Voleur Sinderella

4 Capítulo 4 - Hard To Concentrate


Notas iniciais
É, minha fanfic tem capítulos realmente grandes hahaha. Depois de toda a confusão de Claire e Wolfgang eu tinha que voltar o centro da estória para meu amado principal, não? Agora que a coisa está ficando legal.

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Auckland, Nova Zelândia. 5 de Outubro.

Duas semanas se passaram. O primeiro encontro com Eudes tinha sido quase esquecido pro Charles, o homem tinha parado de infernizar sua vida e se limitava a observá-lo de longe, mas não de uma maneira cuidadosa o suficiente para que o mesmo não percebesse. Não conformado e nada poderia fazer, ficava a espreita, sossegado em seu silencio mórbido.

Maxine começara a pregar o terrorismo com o enteado. Em sua mentalidade, via que se nada ele fizesse por suas ordens seria mais um motivo para colocar na frente do juiz, queria ser favorecida em todo caso. O advogado nem fazia menção em acudir o pobre rapaz.

– Charles, meu bem – ela alisava seus cabelos antes dos botes – já terminou de arrumar o emaranhado de fuzis do sótão? Lá está repleto de ratos e não sei se você se lembra, pedi para que colocasse o veneno semana passada!

Na verdade, ela não tinha pedido. Charles suspirava toda vez que ela vinha com seus pedidos estranhos. Ele tinha trabalhos da faculdade por fazer e estava completamente cansado, não tivera uma só ligação de Marianne desde o dia em que ela lhe alertara sobre a futura festa. Rato estava sempre reservado e tinha parado de falar com ele, como sempre.

– O que está acontecendo? – sibilou Charles colocando uma caixa de papelão no balcão da loja.

– Como assim? – disse Rato olhando para o teto, completamente distraído.

O loiro estalou os dedos no nariz do amigo, rindo.

– Você não está fazendo nada direito nos últimos tempos. Tirou até um B- na prova de química orgânica. – arqueou uma sobrancelha.

Rato suspirou e deu entre ombros, querendo passar a ideia de que tinha acontecido por um simples acaso. Nunca acontecem acasos que justifiquem notas baixas para Jack Lourette e ele simplesmente dava entre ombros!

– Sabe, ninguém consegue tirar sempre A+, Charlie. – ele riu, se virando.

– Ah, fale a verdade! O que está acontecendo? Está com problemas com os valentões idiotas? Apaixonado? Drogas?

– Na verdade nenhum deles, simplesmente não estava me concentrando durante a prova. – Charlie continuou a encará-lo. O amigo não fazia do tipo que guardava muitos segredos, não tinha exatamente porquê. – Eu recebi um convite para o baile que vai ter no Hotel Claire Les Nuages.

Ficou surpreso...

– Você recebeu o convite da Claire?

–Foi... – suspirou – Sabe, ela acabou se tornando uma amiga para mim. Todo final de aula vem conversar comigo, acompanhada, logicamente, de sua dama de companhia, a Allen. Só que eu estou triste por ela, sabe? Toda vez que ela olha para o anel eu fico meio sentido. Ela fica olhando com uma cara de quem vai se jogar da janela a qualquer momento ou vai começar a vomitar. Isso está me irritando.

– Você está se apaixonando por Claire Perrault? – sorriu Charles, passando a mão na cabeça do amigo. – Tem como a nossa situação piorar?

– Nããão! – berrou Rato – Lembra quando eu disse que não tinha me apaixonado pela Penny Honello? Aquilo, eu admito, era paixãozinha de criança. Quanto à Claire não é! Eu a considero o suficiente para sentir que ela está triste.

O amigo deu de ombros com um belo sorriso no rosto, antes de fechar um pouco a expressão com uma leve tosse – tinha ficado doente naqueles dias, logo após Maxine mandar que ele retirasse os tapetes empoeirados da casinha de ferramentas.

– De qualquer maneira, temos que nos preparar. O fato de você ter sido convidado afeta o plano que tínhamos feito, lembra?

