Notas iniciais
Oi filhotinhos de lobo, estão prontos para nos matar e jogar nossos corpos em um rio de piranha? rsrsrsrs... Gente, mil desculpas pela demora, perdão mesmo.. Mas eu, Miss Cavendish, e Maria Purpurina passamos por uma bad fase tenebrosa.. Ainda não estamos 100%, mas não estamos aqui para desistir de uma história que é o nosso xodó.. Obrigada por todos que permaneceram fieis e estão aqui.. Admito que a maior culpada pela demora sou eu, eu não estou acostumada a escrever e tals, e eu estava sem vontade nenhuma para escrever mesmo, então a MP escreveu a maior parte e ficou do meu lado falando que iria esperar eu revisar e acrescentar alguma coisa.. Lógico que teve algumas ameaças e xingamentos para eu andar logo, mas o mais legal é que a única coisa que fez meu ânimo levantar mesmo foi comentários de um novo leitor.. isso realmente tem o poder de nos alegrar de um modo sem explicação...

As sete em ponto, eu passei na casa de Stiles e depois fomos em direção ao prédio da empresa, onde havia um heliporto com o helicóptero que preparei para nossa noite.

— Você sempre traz suas conquistas aqui? — Ele perguntou com um tom zombeteiro, ao ver que estávamos subindo em direção a cobertura do prédio. Mas mesmo com todo aquele sarcasmo, eu podia sentir uma leve tremida no final. Ele estava tentando esconder seus ciúmes e sua ansiedade.

— Você é o primeiro... O primeiro em muitas coisas por sinal. — Disse e deixei minha mão passear por seu braço, enquanto ainda estávamos no elevador.

Stiles estremeceu sob meu toque e eu sorri com aquilo. De alguma forma, Stiles conseguia me fazer sentir algo que a muito não sentia. Ele me fazia sentir o desejo de protegê-lo e cuidar.

Chegamos a cobertura da empresa e entramos em uma porta escondida. A abrimos e subimos as escadas que davam para o heliporto e eu podia perceber que Stiles estava receoso quanto a ser visto comigo.

— Stiles, aqui não tem nenhum paparazzi. Pode ficar mais calmo. — Disse calmamente, enquanto segurava a mão dele. — Eu sei que você escondeu do pessoal da empresa, que era você na foto que saiu na imprensa hoje.

— Érica, sua maldita! — Ele rosnou e eu ri. — Não cabe a mim, decidir contar ou não. Mas se você não quer ser visto com ninguém talvez devesse repensar nas suas atitudes. — Ele falou e levantou as nossas mãos.

— As pessoas que realmente precisam saber sobre meus relacionamentos já sabem. Deixemos o resto do mundo viver das fofocas e especulações.

Continuamos a andar até meu helicóptero e no caminho encontrei com o meu comandante.

— Aqui está seu plano de voo, Sr. Hale. Revisamos tudo. Está preparado e lhe esperando, senhor. Pode decolar quando quiser.

— Obrigado, Joe. Vamos. — Disse a Stiles e nos dirigimos ao helicóptero. Quando ele se aproximou do helicóptero vi sua boca abrir em admiração.

— É enorme! Você... Você sabe pilotar? — Ele gaguejou, ainda encantado com o helicóptero percorrendo os olhos em todos os detalhes dele. Meu helicóptero era todo preto com os inscritos “Hale Enterprises” em dourado, algo que sempre chamava a atenção por onde passava.

— Sou um garoto multifunções, querido. — Lhe respondi com um sorriso e uma piscadinha, fiz um gesto para que ele entrasse na cabine. Assim que ele se sentou, comecei a travar todas as tiras do cinto e quando a trava fez um click, Stiles deixou um gemido escapar, como se adorasse a sensação de ser contido. — Agora você não vai poder fugir mais de mim. — Satirizei e deixei que meus dedos percorressem pelo seu rosto. Fui me aproximando lentamente e lhe dei um beijo casto.

Contornei o helicóptero e quando estava devidamente posicionado liguei o motor chamando a torre de controle.

— De acordo, torre de controle. Aeroporto de Seattle, aqui é Talia – Hale Enterprises, preparado para decolar. Espero confirmação, câmbio.

— Talia, adiante. Aqui é Aeroporto de Seattle, avance por um-quatro-mil, direção zero-um-zero, câmbio. — Ouvi a voz do comandante e me preparei.

