpa do problema que as duas tinham.

Emma estava com um tubinho azul escuro, marcava todas as suas curvas a deixando ainda mais sexy. Pegou o carro e foi até a casa da mãe de Regina que ficava a caminho do sitio onde seria o casamento, ela chamou, bateu palmas e nada. Pegou seu celular e resolveu ligar para o David.

— Alo, Emma! Por que me liga agora, é algo com a Mary?

— Cadê a Regina?

— Hã?

— Eu vim até a sua casa e ela não está aqui, se ela não for ao casamento a Mary vai ficar bem chateada, estou procurando ela, não quero me sentir culpada.

— Ei Emma calma, a Regina já está aqui comigo, estamos só esperando a Mary chegar, venha logo pra cá você, a única que pode se atrasar hoje é a minha rainha!

Emma respirou aliviada e logo foi para o local do casamento, estava ansiosa em ver Regina, ela tinha certeza que a morena iria trocar de par com toda certeza teria desistido de entrar com ela.

Muito pelo contrario, assim que chegou a organizador a chamou para o seu lugar junto de Regina, seu coração disparou ao ver a morena, estava impecável, Mais linda que o natural, estava sexy, suas mãos gelara. Regina estava com um vestido solto de ceda, na vermelho, tinha uma fita marcando sua cintura, sua maquiagem combinava com o look.

Regina quando sentiu a presença de Emma a o seu lado sentiu uma corrente de choque atravessar por todo seu corpo, sentiu aquele frio na barriga, a musica da entrada dos padrinho anunciou que era o momento da entrada, como em todos os casamento tradicionais entrou um casal de cada vez, Regina não se atreveu a olhar para Emma, em seu interior travava uma batalha emocional com seus sentimentos contra verso, um queria agarrar Emma e perdoá-la, outro ainda a culpava por suas crianças estarem longe. Regina havia tido uma conversa com David miss cedo e havia descoberto o verdadeiro motivo pelo qual Emma e sua avó compraram o local onde ficava o lar.

Quando chegou a vez das duas entrarem Emma teve medo de pegar a mão de Regina, já que nem um olhar havia recebido da morena, assim que deu o primeiro passo sentiu o braço de Regina enganchar-se ao seu, seu coração deu um salto de alegria, como sentia falta do toque de sua pele, olhou para Regina que apenas fez um movimento de cabeça e foram em direção ao altar.

A cerimônia foi normal, o sitio estava com uma decoração linda, um casamento digno de capa no jornal popular da pequena cidade. Mary estava mais que feliz e não fazia questão de esconder isso. David até chorou durante a cerimônia.

Regina permaneceu o tempo todo pensando e decidiu que durante a festa teria uma conversa com Emma.

Assim que a festa se iniciou teve a dança com a noiva e depois com os padrinhos, todos os olhares estava em Emma e Regina que eram um casal de madrinhas diferente. Os fofoqueiros cochichavam, mas isso era certeza que aconteceria. Algumas pessoas achavam aquilo um absurdo e outras estavam adorando.

Nessa hora foi a primeira vez que Regina olhou diretamente nos olhos de Emma, com o braço da mesma em sua cintura, sua pele se arrepiou, Emma percebeu e sorriu, mas nenhuma palavra foi dita durante a dança, estavam hipnotizadas, seus olhares se prenderam.

A musica de fundo era uma que deixava Regina muito emocionada, uma de suas musicas favoritas e a que fazia lembrar de Emma.

* Mi pecado – MaitePerroni Feat. Reik

David foi que as tirou do transe, quando tirou sua irmã para dançar. Regina piscou algumas vezes os olhos para voltar à realidade. David nem percebeu a situação. Emma olhou ao seu redor e percebeu que já não tinha somente os padrinhos na pista já haviam convidados, procurou por Mary, assim que encontrou pediu licença a um tio que a conduzia e foi dançar com sua irmã, Mary sorriu, e abraçou forte a irmã.

— Ems, hoje é o dia mais feliz da minha vida!

— Ah pensei que tinha sido o dia em que eu nasci.

As duas sorriram e Mary deu um beliscão na irmã mais nova.

— Estou muito feliz por poder compartilhar desse dia com você, Mary!

— Obrigada por estar de volta...

— Com licença – Regina tocou o ombro de Emma que ao escutar se arrepiou – também quero dançar com a noiva mais linda da noite.

— Concordo, felicidades irmã. – Emma disse apenas e se afastou, as deixando sozinhas.

— Eu vi o clima entre você e a Emma na hora da dança, quase matei o David, é um tapado atrapalhou tudo.

— Primeiro parabéns pelo casamento. Segundo o David é um tapado desde que nasceu. E terceiro, sim eu fiquei mexida com a dança, estava tão perto e ao mesmo tempo tão distante dela.

— Por que você quer amiga, David me contou que você já sabe do centro de educação.

— Sim Mary, só preciso de coragem, eu fiquei muito chateada por causa das crianças, não quero nem pensar como devem estar meus pequenos.

— E você é orgulhosa demais pra ir falar com ela.

— Você me conhece. Mais até o final desta noite eu vou mudar!

Emma estava saindo da pista quando viu um rosto familiar vindo em sua direção toda sorridente.

— Lilith? O que faz aqui?

— Oi meu amor, estava morrendo de saudades! – a garota a sua frente a abraçou apertado.

Por impulso Emma a empurrou e se afastou. Saiu andando estava nervosa, depois que voltou ela ainda não havia pensado em Lily, sua ex-namorada, mas agora por te-la ali em sua frente, Emma se sentia afetada, suas emoções se alteram. Saiu andando em passos largos estava assustada pelo que estava sentindo, achava que havia esquecido aquela que a fez sofrer, mas não, ainda existia um sentimento, só estava guardado porém agora está a tona, estava visivelmente sensibilizada.

— Calma Emma, eu vim por que fui convidada pela sua avó... e por que eu quero falar com você.

— Lilith pode voltar de onde veio hoje é um dia especial para mim, não quero que você estrague.

— Emma não vim estragar nada, só vim por que estou morrendo de saudades, eu te amo meu amor, está tão difícil sem você. Eu sei que errei mas me escute estou arrependida.

Ao pronunciar aquelas palavras Lilith se aproximou de Emma e tocou seu rosto, a garota aparentava estar realmente arrependida, seu olhos estavam brilhando, uma lagrima escorregou.

Emma a olhando ali tão perto, sentiu vontade de abraçá-la, fechou os olhos com o toque da ex em seu rosto. Sua cabeça estava a mil, as lembranças do tempo ao lado daquela em sua frente, foram felizes juntas, mas sempre quando tudo está bom algo tem que estragar. Lilith engravidou de um colega da faculdade assim que se conheceram, Lilith virou secretária de sua avó e Emma a ajudou durante a gestação mas a criança faleceu antes de nascer conforme o tempo a amizade de Emma e Lilith foram ficando mais intima e começaram a namorar, Emma realmente amava sua namorada e acreditava que a mesma também amava porém um dia quando chegou Mais cedo na casa de Lilith, a pegou com o antigo colega de faculdade que a engravidou, foi como um balde de água fria na cabeça da morena, todos os planos que tinha para o futuro com a namorada foi por água a baixo, ela já desconfiava mas seu coração insistia em acreditar que era imaginação de uma ciumenta.

Notas finais
Galera estou bem empolgada com essa história, estou a vivendo tudo de novo na minha cabeça agora com swanqueen, imagina, omg, estou amando, espero que vocês também. Comentem please!!