Então Rato deu um pulo com as mãos preocupadas na cabeça.

– E AGORA?! – gritava incorrigivelmente – Tipo, eu posso ser um dos suspeitos! O que a gente faz?! Quero dizer, vão ter aquelas listas idiotas e a Claire vai perceber que eu estava lá e-e-e e agora?!

– Me diga que você não sabia dos riscos do plano quando virou amigo daquela criança e juro que não lhe farei mal. – ameaçou Charles com uma cara realmente feia.

Ele quase deu um pulo para trás vendo a cara com que Charlie ficara, acabou por soltar um leve risinho. Inconveniente ou não, Charles se aproximou e ficou com um ar sádico e medonho, assustando Rato por detrás dos óculos.

– Ela não é bem uma criança se formos analisar, assim como eu, ela é apenas dois anos mais nova que você... – a voz de Rato falhava enquanto ele ria – Se eu disser que essa possibilidade ocupava 100% de meus pensamentos eu estaria mentindo, mas que nunca sequer cogitei tal situação também mentiria.

Charles deu mais um passo para frente.

– Não sei se você sabe, criança, mas esse pode ser nosso último caso. Eu já não queria pegá-lo e você insistiu, criança, espero que não se esqueça disso.

– Não, eu não me esqueci. – Rato revirou os olhos.

– Então, meu caro, vamos arrumar uma maneira de te colocar para dentro sem que a princesinha saiba, certo? – sibilou Charlie com um sorriso perceptivelmente falso.

Não deram três segundos e ele jogou uma caixa repleta de embalagens na cabeça do amigo que caiu apenas no susto, berrando feito um idiota. Quando se levantou, trazia em suas mãos a mesma caixa e fungava rapidamente. Rato também lançou na cabeça de Charlie, mas ele apenas desviou o corpo numa virada horizontal, abrindo, desta vez, um verdadeiro sorriso.

– Não é justo... – murmurou Rato.

– Posso ser considerado mal intencionado, não injusto.

– E com mania de estar sempre certo! – pisou forte e saiu andando para s fundos.

Charles olhou o amigo indo e começou a rir ainda mais.

– Espera, está chateado? – berrou o seguindo com os olhos.

De repente, uma batida de porta soou e Rato correu de volta com os olhos arregalados, se colocando atrás do balcão, junto com Charles, que ficou observando sem entender muito bem porque ele tinha voltado meio desconfiado.

Não se passou mais que um instante em silencio e da porta de onde Rato viera, uma mulher de sobretudo esverdeado e chapéu preto francês com uma faixa branca. Seu rosto era coberto pela sobra que o chapéu fazia, mesmo assim o loiro suspirou ao vê-la.

– Boa noite, Sin... – disse ela, retirando com delicadeza o chapéu.

– A que devemos essa visita completamente inesperada, Marianne...?

Ela revelou os curtos cabelos negros e uma pele alva e aveludada, parecia uma boneca de olhos mais claros que os de Charles e lábios rosados, ao retirar o chapéu de seu rosto. Ela sorriu assim.

– Não posso visitar de vez em quando meus empregados favoritos? – então mirou Rato que se encolhia cada vez mais – Querido, ainda não entendo porque fica me olhando desse jeito toda vez que apareço.

– É porque você nunca aparece... – altivou Charles. – Para falar a verdade, não deveria aparecer aqui na loja, não era esse o primeiro combinado?

Marianne passou as mãos pelo balcão, se aproximando cada vez mais dos dois.

– Eu sei, queridos, entretanto o contratante pediu para que eu mesma viesse. Pelo que sei, o querido Ella tem um tipo de amizade com a descendente da fortuna dos Perrault, não é? – Rato engoliu a seco desejando se fazer de desentendido, mas tinha algo em Marianne que não o agradava e por isso se mantinha em silencio toda vez que ela o diria a palavra – Exatamente por isso gostaria de escutar de vocês que não há problema algum no plano...