— Entendido, torre, aqui Talia. Câmbio e desligo. Em marcha. — Acrescentei. O helicóptero se elevou pelos ares lenta e brandamente Seattle desapareceu enquanto adentrávamos ao espaço aéreo,

Stiles me encarou a vista da cidade, que agora era apenas um amontado de luz brilhantes iluminando a nossa noite, antes de suspirar e falar pelo microfone.

— Talia? — Foi uma pergunta sutil, mas ainda assim, conseguia perceber pela sua postura que ele estava especulando quem era a dona do nome.

— Minha mãe. — Lhe dei um sorriso. Stiles corou de uma forma adorável e aquilo me deixou ainda mais satisfeito por tê-lo ali.

— Para onde estamos indo?

— Vancouver.

— Canadá? — Ele suspirou surpreso.

— Sim. — Eu disse que um sorrisinho sacana.

Nosso voo até Vancouver foi tranquilo, eram apenas 45 minutos. Stiles observou fascinado as luzes da cidade e constantemente me fazia perguntas sob pilotar e o painel do helicóptero. Aterrissamos no heliporto do prédio espelhado que eu havia construído na cidade. O letreiro luminoso dizia “Residencial Cora Hale” e quando Stiles o viu me deu um sorriso antes de perguntar:

— Você nomeou todos seus imóveis com nomes da sua família?

— Hipoteticamente falando? — Dei uma pausa e o puxei para a escada. — Sim. Você ainda vai conhecer os outros, mas vamos nos ater a esse por hoje.

Descemos de mãos dadas até a porta que dava acesso a entrada do apartamento. Entramos juntos e fiquei admirado com a qualidade do serviço da minha equipe. Eu havia pedido para que eles organizassem um jantar romântico para mim, porém não imaginava que eles seriam tão impecáveis.

A mesa estava posta de uma forma simples, mas ainda sim elegante. Os pratos, recém-saído do forno, continham risoto de frango com arroz arbóreo estavam perfeitamente posicionados, e na frente deles haviam taças de vinho branco e suave, conforme o pedido. Tudo perfeito. Fiz uma nota mental de dar uma gratificação pela qualidade do trabalho a todos os envolvidos.

— Uau! — Foi a única coisa que Stiles disse.

— Vamos comer antes que esfrie. — Disse, indo para a mesa e puxando uma cadeira para Stiles, que se sentou meio sem jeito.

Jantamos em silêncio, salvo por ruídos de talheres batendo ou pequenos gemidos de satisfação pela comida.

— Então... — Ele disse depois que terminados de jantar e continuamos a nos encarar na mesa. — Você é adotado?

— Isso é de domínio público. — Respondi, deixando minha mão passear pela dele.

— Estou tentando iniciar uma conversa aqui. Nem todo mundo tem uma página da Wikipédia, Sr. Domínio Público. — Ele disse divertido e respondeu ao meu toque.

— Sim... Depois que minha família se foi, uma enfermeira muito simpática cuidou de mim e fez com que eu ficasse com Chris e Allison.

— Minha madrasta conhece Chris e Allison. — Ele mencionou e senti seus dedos brincarem com os meus. — Aparentemente, minha família já tinha relações com a sua.

— Eu te disse... Isso só pode ser destino. Nós dois... Juntos. — Disse enquanto me levantava da mesa e ia para a sala. — Pare de resistir ao meu charme.

— Senhor Hale, vai ser preciso de muito mais do que seu charme e um incrível passeio de helicóptero.

Em um gesto bruto, parei e o prensei contra a parede do corredor que ligava a sala de jantar com a sala.

— Quanto maior o desafio, melhor o prêmio.

— Competitivo você. — Ele sussurrou e mordeu seu lábio inferior.

— Queria morder este lábio.. — Disse olhando bem no fundo de seus olhos e puxando o seu lábio para fora do seu aperto com os meus dedos em seu queixo. Ele iria me levar à loucura. — Por favor, Stiles ... Me deixe ter você! Me deixe fazer amor com você. — Implorei em um sussurro.

— Eu... eu não faço amor, Senhor Hale. — Ele suspirou e fechou os olhos. — Mas eu deixo você me foder, com força.

O agarrei e prensei-o ainda mais contra a parede com o meu quadril fazendo-o sentir o estado em que ele me deixava, mantendo meu rosto a centímetros.