– Tudo como o planejado. – o loiro tomava a fala.

A mulher apenas alargou o sorriso.

– Muito bem então. Enfim, tenho aqui os convites de vocês dois e o a chave do depósito de ferramentas. Desta vez vocês estão por conta própria, mas terão um interno que os auxiliará a entrar e chegar à sala de segurança.

Uma das coisas que Marianne não era é a incompetência. Charles podia dizer que sua bipolaridade muitas vezes os podia afetar, mas ela sempre trazia o máximo de informação que eles poderiam utilizar para fazer um trabalho bem feito. Naquele instante, ela abriu o sobretudo e retirou de dentro dele um enorme envelope de cor preta e o colocou em cima da mesa. Os dois jovens apenas observaram enquanto ela fechava o sobretudo, mandava-lhes um beijinho com uma piscadela e saia num movimento sensual pela porta dos fundos, deixando-os sozinhos com o envelope.

Rato e o amigo se entreolharam. Desde a primeira vez em que se encontraram com Marianne, nenhuma das vezes havia sido tranquila como aquela. O contratante sempre os amedrontou e as primeiras ameaças foram complicadas, mas depois disso transformaram aquilo numa parceria entre mandantes e contratados.

– E agora? – murmurou o moreno – Desta vez você vai...


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– Qual a sua grande ideia agora? Morrer de tristeza, se jogar de um precipício? Por favor, não é o fim do mundo! – berrava Allen se jogando no sofá do hall do hotel.

Claire continuava com a cabeça para cima, procurando alguma coisa no teto de afresco do Claire Les Nuages, desta vez ela vestia um tipo de vestido vermelho, como se fosse uma verdadeira rainha de copas sensual com o pescoço enforcado por pérolas.

– Não é que seja o fim do mundo, Allenina, o problema é que eu me sinto hipócrita. Também me sinto como se eu tivesse sido precipitada e estivesse fazendo algo que eu sempre abominei... Abomino, na verdade. Acho um pensament-

– Pensamento medieval com diretriz irônica e mal formulada. – cortou, Allen. – Para pelo menos de fazer o mesmo discurso. Desde semana passada você vem falando a mesma coisa mudando apenas as palavras.

– O que posso fazer então? – ralhou com uma voz falha.

– Ou se conforma pelas suas atitudes ou acaba com isso de uma vez!

Fazia algum tempo que Claire não escutava alguém lhe mandar fazer algo, por ser responsável e dedicada, mas aquilo que Allen lhe dissera fora incrivelmente importante e bateu em sua cabeça como um baque repentino. A amiga tinha razão, não deveria ficar se queixando por uma atitude tomada ainda que com tanto desgosto.

As duas se entreolharam por um segundo e sorriram com sinceridade.

– Srta. Perrault, o Sr. Perrault e o Sr. Wolfgang a esperam junto aos acionistas. – disse a voz de Wallace, o mordomo pessoal de seu pai, aparecendo ao lado dela.

Claire suspirou, passando os olhos sobre o homem, era um velho com um rosto de seriedade que tinha sua completa confiança.

– Obrigada, Wallace... – sibilou já em pé. – Escuta, se alguém lhe fizesse uma proposta tentadora, mas que lhe cortasse as asas, o que o senhor faria?

Ele abriu um sorriso branco junto aos olhos azuis, dizendo:

– Ver a senhorita participar das reuniões me deixou muito feliz. – disse lentamente – Eu a admiro e sei que suas decisões são tomadas com inteligência, ainda que sejas tão nova.

Allen sorriu junto à amiga e deu uma leve cotovelada no braço dela como se dissesse “está vendo, ele te apoia”. E quando ele ia saindo, Claire simplesmente berrou:

– Wallace, não vai ficar até mais tarde não?

– Desculpe-me, mas vou visitar meu afilhado agora. – sorriu o velho, fazendo leve reverencia e se retirando do hall, enquanto as duas observavam ele ir embora.


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Quando a tarde já estava caindo começou a chover, uma chuvinha fina e intensa que se prolongava por toda Auckland. Wallace andava abriu a porta da loja de CDs rapidamente, a loja do pai de Rato. O Sr. Lourette estava no balcão, era extremamente alto e tinha as mesmas feições de Rato, usando um óculos quadrado e retorcido, parecia ter sido tirado de um filme sobre o século XIX. Assim que o mordomo dos Perrault adentrou, ele abriu um leve sorriso, dizendo com simplicidade, como sempre fazia:

– Em que posso ajudá-lo, senhor?

Wallace fechou lentamente a porta, deixando o friozinho da chuva para trás.

– Estou procurando por Charles Gareth, ele está? – falava, dando uma boa olhada na loja.

– Um minuto... – sorriu Sr. Lourette antes de ir até os fundos e berrar pelo nome do amigo do filho.

Wallace continuou olhando para os CDs, era uma bela loja, repleta de prateleiras com os mais diversos exemplares, sobrevivendo com firmeza apesar da onda de tecnologias. Havia uma bela coleção de vinis na parede e estantes enfeitadas com pôsteres e autógrafos de famosos.

Com pisos fortes, Charles praticamente correu pelo corredor dos fundos da loja. E de repente se viu de frente para Wallace, que sorria entre suas barbas e cabelos grisalhos com simplicidade. O jovem não evitou e ficou boquiaberto, quase caindo.

– Olá, Charlie... – murmurou Wallace, estendendo a mão para o garoto.

– Não acredito... – então teve um ataque e pulou em cima de Wallace com um abraço de urso incrivelmente forte – PADRINHO! Há quanto tempo não o vejo?!

Ele acabou precisando soltar o outro para não mata-lo asfixiado...

– Acho que desde que Dannika fora embora para a França, haha. – falou Wallace respirando fundo e colocando a mão no ombro de Charles.

– Já não era tempo de aparecer? – berrava Charles com um sorriso de orelha a orelha.

Então Rato apareceu na porta repleto de sacolas de supermercado, fazendo o sininho da porta tocar, completamente encharcado.

– Sabia que lá fora está um inferno? Esse clima louco ainda vai me matar! – foi assim que ele olhou para Charles na frente do velho e arregalou os olhos como quem vê um fantasma, deixando uma das sacolas cair. – Eu não acredito... Tio Wall?!

O velho Wallace sorriu.

– Você cresceu bastante desde a última vez, Rato.

– Mas continua com a mesma cara de revolucionário oculto ingênuo. – ironizou Charles também com os olhos fixados em Rato.

Rato ficou com uma cara de incrédulo, mantendo um meio sorriso de surpresa. O amigo e seu tio foram até ele e o ajudaram com as sacolas, levando-as até o balcão rapidamente e sentando-se, os três, nas cadeiras altas, como se estivessem num bar.

– Nossa, o senhor não mudou nada! – falava Rato realmente alegre.

– Eu não poderia dizer o mesmo de vocês dois. – Wallace gargalhou, passando a mão dos cabelos de ambos como se fossem crianças – Como estão as coisas por aqui? Maxine ainda maltrata meu afilhado preferido?

Os amigos riram.

– Ela está ficando velha, está cada vez mais malvada e feia, tenho pena do Charles.

– Só não está mais sinistra que Marianne, Rato ainda tem calafrios toda vez que a vemos! – sibilou Charles, arrancando um bufo do amigo.

Logo que Charles tocou no nome de Marianne o sorriso de Wallace foi percebido como acomodado, seu olhar baixou e a percepção de seu sobrinho e de Rato não falhou. Os dois se entreolharam, apostando quem seria o primeiro a perguntar.

– Eu vim aqui justamente sobre isso... – Wallace disse cabisbaixo. – Marianne me descobriu na Dinamarca alguns meses atrás. Daí veio a atual missão de vocês.