— Que garoto mais boca suja! — Ressoei, enquanto esfregava minha barba em seu pescoço e arrancava alguns suspiros e gemidinhos dele.

— Talvez eu deva ser punido, Senhor Hale. — Ele disse e me deu um sorriso sarcástico.

— Talvez... Mas eu tenho ideias melhores do que fazer com você. Venha. — Disse, segurando a mão dele e o puxando em direção ao meu quarto da casa. Eu nunca tinha levado ninguém até lá e nunca tinha dormido com ninguém na minha cama. Eu não sabia o que Stiles estava fazendo comigo, mas sabia que não queria controlar. Mal chegamos até o quarto e eu voltei a beijá-lo da forma mais lasciva possível.

Stiles soltou um “Oh!” de surpresa ao ver o quarto todo preparado. Eu havia pedido para que os empregados colocassem velas aromáticas pelo lugar e deixasse um balde com champanhe.

— Que lindo! — Ele suspirou e deu um sorriso tímido para mim. — Não precisava disso tudo.

— Claro que precisava. Não é todos os dias que conheço um jovem interessante como você. E como você vem duvidando da minha capacidade, vou te provar que você estava enganado. — Disse enquanto o puxava para dentro do quarto e o jogava na cama.

— Eu não duvido da sua capacidade... Eu apenas tenho... Digamos assim... Gostos peculiares, que você não entenderia.

— Eu adoraria saber quais são esses seus gostos peculiares. — Disse e fui o empurrando em direção a cama. Quando ele caiu de costas, fiquei pairando sobre ele enquanto acariciava seu rosto. Comecei a beijá-lo enquanto retirava sua camisa. Atirei a camisa dele pelo quarto e senti quando ele fez menção em puxar minha camisa para cima.

A princípio tentei evitar, afinal, não queria ele visse as marcas em meu peito, mas quando dei por mim, ele já havia levantado metade da camisa.

Me ergui da cama e retirei minha camisa. Vi o olhar de Stiles queimar sob minhas cicatrizes e pela primeira vez em anos, me arrependi de não tê-las tirado.

Mas a simples ideia de alguém as tocando já me fazia estremecer e uma sensação de pânico tomava conta de mim. Afastei aqueles pensamentos e me concentrei em Stiles, que me encarava profundamente.

— Você é muito gostoso.. — Ele murmurou e se apoiou em seus cotovelos, a fim de poder me enxergar melhor.

— Eu quero ter você em todas as posições possíveis essa noite. — Disse enquanto engatinhava na cama e me aproximava de seu rosto. — Mas você precisa prometer que vai ser um bom menino. E que não vai me tocar. — Sussurrei em seu ouvido e dei uma mordidinha no lóbulo da sua orelha, enquanto puxava duas algemas de couro macias da mala que estava ao lado cama.

Ao ver as algemas ele me encarou surpreso e quando eu amarrei as mãos dele a cabeceira da cama feita de madeira de cerejeira bem resistente, Stiles gemeu de uma forma profunda e tentadora e aquilo quase fez minha sanidade ir por água abaixo.

— O mocinho gosta de ser contido? — Perguntei, descendo meu rosto pelo seu peitoral.

— Você não imagina o tanto. — Ele sussurrou sem nexo, com os olhos fechados, puxando as restrições da cama e se rendendo às caricias.

Continuei a deixar uma trilha molhada por todo o abdômen dele, até chegar no cós da calça.

Eu sentia o volume de Stiles lutar contra o tecido da calça e meu próprio membro implorando para sair do aperto. Bem devagar, abri a calça dele e o deixei apenas de cueca. Fiquei admirando ele por alguns segundos até que me veio uma ideia na cabeça.

Fui até minha mala e tirei de lá uma gravata de seda cinza e bem lentamente me aproximei de Stiles.

— Preciso que você confie em mim. — Disse em seu ouvido da forma mais charmosa que conseguia. Eu sabia que era arriscado, mas algo me dizia que Stiles adoraria o que eu tinha em mente. Aproximei a gravata de seu rosto e com muito cuidado a coloquei em seus olhos, dando tempo para que pudesse reclamar ou me impedir. Mas recebi um pequeno aceno de confirmação. Amarrei a gravata como uma venda em seus olhos e voltei a apreciá-lo. Ele estava tão lindo. Tão entregue. Tão rendido a mim.

Meus olhos percorriam todo o seu corpo e tudo nele me fazia desejá-lo de uma forma que eu nunca desejei ninguém. Fui até a cômoda que tinha o aparelho de som conectado a um Ipod e coloquei uma música que eu tinha certeza que combinava com a ocasião. Earned It – The Weeknd.

“Cause boy your perfect

You're always worth it

And you deserve it

The way you work it

Cause boy you earned it

Boy you earned it”

Ao encontrar o balde com a garrafa de champanhe outra ideia passou pela minha mente. Fui até o balde e retirei uma pedra de gelo, colocando-a em minha boca. Logo depois fui até Stiles e me fiquei sobre ele.

Aproximei minha boca de seu abdômen e soltei a pedra de gelo.

— Aaaah.. — Ele gemeu, quando comecei a passar a pedra de gelo por sua barriga. Fui descendo a pedra de gelo, deixando uma trilha gelada e logo depois de arrastar a pedra, coloquei meus lábios por cima aquecendo sua pele com meu hálito.

Deixei que a pedra escorresse até o cós da cueca e quando ele sentiu a umidade e o frio, Stiles deu um suspiro sôfrego. Aproximei minha boca da elevação que o pau dele formava e comecei a acariciá-lo ainda por cima do tecido. Bem lentamente fui descendo a cueca e quando o membro de Stiles estava livre, o coloquei de uma única vez em minha boca, o que fez ele gemer desesperadamente. Comecei a movimentar minha boca e logo Stiles gemia para que eu não parasse e atendi seu pedido. Minutos mais tarde, senti o corpo de Stiles dando sinal que ele não aguentaria por mais tempo e o retirei da minha boca, mas comecei um movimento de mãos, de forma constante e intensa, até que ele gozasse.

Stiles ainda tentava normalizar sua respiração quando me afastei novamente e dessa vez peguei um tubo de lubrificante no criado mudo ao lado da cama. Despejei um pouco em meus dedos e comecei a acariciar sua entrada.

— Por favor, Senhor. — Ele implorou, me chamou de ‘senhor’ e algo naquilo me deixou ainda mais excitado. Era como se o simples fato de Stiles mendigar meu toque já fosse o suficiente para me deixar duro.

— O que você quer, jovenzinho? — Continuei acariciando suas bolas e resvalando meus dedos na sua entrada.

— Você. Dentro de mim. — Ele murmurou e gemeu mais alto quanto o penetrei com um dedo. Continuei a movimentar meu dedo e à medida que ele ia se tornando receptivo eu introduzia outro.

Depois de alguns minutos nessa brincadeira, Stiles estava aberto o suficiente para mim então me preparei para penetrá-lo.

O mais rápido que consegui, rasguei um pacote de camisinha e posicionei em sua entrada. Quando entrei, ele gemeu e me apertou dentro dele. Esperei que Stiles acostumasse com a invasão e assim que ele começou a se remexer, eu me movimentei e arranquei um gemido alto e desesperado.

— Mais forte! — Ele implorou e eu aumentei o ritmo das estocadas. Logo estávamos gemendo e desesperados por mais. Comecei a masturbar Stiles e à medida que meus movimentos de mãos aumentavam, seu canal se contraia e quando senti ele chegar ao ápice pela segunda vez, me deixei levar e gozei furiosamente, caindo em cima dele, respirando forte e sem fôlego. Assim que consegui normalizar minha respiração, retirei a gravata dos seus olhos.

— Olá. — Ele murmurou, piscando para se adequar à nova luminosidade

— Olá. — Disse, enquanto trabalhava nas algemas e descia seus braços.

Peguei um vidro com um óleo corporal e comecei a passar em seus pulsos, fazendo uma pequena massagem na pele sensível dos seus pulsos fazendo com que o sangue voltasse a circular normalmente. Stiles suspirou e assim que eu terminei a massagem, ele se jogou contra os travesseiros e fechou os olhos. Eu continuei a cariciar seus cabelos enquanto um sorriso enorme tomava conta de meus lábios. Stiles finalmente era meu e eu havia provado a ele que nossos gostos não era tão diferentes assim.

Notas finais
Então para todos que nos acompanham e não nos abandonou, cometem e deixem suas opiniões.. Comentários salvam um autor.. Beijos das Irmãs Cavendish... E obrigada... XOXO