Rato engoliu a seco e quando percebeu Charlie já estava com os olhos arregalados. Não era à toa que Wallace conhecia Marianne, fora ele quem a apresentou para Charles e Rato. Alguns de vocês poderiam até imaginar coisas ruins, mas a distancia de tio Wallace com o sobrinho fora proposital, estava sendo perseguido havia quase cinco anos por causa de um trabalho mal sucedido.

Wallace trabalhava para Marianne e para o Contratante nos anos anteriores os quais Charles começou tudo e por uma operação que não terminou como o esperado teve que fugir.

– Logo que fui embora comecei a trabalhar para os Perrault, ainda sou mordomo deles e por isso ela está me usando.

– A vadia o está ameaçando, não está? – surtou Charles.

– Eu sou o passaporte de vocês para uma boa operação. – murmurou Wallace.

– Mas nós estamos fazendo isso é para livrá-lo! Estamos fazendo tudo isso pelo pessoal que ainda está na Dinamarca! – continuava o loiro. – Quer dizer que estamos sendo inúteis?! Que tudo é em vão?!

– Não é em vão, meu rapaz! – Wallace se levantou de uma vez, fazendo o sobrinho recuar rapidamente. – Eu o avisei diversas vezes que o trabalho não era fácil e falei do retorno que ele daria, entretanto vocês dois o aceitaram. Agora arquem com as consequências.

Rato e Charles ficaram em silencio, principalmente o primeiro que ficou observando a controvérsia familiar, quieto e meio medroso.

– Ora, meninos, não vamos estragar esse momento, certo? – continuou Wallace, se sentando. – Estou feliz por vê-los inteiros, mas preciso alerta-los ao máximo para o que está prestes a acontecer.

Charles suspirou num riso abafado:

– Também estou feliz em vê-lo, velhote... Juro que se Marianne tivesse feito algo com o senhor ela estaria desafiando nós dois aqui!

– Não me meta em seus planos de vingança, Charles! – berrou Rato também rindo.

Os três começaram a gargalhar. Entretanto, não viram que do lado de fora da loja Eudes Byron os observava entre as venezianas, abocanhando ferozmente um sanduíche de verduras, completamente molhado da chuva que caía e rindo como um louco.

– Eu vou pegar você, Charles Gareth. Como uma aranha pega uma mosquinha indefesa. – falava sozinho, esmagando o sanduíche com os olhos fixados nele, destroçando cada pedaço que caía no chão alagado.

– Perseguindo crianças, Byron? — uma voz soou nos ouvidos do detetive maluco que se virou o mais rápido possível.

– Ah, é você, Campbell? — ele revirou os olhos.

Ao lado de Eudes estava o oficial Campbell, como sempre com seu sobretudo escuro, coberto por um guarda-chuvas discreto e mantendo a expressão de calma. O curioso era que Eudes fez o que pode para se colocar numa posição um pouco mais respeitável, escondendo o sanduíche nas costas.

– O que está fazendo por aqui? — riu-se o oficial. — Está sendo contratado para fazer terror novamente?

– Ao contrário do que você e o pessoal da delegacia pensavam, eu sou muito eficiente e existem pessoas sensatas que contratam meus serviços.

Campbell sorriu, dando-lhe um tapinha no ombro.

– Só não me atrapalhe, certo?

– Por que? — indagou Byron.

– Digamos que estou fazendo uma investigação importante... — dizendo assim, Campbell olhou para cima, vendo as letras garrafais no anúncio da lojinha dos Lourette. Deu de costas e começou a andar.

Notas finais
Próximo capítulo teremos a tão esperada aparição de Sinderella. É complicado escrever sobre tudo e tal, acho que vou escrever dois capítulos para uma mesma noite, vai ficar muito grande... A pergunta é QUEM É A GALERA NA DINAMARCA QUE O CHARLIE FALOU? O QUE VAI ACONTECER COM A CLAIRE?! Enfim, quero REVIEWS! Até o próximo!!!
MÚSICA: Hard to Concentrate - Red Hot Chili Peppers